Questões de Concurso Sobre fundamentos da linguística em linguística

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Q4320015 Linguística
A Fonologia tem como objetivo estudar o sistema fonológico das línguas, considerando os elementos abstratos utilizados pelo falante para diferenciar e delimitar as unidades significativas de sua língua. Sobre os conceitos de fonema, par mínimo e teste de comutação, analise as assertivas abaixo:
I. O fonema corresponde a uma unidade abstrata da língua capaz de diferenciar significados, sendo identificado a partir da análise das relações estabelecidas no sistema fonológico.
II. O par mínimo é constituído por dois vocábulos que apresentam significados diferentes e se distinguem pela substituição de apenas um fonema na cadeia sonora.
III. O teste de comutação consiste na troca de um fonema por outro em um vocábulo, verificando se essa alteração provoca mudança de significado.
IV. A identificação dos fonemas de uma língua ocorre exclusivamente pela análise dos sons produzidos, sem considerar a possibilidade de alteração de significado após a substituição de um fonema.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
Alternativas
Q4316163 Linguística

O texto abaixo foi escrito pela professora Márcia Rebêlo. Após a leitura atenta do mesmo, faça a questão.


Esperança: uma luz que nunca deve ser apagada de nossa vida


A esperança é como uma pequena luz que permanece acesa mesmo quando os dias são difíceis. Ela nos ajuda a acreditar que as situações podem melhorar e nos dá força para continuar caminhando. Quando enfrentamos problemas, podemos sentir medo e até mesmo tristeza, mas a esperança nos lembra que nenhum momento difícil dura para sempre.


Ter esperança não significa esperar que tudo aconteça sem esforço. É acreditar que podemos fazer a nossa parte para transformar a realidade que nos cerca. Por isso, devemos cultivar pensamentos positivos, ajudar as pessoas ao nosso redor e nunca desistir dos nossos sonhos. Quem mantém a esperança no coração encontra coragem para recomeçar e seguir em frente. 

Observe a seguinte frase: “Ter esperança não significa esperar que tudo aconteça sem esforço. ” Nessa frase, há
Alternativas
Q4312887 Linguística
Considerando que a alomorfia é a variação de um morfema para que a palavra seja melhor pronunciada, assinalar a alternativa em que o prefixo sublinhado NÃO possui um alomorfe.
Alternativas
Q4310522 Linguística
Em relação às características da língua de sinais, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4309149 Linguística
Em relação ao vocabulário, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Conhecer uma palavra implica saber seu significado.
( ) Uma pequena parte das palavras é polissêmica.
( ) Uma única palavra pode assumir diferentes classes gramaticais, a depender do contexto. 
Alternativas
Q4309148 Linguística
Considerando as noções de Semântica, são acarretamentos da frase “Pedro é alto e é um jogador de vôlei”:
I. Pedro é alto. II. Pedro é jogador de vôlei. III. Pedro é um jogador de vôlei alto.
Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q4309147 Linguística
A respeito da dêixis, noção central nos estudos em pragmática, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4309146 Linguística
De acordo com Bakhtin, os três elementos do gênero discursivo são: 
Alternativas
Q4309144 Linguística
Sobre os processos fonológicos, analisar os itens.
I. A epêntese é a inserção de um fonema no meio de uma palavra durante a pronúncia.
II. A nasalização ocorre quando uma palavra como “muito” é pronunciada como “muinto”.
III. O rotacismo ocorre quando o fonema /l/ é trocado pelo /r/.
Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q4309143 Linguística
Considerando os conceitos filosóficos da linguagem para Saussure, analisar os itens.
I. A imagem acústica corresponde ao significado, e o conceito ao significante.
II. A escolha do significante nem sempre é arbitrária, pois existem as onomatopeias.
III. O significante é linear.
Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q4302818 Linguística
Leia o texto a seguir e responda às questões

TEXTO II

Alunos têm melhor desempenho escolar quando professor está de bom humor, revela estudo 

Pesquisa com 17,5 mil estudantes revela que o bem-estar emocional do docente é fundamental para a qualidade do ensino e o sucesso escolar em diferentes culturas. 


Por Emily Santos, Redação G1

Uma pesquisa publicada pela Associação Americana de Psicologia revelou que o sucesso acadêmico dos alunos está diretamente ligado ao estado emocional de seus professores. O estudo comprovou que docentes que sentem prazer em ensinar entregam aulas de melhor qualidade, o que aumenta o desempenho, o interesse e a confiança dos estudantes.

Por outro lado, emoções negativas do professor, como a raiva, estão associadas a métodos de ensino menos eficazes e a piores resultados dos alunos.

Os pesquisadores analisaram dados de 679 professores de matemática e mais de 17,5 mil alunos em países como Chile, China, Alemanha, México e Reino Unido. Durante o estudo, os estudantes passaram por lições semelhantes sobre equações, o que permitiu comparar como as emoções influenciavam turmas de diferentes culturas. A análise focou em como o humor do docente afeta a gestão da sala e a capacidade de desafiar o pensamento crítico dos jovens.

“Decidimos realizar esta pesquisa porque o ensino não é apenas uma atividade intelectual, mas também emocional. Queríamos entender toda essa cadeia de eventos que conecta como um professor se sente ao desempenho de um aluno”, aponta Marina Elena Pfeifer, líder do estudo e doutora pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique.

O achado central é que as emoções funcionam como um efeito dominó no ambiente escolar. Os sentimentos do professor não atingem o aluno de forma isolada, mas transformam a maneira como ele trabalha e interage com a turma.

Quando o docente está alegre, ele consegue organizar melhor o tempo e propor tarefas que estimulam o raciocínio profundo dos estudantes. Já a raiva prejudica essas práticas, criando um ambiente onde o aprendizado é dificultado.

De acordo com os autores, o bem-estar emocional dos educadores não deve ser tratado apenas como uma questão pessoal, mas como um fator crítico para o sucesso do sistema de ensino. O estudo sugere que o ato de ensinar é tanto uma atividade intelectual quanto emocional. Por isso, o suporte à saúde mental de quem ensina reflete diretamente na qualidade do que é aprendido por quem estuda.

O mecanismo de transmissão das emoções

A pesquisa identificou que as emoções do professor agem como gatilhos para comportamentos específicos em sala de aula. Sentimentos positivos, como a alegria, ajudam o docente a ampliar sua atenção e a buscar soluções criativas para os desafios pedagógicos. Isso permite que o professor seja mais flexível e consiga manter os alunos engajados por mais tempo.

Em contrapartida, a raiva tende a estreitar o foco mental do educador e dificultar o processamento de informações. Esse estado negativo pode levar o professor a adotar posturas mais autoritárias ou a culpar os alunos por falhas no processo de ensino. Como resultado, a qualidade da instrução cai e os estudantes perdem o estímulo para participar das atividades. 

O estudo resume o impacto das emoções em três pilares da qualidade do ensino:

  • Gestão da sala de aula: professores alegres resolvem interrupções com mais agilidade.

  • Relacionamento: o entusiasmo do docente favorece a criação de vínculos de apoio com os jovens.

  • Desafio intelectual: o prazer em ensinar está ligado ao uso de estratégias que fazem o aluno pensar criticamente.


Essas mudanças na forma de ensinar impactam diretamente a percepção do aluno sobre sua própria capacidade. Quando percebem um professor entusiasmado, os estudantes sentemse mais seguros para explorar conceitos complexos. Assim, o humor do professor molda a experiência de aprendizado muito antes da entrega das notas finais. “Nosso estudo mostra que as emoções de um professor não são meramente um subproduto do processo educacional, mas um contribuinte ativo para ele”, diz Marina Elena Pfeifer.


Semelhanças observadas em diferentes culturas 


Um dos pontos mais relevantes do levantamento foi a constância dos resultados em nações com realidades muito distintas. Apesar das diferenças econômicas e linguísticas entre países como China e Colômbia, a forma como a emoção do professor afeta o aluno seguiu o mesmo padrão. Isso indica que a dinâmica emocional no ensino é uma característica humana fundamental, e não um traço cultural isolado.


Os pesquisadores afirmam que, mesmo com métodos pedagógicos variados, o efeito dominó da alegria ou da raiva foi uma constante em todas as escolas analisadas. Esse padrão sugere que as interações sociais básicas em sala de aula respondem aos mesmos princípios psicológicos em qualquer lugar do mundo. A descoberta reforça a ideia de que o bem-estar do docente é uma necessidade universal para a educação.


Essa similaridade entre os países permite que as conclusões do estudo sejam aplicadas de forma ampla em políticas educacionais globais. Os autores chamam essa característica de universalidade relativa das dinâmicas emocionais. Isso significa que, embora a forma de expressar sentimentos varie, o impacto deles sobre a qualidade da aula é previsível.


Dessa forma, o estudo oferece uma base sólida para que sistemas de ensino de diferentes regiões adotem estratégias comuns de suporte ao docente. Entender que o mecanismo é o mesmo ajuda a planejar treinamentos que foquem na regulação emocional como parte da competência profissional. A pesquisa mostra que, independente do idioma, a linguagem das emoções é decisiva para o aprendizado.


Ciclos emocionais na rotina escolar


Os pesquisadores identificaram que a sala de aula é propensa à criação de ciclos emocionais que se alimentam sozinhos. Esses ciclos podem levar a turma a uma trajetória de sucesso ou de dificuldades persistentes ao longo do ano letivo.


No chamado ciclo virtuoso, a alegria do professor resulta em um ensino mais eficaz e no progresso dos alunos. Esse sucesso escolar, por sua vez, aumenta a satisfação e o orgulho do docente, reforçando sua felicidade.


Já o ciclo vicioso pode prender professores frustrados em uma espiral negativa de desempenho. A raiva compromete a gestão da classe, o que gera maus resultados nos testes e aumenta a irritação do educador. Sem uma intervenção, o professor pode se sentir cada vez mais incapaz de atingir seus objetivos pedagógicos.


O estudo mostra que essas emoções não são apenas subprodutos, mas participantes ativos da rotina. 


Como quebrar os ciclos


Para quebrar esses padrões negativos, é necessário ir além de novos materiais didáticos ou mudanças no currículo. O apoio à saúde mental e ao equilíbrio emocional do professor é apontado como a ferramenta principal para reverter esses ciclos.


Intervenções baseadas em atenção plena, conhecidas como mindfulness, são citadas como exemplos de práticas que ajudam o docente a regular seu humor.


Essas ações permitem que o professor recupere o controle sobre o ambiente da sala de aula antes que o desgaste emocional se torne permanente. O sucesso de um sistema de ensino depende, portanto, da capacidade de manter o educador motivado e saudável.


Quando o ciclo virtuoso é estabelecido, tanto o professor quanto os alunos saem beneficiados em sua trajetória escolar. 


Implicações para a gestão escolar 


O estudo conclui que apoiar o bem-estar dos professores deve ser uma prioridade estratégica para escolas e governos. Reduzir o estresse docente não é apenas uma questão de gentileza, mas uma medida essencial para garantir a eficácia do aprendizado. Escolas que investem em ambientes saudáveis para os educadores estão, na prática, investindo no rendimento acadêmico de seus estudantes. 


A gestão escolar pode atuar em várias frentes para proteger os recursos emocionais de sua equipe:


  • Redução de tarefas administrativas excessivas que geram esgotamento.


  • Oferecimento de treinamentos focados em competências de regulação emocional.


  • Criação de espaços de acolhimento para que professores lidem com situações desafiadoras.


  • Implementação de programas de prevenção ao estresse ocupacional e burnout.


Compreender que o ensino é uma atividade emocional ajuda a reformular os desafios da educação moderna. O professor deixa de ser visto apenas como um transmissor de conteúdo e passa a ser reconhecido como o gestor do clima da sala de aula. Essa mudança de visão é fundamental para que a comunidade escolar colabore na construção de um ambiente mais produtivo.


“A principal implicação no mundo real é que apoiar o bemestar emocional de um professor não é apenas 'algo bom de se ter' — é crítico para o sucesso do aluno”, avalia Marina Elena Pfeifer, líder do estudo.


Por fim, a pesquisa destaca que as emoções são contribuintes ativos e não meros resultados do processo educativo. O humor de quem ensina define se o aluno terá curiosidade ou resistência diante de uma nova matéria. Investir no equilíbrio de quem está à frente da turma é, segundo o estudo, o caminho mais curto para formar alunos mais confiantes e interessados.


(Fonte: Portal G1. Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/06/01/humor-doprofessor-impacta-desempenho-escolar-dos-alunos-estudo.ghtml (adaptado). 

A análise linguística pode considerar diferentes dimensões do funcionamento da linguagem. Assinale a alternativa que caracteriza corretamente as dimensões sintática, semântica e pragmática.
Alternativas
Q4302616 Linguística

Para a questão, analise o quadro a seguir:


Considerando as concepções de gramática implícitas nas propostas didáticas apresentadas no quadro acima, assinale a alternativa que caracteriza os princípios teórico-metodológicos de cada uma. 
Alternativas
Q4302614 Linguística

Para a questão, leia o texto a seguir:


Texto VI


“[...] os eixos de integração considerados na BNCC de Língua Portuguesa são aqueles já consagrados nos documen tos curriculares da Área, correspondentes às práticas de linguagem: oralidade, leitura/escuta, produção (escrita e multisse miótica) e análise linguística/semiótica (que envolve conhecimentos linguísticos – sobre o sistema de escrita, o sistema da língua e a norma-padrão –, textuais, discursivos e sobre os modos de organização e os elementos de outras semioses). Cabe ressaltar, reiterando o movimento metodológico de documentos curriculares anteriores, que estudos de natureza teórica e metalinguística – sobre a língua, sobre a literatura, sobre a norma padrão e outras variedades da língua – não devem nesse nível de ensino ser tomados como um fim em si mesmo, devendo estar envolvidos em práticas de reflexão que permitam aos estudantes ampliarem suas capacidades de uso da língua/linguagens (em leitura e em produção) em práticas situadas de linguagem.”


(Trecho de: BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular, 2018. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 23, jul., 2026) 

A orientação metodológica presente no fragmento “estudos de natureza teórica e metalinguística [...] não devem nesse nível de ensino ser tomados como um fim em si mesmo, devendo estar envolvidos em práticas de reflexão que permitam aos estudantes ampliarem suas capacidades de uso da língua/linguagens (em leitura e em produção) em práticas situadas de linguagem” aproxima-se de qual concepção de língua e linguagem?
Alternativas
Q4302604 Linguística
No período da Idade Média, o galego-português era a língua falada nas regiões de Portugal e da Galícia. Tratava-se de uma unidade linguística de grande importância, que se caracterizou, sobretudo, como língua da poesia trovadoresca. Posteriormente, houve a separação entre o galego e o português em línguas distintas, ocorrida, principalmente 
Alternativas
Q4295164 Linguística
A partir dos estudos de Stokoe, sabe-se que os sinais são formados por parâmetros e que a mudança de um deles pode alterar o sentido de uma sinalização. Pode-se dizer que esses parâmetros equivalem 
Alternativas
Q4292567 Linguística
Retomando Bakhtin (Estética da criação verbal), Koch e Elias (Ler e escrever: estratégias de produção textual) explicam que um gênero textual é definido por meio das características:
Alternativas
Q4292550 Linguística
Segundo Travaglia, é possível afirmar que “tudo o que é gramatical é textual e, vice-versa, que tudo o que é textual é gramatical”. (Travaglia, Luiz Carlos. Gramática: ensino plural). Nesse sentido, para o autor, estudar os aspectos gramaticais de uma língua
Alternativas
Q4292547 Linguística
De acordo com Ronald Beline (apud Fiorin, J.L. (org.) Introdução à Linguística I. Objetos teóricos), a variação linguística pode ocorrer em diferentes planos da língua, caracterizando-se como diatópica ou diafásica. Identificam-se esses tipos de variação, correta e respectivamente,
Alternativas
Q4291623 Linguística
A descrição fonético-articulatória de uma consoante considera, de forma combinada, o ponto de articulação, o modo de produção е о vozeamento. Relacione cada som ao conjunto de traços que o caracteriza.
Sons
I. /p/ (como em pato) II. /v/ (como em vela) III. /n/ (como em nó)
Traços
1 - Fricativa estridente, labiodental, sonora 3 - Oclusiva oral, bilabial, surda 3 - Oclusiva nasal, alveolar, sonora
Alternativas
Q4287856 Linguística
Sobre os conceitos empregados no desenvolvimento da linguagem é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Respostas
41: A
42: A
43: B
44: A
45: C
46: B
47: A
48: C
49: D
50: B
51: A
52: D
53: A
54: A
55: C
56: C
57: B
58: B
59: E
60: B