Questões de Concurso Sobre história

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Q3328541 História

Leia atentamente a imagem e o texto abaixo e assinale a alternativa correta.



Imagem associada para resolução da questão


(Jean-Baptiste Debret. Sagração e coroação de d. Pedro I, 1828. Óleo sobre tela. Coleção do Palácio Itamaraty, Brasília.) 



“Para o quadro da Sagração e coroação de d. Pedro I, Debret apresenta o monarca sentado no trono, dispondo de todas as suas insígnias, igualmente criadas pelo pintor. A cena se desenrola no interior da Capela Imperial no Rio de Janeiro, com a presença de toda a corte, inclusive da imperatriz Leopoldina e da princesa d. Maria da Glória, que assistem à cerimônia do alto do balcão. Vê-se ainda, com destaque, a figuração do alto clero, que realiza o ritual litúrgico para a sagração do monarca, reafirmando a religião católica como oficial no jovem Império. Apenas um grupo seleto presencia a cerimônia, enquanto os populares ficam do lado de fora, espreitam pela porta, à distância, a coroação do monarca vestido com seu manto tropicalizado cuja camurça era feita de penas de galo-da-serra”.


(SCHWARCZ, Lilia; STUMPF, Lúcia Klück; LIMA JUNIOR, Carlos. O sequestro da independência. São Paulo: Companhia das Letras, 2022, p. 40.)



O quadro de Debret e o texto acadêmico apresentado informam, sobre o processo de construção da independência do Brasil, que

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Q3328540 História

“Nos séculos XI e XII, a historiografia aponta que os elementos característicos do ideal de vida religiosa teriam ganhado outros redimensionamentos. Dentre eles, destacamos as chamadas vita apostolica e vita vere apostolica, que tomavam por modelo Cristo e a chamada ‘Igreja primitiva’”.



(OLIVEIRA, Jonathas R. dos Santos C. de. A construção da figura feminina na Vita Sancti Theotonii. In: SILVA, Andréia C. L. Frazão da. Construções de gênero, santidade e memória no Ocidente Medieval. Rio de Janeiro: Programa de Estudos Medievais, 2018, p. 281.)



Sobre os redimensionamentos no ideal de vida religiosa no período citados pelo autor, assinale a alternativa correta:

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Q3328539 História

Leia o trecho destacado do romance O coração das trevas, publicado por Joseph Conrad em 1902, e assinale a alternativa correta.



“Ora, quando eu era menino, era apaixonado por mapas. Passava horas olhando a América do Sul, a África ou a Austrália, e me abandonava a todas as glórias da exploração. Naquele tempo, havia muitos espaços vazios na Terra e, quando via um que me parecesse especialmente convidativo num mapa (mas quase todos parecem assim), colocava o dedo em cima e dizia: ‘quando crescer, vou até lá’ [...]. Mas havia um – o maior, o mais vazio, por assim dizer – pelo qual eu tinha um anseio muito forte. A verdade é que naquela época já não era mais um espaço vazio. Havia-se enchido, desde a minha meninice, de rios, de lagos, de nomes. Havia deixado de ser um espaço vazio com um mistério encantador [...]. Tinha virado um lugar de trevas. Mas havia nele um rio, em especial, um rio extremamente grande, que se podia ver no mapa como uma imensa serpente desenrolada com a cabeça no mar [...]. E, enquanto eu olhava para o mapa do lugar numa vitrine de loja, ele me hipnotizou como uma serpente faz com um pássaro”.



(CONRAD, Joseph. O coração das trevas. Tradução de Celso Paciornik. São Paulo: Iluminuras, 2002, p. 17).



O relato do personagem de Conrad revela

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Q3328538 História
São fatores importantes para a compreensão do processo de abertura política e da redemocratização no Brasil no período final da ditadura militar, exceto:
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Q3328537 História

Os trechos abaixo fazem parte da obra Os Bruzundangas, de Lima Barreto.



“A Bruzundanga é um poderoso e rico país que, como todos sabem, fica nas zonas temperada e subtropical (...).


O país, no dizer de todos, é rico, tem todos os minerais, todos os vegetais úteis, todas as condições de riqueza, mas vive na miséria. (...) As cidades vivem cheias de carruagem; as mulheres se arreiam de joias e vestidos caros; os cavalheiros chiques se mostram, nas ruas, com bengalas e trajes apurados; os banquetes e as recepções se sucedem.


[...] a população rural, que é a base de todas as nações, oprimida por chefões políticos, inúteis, incapazes de dirigir a coisa mais fácil dessa vida. Vive sugada, esfomeada, maltrapilha, macilenta, amarela, para que, na sua capital, algumas centenas de parvos, com títulos altissonantes disso ou daquilo, gozem vencimentos, subsídios duplicados e triplicados


(...) empregando um grande palavreado de quem vai fazer milagres”.



(BARRETO, Lima. Os Bruzundangas: incluindo outras histórias dos bruzundangas. São Paulo: Ática, 2012).



Em Os Bruzundangas, Lima Barreto:



I. Faz uma apologia da modernização da cidade do Rio de Janeiro ocorrida no início do século XX, período conhecido como Belle Époque.


II. Utiliza a metáfora como uma figura de linguagem para falar do Brasil do seu tempo, suas características e suas contradições.


III. Cria um jogo de palavras em oposição para caracterizar o descompasso entre a riqueza dos recursos minerais e naturais do país e a pobreza de sua população.


IV. Faz referência ao voto de cabresto enquanto instrumento de opressão da população rural no Brasil da Primeira República.



As afirmativas que estão corretas são:

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Q3328536 História

“Contraditória, oscilante, hipócrita: são esses os adjetivos empregados, de forma unânime, para qualificar a legislação e a política da Coroa portuguesa em relação aos povos indígenas do Brasil colonial. Desde o trabalho pioneiro de João Franscisco Lisboa (1852), as análises da situação legal dos índios durante os três séculos de colonização reafirmaram o caráter ineficaz ou francamente negativo das leis.”


(PERRONE-MOISÉS, Beatriz. Índios livres e índios escravos: os princípios da legislação indigenista no período colonial (séculos XVI a XVIII). In: CUNHA, Manuela Carneiro da (Org.). História dos Índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras: Secretaria Municipal de Cultura: FAPESP, 1992, p. 115.)



O trecho acima faz parte de um texto em que a pesquisadora Beatriz Perrone-Moisés apresenta uma reflexão sobre a legislação elaborada pela Coroa portuguesa para lidar com os povos indígenas do Brasil colonial, dando especial atenção aos modos como a historiografia descreveu essas leis ao longo do tempo. No que tange a essa temática, assinale a opção correta: 

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Q3328535 História

“[...] a propaganda é um instrumento do totalitarismo, possivelmente o mais importante, para enfrentar o mundo não totalitário; o terror, ao contrário é a própria essência da sua forma de governo.”


(ARENDT, Hannah. Origens do Totalitarismo: antissemitismo, imperialismo, totalitarismo. 12. Reimpr. Tradução de Roberto Raposo. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 476- 477.)



No trecho acima, a filósofa Hannah Arendt apresenta uma breve reflexão sobre a importância da propaganda e do terror para os movimentos totalitários. Com base na análise do totalitarismo feita por Hannah Arendt na obra Origens do Totalitarismo, assinale a opção correta:

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Q3328534 História
Com base na análise sobre as estratégias de resistência adotadas pelos negros de origem africana escravizados no Brasil entre os séculos XVI e XIX que foi feita por Wlamyra R. Albuquerque e Walter Fraga Filho no livro Uma História do Negro no Brasil, é correto afirmar que:
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Q3328533 História

“As navegações europeias no Atlântico durante o século XV iniciaram um novo e inaudito capítulo na história da humanidade. Além de os marinheiros europeus fornecerem rotas oceânicas diretas para áreas que estavam em contato com a Europa, através de caminhos por terra muito mais custosos e de difícil acesso (como a África ocidental e a Ásia oriental), os navios alcançaram locais que não haviam anteriormente mantido contato recíproco com o mundo externo. Esse fato é óbvio no caso dos continentes americanos, e os historiadores focaram diretamente sua atenção para esse imenso mundo novo em suas discussões sobre o período. Porém, não foram só os americanos que fizeram contatos externos, pois quase toda a região centro-oeste da África, no sul da atual República dos Camarões, também não tinha comunicação com o mundo externo, apesar de fazer parte geograficamente do território cujas regiões orientais e ocidentais tinham conexões de longa data com o Mediterrâneo e o oceano Índico. Nesse sentido, além de facilitar e intensificar as relações entre diversas regiões do Velho Mundo (que neste caso também incluía a África ocidental), a navegação europeia iniciou conexões entre o Velho Mundo e os dois novos mundos – as duas seções do continente americano e a região centro-oeste da África.”


(THORNTON, John Kelly. A África e os Africanos na Formação do Mundo Atlântico, 1400- 1800. Tradução de Marisa Rocha Mota. Revisão técnica de Márcio Scalercio. Coordenação editorial de Mary Del Priore. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004, p. 53-54.)



O texto acima se refere à expansão marítima europeia iniciada no século XV, um processo que gerou inúmeros efeitos não apenas no continente europeu, mas também em diversas outras partes do mundo, como na América e na África. No que diz respeito a esse tema, assinale a alternativa correta: 

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Q3328532 História

“Duas grandes temáticas são abordadas ao longo da carta. A primeira delas adverte severamente os ricos contra a exploração acometida aos pobres. A segunda exalta a importância de uma vida cristã acompanhada por boas obras. Nesse aspecto, a carta de Tiago suscitou constantes discussões entre os estudiosos neotestamentários a respeito de uma suposta contradição com o conteúdo das chamadas Epístolas Paulinas [as cartas de Paulo], que considera a fé em Cristo o elemento essencial para a salvação. [...] Na sua tradução da Bíblia para o alemão, Lutero organizou os livros neotestamentários de acordo com um critério bem particular. E esta nova organização do Novo Testamento, apesar de abranger os mesmos 27 livros, representou uma transformação sensível na maneira como esses livros foram interpretados nos anos seguintes à Reforma. O critério estabelecido por Lutero foi ordenar os livros de acordo com a profundidade da reflexão que faziam sobre Cristo. Assim, os Evangelhos vinham à frente, pois falavam de Cristo, na visão do reformador, melhor do que ninguém. Em contraste, as epístolas aos Hebreus, Tiago, Judas e a Revelação (Apocalipse) de João dedicavam poucos versículos para uma reflexão ‘cristológica’. Esses escritos foram assim deslocados para o final do Novo Testamento, demonstrando claramente uma hierarquia dos outros escritos frente a esse grupo marginal. [...] No que diz respeito à carta de Tiago, Martinho Lutero a classificou como uma ‘epístola de palha’, rebaixando-a no interior do corpo do Novo Testamento, uma vez que, de acordo Lutero, a referida carta seria desprovida de ‘característica evangélica’.”


(OLIVEIRA, Gabriel Braz de. Uma alternativa de leitura sobre a pobreza medieval no Novo Testamento: a trajetória canônica da epístola de Tiago. SILVA, Andréia Cristina Lopes Frazão da (Dir.). Construções de Gênero, Santidade e Memória no Ocidente Medieval. Rio de Janeiro: Programa de Estudos Medievais, 2018, p. 220-221, 233, 239, adaptado.)



O texto acima aborda algumas características da Carta de Tiago, texto bíblico presente no Novo Testamento, apontando para a existência de diferentes interpretações a respeito da referida carta, a exemplo da leitura e tradução que Martinho Lutero fez dela no contexto da Reforma Protestante. Diante disso, e tendo em vista a trajetória e as ideias de Lutero que orientaram a sua leitura, tradução e interpretação da Bíblia, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3328531 História

“O exército romano foi se construindo e consolidando no decorrer das guerras ocorridas entre os séculos VI e III a.C. O exército sempre foi uma instituição essencial para os romanos. Durante os primeiros cinco séculos, desde a fundação de Roma até as reformas do general Mário, em 111 a.C., o exército romano era composto por todos os cidadãos e, por isso, era chamado de “exército de camponeses”. [...] O exército dividia-se em legiões, unidades que agrupavam aproximadamente 3 mil infantes, 1.200 homens de assalto e 300 cavaleiros, comandadas no mais alto nível pelos cônsules e pelos pretores, chamados de generais, em latim imperatores, “aqueles que mandam”. Os generais vencedores eram socialmente muito respeitados e tinham direito a honras importantes, tais como desfilar em triunfo com suas tropas pela cidade de Roma. [...] Durante os dois primeiros séculos do Império Romano (I e II d.C.), legiões inteiras eram compostas de soldados de origem não romana, tais como os batavos, uma tribo de germanos, originários da região da atual Alemanha. [...] Ao longo dos anos, tais soldados passaram a ser mais leais aos generais que lhes pagavam o salário do que ao Estado romano. [...] O resultado não se fez esperar, e os generais começaram a lutar entre si pelo poder, levando os romanos a inúmeras guerras civis. Depois de meio século de lutas internas, Caio Júlio César, um general aristocrata [...] tomou Roma, em 49 a.C., e tornou-se ditador em seguida.” 


(FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma. 6. ed. 1. reimpr. São Paulo: Contexto, 2019, p. 96, 98-99, adaptado.)



Com base na leitura do texto acima e em seus conhecimentos a respeito da atuação do exército romano na História da Roma Antiga e do Império Romano, analise as afirmativas abaixo:



I. A expansão territorial de Roma por meio de guerras foi possível graças a uma série de estratégias adotadas pelo exército romano, como a organização de acampamentos que contavam com enfermarias, latrinas, saunas, cozinhas e fábricas de armamentos.


II. O pagamento de salários regulares aos soldados que eram recrutados já era uma prática comum em Roma antes mesmo da profissionalização do exército romano.


III. A dificuldade de deslocamento pelo vasto território do Império Romano se dava em função da precariedade e da insuficiência da rede estradas na época, o que forçava o exército romano a incorporar soldados de origem não romana, nascidos em diversas partes do Império.


IV. Além do acesso a recursos naturais, a expansão territorial de Roma por meio de guerras empreendidas pelo exército romano também proporcionava grandes lucros a partir da captura e venda dos inimigos derrotados, que eram escravizados.



Estão corretas apenas as afirmativas:  

Alternativas
Q3328530 História

Democracia – algo tão valioso para nós – é um conceito surgido na Grécia antiga. Por cerca de um século, a partir de meados do século V a.C., Atenas viveu esta experiência única em sua época. Democracia, em grego, quer dizer “poder do povo”, à diferença de “poder de um”, a monarquia, ou o “poder de poucos”, a oligarquia ou aristocracia.”


(FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma. 6. ed. 1. reimpr. São Paulo: Contexto, 2019, p. 38.)



O texto acima se refere à chamada “democracia ateniense”, sistema político que se desenvolveu na cidade de Atenas a partir de meados do século V a.C. Assinale a alternativa que descreve corretamente esse sistema.

Alternativas
Q3328439 História
Sobre as relações entre o tempo‑calendário e o tempo histórico, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3328438 História
Com relação às práticas de cidadania e de participação política nos primeiros anos do regime republicano no Brasil, analise as afirmativas a seguir.

I. A Revolta da Armada, em 1893, e o atentado contra Prudente de Morais, em 1897, são exemplos que contradizem a percepção de inatividade e de apatia política dos brasileiros.
II. Embora cerca de 80% da população não participasse do processo eleitoral, a maioria se autoexcluía, pois apenas menores de 21 anos de idade, mulheres e analfabetos não tinham direito ao voto.
III. As concepções de cidadania no período não foram homogêneas, pois resultaram da absorção parcial de ideias importadas do liberalismo, positivismo, socialismo e anarquismo europeus.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q3328435 História
Em 1980, a então Secretaria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Sphan) e a Fundação Nacional Pró‑Memória divulgaram um documento com o objetivo de fornecer uma visão panorâmica da questão do patrimônio cultural no país e traçar as diretrizes dos trabalhos que ainda precisavam ser desenvolvidos.

Não eram atividades previstas para serem realizadas naquele momento:
Alternativas
Q3328433 História
“[...] no desenvolvimento da memória coletiva, não há linhas de separação claramente traçadas, como na história, mas somente limites irregulares e incertos. O presente (compreendido como certa duração, aquela que concerne à sociedade de hoje) não se opõe ao passado como se distinguem dois períodos históricos vizinhos. Pois o passado não existe mais, ao passo que, para o historiador, os dois períodos têm, igualmente, realidades”.

HALBWACHS, M. La mémoire collective, p. 134. In: REVEL, Jacques. Proposições: ensaios de história e historiografia. Rio de Janeiro: Eduerj, 2009. p. 63.

Sobre a leitura que Maurice Halbwachs empreende das relações entre história e memória, é correto afirmar: 
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Q3328432 História
“Ao ‘nós’ do autor corresponde aquele dos verdadeiros leitores. O público não é o verdadeiro destinatário do livro de história, mesmo que seja o seu suporte financeiro e moral. Uma obra é menos cotada por seus compradores do que por seus ‘pares’ e seus ‘colegas’, que a aprecia segundo critérios científicos diferentes daqueles do público e decisivos para o autor, desde que ele pretenda fazer uma obra historiográfica. Existem as leis do meio.”

CERTEAU, Michel de. A escrita da história. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2007. p. 72.

Em relação às condições de produção da escrita da história referidas pelo autor, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3328431 História
Por meio da descrição de uma aldeia no sudoeste da França no início do século XIV, o historiador francês Le Roy Ladurie encontrou, em Montaillou, vestígios sobre os relacionamentos sociais, as concepções locais de tempo, espaço e religião, sobre a economia pastoril e a vida material de seus moradores. Publicada em 1975, sua obra “Montaillou, povoado occitânico de 1294 a 1324”, transformou essa aldeia em um documento histórico.

De acordo com o exposto, assinale a alternativa que não se relaciona com a emergência desse tipo de trabalho na historiografia.
Alternativas
Q3328430 História
A verdade que o conhecimento histórico é capaz de produzir já foi objeto de reflexão de inúmeros historiadores e filósofos.
A esse respeito, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, fazendo a relação da tese sobre a verdade histórica com seu respectivo autor, conforme descrito por José Carlos Reis na obra “História & Teoria”.

COLUNA I
1. Marx
2. Weber
3. Ricoeur
4. Koselleck

COLUNA II
(    ) Para obter a verdade, o sujeito se divide em esferas autônomas – a científica e a político‑moral.
(    ) A verdade histórica é uma representação construída em cada presente da relação passado / futuro.
(    ) Para obter a verdade, o sujeito é ético e comunicativo e toma consciência de si enquanto universal humano.
(    ) Para obter a verdade, o sujeito reintegra as esferas cognitiva e moral, dominadas pelo interesse social.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3327452 História
Em 1930, Getúlio Vargas deu um golpe de Estado e assumiu a presidência da República. Uma de suas principais medidas foi destituir os governadores dos estados e em seu lugar indicar pessoas de sua confiança: eram os Interventores Federais. No Pará, Vargas indicou como Interventor Federal: 
Alternativas
Respostas
5461: C
5462: B
5463: D
5464: A
5465: E
5466: B
5467: C
5468: B
5469: C
5470: E
5471: D
5472: A
5473: A
5474: C
5475: D
5476: C
5477: B
5478: C
5479: D
5480: A