Questões de Concurso Comentadas sobre fundamentos da linguística em linguística

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Q3691570 Linguística
Considere o seguinte excerto: “A língua é uma atividade social, um trabalho coletivo, empreendido por todos os seus falantes, cada vez que eles se põem a interagir por meio da fala ou da escrita”. A concepção de língua descrita no excerto é comum à corrente teórica da(o):
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Q3686415 Linguística

Leia o fragmento: “A língua é um sistema, mas o sistema não vive sem os falantes; o sujeito não é apenas usuário, é também produtor de sentidos e de história.” (GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula, 2015).


À luz das concepções de linguagem (estruturalista, sociolinguística e enunciativa), qual alternativa corresponde à perspectiva predominante nas diretrizes curriculares contemporâneas? 

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Q3681561 Linguística
“O signo linguístico é arbitrário, estabelecendo relação imotivada entre significante e significado” (Saussure, Curso de Linguística Geral, 1916). No campo publicitário, essa arbitrariedade é mobilizada para associar produtos a valores simbólicos diversos.

Considerando a teoria saussuriana, assinale a alternativa que melhor exemplifica o funcionamento do signo na publicidade. 
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Q3672296 Linguística
Sobre Análise Linguística e Semiótica, analise as afirmações abaixo:

I – O Eixo da Análise Linguística/Semiótica envolve os procedimentos e estratégias (meta)cognitivas de análise e avaliação consciente, durante os processos de leitura e de produção de textos (orais, escritos e multissemióticos), das materialidades dos textos, responsáveis por seus efeitos de sentido, seja no que se refere às formas de composição dos textos, determinadas pelos gêneros (orais, escritos e multissemióticos) e pela situação de produção, seja no que se refere aos estilos adotados nos textos, com forte impacto nos efeitos de sentido.
II –As formas de composição dos textos dizem respeito à coesão, coerência e organização da progressão temática dos textos, influenciadas pela organização típica (forma de composição) do gênero em questão.
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Q3662840 Linguística
Identifique as características das línguas naturais verificadas nas línguas de sinais:
I. A produtividade/criatividade é a propriedade que permite a construção e interpretação de novos enunciados. A libras permite que seus usuários construam e compreendam um número indefinido de enunciados.
II. A flexibilidade/versatilidade é a propriedade que permite utilizar a língua para executar comandos, fazer perguntas, demonstrar emoções, fazer referências temporais. As línguas de sinais são sistemas de comunicação flexíveis.
III. As variações linguísticas são atributos das línguas orais. De modo geral, nas línguas de sinais, as variações linguísticas são raras.
IV. A criatividade é uma propriedade que possibilita aos falantes se referirem a elementos temporais ou permitem se reportar a situações do passado ou do futuro para produzirem variações linguísticas no momento da interação.
Assinale a alternativa em que constam a sequência de respostas CORRETAS.
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Q3660759 Linguística

À luz da linguística funcionalista e da gramática tradicional normativa, analise as proposições a seguir, considerando a articulação entre estrutura gramatical e função textual dos elementos linguísticos.



I. O uso do pronome "se" como índice de indeterminação do sujeito reflete, sob o ponto de vista funcional, uma estratégia de apagamento do agente da ação, alinhando-se a efeitos discursivos de impessoalidade.


II. A elipse de termos sintáticos em estruturas coordenadas pode ser compreendida, funcionalmente, como um mecanismo de economia textual e de progressão temática, sem que haja comprometimento da coesão sequencial.


III. A ordem direta dos constituintes frasais é um traço distintivo do português brasileiro contemporâneo, sendo preferida não apenas por convenção normativa, mas principalmente por sua funcionalidade na organização informacional da sentença.


IV. A preposição, por sua natureza relacional, possui papel essencialmente estrutural, e não pode ser interpretada sob nenhuma hipótese como elemento funcional dentro da progressão argumentativa de um texto.



Está correto o que se afirma em: 

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Q3656274 Linguística
Subjacente ao ensino de língua conduzido pelos gêneros textuais se encontram teorias que privilegiam uma concepção * de língua.
Assinale o termo que, corretamente, substitui o asterisco. 
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Q3649613 Linguística
Assinale a alternativa que corretamente completa a frase a seguir:
Para a teoria chomskyana, a competência linguística deriva de princípios inatos comuns a todas as línguas, denominados __________, que fornecem a base estrutural sobre a qual as variações linguísticas particulares se manifestam.
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Q3609996 Linguística
Considerando a recente formulação da Prática de Análise Linguística/Semiótica (PAL/S), conforme a interpretação dialógica de Costa?Hübes e Pereira, bem como a renovação de enfoques pedagógicos presentes nas literaturas pesquisadas, assinale a alternativa que expressa com maior rigor técnico a função didático-teórica da PAL/S em sala de aula:
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Q3609991 Linguística
Tendo como base os estudos que criticam a prevalência de atividades de análise linguística fundamentadas em abordagens tradicionalistas (Rohling, Remenche, Pinton e Silva), analise as alternativas abaixo e assinale aquela que expressa, com o maior grau de sofisticação teórico-pedagógica, os desafios centrais inerentes à implementação da PAL/S:
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Q3567668 Linguística

Inf: /.../ porque eu acho... eu não estou de acordo com isto – ... eu não andei pixando muito Lévi-Strauss para vocês porque senão... vocês não conhecem mas eu há anos que eu... me bato contra o estruturalismo – ... em todo o caso... neste nível de análise... eu creio que nós podemos utilizarmos desta reflexão...


(Ingedore Grunfeld Villaça Koch,. Desvendando os segredos do texto. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2018)


O texto apresentado é uma transcrição de uma fala. Com base em Koch e Elias (2008), uma característica da fala flagrante nele é:

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Q3566308 Linguística
De acordo com os aspectos semântico-pragmáticos no ensino contextualizado de Língua Portuguesa, destacam-se fenômenos como a pressuposição, que se diferencia da implicatura e de outros elementos inferenciais por:
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Q3566296 Linguística
A semântico-pragmática aplicada ao ensino de Língua Portuguesa propõe um estudo da linguagem que envolve a análise dos sentidos produzidos nas interações sob uma perspectiva específica. Com base nessa abordagem, analise as assertivas a seguir:

I. A pragmática inclui o exame de fenômenos como pressuposição, implícitos e atos de fala, que influenciam a interpretação textual.
II. A compreensão pragmática independe do contexto, pois decorre exclusivamente da estrutura gramatical e lexical da frase.
III. No ensino de leitura, a perspectiva semântico-pragmática permite desenvolver a competência de inferir sentidos não explícitos a partir de pistas textuais e situacionais.
IV. A análise pragmática desconsidera elementos extralinguísticos, pois seu foco é restrito ao enunciado enquanto estrutura formal.


Quais estão corretas? 
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Q3541332 Linguística
Texto 2


O LINGUISTA LIBERTÁRIO

Carlos Fioravanti (Jornal da Unicamp)

Quem foi e como era sua primeira professora ou professor de português?

Ataliba Castilho – Foi o professor Amaury de Assis Ferreira (1920-1995), pai do apresentador de TV Amauri Jr. Era um professor muito bom, lia e estudava muito, mostrava os livros que comprava com muito entusiasmo. De vez em quando eu ia na casa dele, meu pai era eletricista e ia trocar a resistência de seu fogão elétrico. Ele me chamava e mostrava a biblioteca e os livros que tinha comprado. Ele tinha muito prazer no que ele fazia. Pensei: “Quero ser um cara assim”. Depois peguei outros professores ótimos em São Paulo, como o Theodoro Maurer, meu orientador de doutorado. Quietinho, magrinho, filho de suíços, ele escreveu sozinho um dos trabalhos mais extensos do mundo sobre a gramática e a sintaxe do latim vulgar.

Qual sua participação no Museu da Língua Portuguesa?

Ataliba Castilho – Em 2004, Jarbas Mantovanini, que atuava na Fundação Roberto Marinho, apareceu na USP, apresentou o projeto do museu e disse que queria me fazer dois pedidos. O primeiro era dar ideias para o museu. O segundo era para fazer a linha do tempo sobre a história do português. Aryon iria fazer a parte das línguas indígenas e Yeda Pessoa de Castro, da Universidade Federal da Bahia, se ocuparia das línguas africanas. Jarbas disse para chamar quem eu quisesse. Chamei Mário Viaro e Marilza de Oliveira, os dois da USP, para fazer outras partes. Jarbas me perguntou como eu queria representar a linha do tempo, se com filmes ou painéis fixos. Preferi os painéis, porque já haveria filmes do outro lado da sala. Entreguei o projeto, ele gostou: “Está tudo muito bonito, mas no lugar do último quadro vou colocar um espelho. Todos vão percorrer aquela baita história de 2 mil anos e quando chegam no final vão ver a si mesmos”. Sabe que ele acertou na mosca? Muita gente que via a própria imagem, depois de fazer o percurso histórico, caía no choro. Uma colega de Minas, Maria Antonieta Cohen, ia no começo para ver o museu e depois para ver as pessoas quando chegavam no espelho. Ela me perguntou: “Por que será que elas choram?”. Fiquei pensando muito naquilo. As pessoas choravam, decerto, porque viam ali sua identidade. O que é a língua portuguesa? Sou eu, que represento agora todo esse percurso. A língua é minha identidade.


Adaptado de: https://unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2017/10/06/olinguista-libertario/. Acesso em: 04 de abr. de 2025.
Durante uma aula sobre variedades linguísticas, um professor explica a variação que a língua sofre ao longo do tempo. Para isso, ele utiliza como exemplo o trabalho que Castilho desenvolveu ao produzir a exposição sobre a linha do tempo da língua portuguesa, na qual o visitante do museu percorre 2 mil anos de história do português. Considerando esse estudo sobre variedades linguísticas, qual denominação os estudantes devem atribuir para a variação que ocorre através do tempo, representada na exposição do museu?
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Q3541330 Linguística
Texto 1


ARGUMENTAR NA REDE

Monica Graciela Zoppi Fontana


   A argumentação é um fato de linguagem tão presente no nosso dia a dia que nem sempre percebemos sua força. Ela está presente nas mais diversas relações cotidianas: em conversas entre amigos, familiares e desconhecidos, nas reclamações de quem se encontra em uma fila de espera e demanda atendimento, nas estratégias para conseguir agendar uma consulta médica, na discussão sobre uma nota com um professor ou sobre um preço com um vendedor e até mesmo em situações mais enquadradas por procedimentos institucionais, como um julgamento no tribunal do Júri.

   Argumentar é uma prática de linguagem que envolve uma relação entre os interlocutores e com a situação do dizer. Argumentamos a partir do já-dito, ou seja, dos sentidos já produzidos socialmente na história e presentes como memória discursiva. E ao argumentar estabelecemos uma relação particular com o não-dito e com o silêncio, pois a língua fornece a base material para essa prática.

   Argumentamos por meio de palavras (casebre, mansão, pouco, um pouco, muito e muitas outras presentes no léxico da língua). Sufixos e prefixos também participam na argumentação (contradiscurso, antibelicista, pseudointelectual), assim como diminutivos e aumentativos (carrão, favorzinho, mulherzinha, garotão). Temos ainda locuções adverbiais (mesmo que, só que, apesar de, tanto quanto, por exemplo) e frases idiomáticas (descascar um abacaxi, enfiar o pé na jaca). E ainda há interjeições com valor argumentativo (vixe!, credo!). Argumentamos também por meio da forma de construção dos enunciados (a ordem das palavras na frase, construções passivas ou ativas, elipses etc.). As diversas formas de encadeamento dos enunciados no texto têm valor argumentativo. Algumas palavras, como as conjunções (portanto, porém, entre outras), explicitam o tipo de relação argumentativa presente no encadeamento.

   Assim, a forma específica como os enunciados estão formulados afeta a interpretação, orientando o sentido produzido em uma determinada direção. Mas toda prática de linguagem é produzida por falantes constituídos enquanto tais em um tempo e um espaço específicos. Todo dizer é assim determinado pelos processos históricos e pelos espaços de enunciação nos quais é produzido. E isso afeta constitutivamente a argumentação.

   Nas novas tecnologias de linguagem, a argumentação ganha contornos diferenciados, por meio de funcionamentos próprios do digital, como hashtags, memes, gifs e vídeos. Algumas expressões que surgiram na internet atravessam as fronteiras das redes sociais e são incorporadas na oralidade pelos falantes em suas trocas linguageiras.

   A Linguística estuda essas questões e reflete sobre os diversos modos de argumentar ao longo do tempo e em diversos espaços de enunciação. Questões semânticas e discursivas devem ser abordadas para compreender melhor o funcionamento da argumentação nos dias atuais e para ponderar seus efeitos nas práticas de linguagem na sociedade.


Adaptado de: https://www.blogs.unicamp.br/linguistica/2017/08/16/argumentarna-rede/. Acesso em: 04 de abr. de 2025.
A partir das informações presentes no Texto 1, é correto afirmar que
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Q3541292 Linguística
Texto I

Variação linguística


   O termo variação se aplica a uma característica das línguas humanas que faz parte de sua própria natureza: a heterogeneidade. A palavra língua nos dá uma ilusão de uniformidade, de homogeneidade, que não corresponde aos fatos. Quando nos referimos ao português, ao francês, ao chinês, ao árabe etc., usamos um rótulo único para designar uma multiplicidade de modos de falar decorrente da multiplicidade das sociedades e das culturas em que as línguas são faladas. Cada um desses modos de falar recebe o nome de variedade linguística. Por isso, muitos autores definem língua como “um conjunto de variedades” e substituem a noção da língua como um sistema pela noção da língua como um polissistema, formado por essas múltiplas variedades.

   A variação linguística se manifesta desde o nível mais elevado e coletivo – quando comparamos, por exemplo, o português falado em dois países diferentes (Brasil e Angola) – até o nível mais baixo e individual, quando observamos o modo de falar de uma única pessoa, a tal ponto que é possível dizer que o número de “línguas” num país é o mesmo de habitantes de seu território. Entre esses dois níveis extremos, a variação é observada em diversos outros níveis: grandes regiões, estados, regiões dentro dos estados, classes sociais, faixas etárias, níveis de renda, graus de escolarização, profissões, acesso às tecnologias de informação, usos escritos e usos falados.

   A consciência de que a língua é variável remonta à Antiguidade, quando os primeiros estudiosos da língua grega tentaram sistematizá-la para o ensino e para a crítica literária. Eles, no entanto, fizeram uma avaliação negativa da variação, que viram como um obstáculo para a unificação territorial e para a difusão da língua. Foi nessa época (século III a.C.) que surgiu a disciplina chamada gramática, dedicada explicitamente a criar um modelo de língua que se elevasse acima da variação e servisse de instrumento de controle social por meio de um instrumento linguístico. A consequência cultural desse processo histórico é que o termo língua passou a ser usado, no senso comum, para rotular exclusivamente esse modelo idealizado, literário, enquanto todos os usos reais, principalmente falados, foram lançados à categoria do erro. 

   Com os avanços das ciências da linguagem, essa visão foi abandonada: o exame minucioso de cada variedade linguística revela que ela tem sua própria lógica gramatical, é tão regrada quanto a língua literária idealizada, e serve perfeitamente bem como recurso de interação e integração social para seus falantes. Diante disso, um novo projeto de educação linguística vem se formando: é preciso ampliar o repertório e a competência linguística dos aprendizes, levá-los a se apoderar da escrita e dos muitos gêneros discursivos associados a ela, sem contudo desprezar suas variedades linguísticas de origem, valorizando-as, ao contrário, como elementos formadores de sua identidade individual e social e como patrimônio cultural do país.


BAGNO, Marcos. Variação linguística. Glossário Ceale – Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita. Universidade Federal de Minas Gerais, 2013. Disponível em: https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/preconceitolinguistico. Acesso em: 21 mar. 2025.
Considere o excerto a seguir, em que o autor elenca diferentes níveis de variações linguísticas:
“Entre esses dois níveis extremos, a variação é observada em diversos outros níveis: grandes regiões, estados, regiões dentro dos estados, classes sociais, faixas etárias, níveis de renda, graus de escolarização, profissões, acesso às tecnologias de informação, usos escritos e usos falados.”.
Sobre o assunto, assinale a alternativa correta.
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Q3532021 Linguística
No campo dos estudos linguísticos, o estruturalismo considera que o sentido de uma frase está vinculado: 
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Q3529442 Linguística
En términos lingüísticos, el conservadurismo, según el análisis de Francisco Moreno (2003-2004), refierese a la mantención de
Alternativas
Q3528447 Linguística
Ingedore Koch (Desvendando os segredos do texto, 2018) explica que a concepção de sujeito da linguagem como lugar de interação corresponde à noção de
Alternativas
Q3527055 Linguística
Segundo Quadros e Karnopp (2004), para comparar as línguas de sinais com as línguas orais, três aspectos podem ser investigados. São eles: 
Alternativas
Respostas
161: A
162: A
163: D
164: B
165: C
166: B
167: E
168: E
169: B
170: B
171: E
172: B
173: B
174: B
175: A
176: B
177: A
178: E
179: A
180: C