Questões de Concurso Sobre abordagens da educação de surdos - oralismo, comunicação total, bilinguismo, bimodalismo e inclusão em libras

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Q4304768 Libras
Ao discutir os impactos do Congresso de Milão (1880), um pesquisador afirmou que esse evento representou uma mudança profunda na concepção de educação de surdos, produzindo consequências que ultrapassaram a simples escolha de um método pedagógico. Essa afirmação se justifica porque o Congresso de Milão 
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Q4295178 Libras
Considere o texto a seguir para responder a questão

Estudante surdo processa faculdade por falta de intérprete em sala de aula

        Defendida pelo Ministério da Educação, a política de inclusão de alunos com necessidades especiais na rede regular de ensino é mais complicada do que sugere a teoria. Surdo, o estudante de administração Diego dos Santos Daris, de 21 anos, move uma ação na 3ª Vara Cível de Campo Grande, na Zona Oeste, contra uma faculdade por não dispor de intérprete adequado em Língua Brasileira de Sinais (Libras). Mas a dificuldade de Diego, hoje instrutor de Libras numa escola municipal do bairro, começou bem antes.
    
        Durante a infância, na falta de um alfabetizador que soubesse a língua de sinais, Diego aprendeu a ler e escrever por esforço da mãe, Leila dos Santos. Durante todo o período em que o filho estudou na rede municipal do ensino fundamental, coube a ela repassar as lições em Libras.
    
        “Hoje sei que a rede municipal dá mais acompanhamento. Mas, naquela época, tive que ensinar tudo a ele nas oito séries”, conta Leila.
    
        No ensino médio, Diego teve a sorte de se matricular no Colégio Albert Sabin, da rede estadual, em Campo Grande, onde havia profissionais capacitados em Libras – época em que ele “deslanchou”, nas palavras da mãe.
    
        Os problemas voltaram no ano passado, quando Diego começou o curso de administração, também em Campo Grande. Havia uma intérprete contratada pela instituição de ensino, mas ela, por ser também aluna, não dava atenção exclusiva ao rapaz. Segundo a reitoria, a faculdade tem dez anos de experiência com alunos com necessidades especiais. Para a instituição, o que ocorreu com o aluno foi um problema pessoal com a intérprete.

(Disponível em: https://oglobo.globo.com/rio/ estudante-surdo-processa-faculdade-por-falta-de-interprete-em- -sala-de-aula-2801686. Adaptado)
A educação bilíngue que deve ser oferecida aos surdos consiste em oferecer o ensino de
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Q4295175 Libras
Considere o texto a seguir para responder a questão

Estudante surdo processa faculdade por falta de intérprete em sala de aula

        Defendida pelo Ministério da Educação, a política de inclusão de alunos com necessidades especiais na rede regular de ensino é mais complicada do que sugere a teoria. Surdo, o estudante de administração Diego dos Santos Daris, de 21 anos, move uma ação na 3ª Vara Cível de Campo Grande, na Zona Oeste, contra uma faculdade por não dispor de intérprete adequado em Língua Brasileira de Sinais (Libras). Mas a dificuldade de Diego, hoje instrutor de Libras numa escola municipal do bairro, começou bem antes.
    
        Durante a infância, na falta de um alfabetizador que soubesse a língua de sinais, Diego aprendeu a ler e escrever por esforço da mãe, Leila dos Santos. Durante todo o período em que o filho estudou na rede municipal do ensino fundamental, coube a ela repassar as lições em Libras.
    
        “Hoje sei que a rede municipal dá mais acompanhamento. Mas, naquela época, tive que ensinar tudo a ele nas oito séries”, conta Leila.
    
        No ensino médio, Diego teve a sorte de se matricular no Colégio Albert Sabin, da rede estadual, em Campo Grande, onde havia profissionais capacitados em Libras – época em que ele “deslanchou”, nas palavras da mãe.
    
        Os problemas voltaram no ano passado, quando Diego começou o curso de administração, também em Campo Grande. Havia uma intérprete contratada pela instituição de ensino, mas ela, por ser também aluna, não dava atenção exclusiva ao rapaz. Segundo a reitoria, a faculdade tem dez anos de experiência com alunos com necessidades especiais. Para a instituição, o que ocorreu com o aluno foi um problema pessoal com a intérprete.

(Disponível em: https://oglobo.globo.com/rio/ estudante-surdo-processa-faculdade-por-falta-de-interprete-em- -sala-de-aula-2801686. Adaptado)
Considere o seguinte trecho do texto:
Durante a infância, na falta de um alfabetizador que soubesse a língua de sinais, Diego aprendeu a ler e escrever por esforço da mãe, Leila dos Santos.”
A situação descrita no texto nos leva à reflexão de que a alfabetização do aluno surdo consiste no aprendizado do português _______, deve ser feita por meio do método da associação__________ de sinais com a linguagem escrita, em um contexto de ensino _________, e é fundamental para que a criança desenvolva a sua________ e sua identidade social.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente as lacunas do texto.
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Q4295161 Libras
Historicamente, pode-se dizer que a educação para surdos passou por três modelos diferentes, respectivamente:
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Q4295158 Libras
Um evento que marcou a educação dos surdos foi o “Congresso de Milão”, realizado em 1880. Sobre esse evento, é correto afirmar que a principal decisão tomada durante o congresso foi a
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Q4295157 Libras
Considere o texto a seguir para responder a questão.

Concepções sobre língua de sinais e pensamento dos surdos e suas implicações para o ensino de conceitos abstratos

    Uma constante preocupação entre professores e outros profissionais envolvidos na educação de surdos diz respeito ao ensino de conceitos abstratos, em geral, relacionados às chamadas ciências naturais, tais como a biologia, a física e a química.
    As origens da chamada escola alemã de educação de surdos remontam às ideias do médico suíço Johann Conrad Amman, que viveu entre 1669 e 1724. Amman acreditava na superioridade da fala na expressão tanto de emoções quanto de ideias e conceitos, defendia que somente por meio dela seria possível desenvolver faculdades mentais complexas. Consequentemente, ele sustentava que outras formas de comunicação, entre elas, os sinais, as imagens e os gestos, eram imperfeitas e inferiores. Sendo assim, em sua visão, as pessoas surdas estariam impossibilitadas de desenvolver pensamento abstrato, logo, estariam presas a uma vida de sensações e sentimentos. Como defendia que tal fato não poderia ser “consertado” com a língua de sinais, Amman sustentava que o ensino da fala a crianças surdas deveria ser o objetivo principal de sua educação, pois isso lhes permitiria a comunicação com a maioria ouvinte e, mais do que isso, as elevaria à condição humana.
  Samuel Heinicke, um educador prussiano, é responsável pela institucionalização do discurso e dos métodos oralistas de educação de surdos na Alemanha. Heinicke acreditava que a origem do pensamento está na língua falada. Logo, para ele, o pensamento não pode ocorrer sem fala. Sua visão colocava os surdos na condição de sujeitos que não conseguem pensar abstrata ou conceptualmente, mas tão- -somente em termos concretos. Ademais, ele não acreditava que a escrita seria uma boa substituta para a língua falada, pois defendia que qualquer experiência visual estaria presa ao concreto e que somente a percepção auditiva da voz oferece meios para o desenvolvimento de pensamento abstrato. Decorre aí que, assim como Amman, o referido educador era totalmente contrário ao uso da língua de sinais na educação de surdos.
     Contemporaneamente à escola alemã, a escola francesa, iniciada pelo abade l’Epée, propunha uma visão diferente, já que reconhecia o valor da língua de sinais na educação dos surdos. Por essa razão, o método de l’Epée também é referido como manualismo. l’Epée acreditava que os gestos eram a verdadeira linguagem natural e universal da humanidade. Apesar disso, ele os via como incapazes de, por si só, representar toda a riqueza da língua francesa. Sendo assim, a partir dos “gestos” usados por seus discípulos surdos, criou um sistema de representação manual para essa língua, que designou como “sinais metódicos”. Por meio desses sinais, podiam-se representar não apenas aspectos da língua francesa que não têm correspondentes na língua de sinais, mas também, conceitos abstratos e complexos, por meio da sua decomposição em conceitos elementares e concretos, expressos cada um por um sinal metódico diferente.
    Visões como a de Amman e Heinicke começaram a ser desconstruídas no âmbito da linguística a partir do trabalho pioneiro de William Stokoe (1960), que demonstrou que a língua de sinais americana (American Sign Language – ASL), e, por extensão, as diversas línguas de sinais do mundo são línguas naturais, pois apresentam os mesmos princípios organizacionais que as línguas faladas. Com isso, caem por terra todas as afirmações que embasaram a imposição do método oral puro na educação de surdos, entre elas, a de que as línguas de sinais são incapazes de expressar conceitos abstratos.

(André Nogueira Xavier, Revista Porto das Letras, “Concepções sobre língua de sinais e pensamento dos surdos e suas implicações para o ensino de conceitos abstratos”. Disponível em: https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/ portodasletras/article/view/11437/18307. Adaptado)
Segundo o texto, a escola francesa, iniciada pelo abade L’Epée, diferenciava-se da escola alemã, principalmente, porque defendia
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Q4295155 Libras
Considere o texto a seguir para responder a questão.

Concepções sobre língua de sinais e pensamento dos surdos e suas implicações para o ensino de conceitos abstratos

    Uma constante preocupação entre professores e outros profissionais envolvidos na educação de surdos diz respeito ao ensino de conceitos abstratos, em geral, relacionados às chamadas ciências naturais, tais como a biologia, a física e a química.
    As origens da chamada escola alemã de educação de surdos remontam às ideias do médico suíço Johann Conrad Amman, que viveu entre 1669 e 1724. Amman acreditava na superioridade da fala na expressão tanto de emoções quanto de ideias e conceitos, defendia que somente por meio dela seria possível desenvolver faculdades mentais complexas. Consequentemente, ele sustentava que outras formas de comunicação, entre elas, os sinais, as imagens e os gestos, eram imperfeitas e inferiores. Sendo assim, em sua visão, as pessoas surdas estariam impossibilitadas de desenvolver pensamento abstrato, logo, estariam presas a uma vida de sensações e sentimentos. Como defendia que tal fato não poderia ser “consertado” com a língua de sinais, Amman sustentava que o ensino da fala a crianças surdas deveria ser o objetivo principal de sua educação, pois isso lhes permitiria a comunicação com a maioria ouvinte e, mais do que isso, as elevaria à condição humana.
  Samuel Heinicke, um educador prussiano, é responsável pela institucionalização do discurso e dos métodos oralistas de educação de surdos na Alemanha. Heinicke acreditava que a origem do pensamento está na língua falada. Logo, para ele, o pensamento não pode ocorrer sem fala. Sua visão colocava os surdos na condição de sujeitos que não conseguem pensar abstrata ou conceptualmente, mas tão- -somente em termos concretos. Ademais, ele não acreditava que a escrita seria uma boa substituta para a língua falada, pois defendia que qualquer experiência visual estaria presa ao concreto e que somente a percepção auditiva da voz oferece meios para o desenvolvimento de pensamento abstrato. Decorre aí que, assim como Amman, o referido educador era totalmente contrário ao uso da língua de sinais na educação de surdos.
     Contemporaneamente à escola alemã, a escola francesa, iniciada pelo abade l’Epée, propunha uma visão diferente, já que reconhecia o valor da língua de sinais na educação dos surdos. Por essa razão, o método de l’Epée também é referido como manualismo. l’Epée acreditava que os gestos eram a verdadeira linguagem natural e universal da humanidade. Apesar disso, ele os via como incapazes de, por si só, representar toda a riqueza da língua francesa. Sendo assim, a partir dos “gestos” usados por seus discípulos surdos, criou um sistema de representação manual para essa língua, que designou como “sinais metódicos”. Por meio desses sinais, podiam-se representar não apenas aspectos da língua francesa que não têm correspondentes na língua de sinais, mas também, conceitos abstratos e complexos, por meio da sua decomposição em conceitos elementares e concretos, expressos cada um por um sinal metódico diferente.
    Visões como a de Amman e Heinicke começaram a ser desconstruídas no âmbito da linguística a partir do trabalho pioneiro de William Stokoe (1960), que demonstrou que a língua de sinais americana (American Sign Language – ASL), e, por extensão, as diversas línguas de sinais do mundo são línguas naturais, pois apresentam os mesmos princípios organizacionais que as línguas faladas. Com isso, caem por terra todas as afirmações que embasaram a imposição do método oral puro na educação de surdos, entre elas, a de que as línguas de sinais são incapazes de expressar conceitos abstratos.

(André Nogueira Xavier, Revista Porto das Letras, “Concepções sobre língua de sinais e pensamento dos surdos e suas implicações para o ensino de conceitos abstratos”. Disponível em: https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/ portodasletras/article/view/11437/18307. Adaptado)
De acordo com o artigo, as ideias do médico suíço Johann Conrad Amman e do educador prussiano Samuel Heinicke são
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Q4295154 Libras
Considere o texto a seguir para responder a questão.

Concepções sobre língua de sinais e pensamento dos surdos e suas implicações para o ensino de conceitos abstratos

    Uma constante preocupação entre professores e outros profissionais envolvidos na educação de surdos diz respeito ao ensino de conceitos abstratos, em geral, relacionados às chamadas ciências naturais, tais como a biologia, a física e a química.
    As origens da chamada escola alemã de educação de surdos remontam às ideias do médico suíço Johann Conrad Amman, que viveu entre 1669 e 1724. Amman acreditava na superioridade da fala na expressão tanto de emoções quanto de ideias e conceitos, defendia que somente por meio dela seria possível desenvolver faculdades mentais complexas. Consequentemente, ele sustentava que outras formas de comunicação, entre elas, os sinais, as imagens e os gestos, eram imperfeitas e inferiores. Sendo assim, em sua visão, as pessoas surdas estariam impossibilitadas de desenvolver pensamento abstrato, logo, estariam presas a uma vida de sensações e sentimentos. Como defendia que tal fato não poderia ser “consertado” com a língua de sinais, Amman sustentava que o ensino da fala a crianças surdas deveria ser o objetivo principal de sua educação, pois isso lhes permitiria a comunicação com a maioria ouvinte e, mais do que isso, as elevaria à condição humana.
  Samuel Heinicke, um educador prussiano, é responsável pela institucionalização do discurso e dos métodos oralistas de educação de surdos na Alemanha. Heinicke acreditava que a origem do pensamento está na língua falada. Logo, para ele, o pensamento não pode ocorrer sem fala. Sua visão colocava os surdos na condição de sujeitos que não conseguem pensar abstrata ou conceptualmente, mas tão- -somente em termos concretos. Ademais, ele não acreditava que a escrita seria uma boa substituta para a língua falada, pois defendia que qualquer experiência visual estaria presa ao concreto e que somente a percepção auditiva da voz oferece meios para o desenvolvimento de pensamento abstrato. Decorre aí que, assim como Amman, o referido educador era totalmente contrário ao uso da língua de sinais na educação de surdos.
     Contemporaneamente à escola alemã, a escola francesa, iniciada pelo abade l’Epée, propunha uma visão diferente, já que reconhecia o valor da língua de sinais na educação dos surdos. Por essa razão, o método de l’Epée também é referido como manualismo. l’Epée acreditava que os gestos eram a verdadeira linguagem natural e universal da humanidade. Apesar disso, ele os via como incapazes de, por si só, representar toda a riqueza da língua francesa. Sendo assim, a partir dos “gestos” usados por seus discípulos surdos, criou um sistema de representação manual para essa língua, que designou como “sinais metódicos”. Por meio desses sinais, podiam-se representar não apenas aspectos da língua francesa que não têm correspondentes na língua de sinais, mas também, conceitos abstratos e complexos, por meio da sua decomposição em conceitos elementares e concretos, expressos cada um por um sinal metódico diferente.
    Visões como a de Amman e Heinicke começaram a ser desconstruídas no âmbito da linguística a partir do trabalho pioneiro de William Stokoe (1960), que demonstrou que a língua de sinais americana (American Sign Language – ASL), e, por extensão, as diversas línguas de sinais do mundo são línguas naturais, pois apresentam os mesmos princípios organizacionais que as línguas faladas. Com isso, caem por terra todas as afirmações que embasaram a imposição do método oral puro na educação de surdos, entre elas, a de que as línguas de sinais são incapazes de expressar conceitos abstratos.

(André Nogueira Xavier, Revista Porto das Letras, “Concepções sobre língua de sinais e pensamento dos surdos e suas implicações para o ensino de conceitos abstratos”. Disponível em: https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/ portodasletras/article/view/11437/18307. Adaptado)
Segundo o texto, para o médico suíço Johann Conrad Amman, o objetivo central da educação voltada para surdos deveria envolver o
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Q4289869 Libras
No livro A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: abordagem bilíngue na escolarização de pessoas com surdez (Alvez et al., 2010), os autores apresentam que, conforme Damázio (2007), o AEE envolve três momentos didático-pedagógicos: AEE em Libras, AEE de Libras e AEE de Língua Portuguesa.

Assinale a alternativa que descreve corretamente, conforme o autor, a função do AEE em Libras.
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Q4280086 Libras
A adaptação linguística no ensino de alunos surdos considera a Língua Brasileira de Sinais como primeira língua e a língua portuguesa em sua modalidade escrita como segunda língua. A respeito dessas estratégias, analise as afirmativas a seguir:

I. Na proposta de educação bilíngue, a Libras é a primeira língua do aluno surdo, e o português escrito é ensinado como segunda língua.

II. A adaptação linguística consiste em simplificar o conteúdo, reduzindo as exigências curriculares dirigidas ao aluno surdo.

III. O ensino do português ao aluno surdo deve priorizar a oralização, substituindo o uso da Libras na sala de aula.


Está CORRETO o que se afirma em:
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Q4278894 Libras
Considerando a análise de Santos e Lacerda (2015) sobre a atuação do intérprete educacional em uma sala de aula bilíngue inclusiva, analise as assertivas abaixo:
I. As escolhas didáticas do professor influenciam as possibilidades linguísticas e semióticas mobilizadas pelo intérprete.
II. O acesso prévio ao planejamento e a recursos como imagens e vídeos pode favorecer a preparação e a interpretação.
III. Reconhecer o intérprete como coautor dos discursos em circulação não lhe confere autorização para comentar, explicar ou alterar indevidamente o conteúdo do professor.
IV. A parceria entre professor e intérprete elimina a distinção entre ensinar e interpretar, tornando o intérprete o responsável principal pelo currículo.
Quais estão corretas?
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Q4278298 Libras
Uma escola que atende estudantes com surdez está reorganizando o Atendimento Educacional Especializado e precisa contemplar, em seu planejamento, os três momentos didático-pedagógicos previstos para esse atendimento. Segundo as orientações do documento Atendimento Educacional Especializado: Pessoa com Surdez, assinale a alternativa que caracterize, corretamente, esses três momentos. 
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Q4277867 Libras
Um dos pioneiros da educação de pessoas surdas foi o padre espanhol Pedro Ponce de León. Posteriormente, seus métodos foram sistematizados por Juan Pablo Bonet, que publicou um manual reunindo diferentes estratégias para o ensino de estudantes com deficiência auditiva. Com base nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA.
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Q4259962 Libras

Considerando o contexto histórico da educação de sur dos, especialmente a partir do Congresso em Milão, em 1880, a filosofia educacional começou a mudar na Europa e, consequentemente, em todo o mundo, havendo divergências entre diferentes abordagens educacionais.


Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta.

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Q4259957 Libras

Uma família de uma criança com surdez opta por uma proposta de educação bilíngue no momento de seu ingresso na escolarização.


Considerando os princípios dessa abordagem educacional para estudantes surdos, assinale a alternativa que apresenta corretamente como a organização do ensino deverá ocorrer.

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Q4259949 Libras

Durante o planejamento pedagógico de uma escola, observou-se que um estudante surdo acompanha as atividades da turma com o apoio de colegas em diferentes momentos da rotina escolar.


Considerando os princípios da educação inclusiva e da acessibilidade comunicacional, essa situação evidencia principalmente:


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Q4248011 Libras
As escolas ou classes de educação bilíngue são aquelas em que a Libras e a modalidade escrita da Língua Portuguesa constituem as línguas de instrução em todo o processo educativo. Considerando as orientações didáticas para o ensino da Língua Portuguesa como segunda língua para estudantes surdos, assinale a alternativa CORRETA.
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Q4248010 Libras
A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida legalmente como meio de comunicação e expressão da comunidade surda brasileira. No contexto da educação bilíngue para estudantes surdos, assinale a alternativa CORRETA.
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Q4248006 Libras
A comunicação adequada com estudantes surdos ou com deficiência auditiva constitui uma prática de respeito às diferenças e favorece sua participação nas atividades escolares. Relacione as estratégias de comunicação a seguir com suas respectivas finalidades. Sobre esse assunto, relacione a coluna I à coluna II.

Coluna I

1.Organização do ambiente.
2.Disposição do mobiliário escolar.
3.Recursos pedagógicos.
4.Comunicação do professor.

Coluna II

(__)Utilizar imagens e outros recursos visuais para favorecer a compreensão dos conteúdos.
(__)Evitar falar de costas para a turma ou olhando para o quadro.
(__)Manter o ambiente adequadamente iluminado.
(__)Organizar as carteiras em círculo ou meia-lua para facilitar a visualização dos colegas e a leitura labial.

Correlacione as colunas I e II, e assinale a alternativa CORRETA. 
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Q4247999 Libras

Em uma rede pública de ensino, alunos surdos passaram a ser matriculados em turmas comuns, sob o argumento de fortalecimento da política de inclusão. A escola disponibiliza intérprete de Libras em alguns momentos, mas mantém o português escrito como centro absoluto do currículo, organiza avaliações sem considerar a Libras como língua de constituição do sujeito surdo e entende o Atendimento Educacional Especializado como espaço de “correção” das dificuldades linguísticas desses estudantes.


À luz dos conceitos de governamento, governabilidade e das discussões contemporâneas sobre educação linguística de surdos, é correto afirmar que 

Alternativas
Respostas
1: A
2: D
3: E
4: D
5: B
6: E
7: C
8: B
9: E
10: E
11: C
12: A
13: C
14: D
15: C
16: A
17: A
18: B
19: B
20: C