Questões de Concurso Sobre cultura e comunidade surdas em libras

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Q2025447 Libras
Analise as definições abaixo:
1. A expressão está relacionada à identificação da pessoa dentro da comunidade surda, com o sentimento de pertencimento ao grupo sociocultural de surdos de determinado local, região ou país, e até mesmo internacionalmente. Tem a ver com as pessoas surdas que usam a língua de sinais e se reconhecem enquanto surdos a partir de determinada perspectiva sociocultural (QUADROS, 2019; LADD, 2003).
2. Funda-se, primeiramente, na afirmação de um modo particular de compreender e expressar a realidade, especificamente proporcionado pela experiência visual e pelo uso de uma língua de modalidade gestual-visual. Tendo como espaços privilegiados de (re)produção as comunidades surdas, opera como um conjunto de práticas específicas que delimitam um locus de reafirmação histórica, cultural, política e linguística (EIJI, s/a).
3. Grupo de pessoas que vivem num determinado local, partilham os objetivos comuns dos seus membros e, por diversos meios, trabalham no sentido de alcançarem estes objetivos. Constitui-se de pessoas surdas e de pessoas não surdas que apoiam ativamente os objetivos dos surdos, trabalhando em conjunto em prol de pautas coletivas a favor das pessoas surdas (PADDEN; HUMPHRIES, 2000).

Assinale a alternativa que relaciona correta e sequencialmente as denominações das respectivas definições.
Alternativas
Q1975876 Libras
    A Escola Bilíngue Libras e Português Escrito de Taguatinga (EBT) conta com um time de professores totalmente bilíngues, sendo que quatro profissionais são surdos. Criada em 2013, atende apenas estudantes surdos, deficientes auditivos e codas — filhos ouvintes de pais surdos. Atualmente, a escola oferta da educação linguística precoce até o ensino de jovens e adultos. Desde sua inauguração, a instituição tem evoluído a partir das necessidades que surgem ao longo da caminhada. “Nossos profissionais são muito estudiosos e estão sempre se atualizando e criando novas estratégias e metodologias para aperfeiçoar as condições de aprendizagem dos alunos”, afirma a diretora da escola.

Internet: <https://www.andifes.org.br> (com adaptações).  
Considerando o texto acima e o que se refere à educação especial e à inclusão de estudantes surdos, julgue o item.

A proposta pedagógica da EBT atende um dos pontos preconizados no Decreto n.º 6.949/2009: a promoção da identidade linguística da comunidade surda. 
Alternativas
Q1975855 Libras
No que diz respeito à história da educação dos surdos, julgue o item.

Karin Strobel, pesquisadora e professora surda, defende que há dois tipos de artefato cultural: os artefatos materiais e a literatura surda. 
Alternativas
Q1975843 Libras
  Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.

Internet: <https://www2.unesp.br> (com adaptações). 
Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.

Na sentença ‘LIVRO 3PEGAR1’, o verbo é direcional revertido ou verbo reverso, porque o movimento do verbo é iniciado no espaço do objeto e se movimenta rumo ao espaço do sujeito. 
Alternativas
Q1975842 Libras
  Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.

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Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.

A incorporação é um fenômeno bastante produtivo em Libras. Em QUATRO-MESES e DUAS-HORAS, há incorporação de número. Em NÃO-SABER, há incorporação de negação. 
Alternativas
Q1975841 Libras
  Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.

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Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.

ESCOLA, FAVELA e QUINTA-FEIRA são sinais compostos. 
Alternativas
Q1975840 Libras
  Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.

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Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.

Em ‘COMER-MAÇA’ e ‘BEBER-CAFÉ’, os verbos são incorporados ao objeto.
Alternativas
Q1975839 Libras
  Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.

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Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.

Para Quadros e Karnopp, existem três tipos de verbo em Libras: verbos simples; verbos com concordância; e verbos espaciais. 
Alternativas
Q1975838 Libras
  Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.

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Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.

Os sinais CADEIRA e SENTAR são diferenciados pelo parâmetro de movimento.
Alternativas
Q1975837 Libras
  Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.

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Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.

Os três sinais apresentados na figura a seguir são exemplos de sinais icônicos. 
Imagem associada para resolução da questão
Ronice M. Quadros e Lodenir B. Karnopp. Língua de Sinais Brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004, p. 79. 
Alternativas
Q1975836 Libras
  Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.

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Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.

Pares mínimos são sinais em que há contraste em apenas um dos parâmetros. Os sinais EU e MEU são exemplos de pares mínimos. 
Alternativas
Q1975835 Libras
  Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.

Internet: <https://www2.unesp.br> (com adaptações). 
Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.

William Stokoe criou quatro componentes da quirologia: configuração da mão; expressão facial e corporal; locação da mão; e movimento. 
Alternativas
Q1975834 Libras
  Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.

Internet: <https://www2.unesp.br> (com adaptações). 
Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.

William Stokoe, linguista e pesquisador da Língua de Sinais Americana (ASL), defendeu o uso do termo “quirologia” para tratar da fonologia das línguas de sinais.
Alternativas
Q1975833 Libras
  Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.

Internet: <https://www2.unesp.br> (com adaptações). 
Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.

Nas línguas orais, os fonemas se relacionam com a passagem de ar pela laringe, pelo nariz e pela boca, ao passo que, nas línguas de sinais, a estrutura fonológica se organiza a partir de unidades mínimas denominadas parâmetros.
Alternativas
Q1974477 Libras

Imagem associada para resolução da questão


Marcos se apresentou a Vera soletrando o seu nome através do alfabeto manual e, logo a seguir, o seu sinal de “ batismo”.

Assinale a opção que corresponde à cultura surda.

Alternativas
Q1974476 Libras

Imagem associada para resolução da questão


Os artefatos culturais são objetos ou materiais produzidos pelos grupos culturais, incluindo tudo que se vê e sente, quando se está em contato com a cultura de uma comunidade.

Avalie se as definições de alguns artefatos culturais do povo surdo a seguir estão corretas:


I. O artefato cultural da experiência visual é quando os surdos, pela ausência de audição e do som, percebem visualmente o que ocorre ao seu redor.

II. O artefato do desenvolvimento linguístico dos surdos é a língua de sinais, incluindo-se também os gestos denominados “sinais emergentes” ou “sinais caseiros”.

III. Artefato cultural político dos surdos consiste em diversos movimentos e lutas do povo surdo pelos seus direitos.


Está correto o que se afirma em

Alternativas
Q1974470 Libras

Leia a tirinha a seguir. 


Imagem associada para resolução da questão


Segundo PADDEN (1989:5), “Membros de uma Cultura Surda se comportam como as pessoas Surdas, usam a língua das pessoas Surdas e compartilham das crenças das pessoas Surdas entre si e com outras pessoas que não são Surdas.” Considerando que as pessoas surdas se identificam com seus pares, a construção de sua identidade está ligada a fatores como contexto familiar e contato com comunidades surdas, entre outros.

Assinale a opção que descreve a identidade surda de transição.

Alternativas
Q1943811 Libras
Qual identidade caracteriza as pessoas que não foram inseridas em alguma comunidade surda? 
Alternativas
Q1937785 Libras


1 Disponível  em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm Acesso em 22/05/2022

2 Disponível em: https://revistas.unilasalle.edu.br/index.php/Educacao/article/view/6614 Acesso em 22/05/2022.

3 Disponível em https://www.facebook.com/surdalidades/photos/a.354534317912494/966689483363638/?type=3&theater. Acesso em 22/05/2022 

4 NAKAGAWA, Hugo Eiji Ibanhes. Culturas surdas: o que se vê, o que se ouve. Dissertação de Mestrado em Cultura e Comunicação. Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa 26 (FLUL) e a Universidade de Lisboa (UL), 2012  Disponível em https://docplayer.com.br/10240491-Culturas-surdas-o-que-se-ve-oque-se-ouve.htmlAcesso em: 22/05/2022

5 LOPES,M.C. Surdez e educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.

6 Decreto Nº 5.626. Regu lamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS , e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diá rio Oficial da União em 22/12/2005.

7 PERLIN, G. T. T. Identidades surdas. In SKLIAR, Carlos (org) A surdez: um olhar sobre as diferenças. 3ª ed. Porto Alegre: Mediação, 2005

8 Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/veja-os-premiados-do-oscar-2022/ Acesso em 23/05/2022 

O filme no “Ritmo do Coração” ganhou o Oscar de melhor filme em 2022. Para comunidade surda é correto afirmar:8 
Alternativas
Q1937782 Libras


1 Disponível  em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm Acesso em 22/05/2022

2 Disponível em: https://revistas.unilasalle.edu.br/index.php/Educacao/article/view/6614 Acesso em 22/05/2022.

3 Disponível em https://www.facebook.com/surdalidades/photos/a.354534317912494/966689483363638/?type=3&theater. Acesso em 22/05/2022 

4 NAKAGAWA, Hugo Eiji Ibanhes. Culturas surdas: o que se vê, o que se ouve. Dissertação de Mestrado em Cultura e Comunicação. Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa 26 (FLUL) e a Universidade de Lisboa (UL), 2012  Disponível em https://docplayer.com.br/10240491-Culturas-surdas-o-que-se-ve-oque-se-ouve.htmlAcesso em: 22/05/2022

5 LOPES,M.C. Surdez e educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.

6 Decreto Nº 5.626. Regu lamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS , e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diá rio Oficial da União em 22/12/2005.

7 PERLIN, G. T. T. Identidades surdas. In SKLIAR, Carlos (org) A surdez: um olhar sobre as diferenças. 3ª ed. Porto Alegre: Mediação, 2005

8 Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/veja-os-premiados-do-oscar-2022/ Acesso em 23/05/2022 

Em 1989, proeminentes artistas Surdos reuniram-se no festival Deaf Way75 e lançaram um manifesto que serviu de base para se reconceituar a chamadas Artes Surdas. Nesse texto, lançam o termo De’VIA (Deaf View/Image Art) para determinar um tipo de arte em que estiverem representadas as percepções e experiências Surdas. (Nakagawa, 2012, p. 71)4
É correto afirmar quanto as Artes Surdas: 
Alternativas
Respostas
241: E
242: C
243: E
244: C
245: C
246: E
247: C
248: C
249: C
250: E
251: C
252: E
253: C
254: C
255: C
256: E
257: A
258: A
259: A
260: B