Questões de Concurso
Sobre interpretação e tradução de línguas de sinais em libras
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Um dos primeiros códigos de ética na área de tradução e interpretação da Libras foi aprovado no II Encontro Nacional de Intérpretes, em 1992, com base no RID (Registro dos Intérpretes para Surdos), de 1965, dos Estados Unidos, gerando assim o código de ética da FENEIS, (Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos), que é parte do Regimento Intemo do Departamento Nacional de Intérpretes de Libras nº Artigo 1º, que diz que:
Em vários países existem tradutores e intérpretes de língua de sinais. A história da construção desses profissionais no Brasil se deu a partir de atividades voluntárias que foram sendo valorizadas enquanto atividades laborais à medida em que os surdos foram conquistando o seu exercício de cidadania. O primeiro intercâmbio entre alguns intérpretes do Brasil e a avaliação sobre a ética do profissional intérprete foi realizado:
Quanto ao código de ética do instrutor, é correto afirmar que ele
Para ensinar Libras em sala de aula, é necessário que o instrutor conheça o código de ética. Com base nisso, assinale a alternativa correta.
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CAPOVILLA, F. C.; RAPHAEL, W. D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado
Trilíngue da Língua de Sinais Brasileira. Volume I: sinais de A a L.
São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001.
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De acordo com as imagens apresentadas, assinale a alternativa correspondente à tradução da sentença.
Libras consiste em uma língua
O professor que trabalha com alunos surdos precisa acreditar e participar efetivamente do processo de inclusão. Sobre o papel do professor em relação à inclusão, marque a alternativa correta.
Vários sinais em Libras têm a configuração de mão (CM) iniciadas em “L”.
Assinale a alternativa que apresenta um exemplo com esta CM.
Considerando uma situação de interpretação em contexto de atendimento médico, NÃO obedece ao primeiro princípio o que consta em:
(Adaptado de: PAGURA, Reynaldo José. A interpretação de conferências: interfaces com a tradução escrita e implicações para a formação de intérpretes e tradutores. DELTA, São Paulo, 19, especial, p. 209-236, 2003. Disponível em: https://doi.org/)
Apesar de terem o mesmo propósito, conforme afirma a citação acima, a tradução e a interpretação se diferenciam por operacionalizações. São apresentadas as materialidades corretas nos diferentes processos de operacionalização em:
O trecho apresentado refere-se à modalidade de interpretação
Neste contexto, considerando as obrigações profissionais, o Código de Conduta e Ética (CCE) da Federação Brasileira das Associações de Tradutores, Intérpretes e Guias-Intérpretes da Língua de Sinais (FEBRAPILS), a atitude mais adequada é:
Antes da promoção dessas políticas, o parâmetro para tornar-se intérprete, que era como era chamado o sujeito que mobilizava Libras-LP em atividades tradutórias antes da institucionalização legal e acadêmica da tradução de língua de sinais, era o do “convívio com os surdos”, isto é, o quanto o aspirante estava disposto a participar e se envolver com as atividades e eventos organizados pela comunidade surda, a frequentar as associações, os pontos de encontro em que se reuniam e circular nos “espaços surdos” de sua cidade.
NASCIMENTO, V. Alteridades, discursos e saberes na formação de intérpretes de LibrasPortuguês experientes. Belas Infiéis, Brasília, v. 10, n. 2, p. 1-25, 2021. Disponível em: https://periodicos.unb.br. Acesso em: 24 ago. 2022.
De acordo com Nascimento (2021), NÃO corresponde ao contexto histórico da profissionalização do intérprete de libras, antes da legislação em vigor,
As línguas de sinais, por sua vez, são produzidas por expressões faciais e por movimentos do corpo e das mãos em um espaço à frente do corpo, chamado de espaço de
ALBRES, N. A. Comunicação em Libras: para além dos sinais. In: LACERDA, C. B. F.; SANTOS, L. Tenho um aluno surdo, e agora? Introdução à Libras e educação de surdos. São Carlos: EdUFSCar, 2021.
Assinale a alternativa que NÃO se enquadra nesses mecanismos relacionados à sintaxe espacial.
São exemplos de procedimentos técnicos de tradução conforme a classificação de Barbosa (2004):