Questões de Concurso Sobre história
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A Guerra do Paraguai foi um conflito que aconteceu de dezembro de 1864 a março de 1870 e colocou o Paraguai contra Brasil, Argentina e Uruguai. A guerra foi resultado do choque de interesses políticos e econômicos que as nações platinas possuíam durante a década de 1860. Ao longo dos anos de conflito, o grande prejudicado foi o Paraguai, que teve sua economia arrasada. Estima-se que o total de mortos de acordo com as diferentes estatísticas seja de 130 mil a 300 mil mortos.
Esse período da guerra do Paraguai foi no governo de;
I- A política trabalhista dominava a atenção de Getúlio Vargas já durante o Governo Provisório (1930- 1934). De um lado, criou as leis de proteção ao trabalhador (jornada de trabalho de oito horas, regulação do trabalho da mulher e dos adolescentes, lei de férias, instituição da carteira de trabalho). De outro, reprimiu qualquer esforço de organização dos trabalhadores fora do controle do Estado (suprimiu o sindicalismo autônomo).
II- Após o insucesso da Revolta Comunista de 1935, houve um recrudescimento do autoritarismo político do governo (por exemplo, estabeleceu-se o estado de guerra sem que houvesse guerra formal declarada). Em 1937, o governo divulgou a existência de um falso plano comunista para assumir o poder no Brasil, o Plano Cohen, redigido por um oficial integralista do exército, Luís Carlos Prestes. Os integralistas tinham certeza de que comporiam um governo autoritário liderado por Getúlio. O plano serviu de pretexto para o golpe em 10 de novembro de 1937.
III- O discurso nacionalista de Vargas acompanhava uma busca pela consciência nacional, na qual as identidades regionais fossem parte de um conjunto mais amplo: a nacionalidade brasileira. Nesse aspecto, sobreleva a importância do Ministério da Educação e Saúde, que sob a direção de Gustavo Capanema, criou o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN) para proteger o conjunto de bens móveis e imóveis cuja conservação interessava a formação de uma identidade nacional.
IV- A implementação de órgãos de repressão e censura, como Destacamento de Operações de Informação - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI), durante o Estado Novo, buscava consolidar a ditadura varguista e promover eventos culturais que valorizassem figura de Vargas como legítimo representante dos interesses nacionais.
O início da República no Brasil foi descrito, desde sua fundação, como uma “proclamação”. No entanto, cada vez mais, os historiadores preferem o termo “golpe de Estado”, pois:
I - A revolução pernambucana foi um movimento de caráter separatista e republicano que ocorreu no período colonial.
II – A revolução de 1817 superou a fase conspiratória, tendo os revolucionários tomando o poder da capitania e instalado um governo provisório.
III – D. João VI reprimiu violentamente a revolução e puniu os revolucionários.
IV – A revolta teve como uma das causas a transferência da corte portuguesa em 1808 para o Brasil, que gerou o aumento dos impostos, dentre outras insatisfações.
V – A revolução pernambucana contou com a participação de padres, a exemplo do Frei Caneca, motivo pelo qual ficou conhecida como a Revolução dos Padres.
Estão corretas as assertivas:
I. Durante a Primeira República, a sucessão presidencial transformou-se em um ritual de passagem de poder que contemplava um ajuste entre Minas Gerais e São Paulo, recomposto a cada quatro anos. Ocorre que Arthur Bernardes, representante dos interesses paulistas, desafiou esse arranjo não escrito, pondo fim à alternância de interesses mineiros e paulistas na condução da política nacional. Assim, nas eleições de 1930, sob a sua presidência, Artur Bernardes indicou outro candidato paulista e de seu partido para concorrer às eleições: Júlio Prestes, do Partido Republicano Paulista. Esse era o contexto político precedente à Revolução de 1930.
II. Nas eleições de 1930, aproveitando-se do desentendimento do Partido Republicano Mineiro (PRM) e do Partido Republicano Paulista (PRP), surgiu a Aliança Liberal (AL), uma frente de oposição que reunia pernambucanos, mineiros e gaúchos. Nos dois estados que aceitaram formar com Minas Gerais a candidatura de oposição (Rio Grande do Sul e Pernambuco), as elites estavam longe de identificar o país somente com os interesses dos cafeicultores.
III. A candidatura de Getúlio Vargas pela Aliança Liberal durante a eleição de 1930 foi apoiada por Luís Carlos Prestes, principal líder tenentista. Em seu exílio, Luís Carlos Prestes apoiou o programa da Aliança Liberal, fortalecendo a luta contra o regime oligárquico da “Política do Café com Leite”.
IV. A Revolução de 1930 não pode ser considerada um rompimento decisivo na história do país, pois não houve nenhuma mudança no sistema representativo brasileiro. Continuamos verificando após a Revolução de 1930 a defesa de interesses políticos e econômicos de uma única categoria social como ocorria anteriormente: a defesa dos interesses da aristocracia rural escravocrata, durante o Império, e a defesa dos interesses da oligarquia cafeeira, nos primeiros anos da República.
I - A “Política dos Governadores” ou “Política dos Estados” foi um mecanismo de articulação do poder central com as oligarquias estaduais implementado por Campos Sales. Trata-se de um acordo entre o Chefe do Executivo Federal e os Governadores Estaduais. Os Governadores elegeriam uma bancada de deputados e senadores que apoiaria o Presidente da República em troca da autonomia dos Estados.
II - A Constituição Republicana de 1891 estabeleceu o voto censitário. Assim, as pessoas de baixa renda não poderiam exercer o direito de votar. Por esse motivo, o Congresso Nacional era composto majoritariamente por membros da elite.
III - O fato do voto ser secreto durante a Primeira República não impedia a ocorrência de fraudes e manipulações no sistema político. A manipulação e votos e a fraude eleitoral geralmente ficavam a cargo dos coronéis.
IV - A despeito do pacto de alternância do poder entre líderes representantes dos interesses mineiros e paulistas durante a Primeira República, a sucessão presidencial incluía instabilidades políticas. Com o tempo, as divergências políticas entre as demais elites regionais desencadearam o desacerto final daquele pacto, tendo com ápice a revolução de 1930.
I – Nos anos de 1920, um grupo de militares liderado por capitães e tenentes do Exército recorreu às armas para expressar seu descontentamento com o tratamento que as oligarquias davam às Forças Armadas e, ao fazê-lo, expressou também a insatisfação de parcelas da população com a situação política do país. Esse movimento chamado de Coluna Prestes tinha objetivos amplos: defender os interesses nacionais e moralizar a política do país combatendo a corrupção eleitoral.
II – Em 1932, o estado do Rio de Janeiro foi tomado por uma febre de alistamento: em questão de dias, dezenas de milhares de voluntários atenderam ao apelo do exército constitucionalista. Esse movimento ficou conhecido como Revolução Constitucionalista Carioca.
III – O aliancismo foi um movimento político brasileiro anticomunista, que defendia o nacionalismo extremado e o predomínio dos interesses do Estado sobre os do indivíduo.
I – Dom Pedro I elevou o Brasil à categoria de Reino Unido a Portugal e Algarve, em 1815, e justificou, assim, sua permanência no Rio de Janeiro, onde seu governo tinha fincado raízes e obtido vantagens para si e seus protegidos.
II – Com a independência do Brasil, o governo empenhou-se em modernizar a cidade do Rio de Janeiro, realizando obras que até então eram tidas como irrelevantes por Dom João VI. Além disso, instalaram-se importantes órgãos, como o Banco do Brasil e a Casa da Moeda.
III - Em 1822, Dom João VI foi agraciado com o título de Defensor Perpétuo do Brasil, inclinando-se cada vez mais para a ruptura.