Questões de Concurso Sobre semântica em linguística

Foram encontradas 59 questões

Q4348207 Linguística
Elija la opción correcta que complementa el texto extraído del Diccionario de Términos Clave de ELE sobre la composición de la Competencia Comunicativa.

El Marco Común de Referencia para las Lenguas adopta otra estructura de descripción de la competencia comunicativa; en él, la competencia comunicativa está compuesta por la competencia _________, la sociolingüística y la pragmática; la competencia lingüística está integrada, a su vez, por la __________, la gramatical, la ______________, la fonológica, la ortográfica y la ortoépica (capacidad de articular una pronunciación correcta partiendo de la forma escrita). En una detallada descripción de cada una de estas competencias y ____________, el Marco Común Europeo ofrece unas escalas con seis niveles de dominio de cada una de ellas; así, en esos seis niveles, la competencia lingüística general, la riqueza de vocabulario, el dominio del vocabulario, la corrección gramatical, el dominio de la pronunciación y el dominio de la ortografía.

La secuencia correcta para rellenar los espacios, correcta y respectivamente, es 
Alternativas
Q4348024 Linguística
A Semântica Lexical estuda as relações de significado entre as palavras, incluindo fenômenos como sinonímia, antonímia, homonímia, polissemia e paronímia — cada um caracterizado por uma forma distinta de relação entre significante e significado. Considerando esses conceitos, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4302818 Linguística
Leia o texto a seguir e responda às questões

TEXTO II

Alunos têm melhor desempenho escolar quando professor está de bom humor, revela estudo 

Pesquisa com 17,5 mil estudantes revela que o bem-estar emocional do docente é fundamental para a qualidade do ensino e o sucesso escolar em diferentes culturas. 


Por Emily Santos, Redação G1

Uma pesquisa publicada pela Associação Americana de Psicologia revelou que o sucesso acadêmico dos alunos está diretamente ligado ao estado emocional de seus professores. O estudo comprovou que docentes que sentem prazer em ensinar entregam aulas de melhor qualidade, o que aumenta o desempenho, o interesse e a confiança dos estudantes.

Por outro lado, emoções negativas do professor, como a raiva, estão associadas a métodos de ensino menos eficazes e a piores resultados dos alunos.

Os pesquisadores analisaram dados de 679 professores de matemática e mais de 17,5 mil alunos em países como Chile, China, Alemanha, México e Reino Unido. Durante o estudo, os estudantes passaram por lições semelhantes sobre equações, o que permitiu comparar como as emoções influenciavam turmas de diferentes culturas. A análise focou em como o humor do docente afeta a gestão da sala e a capacidade de desafiar o pensamento crítico dos jovens.

“Decidimos realizar esta pesquisa porque o ensino não é apenas uma atividade intelectual, mas também emocional. Queríamos entender toda essa cadeia de eventos que conecta como um professor se sente ao desempenho de um aluno”, aponta Marina Elena Pfeifer, líder do estudo e doutora pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique.

O achado central é que as emoções funcionam como um efeito dominó no ambiente escolar. Os sentimentos do professor não atingem o aluno de forma isolada, mas transformam a maneira como ele trabalha e interage com a turma.

Quando o docente está alegre, ele consegue organizar melhor o tempo e propor tarefas que estimulam o raciocínio profundo dos estudantes. Já a raiva prejudica essas práticas, criando um ambiente onde o aprendizado é dificultado.

De acordo com os autores, o bem-estar emocional dos educadores não deve ser tratado apenas como uma questão pessoal, mas como um fator crítico para o sucesso do sistema de ensino. O estudo sugere que o ato de ensinar é tanto uma atividade intelectual quanto emocional. Por isso, o suporte à saúde mental de quem ensina reflete diretamente na qualidade do que é aprendido por quem estuda.

O mecanismo de transmissão das emoções

A pesquisa identificou que as emoções do professor agem como gatilhos para comportamentos específicos em sala de aula. Sentimentos positivos, como a alegria, ajudam o docente a ampliar sua atenção e a buscar soluções criativas para os desafios pedagógicos. Isso permite que o professor seja mais flexível e consiga manter os alunos engajados por mais tempo.

Em contrapartida, a raiva tende a estreitar o foco mental do educador e dificultar o processamento de informações. Esse estado negativo pode levar o professor a adotar posturas mais autoritárias ou a culpar os alunos por falhas no processo de ensino. Como resultado, a qualidade da instrução cai e os estudantes perdem o estímulo para participar das atividades. 

O estudo resume o impacto das emoções em três pilares da qualidade do ensino:

  • Gestão da sala de aula: professores alegres resolvem interrupções com mais agilidade.

  • Relacionamento: o entusiasmo do docente favorece a criação de vínculos de apoio com os jovens.

  • Desafio intelectual: o prazer em ensinar está ligado ao uso de estratégias que fazem o aluno pensar criticamente.


Essas mudanças na forma de ensinar impactam diretamente a percepção do aluno sobre sua própria capacidade. Quando percebem um professor entusiasmado, os estudantes sentemse mais seguros para explorar conceitos complexos. Assim, o humor do professor molda a experiência de aprendizado muito antes da entrega das notas finais. “Nosso estudo mostra que as emoções de um professor não são meramente um subproduto do processo educacional, mas um contribuinte ativo para ele”, diz Marina Elena Pfeifer.


Semelhanças observadas em diferentes culturas 


Um dos pontos mais relevantes do levantamento foi a constância dos resultados em nações com realidades muito distintas. Apesar das diferenças econômicas e linguísticas entre países como China e Colômbia, a forma como a emoção do professor afeta o aluno seguiu o mesmo padrão. Isso indica que a dinâmica emocional no ensino é uma característica humana fundamental, e não um traço cultural isolado.


Os pesquisadores afirmam que, mesmo com métodos pedagógicos variados, o efeito dominó da alegria ou da raiva foi uma constante em todas as escolas analisadas. Esse padrão sugere que as interações sociais básicas em sala de aula respondem aos mesmos princípios psicológicos em qualquer lugar do mundo. A descoberta reforça a ideia de que o bem-estar do docente é uma necessidade universal para a educação.


Essa similaridade entre os países permite que as conclusões do estudo sejam aplicadas de forma ampla em políticas educacionais globais. Os autores chamam essa característica de universalidade relativa das dinâmicas emocionais. Isso significa que, embora a forma de expressar sentimentos varie, o impacto deles sobre a qualidade da aula é previsível.


Dessa forma, o estudo oferece uma base sólida para que sistemas de ensino de diferentes regiões adotem estratégias comuns de suporte ao docente. Entender que o mecanismo é o mesmo ajuda a planejar treinamentos que foquem na regulação emocional como parte da competência profissional. A pesquisa mostra que, independente do idioma, a linguagem das emoções é decisiva para o aprendizado.


Ciclos emocionais na rotina escolar


Os pesquisadores identificaram que a sala de aula é propensa à criação de ciclos emocionais que se alimentam sozinhos. Esses ciclos podem levar a turma a uma trajetória de sucesso ou de dificuldades persistentes ao longo do ano letivo.


No chamado ciclo virtuoso, a alegria do professor resulta em um ensino mais eficaz e no progresso dos alunos. Esse sucesso escolar, por sua vez, aumenta a satisfação e o orgulho do docente, reforçando sua felicidade.


Já o ciclo vicioso pode prender professores frustrados em uma espiral negativa de desempenho. A raiva compromete a gestão da classe, o que gera maus resultados nos testes e aumenta a irritação do educador. Sem uma intervenção, o professor pode se sentir cada vez mais incapaz de atingir seus objetivos pedagógicos.


O estudo mostra que essas emoções não são apenas subprodutos, mas participantes ativos da rotina. 


Como quebrar os ciclos


Para quebrar esses padrões negativos, é necessário ir além de novos materiais didáticos ou mudanças no currículo. O apoio à saúde mental e ao equilíbrio emocional do professor é apontado como a ferramenta principal para reverter esses ciclos.


Intervenções baseadas em atenção plena, conhecidas como mindfulness, são citadas como exemplos de práticas que ajudam o docente a regular seu humor.


Essas ações permitem que o professor recupere o controle sobre o ambiente da sala de aula antes que o desgaste emocional se torne permanente. O sucesso de um sistema de ensino depende, portanto, da capacidade de manter o educador motivado e saudável.


Quando o ciclo virtuoso é estabelecido, tanto o professor quanto os alunos saem beneficiados em sua trajetória escolar. 


Implicações para a gestão escolar 


O estudo conclui que apoiar o bem-estar dos professores deve ser uma prioridade estratégica para escolas e governos. Reduzir o estresse docente não é apenas uma questão de gentileza, mas uma medida essencial para garantir a eficácia do aprendizado. Escolas que investem em ambientes saudáveis para os educadores estão, na prática, investindo no rendimento acadêmico de seus estudantes. 


A gestão escolar pode atuar em várias frentes para proteger os recursos emocionais de sua equipe:


  • Redução de tarefas administrativas excessivas que geram esgotamento.


  • Oferecimento de treinamentos focados em competências de regulação emocional.


  • Criação de espaços de acolhimento para que professores lidem com situações desafiadoras.


  • Implementação de programas de prevenção ao estresse ocupacional e burnout.


Compreender que o ensino é uma atividade emocional ajuda a reformular os desafios da educação moderna. O professor deixa de ser visto apenas como um transmissor de conteúdo e passa a ser reconhecido como o gestor do clima da sala de aula. Essa mudança de visão é fundamental para que a comunidade escolar colabore na construção de um ambiente mais produtivo.


“A principal implicação no mundo real é que apoiar o bemestar emocional de um professor não é apenas 'algo bom de se ter' — é crítico para o sucesso do aluno”, avalia Marina Elena Pfeifer, líder do estudo.


Por fim, a pesquisa destaca que as emoções são contribuintes ativos e não meros resultados do processo educativo. O humor de quem ensina define se o aluno terá curiosidade ou resistência diante de uma nova matéria. Investir no equilíbrio de quem está à frente da turma é, segundo o estudo, o caminho mais curto para formar alunos mais confiantes e interessados.


(Fonte: Portal G1. Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/06/01/humor-doprofessor-impacta-desempenho-escolar-dos-alunos-estudo.ghtml (adaptado). 

A análise linguística pode considerar diferentes dimensões do funcionamento da linguagem. Assinale a alternativa que caracteriza corretamente as dimensões sintática, semântica e pragmática.
Alternativas
Q4299265 Linguística
A comunicação humana constitui uma área de investigação complexa, caracterizando-se tanto como fenômeno quanto como função social e profissional. Seu processamento ocorre em dois níveis: o verbal e o não verbal.
Fonte: MESQUITA, Rosa Maria. Comunicação não-verbal: relevância na atuação profissional. Revista Paulista de Educação Física, São Paulo, v. 11, n. 2, p. 155-163, jul./dez. 1997.
Considerando a comunicação não verbal em sua forma não discursiva, assinale a alternativa que apresenta os suportes por meio dos quais ela pode ser transmitida.
Alternativas
Q4285595 Linguística
Leia a tirinha da Mafalda a seguir e, posteriormente, analise afirmativas apresentadas. 
46.jpg (342×398)
I. A pragmática foca no significado codificado, literal e proposicional das sentenças, independentemente do contexto de uso;
II. A semântica estuda o sentido da linguagem em uso, considerando as intenções dos falantes, o contexto social e as implicaturas (o que é dito nas entrelinhas);
III. No último quadrinho, quando Mafalda diz "Não vamos fazer absolutamente nada", o significado semântico refere-se à ausência total de ação ou atividade por parte do grupo.
IV. Quando Mafalda afirma que não farão "absolutamente nada", pragmaticamente, ela não está apenas descrevendo uma falta de atividade; ela está realizando a brincadeira. O "não fazer nada" é, ironicamente, a própria ação de governar dentro do jogo proposto.
Após analisar as afirmativas, conclui-se que: 
Alternativas
Q4259945 Linguística
Pesquisas linguísticas sobre as línguas de sinais demonstram que essas línguas apresentam níveis de complexidade e expressividade
Alternativas
Q4216708 Linguística
Podemos dizer que, de modo amplo, o objeto de interesse da semântica é o estudo do significado linguístico. Considerando os conceitos dentro da semântica, assinalar a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4195467 Linguística
A fonoaudiologia utiliza conceitos da linguística para compreender a estrutura da língua e as variações que ocorrem nos processos de comunicação humana. O estudo da fonologia, morfologia, sintaxe, semântica e pragmática permite uma análise detalhada das patologias da linguagem e orienta o planejamento terapêutico fonoaudiológico de forma fundamentada e eficaz. Com base nos fundamentos da linguística aplicados à clínica, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A fonologia estuda o sistema de sons de uma língua e como esses sons se organizam para formar unidades de significado.
(__)A semântica ocupa-se das regras de combinação das palavras nas sentenças e da ordem dos elementos na estrutura gramatical.
(__)A pragmática analisa o uso da linguagem em contextos sociais e as intenções comunicativas dos falantes durante a interação.
(__)O morfema é definido como a menor unidade linguística dotada de significado que compõe a estrutura interna das palavras.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4156010 Linguística

Leia o texto II e responda à questão.



(MARQUES, Ana Martins. Risque esta palavra. São Paulo; Companhia das Letras, 2021. p. 75-6.)

Volapuque - língua artificial criada em 1879 pelo padre alemão Martin Schleyer, com base no inglês e alguns elementos do alemão, francês e latim, mas cujo emprego como língua auxiliar de comunicação internacional não foi bem-sucedido.

Leia o trecho abaixo.
“ou em que uma mesma palavra que numa se encontra amiúde nos contratos de aluguel na outra apenas se usa em contos de fadas e orações". (versos de 14 a 17)
As referências aos termos em destaque aludem, respectivamente:
Alternativas
Q4139560 Linguística
Leia o texto a seguir.

A semântica é a ciência que estuda o significado das palavras e das construções, bem como a forma como elas se relacionam entre si. No entanto, há um ramo que lida com como esses significados podem variar ou permanecer inalterados entre as culturas: a semântica transcultural. De acordo com Underhill (2011), a semântica transcultural é um campo de estudo que analisa como significados são compartilhados, interpretados e construídos entre diferentes culturas. A semântica transcultural tem como objetivo principal analisar como palavras, frases e símbolos são interpretados e o que representam em diferentes contextos culturais. [...] O termo “transcultural” descreve algo que está além de uma única cultura, ou seja, abrange múltiplas culturas. Desse modo, a semântica transcultural investiga como os significados das palavras e símbolos variam ou permanecem consistentes entre diferentes grupos, bem como examina essas diferenças e similaridades, ajudando a compreender como os processos de comunicação e interpretação ocorrem em um contexto global diversificado. [...] Na semântica transcultural, estudar as variações de significado e entender como elas influenciam a interpretação e comunicação é essencial para uma compreensão mais profunda da diversidade cultural.

SANTOS, M. S.; MENDES JUNIOR, W. A dimensão cultural na aquisição de segunda língua: contribuições da semântica transcultural para o ensino de línguas estrangeiras. v. 21 n. 2 (2025): Linguística Cognitiva: diversidade e interfaces com os Estudos da Tradução e da Interpretação. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/rl/article/view/68190/43976. Acesso em: 29 nov. 2025. [Adaptado].

De acordo com a discussão sobre semântica transcultural apresentada no texto, um desafio para os aprendizes de idiomas é compreender que
Alternativas
Q4128254 Linguística

Leia o texto a seguir

Disponível em: https://www.iguatamaagora.com.br/noticia/828/metaacolhercampanha-de-prevencao-ao-feminicidio. Acesso em: 30 nov. 2025. 

Na peça publicitária, o enunciado “A melhor arma contra o feminicídio é a colher” aparece acompanhado da imagem de uma colher metálica em destaque. A formulação retoma e transforma um ditado amplamente difundido na cultura brasileira, produzindo um efeito de sentido que
Alternativas
Q4125683 Linguística
A avó tem uma máquina
de costura
que foi da mãe da sua mãe,
da sua avó.


A avó pedala a máquina
e costura rendas na barra
dos vestidos,
costura um sol e uma lua
no bolso das camisas,
costura uma hora na outra,
um carinho no outro.


E o chão fica cheio de fios
e linha colorida
enquanto a avó vai costurando
amor.


(Roseana Murray. Disponível em:
<https:www.hrsoares.blogspot.com>. Acesso em: 06.04.2026)
Nos trechos do poema – E o chão fica cheio de fios/ e linha colorida/ enquanto a avó vai costurando/ amor. –, as palavras destacadas têm, na ordem em que se apresentam, sentido de
Alternativas
Q4085097 Linguística
No planejamento de aulas que envolvem conteúdos científicos em Libras, o estudo dos termos específicos contribui para 
Alternativas
Q4202254 Linguística

Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Indiscutivelmente, o mais significativo da obra reside no idílio entre a campônia e ingênua Joaninha e o inglesado e conflitivo Carlos. Nele, percebe-se a projeção confessional da própria vida interior de Garrett: Carlos é talvez o mais autêntico de seus alter egos. Em Joaninha e no cenário natural que serve de palco aos acontecimentos, circula o ar de melancólico saudosismo que já vimos na Menina e Moça, de Bernardim Ribeiro. Situa-se precisamente aqui – neste sopro de pureza e inocência, de alada fantasia a envolver a história duma jovem que perece de amor, pois ama um homem tolhido noutras malhas sentimentais –, o mais tocante desse episódio emocional.


(Massaud Moisés. A Literatura Portuguesa, 1997) 

Com base em Rodolfo Ilari (Introdução à Semântica: brincando com a gramática. 2001), o termo do texto que funciona como operador modal, cujo sentido é de afirmação, está corretamente destacado em:
Alternativas
Q4109194 Linguística

“...ha’e va’e py mã oĩ yvy nhanderekoa regua...”


Ainda segundo o texto anterior “... yma gua arandu...” estão relacionados:

Alternativas
Q4109188 Linguística

“...Ha’e va’e mã nhanhopytyvõ-a rupi joupive-pive arandua re jaikuaa pota reve nhanhembo’ea” (Maher, 2006, p.18.)


Segundo essa expressão, o Ensino/aprendizagem nas aldeias:

Alternativas
Q4109184 Linguística
“...karavo, haxa, karavo mbotaa ha’e kyxe guaxu.” Oiporu:  
Alternativas
Q4109181 Linguística
Texto py ijayvu vy aipoe’i, aỹgui mã opy’i:
Alternativas
Q4109179 Linguística
Texto re oĩa rami vy, ymã opy omoexakã: 
Alternativas
Q4109175 Linguística
Texto py ijayvua rami ramõ kova tembi’u pa:
Alternativas
Respostas
1: E
2: A
3: A
4: A
5: A
6: E
7: D
8: C
9: D
10: D
11: C
12: C
13: C
14: A
15: D
16: C
17: D
18: D
19: C
20: B