Questões de Concurso Sobre libras
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1. Ato de discriminação, preconceito ou opressão contra pessoa com deficiência. Em geral, ocorre quando alguém considera uma pessoa incapaz por conta de diferenças e impedimentos corporais. Está focado nas supostas capacidades das pessoas sem deficiência como referência.
2. Preconceitos, estigmas, generalizações e estereótipos em relação às pessoas com deficiência. Refletem atitudes de inferioridade, pena, exaltação do heroísmo, ignorância, desconhecimento ou medo. Não são visíveis, podendo ser inconscientes e de difícil reconhecimento por parte de quem pratica.
3. Conjunto de representações dos ouvintes a partir do qual o surdo está obrigado a olhar- -se e narrar-se como se fosse ouvinte. É nesse olhar-se e nesse narrar-se que acontecem as percepções do ser deficiente, do não ser ouvinte; percepções que legitimam práticas terapêuticas habituais (SKLIAR, 2005).
Assinale a alternativa que relaciona correta e sequencialmente as denominações das respectivas definições.
A afirmativa apresentada corresponde à qual filosofia da educação de surdos?
Com relação à Lei nº 10.436/2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais, assinale V para afirmativa verdadeira e F para falsa:
( ) A Língua Brasileira de Sinais - Libras e outros recursos de expressão a ela associados é reconhecida como a segunda língua oficial do Brasil.
( ) As instituições públicas e empresas concessionárias de
serviços públicos de assistência à saúde devem garantir
atendimento e tratamento adequado aos portadores de
deficiência auditiva.
( ) Entende-se como Língua Brasileira de Sinais - Libras a forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constituem um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.
As afirmativas são, respectivamente,
Em consonância com o Decreto n.º 5.626/2005, a EBT oferta a disciplina língua portuguesa como língua materna para os surdos oralizados e como segunda língua para os surdos usuários de Libras.
A proposta pedagógica da EBT atende um dos pontos preconizados no Decreto n.º 6.949/2009: a promoção da identidade linguística da comunidade surda.
Na EBT, a acessibilidade linguística se dá por meio de professores bilíngues; quando a disciplina é ofertada por um profissional não proficiente em língua de sinais, o docente é acompanhado por um tradutor e um intérprete de Libras.
A EBT utiliza a Libras como língua de instrução, em respeito à Lei n.o 10.098/2000, que reconhece a Libras como língua oficial da comunidade surda.
A educação linguística precoce ofertada na EBT tem como objetivo garantir a educação bilíngue às crianças surdas, a fim de promover a aquisição da linguagem e o conhecimento de mundo em período propício ao desenvolvimento dessas crianças.
De acordo com o Decreto n.º 7.611/2011, a educação especial deve garantir os serviços de apoio especializado voltado a eliminar as barreiras que possam obstruir o processo de escolarização de estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.
A EBT é uma unidade escolar regular, especializada e específica, em que a Libras é utilizada como primeira língua (L1) e a língua portuguesa, na modalidade oral, é ofertada como segunda língua.
Entende-se como classe bilíngue aquela constituída por estudantes surdos/deficientes auditivos ou surdos-cegos que se comunicam por meio da Libras. Nessas turmas, a Libras é a língua de instrução.
A criança surda-cega apresenta a mesma necessidade em sala de aula que uma criança surda, pois ambas necessitam apenas de um profissional bilíngue ou de um intérprete de Libras.
A surdo-cegueira congênita ocorre quando a criança já nasce com essa condição ou quando ela adquire a surdo-cegueira antes do processo de aquisição de uma língua.
Para um estudante ser classificado como surdo-cego, é necessário que ele seja totalmente surdo e totalmente cego.

Em sala de aula, é esperado que o intérprete educacional de Libras responda pelo estudante surdo sempre que o estudante não souber a resposta a alguma pergunta feita pelo professor.

Para um intérprete ser considerado proficiente em Libras e poder atuar como intérprete educacional, basta que ele apresente à instituição em que trabalha certificados de cursos de Libras básico e intermediário.

A presença de tradutor e intérprete na sala de aula garante a acessibilidade linguística para os estudantes surdos.

De acordo com a Lei n.º 12.319/2010, o profissional tradutor e intérprete de Libras deve ser ouvinte.