Questões de Concurso Sobre história

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Q3412061 História
“Hoje estamos nessa situação terrível em que a sorte da França deixou de depender dos franceses. Depois que as armas que não empunhamos com a necessária firmeza caíram de nossas mãos, o futuro de nosso país e de nossa civilização constitui exatamente o que está em jogo nesta luta, na qual não somos, na maioria, mais do que espectadores um pouco humilhados.”
BLOCH, Marc. A Estranha Derrota. Zahar Editora. Rio de Janeiro. 2011. p. 156.

A França sob o domínio nazista, 14/junho/1940.

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Fonte: https://ensinarhistoria.com.br/linha-do-tempo. Acesso em: 31 jan. 2024.

        Após a ocupação nazista sobre a França, quando os franceses capitularam frente aos alemães, foi assinado um cessar-fogo em 22 de junho de 1940.

Deve-se destacar, para uma melhor interpretação sobre esse período marcado pela ocupação alemã no território francês, o fato de:
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Q3412060 História
“A Guerra Civil Espanhola tem sido considerada a última guerra romântica e a última grande causa da humanidade. E não é só pela participação apaixonada do povo espanhol, mas também porque homens de, pelo menos, 53 nações abandonaram espontaneamente suas casas para lutar ao lado dos republicanos, formando as Brigadas Internacionais. (...)

Nos primeiros dias, todos achavam que a guerra duraria pouco tempo – até o final de agosto ou no máximo até setembro de 1936. A dimensão das forças em confronto e a interferência estrangeira, contudo, provocaram o prolongamento da luta, obrigando a população civil a conviver com a realidade dos bombardeios e das batalhas.”
MEIHY, José Carlos Sebe; FILHO, Cláudio Bertolli. A Guerra Civil Espanhola. Ática. SP. 1996, p. 27 e 51.

         Considerando-se os conhecimentos que se têm acerca da Guerra Civil Espanhola, pode-se expor que:
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Q3412059 História
A humanidade já vivenciou ao longo do tempo, pelo menos, três grandes pandemias que marcaram profundamente a história, e deixaram um enorme rastro de mortes: a Peste Negra, a Gripe Espanhola e, mais recentemente, a Pandemia provocada pelo Coronavírus, declarada pela OMS (Organização Mundial da Saúde), no ano de 2020.

Policiais londrinos protegendo-se da Gripe Espanhola. 

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Fonte: https://osdivergentes.com.br/orlando-brito/tres-pandemias

        A Gripe Espanhola foi responsável pela morte de mais de 50 milhões de pessoas em vários países europeus e não europeus. No Brasil, essa pandemia vitimou mais de 35 mil pessoas.

Sobre o contexto histórico que assinalou tal pandemia, pode-se inferir que ela ocorreu como:
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Q3412058 História
“A corrida do ouro desencadeou efeitos perversos. Primeiro, a transferência de escravos negros das lavouras de açúcar e tabaco para a mineração provocou o temor da ‘ruína total’ da economia colonial. Lavouras perdidas e engenhos de fogo morto foram o saldo deste êxodo em muitas regiões. A seguir, temeu-se que nações estrangeiras viessem lutar por seu quinhão de ouro. E Portugal, conseguiria resistir a tais assaltos? E, por fim, como lidar com a reunião de facínoras, gente rebelde que poderia reunir-se aos estrangeiros?”
PRIORE, Mary Del. Histórias da Gente Brasileira. Volume 1. Colônia. Leya, Editora Casa dos Mundos. 2019. p. 108.

O fragmento de texto relata um pouco acerca dos primeiros momentos vividos na região mineradora, ainda no final do século XVII e início do XVIII. A autora também questiona sobre os desafios a serem enfrentados pela Coroa portuguesa, haja vista a necessidade de evitar a evasão das riquezas minerais.

A partir dessas considerações, pode-seassinalar, respectivamente, como outra característica dessa época na região aurífera, assim como medidas tomadas pelo governo português o/a: 
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Q3412057 História
A primeira fase do longo processo revolucionário francês (1789 – 1792) foi marcada pelo agravamento da crise econômica e pela insegurança diante das derrotas militares, além da oposição entre a Assembleia e o Rei, quando foram vetadas as medidas de emergência no dia 10 de agosto de 1792, após uma insurreição popular. Como resultado desse enfrentamento, o rei Luís XVI foi preso e a Assembleia dissolvida.

       Concluída a primeira fase, a Revolução ingressou em sua fase mais radical, também conhecida como Era das Antecipações (1792-1794).

        Como características e práticas dessa fase revolucionária que se iniciava, pode-se destacar o/a:
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Q3412056 História
A reação da Coroa portuguesa contra os poderes locais, que se encontravam nas mãos das aristocracias rurais e escravistas, ocorreu a partir de meados do século XVII, com o aumento do controle metropolitano sobre a Colônia, como se pode aferir a partir da fala de D. João IV, então rei de Portugal:

“(...) pelo estado em que se acham as coisas da Índia, do Brasil, de Angola e demais conquistas do reino, e pelo muito que importa conservar e dilatar o que neles possuo e recuperar o que se perdeu, antes que os danos que ali têm padecido esta coroa passem adiante (...)”.

            Ficava claro, a partir de então, que, com o fim do domínio espanhol sobre o imenso império colonial português, ou seja, com o fim da União Ibérica, ocorrido em 1640, a América portuguesa tornava-se a mais importante colônia do vasto império colonial português.

        Visando assegurar o controle sobre sua colônia americana, a Coroa portuguesa adotou várias medidas políticas, econômicas e administrativas, destacando-se a:
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Q3412055 História
“Tanto na plantation como na agricultura voltada para o abastecimento, ou mesmo nas cidades, a reposição física da escravaria – e, portanto, da própria relação social básica – se efetuava por meio do tráfico atlântico, terceiro traço distintivo de uma economia colonial típica.”
FRAGOSO, João; FLORENTINO, Manolo; FARIA, Scheila de Castro. A economia colonial brasileira (séculos XVI-XIX). Atual Editora, 1998. p. 96.

        O fragmento de texto acima apresenta uma importante característica do sistema escravista colonial americano, ao abordar a reposição de braços cativos, que tanto enriqueceu o tráfico atlântico, e marcou séculos da exploração europeia sobre o continente.

Pode-se considerar como outra característica desse sistema:
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Q3412054 História
“Não se pode negar que a maior vítima da escravidão foi o próprio escravo, mas é inaceitável que ele continue sendo visto apenas como vítima, seja em textos escolares, seja em filmes ou programas de televisão, todos insistindo em negar-lhe um papel ativo na construção de sua própria história. Demonstraremos, então, como os escravos, os senhores brancos, os alforriados e os demais homens livres construíram uma sociedade escravista, com toda a sua complexidade.”
LIBBY, Douglas Cole; PAIVA Eduardo França. A escravidão no Brasil. Relações sociais, acordos e conflitos. Editora Moderna, 2ª edição, São Paulo, 2005. p. 9.

        O fragmento de texto retrata a complexidade que o sistema escravista colonial assumiu na América portuguesa, estendendose desde o século XVI até as últimas décadas do XIX.

Destaca-se como uma das características desse modelo de escravismo o fato de:
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Q3412053 História
Acerca do empreendimento colonial português na América, Gilberto Freire apresentou essa consideração:

“Para os portugueses o ideal teria sido não uma colônia de plantação, mas outra Índia (...). As circunstâncias americanas é que fizeram do povo colonizador de tendências menos rurais ou, pelo menos, com o sentido agrário mais pervertido pelo mercantilismo, o mais rural de todos: do povo que a Índia transformara no mais parasitário, o mais criador. Entre aquelas circunstâncias avultam imperiosas: as qualidades e as condições físicas da terra; as condições morais e materiais da vida e cultura de seus habitantes.”
FREIRE, Gilberto. Casa Grande e Senzala. SP, Global, 2006. p. 43.

         Tendo como referência esse fragmento presente no clássico “Casa Grande e Senzala”, pode-se considerar como um aspecto da conjuntura que assinalou o início da colonização lusa na América o fato:
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Q3412052 História

Leia o fragmento de texto.



“Maquiavel é um homem todo da sua época; e a sua ciência política representa a filosofia do tempo, que tende para a organização das monarquias nacionais absolutas, a forma política que permite e facilita um ulterior desenvolvimento das forças produtivas burguesas. Em Maquiavel pode descobrir-se in nuce (de forma concisa) a separação dos poderes e o parlamentarismo (o regime representativo): a sua “ferocia” dirige-se contra os resíduos do mundo feudal, e não contra as classes progressistas. O Príncipe deve pôr termo à anarquia feudal (...).”


GRAMSCI, António S. F. Obras Escolhidas. Editorial Estampa. Lisboa, 1974. p. 273-274.



        António Gramsci, ao buscar aprofundar seus estudos sobre “A Política como Ciência Autônoma”, retorna à Maquiavel quando esse delineou os princípios fundamentais para a constituição dos Estados Modernos. Chama a atenção para uma série de considerações que devem ser feitas acerca do momento em que Maquiavel elaborava seus estudos, que se apresentava “estreitamente ligado às condições e às exigências de seu tempo”, tais como:

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Q3412051 História
“(...) Até meados do século IV a.C. Roma era ainda uma entre as muitas cidades da ‘Itália’, inferior em poder e cultura às cidades etruscas do Norte ou às gregas do Sul da península. (...) A sua política imperialista não correspondeu a nenhum plano preconcebido; teve como únicas determinantes a necessidade e a avidez, renovadas em cada conquista. (...)”.
BLOCH, Léon. Lutas Sociais na Roma Antiga. Publicações Europa-América. 1991. p. 8-9.

        A história da Roma Antiga torna-se fascinante em função, principalmente, da cultura desenvolvida e dos avanços conseguidos por essa civilização. De uma pequena cidadeEstado, tornou-se um dos maiores impérios da antiguidade.
        
              A partir do fragmento de texto, deve-se considerar para uma melhor interpretação acerca da clássica civilização romana:
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Q3411722 História

O Renascimento recebe muita atenção da historiografia e de estudiosos de outras áreas pela sua importância e também pelas leituras consolidadas de suas características e processos, o que vem estimulando uma série de atualizações e novos enfoques. Acerca deste tema, analisar os itens abaixo:



I. O Renascimento foi a retomada absoluta dos elementos estéticos e teóricos antigos, que a historiografia denomina “Neoclassicismo”.


II. A Renascença não promoveu uma ruptura radical com as contribuições da Idade Média, como boa parte da historiografia afirmava e afirma.


III. As mudanças culturais e epistemológicas propostas pelos humanistas fizeram parte de um processo de transformações, só se concretizando tempos depois.


IV. Os renascentistas entendiam que apenas o ser humano emancipado poderia compreender o mundo por intermédio do racionalismo e do método experimental.



Estão CORRETOS:

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Q3411721 História

Considerando-se as comunidades tradicionais africanas, a partir de 4000 A.E.C, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:


As populações que habitavam as proximidades do rio Níger falavam uma língua que era uma das subdivisões da família linguística Níger-congo. Em função do aumento populacional e do desmatamento gerado pelo cultivo de gêneros alimentícios, houve dois grandes processos de migração: um que rumou para o norte da atual República Democrática do Congo e para a África oriental e outro que chegou ao sul da África. Esse processo ficou conhecido como Expansão ______________. 

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Q3411720 História
“A revolução vitoriosa se investe no exercício do Poder Constituinte. Este se manifesta pela eleição popular ou pela revolução. Esta é a forma mais expressiva e mais radical do Poder Constituinte. Assim, a revolução vitoriosa, como o Poder Constituinte, se legitima por si mesma. Ela destitui o governo anterior e tem a capacidade de constituir o novo governo. Nela se contém a força normativa, inerente ao Poder Constituinte”. O texto foi retirado de um dispositivo de 1964, para instituir novo regime. É ele: 
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Q3411719 História

Sobre a abolição da escravidão em diferentes localidades na América, analisar os itens abaixo:



I. Na Bolívia, a Constituição de 1826 sancionava a liberdade dos escravos, embora decidisse que os senhores deveriam ser compensados pelas perdas financeiras que a libertação viesse a gerar.


II. Pelas abolições nas Américas terem acontecido em época de grande proximidade entre os países sul-americanos, com diversos tratados bilaterais versando sobre o assunto, há poucos registros de problemas diplomáticos entre as nações em função do trânsito de pessoas escravizadas.


III. No Brasil, a Lei do Ventre Livre, de 1871, foi pioneira e inspiradora para outros locais na América. Até então, não havia se implementado uma ideia de libertação gradual das pessoas escravizadas.



Está(ão) CORRETO(S): 

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Q3411718 História
Cuxe (ou Kush) foi um relevante reino da Antiguidade, terra das Candaces, de pirâmides, do ouro e do ferro. Este reino se localizava ao sul do Egito, na região da Núbia, onde hoje é o Sudão. Acerca de Cuxe, é CORRETO afirmar que:
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Q3411717 História
Após a abdicação do Imperador D. Pedro I devido à impossibilidade de seu filho, D. Pedro II, assumir, iniciou-se o Período Regencial até que este pudesse assumir o trono. Assinalar a alternativa que NÃO representa uma característica do Período Regencial: 
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Q3411277 História
Na Minas colonial comumente o trabalho escravo é relacionado às atividades mineradoras e agrícolas e concebido sob o controle do senhor feitor, no entanto, sabe-se que os africanos exerciam múltiplos ofícios. Sobre o trabalho negro neste período, marque a alternativa CORRETA
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Q3411271 História

Em 1861, foi inaugurada a primeira estrada pavimentada do Brasil, ligando Juiz de Fora a Petrópolis, para facilitar o escoamento do café e o comércio entre Minas e o Rio de Janeiro. Sobre o desenvolvimento das estradas de Minas, leia o texto que segue: 



A rodovia e a estrada de ferro foram, aos poucos, substituindo as___________ e as mulas. A rodovia União e Industria transformou ___________ em um dos centros econômicos de Minas Gerais. A estrada de ferro Oeste de Minas foi estruturada a partir da iniciativa dos fazendeiros e ___________ da Zona da Mata mineira e Sul de Minas. 



As palavras que completam coerentemente as lacunas são, na ordem: 

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Q3411269 História
Tomé de Souza foi o primeiro governador do Brasil, ele veio para a colônia com seus auxiliares e alguns jesuítas. Fundou a capital do Governo Geral, e esse sistema de governo foi mantido até 1808. Sobre a hierarquia do poder no Governo Geral do Brasil colônia, relacione a primeira coluna com a segunda. 

1- Ouvidor-mor 2- Provedor-mor 3- Capitão-mor 4- Alcaide-mor 


( ) Que cuidava da defesa. ( ) Responsável pelos negócios da fazenda. ( ) Chefe da milícia. ( ) Encarregado da justiça. 


A sequência CORRETA, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Respostas
5061: D
5062: C
5063: D
5064: A
5065: C
5066: D
5067: D
5068: A
5069: C
5070: C
5071: B
5072: D
5073: B
5074: C
5075: A
5076: D
5077: C
5078: D
5079: C
5080: B