Questões de Concurso
Sobre representações da surdez - visão clinicopatológica e visão socioantropológica em libras
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Representam não só as letras do alfabeto, mas também os sinais de pontuação, números, notações musicais e científicas, enfim, tudo o que se utiliza na grafia comum, sendo, ainda, de extraordinária universalidade; é possível representar também diferentes idiomas utilizados em diferentes países, sendo importante ter em mente que um símbolo pode ter diferente significado dependendo do contexto.
O fragmento acima se refere
Nesse sentido, ao entrar em contato com a LIBRAS e com usuários fluentes dessa língua, o aluno
“A LA como um campo de estudos no qual é frequentemente possível desenvolver práticas transdisciplinares só faz sentido se for problematizada como um território-rede, formado de lugares contínuos e de lugares em rede [...], que opera a partir da articulação complexa com distintos territórios-zona".
SHEIFER, C.L. Transdisciplinaridade na lingüística aplicada: um processo de desreterritorialização – um movimento do terceiro espaço. RBLA, B. Horizonte, v. 13, n. 3, 2013.
A partir da concepção da LA como um "território-rede" aplicado à educação de surdos, considera-se que a principal contribuição dessa área para o ensino de Libras consiste na
Assinale a opção que apresenta a compreensão alinhada à visão cultural dos surdos.
I.A língua de sinais seria uma mistura de pantomima e gesticulação concreta.
II.A língua de sinais não é universal.
III.As línguas de sinais, por serem organizadas espacialmente, estariam representadas no hemisfério direito do cérebro, pois esse hemisfério é responsável pelo processamento de informação espacial, enquanto o esquerdo, pela linguagem.
IV.A língua de sinais é um sistema de comunicação superficial, com conteúdo restrito.
É considerado mito a respeito da língua de sinais o que se apresenta em:
Do ponto de vista clínico-terapêutico, os surdos são vistos como deficientes, e para que seja constatada a perda (total ou parcial) auditiva faz-se necessário um exame detalhado, denominado________________, realizado por profissional capacitado, como por exemplo, o fonoaudiólogo. O diagnóstico clínico da perda auditiva classifica a surdez de acordo com a intensidade medida em decibéis (dB), sendo classificadas em: perda leve (25 a 40dB), perda moderada (41 a 70 dB), perda severa (71 a 90dB), perda profunda (acima de 90dB) e os sujeitos diagnosticados com audição normal possuem de 0 a 25 decibéis, segundo Aragon & Santos (2015). Para se aprofundar no diagnóstico sobre a perda auditiva, seguindo as orientações do Manual de Procedimentos em Audiometria Tonal, Logoaudiometria e Medidas de Limitância Acústica (2013, p. 12), faz-se necessário, conhecer também, o tipo de perda auditiva que está associada à localização das estruturas prejudicadas do aparelho auditivo.