Questões de Concurso Sobre literatura

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Q4308631 Literatura
Durante um discurso, o professor de história usou uma analogia para explicar um conceito complexo aos alunos. Ele disse: "A sociedade é como um organismo vivo, onde os indivíduos desempenham papéis semelhantes aos órgãos do corpo humano. Assim como cada órgão contribui para o funcionamento do corpo, cada membro da sociedade contribui para o seu funcionamento." Qual dos seguintes termos literários é melhor exemplificado pela frase do professor?
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Q4308612 Literatura

Considere as seguintes sentenças:

I. Palavra é uma palavra de 7 letras.

II. Língua é um substantivo feminino.


Nas sentenças dadas, manifesta-se o uso de: 

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Q4273758 Literatura
Consider the poem below:

Two roads diverged in a yellow wood, And sorry I could not travel both And be one traveler, long I stood And looked down one as far as I could To where it bent in the undergrowth; Then took the other, as just as fair, And having perhaps the better claim, Because it was grassy and wanted wear; Though as for that the passing there Had worn them really about the same, And both that morning equally lay  In leaves no step had trodden black. Oh, I kept the first for another day! Yet knowing how way leads on to way,  I doubted if I should ever come back.  I shall be telling this with a sigh Somewhere ages and ages hence: Two roads diverged in a wood, and I I took the one less traveled by, And that has made all the difference.

What is the poet's main message in "The Road Not Taken" by Robert Frost?
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Q4265847 Literatura

O livro a Menina Bonita do Laço de Fita (1986), refere-se à uma linda menina negra que promove a admiração de um coelho branco, que possui o desejo de ter uma filha que fosse pretinha igual a ela. Ele tenta descobrir o seu segredo, no entanto, cada vez que ele pergunta, ela conta uma história diferente.



Esse livro infantil é de qual escritora brasileira? Marque a alternativa CORRETA. 

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Q4265193 Literatura
Marque a alternativa que traz a correspondência autor e obra da Literatura Infantil ao longo do tempo, considerando a mudança de paradigmas: 
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Q4265191 Literatura
Assinale a alternativa abaixo, que contenha autores que escrevem, prioritariamente, textos de Literatura Infantil e Infanto-Juvenil.
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Q4265190 Literatura
Sobre Monteiro Lobato e sua obra literária é INCORRETO afirmar que:
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Q4243438 Literatura

        Lá se tinha ficado o Josias, na sua cova à beira da estrada, com uma cruz de dois paus amarrados, feita pelo pai.



        Ficou em paz. Não tinha mais que chorar de fome, estrada afora. Não tinha mais alguns anos de miséria à frente da vida, para cair depois no mesmo buraco, à sombra da mesma cruz.


        Cordulina, no entanto, queria-o vivo. Embora sofrendo, mas em pé, andando junto dela, chorando de fome, brigando com os outros...


        E quando reencetou a marcha pela estrada infindável, chamejante e vermelha, não cessava de passar pelos olhos a mão trêmula:


        – Pobre do meu bichinho!


QUEIROZ, Rachel de. O Quinze. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971, p. 71.



No que tange à obra, à estética a que pertence o texto apresentado e às relações com a literatura brasileira, julgue (C ou E) o item a seguir.

O Modernismo, em busca de uma identidade nacional, abandona perspectivas passadistas e propõe uma aproximação entre fala e escrita, sobretudo na primeira fase.
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Q4243437 Literatura

        Lá se tinha ficado o Josias, na sua cova à beira da estrada, com uma cruz de dois paus amarrados, feita pelo pai.



        Ficou em paz. Não tinha mais que chorar de fome, estrada afora. Não tinha mais alguns anos de miséria à frente da vida, para cair depois no mesmo buraco, à sombra da mesma cruz.


        Cordulina, no entanto, queria-o vivo. Embora sofrendo, mas em pé, andando junto dela, chorando de fome, brigando com os outros...


        E quando reencetou a marcha pela estrada infindável, chamejante e vermelha, não cessava de passar pelos olhos a mão trêmula:


        – Pobre do meu bichinho!


QUEIROZ, Rachel de. O Quinze. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971, p. 71.



No que tange à obra, à estética a que pertence o texto apresentado e às relações com a literatura brasileira, julgue (C ou E) o item a seguir.

O regionalismo, seja em uma perspectiva de descoberta do Brasil ou de denúncia da realidade, é um tema contemporâneo que se apresenta inicialmente no Pré-Modernismo e depois no Modernismo, com escritores como Euclides da Cunha e Graciliano Ramos, respectivamente.  
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Q4243436 Literatura

        Lá se tinha ficado o Josias, na sua cova à beira da estrada, com uma cruz de dois paus amarrados, feita pelo pai.



        Ficou em paz. Não tinha mais que chorar de fome, estrada afora. Não tinha mais alguns anos de miséria à frente da vida, para cair depois no mesmo buraco, à sombra da mesma cruz.


        Cordulina, no entanto, queria-o vivo. Embora sofrendo, mas em pé, andando junto dela, chorando de fome, brigando com os outros...


        E quando reencetou a marcha pela estrada infindável, chamejante e vermelha, não cessava de passar pelos olhos a mão trêmula:


        – Pobre do meu bichinho!


QUEIROZ, Rachel de. O Quinze. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971, p. 71.



No que tange à obra, à estética a que pertence o texto apresentado e às relações com a literatura brasileira, julgue (C ou E) o item a seguir.

A expressão “chorando de fome” é uma hipérbole, figura de linguagem recorrente no romance de 30, o qual revela a relação entre realidade socioeconômica e espaço, como ocorre no Naturalismo.  
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Q4243435 Literatura

        Lá se tinha ficado o Josias, na sua cova à beira da estrada, com uma cruz de dois paus amarrados, feita pelo pai.



        Ficou em paz. Não tinha mais que chorar de fome, estrada afora. Não tinha mais alguns anos de miséria à frente da vida, para cair depois no mesmo buraco, à sombra da mesma cruz.


        Cordulina, no entanto, queria-o vivo. Embora sofrendo, mas em pé, andando junto dela, chorando de fome, brigando com os outros...


        E quando reencetou a marcha pela estrada infindável, chamejante e vermelha, não cessava de passar pelos olhos a mão trêmula:


        – Pobre do meu bichinho!


QUEIROZ, Rachel de. O Quinze. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971, p. 71.



No que tange à obra, à estética a que pertence o texto apresentado e às relações com a literatura brasileira, julgue (C ou E) o item a seguir.

A linguagem de Rachel de Queiroz reproduz a fala da região, como se observa em “Pobre do meu bichinho!”
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Q4243433 Literatura

        Lá se tinha ficado o Josias, na sua cova à beira da estrada, com uma cruz de dois paus amarrados, feita pelo pai.



        Ficou em paz. Não tinha mais que chorar de fome, estrada afora. Não tinha mais alguns anos de miséria à frente da vida, para cair depois no mesmo buraco, à sombra da mesma cruz.


        Cordulina, no entanto, queria-o vivo. Embora sofrendo, mas em pé, andando junto dela, chorando de fome, brigando com os outros...


        E quando reencetou a marcha pela estrada infindável, chamejante e vermelha, não cessava de passar pelos olhos a mão trêmula:


        – Pobre do meu bichinho!


QUEIROZ, Rachel de. O Quinze. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971, p. 71.



No que tange à obra, à estética a que pertence o texto apresentado e às relações com a literatura brasileira, julgue (C ou E) o item a seguir.

Em O Quinze, a tragédia humana desencadeada pelo clima da região é registrada em obra que se destaca pela estrutura e pela linguagem.
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Q4243411 Literatura
        – E logo dois homens apareceram, e amarraram-me com cordas. Era uma prisioneira – era uma escrava! Foi embalde que supliquei em nome de minha filha, que me restituíssem a liberdade: os bárbaros sorriam-se de minhas lágrimas, e olhavam-me sem compaixão... Julguei enlouquecer, julguei morrer, mas não me foi possível... Meteram-me a mim e a mais trezentos companheiros de infortúnio e de cativeiro no estreito e infecto porão de um navio. Trinta dias de cruéis tormentos, e de falta absoluta de tudo quanto é necessário à vida passamos nessa sepultura até que abordamos as praias brasileiras. Para caber a mercadoria humana no porão, fomos amarrados em pé para que não houvesse receio de revolta, acorrentados como animais ferozes das nossas matas que se levam para recreio dos potentados da Europa. Davam-nos água imunda, podre e dada com mesquinhez, a comida má e ainda mais porca: vimos morrer ao nosso lado muitos companheiros à falta de alimento e de água.


REIS, Maria Firmina dos Reis. Úrsula e outras obras.
Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2018



A respeito de Úrsula, romance de Maria Firmina dos Reis, escrito em 1858, julgue (C ou E) o item a seguir.

O trecho pertence à primeira geração romântica, mas apresenta características identitárias relevantes em tendências contemporâneas da literatura brasileira.
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Q4243410 Literatura
        – E logo dois homens apareceram, e amarraram-me com cordas. Era uma prisioneira – era uma escrava! Foi embalde que supliquei em nome de minha filha, que me restituíssem a liberdade: os bárbaros sorriam-se de minhas lágrimas, e olhavam-me sem compaixão... Julguei enlouquecer, julguei morrer, mas não me foi possível... Meteram-me a mim e a mais trezentos companheiros de infortúnio e de cativeiro no estreito e infecto porão de um navio. Trinta dias de cruéis tormentos, e de falta absoluta de tudo quanto é necessário à vida passamos nessa sepultura até que abordamos as praias brasileiras. Para caber a mercadoria humana no porão, fomos amarrados em pé para que não houvesse receio de revolta, acorrentados como animais ferozes das nossas matas que se levam para recreio dos potentados da Europa. Davam-nos água imunda, podre e dada com mesquinhez, a comida má e ainda mais porca: vimos morrer ao nosso lado muitos companheiros à falta de alimento e de água.


REIS, Maria Firmina dos Reis. Úrsula e outras obras.
Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2018



A respeito de Úrsula, romance de Maria Firmina dos Reis, escrito em 1858, julgue (C ou E) o item a seguir.

O romance romântico Úrsula se diferencia das demais obras de sua época por humanizar os negros escravizados ao apresentar a perspectiva de quem foi escravizado, como esse trecho exemplifica.

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Q4243409 Literatura
        – E logo dois homens apareceram, e amarraram-me com cordas. Era uma prisioneira – era uma escrava! Foi embalde que supliquei em nome de minha filha, que me restituíssem a liberdade: os bárbaros sorriam-se de minhas lágrimas, e olhavam-me sem compaixão... Julguei enlouquecer, julguei morrer, mas não me foi possível... Meteram-me a mim e a mais trezentos companheiros de infortúnio e de cativeiro no estreito e infecto porão de um navio. Trinta dias de cruéis tormentos, e de falta absoluta de tudo quanto é necessário à vida passamos nessa sepultura até que abordamos as praias brasileiras. Para caber a mercadoria humana no porão, fomos amarrados em pé para que não houvesse receio de revolta, acorrentados como animais ferozes das nossas matas que se levam para recreio dos potentados da Europa. Davam-nos água imunda, podre e dada com mesquinhez, a comida má e ainda mais porca: vimos morrer ao nosso lado muitos companheiros à falta de alimento e de água.


REIS, Maria Firmina dos Reis. Úrsula e outras obras.
Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2018



A respeito de Úrsula, romance de Maria Firmina dos Reis, escrito em 1858, julgue (C ou E) o item a seguir.

A autora contribui para a construção de uma literatura que evidencia a memória coletiva das diversas etnias no Brasil, como o fizeram os escritores naturalistas.

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Q4243408 Literatura
        – E logo dois homens apareceram, e amarraram-me com cordas. Era uma prisioneira – era uma escrava! Foi embalde que supliquei em nome de minha filha, que me restituíssem a liberdade: os bárbaros sorriam-se de minhas lágrimas, e olhavam-me sem compaixão... Julguei enlouquecer, julguei morrer, mas não me foi possível... Meteram-me a mim e a mais trezentos companheiros de infortúnio e de cativeiro no estreito e infecto porão de um navio. Trinta dias de cruéis tormentos, e de falta absoluta de tudo quanto é necessário à vida passamos nessa sepultura até que abordamos as praias brasileiras. Para caber a mercadoria humana no porão, fomos amarrados em pé para que não houvesse receio de revolta, acorrentados como animais ferozes das nossas matas que se levam para recreio dos potentados da Europa. Davam-nos água imunda, podre e dada com mesquinhez, a comida má e ainda mais porca: vimos morrer ao nosso lado muitos companheiros à falta de alimento e de água.


REIS, Maria Firmina dos Reis. Úrsula e outras obras.
Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2018



A respeito de Úrsula, romance de Maria Firmina dos Reis, escrito em 1858, julgue (C ou E) o item a seguir.

O romance de Maria Firmina dos Reis possui um eu enunciador consciente de sua identidade que se constitui por meio de marcas textuais.

Alternativas
Q4243407 Literatura
        – E logo dois homens apareceram, e amarraram-me com cordas. Era uma prisioneira – era uma escrava! Foi embalde que supliquei em nome de minha filha, que me restituíssem a liberdade: os bárbaros sorriam-se de minhas lágrimas, e olhavam-me sem compaixão... Julguei enlouquecer, julguei morrer, mas não me foi possível... Meteram-me a mim e a mais trezentos companheiros de infortúnio e de cativeiro no estreito e infecto porão de um navio. Trinta dias de cruéis tormentos, e de falta absoluta de tudo quanto é necessário à vida passamos nessa sepultura até que abordamos as praias brasileiras. Para caber a mercadoria humana no porão, fomos amarrados em pé para que não houvesse receio de revolta, acorrentados como animais ferozes das nossas matas que se levam para recreio dos potentados da Europa. Davam-nos água imunda, podre e dada com mesquinhez, a comida má e ainda mais porca: vimos morrer ao nosso lado muitos companheiros à falta de alimento e de água.


REIS, Maria Firmina dos Reis. Úrsula e outras obras.
Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2018



A respeito de Úrsula, romance de Maria Firmina dos Reis, escrito em 1858, julgue (C ou E) o item a seguir.

O romance se aproxima de produções literárias de seu tempo, como, por exemplo, Iracema e O Guarani, de José de Alencar, que tratam da formação do povo brasileiro de forma nacionalista e ufanista.
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Q4243406 Literatura
        – E logo dois homens apareceram, e amarraram-me com cordas. Era uma prisioneira – era uma escrava! Foi embalde que supliquei em nome de minha filha, que me restituíssem a liberdade: os bárbaros sorriam-se de minhas lágrimas, e olhavam-me sem compaixão... Julguei enlouquecer, julguei morrer, mas não me foi possível... Meteram-me a mim e a mais trezentos companheiros de infortúnio e de cativeiro no estreito e infecto porão de um navio. Trinta dias de cruéis tormentos, e de falta absoluta de tudo quanto é necessário à vida passamos nessa sepultura até que abordamos as praias brasileiras. Para caber a mercadoria humana no porão, fomos amarrados em pé para que não houvesse receio de revolta, acorrentados como animais ferozes das nossas matas que se levam para recreio dos potentados da Europa. Davam-nos água imunda, podre e dada com mesquinhez, a comida má e ainda mais porca: vimos morrer ao nosso lado muitos companheiros à falta de alimento e de água.


REIS, Maria Firmina dos Reis. Úrsula e outras obras.
Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2018



A respeito de Úrsula, romance de Maria Firmina dos Reis, escrito em 1858, julgue (C ou E) o item a seguir.

A obra realista Úrsula pode ser considerada o primeiro romance abolicionista brasileiro de autoria feminina.
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Q4243405 Literatura

Nuvens no jardim


Ellen Olérea



Nuvens a vagar


Sobre o meu jardim


Quando o sol brilhar


Há de reflorir


A fim de acertar


Eu sei que errei


Sofro por te amar


O sonho se desfez



 Disponível em: . <https://www.youtube.com/watch?v=aYkSv8r9Ut4>Acesso: 24 out. 2023.



Acerca da canção Nuvens no jardim, da brasiliense Ellen Olérea, jugue (C ou E) o item seguir.

O poema, embora contemporâneo, assemelha-se aos textos da segunda geração romântica por cultuar o escapismo e a atitude melancólica diante da vida.
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Q4243403 Literatura

Nuvens no jardim


Ellen Olérea



Nuvens a vagar


Sobre o meu jardim


Quando o sol brilhar


Há de reflorir


A fim de acertar


Eu sei que errei


Sofro por te amar


O sonho se desfez



 Disponível em: . <https://www.youtube.com/watch?v=aYkSv8r9Ut4>Acesso: 24 out. 2023.



Acerca da canção Nuvens no jardim, da brasiliense Ellen Olérea, jugue (C ou E) o item seguir.

O emprego de rimas pobres, tais como “vagar/brilhar/acertar/amar”, por exemplo, distancia o texto da função poética da linguagem.
Alternativas
Respostas
1161: D
1162: C
1163: B
1164: C
1165: E
1166: A
1167: D
1168: C
1169: E
1170: E
1171: C
1172: C
1173: E
1174: C
1175: E
1176: C
1177: E
1178: E
1179: C
1180: E