Questões de Concurso Comentadas sobre imperialismo e colonialismo do século xix em história

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Q3768068 História
Leia o excerto a seguir

“A partir do início da década de 1870, a ficção e a futurologia produziram, sobretudo na Grã-Bretanha e na França, sketches, geralmente não realistas, sobre uma futura guerra. Na década de 1880, Friedrich Engels já analisava as probabilidades de uma guerra mundial, enquanto o filósofo Nietzsche, louca porém profeticamente, saudou a militarização crescente da Europa e predisse uma guerra que ‘diria sim ao animal bárbaro ou mesmo selvagem, que existe entre nós’. Na década de 1890, a preocupação com a guerra foi suficiente para gerar o Congresso Mundial (Universal) para a Paz – o vigésimo primeiro estava previsto para setembro de 1914, em Viena [...]”.
HOBSBAWN, Eric J. A era dos Impérios. Rio de janeiro: Paz e Terra, 1988.

O processo histórico que precede a Primeira Guerra Mundial a que o grande historiador britânico Eric Hobsbawn se refere é 
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Q3758280 História
A modernização do Japão Meiji articulou reformas jurídico-fiscais, reorganização administrativa, conscrição, escolarização de massas, industrialização acelerada e centralização estatal, integrando o país a circuitos globais de tecnologia e poder. A derrubada do shogunato resultou de alianças políticas complexas e de uma engenharia institucional voltada à competitividade internacional. Assinale a alternativa plenamente compatível
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Q3524552 História
Foi com o desempenho de missionários e exploradores que o continente começou a ser efetivamente rasgado. Os primeiros, em especial a partir de 1830, eram anglicanos, metodistas, batistas e presbiterianos, a serviço da Grã-Bretanha, desenvolvendo seus trabalhos na Serra Leoa, na Libéria, na Costa do Ouro e na Nigéria.
Simultaneamente, missionários católicos franceses na bordadura do Senegal, desde 1848, fizeram inúmeros protestos contra o aprisionamento e a escravidão.
É importante destacar que a evangelização cristã, fosse católica ou protestante, tinha três pontos comuns.
(Leila Leite Hernandez, A África na sala de aula: visita à História Contemporânea. Adaptado)
Um desses pontos comuns apontados pela autora consistia em
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Q3505606 História
No ensaio ‘O Imperialismo, fase superior do capitalismo’ (1916), Vladimir Ilyich Ulianov (1870-1924) analisa a expansão imperialista como resultado da concentração do capital e da fusão do capital industrial com o bancário, formando o capital financeiro. Considerando essa perspectiva, marque a afirmativa correta sobre a análise leninista do imperialismo.
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Q3505604 História
“A presidência de Theodore Roosevelt (1901-1909) [...] adquiriu um objetivo caro e preciso que não conseguia esconder mais a finalidade imperialista. A interpretação dada [...] não passava de uma pitoresca doutrina que permitia castigar as repúblicas latino-americanas por seu mau comportamento. O próprio presidente afirmou: ‘Tudo o que este país deseja é ver que nos países vizinhos reinam a estabilidade, a ordem e a prosperidade. Todo Estado cujo povo se conduza bem pode contar com nossa cordial amizade. Se uma nação se mostrar capaz de atuar com eficiência e decência do ponto de vista social e político, se mantém a ordem pública e cumpre com suas obrigações, não deverá temer intervenções dos Estados Unidos. No entanto, uma desordem crônica ou uma impotência resultante do relaxamento geral dos laços da sociedade poderiam exigir na América, como em qualquer outra parte, a intervenção de uma nação civilizada [...]’.”
(BRUIT, Hector. O Imperialismo. Campinas: Edunicamp/Atual, 1983. p. 48.)

O texto base descreve a ação política realizada pelos EUA conhecida como
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Q3455127 História
Desde 1916, a situação começou a decompor-se de forma acelerada. Reapareceu um movimento grevista. A população e os trabalhadores, em particular, estavam cada vez mais descontentes. Embora poucos entrevissem a hipótese de uma revolução iminente, os relatórios da polícia política atestavam claramente a radicalização das tensões.         Elas desaguariam, afinal, nas chamadas jornadas de fevereiro, de 1917, em cinco dias de crescentes movimentos sociais, na cidade de Petrogrado.
(Daniel Aarão Reis Filho. As revoluções russas. Em: Daniel A. Reis Filho; J. Ferreira; C. Zenha. O Século XX – O tempo das crises: Revoluções, fascismos e guerras, 2000. Adaptado)
O fragmento é uma referência
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Q3455126 História
Quase um século depois, as elites políticas à frente dos movimentos de independência africanos, por sua própria natureza, condições de formação e desenvolvimento, poucas vezes colocaram em discussão o desmantelamento das fronteiras coloniais – mesmo cientes de que estas não correspondiam à racionalidade das culturas africanas, abrindo espaços para vagas migratórias decorrentes de catástrofes naturais, conflitos armados ou mesmo como consequência de perseguições políticas e religiosas.
(Leila L. Hernandez. A África na Sala de Aula, 2005. Adaptado)

O contexto descrito no excerto foi um dos resultados 
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Q3369450 História

“Por volta do ano 1500, o Império cristão da Etiópia havia atingido no plano político e cultura um nível que não voltaria a encontrar durante séculos. Ele exerceu uma influência incontestável no nordeste da África”.


(In: Silvério, Valter Roberto. Síntese da coleção História Geral da África: Século XVI ao século XX / coordenação de Valter Roberto Silvério e autoria de Maria Corina Rocha, Mariana Blanco Rincón, Muryatan Santana Barbosa. – Brasília: UNESCO, MEC, UFSCar, 2013, p. 145)



Com base na citação acima, analise as afirmativas abaixo:


I. A influência desse império e sua expansão cultural e militar eram mais marcantes no sul e no sudeste da referida região;


II. Em seu apogeu, a Etiópia mantinha relações comerciais e culturais com a Ásia, a Europa e a América;


III. Os monges etíopes do período – os principais disseminadores da educação, da arte e da ciência – eram formados na Europa e participavam tanto da vida cultural copta quanto muçulmana.



Sobre as afirmativas acima é correto afirmar:

Alternativas
Q3369449 História
“Nos séculos XV e XVI, o Congo era o único Estado capaz de exercer sua hegemonia sobre toda a região, entre o planalto de Benguela e os planaltos bateke, e desde o mar até além do Rio Kwango”. 

(In: Silvério, Valter Roberto. Síntese da coleção História Geral da África: Século XVI ao século XX / coordenação de Valter Roberto Silvério e autoria de Maria Corina Rocha, Mariana Blanco Rincón, Muryatan Santana Barbosa. – Brasília: UNESCO, MEC, UFSCar, 2013, p. 116)


Sobre o referido período da história do Congo é incorreto afirmar: 
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Q3332573 História
Leia o texto a seguir:

    O quarto grande motivo para o desencadeamento da partilha da África foram os interesses em torno da livre navegação e do livre comércio nas bacias do Níger e do Zaire manifestado sobretudo pela Grã-Bretanha, que manifestava também o sonho de um domínio territorial cada vez mais dificultado pelos interesses de outros países europeus.

(Leila Leite Hernandez, África na sala de aula: visita à História Contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005. Adaptado)

Na segunda metade do século XIX, o sonho do domínio territorial britânico abarcava os territórios
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Q3332572 História
Leia o texto a seguir:

    O pensamento africano sobre a partilha e a conquista apresenta uma composição de ideias fiel à prática política de negar a dominação da civilização branca, ocidental, sobre o mundo negro. Ciosas de seu protagonismo na história, se por um lado as elites culturais africanas aceitam o conjunto de elementos econômicos como eixo impulsionador do expansionismo territorial europeu, acrescentam a esse discurso dois elementos fundamentais.

(Leila Leite Hernandez, África na sala de aula: visita à História Contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005)

Um dos elementos fundamentais a que o trecho se refere é
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Q3332565 História
Leia o texto a seguir:

    Não está claro em que momento os velhos impérios compreenderam que a Era dos Impérios acabara definitivamente. Sem dúvida, em retrospecto, a tentativa da Grã-Bretanha e da França de reafirmar-se como potências imperiais globais na aventura de Suez em 1956 parece mais condenada ao insucesso do que parecia aos governos de Londres e Paris.

(Eric J. Hobsbawm, Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Adaptado)

Em 1956, França e Grã-Bretanha
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Q3297551 História
Leia as afirmativas abaixo:

I – A Revolução Industrial promoveu o surgimento do proletariado e intensificou a urbanização, levando a debates sobre condições de trabalho.
II – As novas ideologias do século XIX, como o liberalismo e o socialismo, surgiram alheias às transformações industriais e políticas.
III – O nacionalismo e o imperialismo europeus, no final do século XIX, relacionam-se à expansão territorial e ao controle de recursos, resultando em tensões geopolíticas.
IV – O conservadorismo, nesse período, rejeitou qualquer influência religiosa na vida social, defendendo mudanças estruturais.

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3283850 História
“Na China, os ingleses aproveitaram-se da Guerra do Ópio (1840-1842) para conquistar importantes portos. O ópio é uma droga que provoca indolência. Por afetar a população chinesa, o governo de Pequim proibiu seu comércio diversas vezes desde 1729. Os comerciantes ingleses, porém, continuaram a traficar a droga, contrabandeando-a da Índia para vendê-la na China.”

Fonte: ARRUDA, J. J. de A.; PILETTI, N. Toda a História. História Geral e História do Brasil. 12ª ed. São Paulo: Ática, 2003. p. 300.

A respeito do imperialismo, processo histórico a que se refere o trecho, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir.

( ) Vladimir Ilitch Ulianov, também conhecido como Lênin, definiu o imperialismo como fase superior do capitalismo, uma forma de dominação política que visou garantir controle de áreas para servirem de mercados consumidores e fornecedores de matérias-primas nos séculos XIX e XX.
( ) O crescimento produtivo nos padrões industriais atingiu níveis inéditos e criou oportunidade para que os industriais controlassem o sistema financeiro e o sistema de crédito, que foi abalado durante a crise sistêmica de 1873.
( ) Da mesma forma que a China foi explorada pelo Reino Unido, o Japão não resistiu à pressão dos Estados Unidos e tornou-se uma semicolônia.

A sequência correta é
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Q3219352 História

O "Fardo do Homem Branco", um termo cunhado por Rudyard Kipling, era utilizado para justificar qual prática no século XIX?

Alternativas
Q3183040 História
“O empreendimento colonizador foi um dos objetivos mais persistentemente perseguido pelo governo __________, que nele investiu enormes recursos, assegurando aos colonos o pagamento de transporte, facilidades de instalação e de manutenção e concessões de terras. Condições semelhantes jamais foram oferecidas a populações caipiras brasileiras, que, então, formavam grandes massas marginalizadas pelo latifúndio. A população gringa resultante do empreendimento da colonização branqueadora ocupa, hoje, uma vasta ilha nos centros dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul (...)” (Ribeiro, 1995).
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
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Q3179414 História
O imperialismo e o neocolonialismo dos séculos XIX e início do XX foram marcados pela expansão das potências europeias sobre territórios na África e na Ásia, com profundas implicações políticas, econômicas e culturais.
Sobre esse processo, assinale a alternativa CORRETA.
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150163 História
A Convenção n. 29 da Organização Internacional do Trabalho define trabalho forçado como aquele exigido sob ameaça de sanção e sem oferta voluntária. O trabalho escravo é o oposto do trabalho decente, que é bem remunerado, realizado em liberdade, equidade e segurança, garantindo vida digna. A Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) enfatiza a promoção do trabalho decente, incluindo a meta de erradicar o trabalho forçado, a escravidão moderna e o tráfico de pessoas. Acabar com estes problemas exige ação global coordenada, diminuindo vantagens dos exploradores e mitigando a vulnerabilidade das vítimas. A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é destacada como instrumento para promover o trabalho decente.

ONU. Trabalho Escravo. Brasília, abril de 2016. Disponível em: https://brasil.un.org/sites/default/ files/2020-07/position-paper-trabalho-escravo.pdf. Acesso em: 04 jun. 2024 (adaptado).

Considerando a orientação da ONU para a promoção do trabalho decente, uma professora de História de uma turma de Ensino Médio da EJA solicitou uma atividade avaliativa que relacionasse o trabalho análogo à escravidão no Brasil atual com aquele presente em outras temporalidades históricas, notadamente nos períodos colonial e monárquico.
Nessa situação, a atividade proposta pela professora possibilita aos estudantes desenvolver as capacidades de
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150145 História
TEXTO 1

O Presidente do Benin, Patrice Talon, inaugurou em 2022 a exposição “Arte do Benin ontem e hoje”, com 26 obras devolvidas pela França em 2021, quase 130 anos depois de terem sido roubadas pelas forças coloniais. A devolução de artefatos pela França surge à medida que crescem os apelos na África para que os países ocidentais devolvam os despojos coloniais dos seus museus e coleções privadas.

Disponível em: https://www.dw.com/pt-002/Benin-exibe-obras-de-arte-devolvidaspela-frança/a-60849202 . Acesso em: 28 maio 2024 (adaptado).

TEXTO 2

Com a Revolução Francesa se construirá o conceito de patrimônio histórico nacional e após se darão os primeiros acordos de devolução de bens culturais. A França revolucionária terá a perspectiva progressista de socializar ao povo o acesso aos bens culturais antes restritos, mas o expansionismo napoleônico se apropriará dos bens culturais alheios. Davam uma aparência de legalidade através de tratados de paz, ilegítimos, pois conseguidos com o uso da força e em condições de desigualdade, caso similar da relação entre ex-metrópoles e ex-colônias.

FERREIRA, C. S. Restituição dos bens culturais retirados no contexto do colonialismo: instrumento de desenvolvimento e de diálogo intercultural. Cadernos de Sociomuseologia, v. 47, n. 3, p. 109 - 129, 2014 (adaptado).

A partir das ideias apresentadas nos Textos 1 e 2, um professor de História propôs aos alunos do Ensino Médio uma pesquisa em acervos virtuais museológicos europeus sobre bens culturais provenientes de ex-colônias africanas, nas condições descritas nos textos, a fim de que os estudantes identifiquem objetos e se posicionem criticamente diante do colonialismo.
Assim, a proposta pedagógica utilizada pelo professor permitirá aos alunos a compreensão de que as reivindicações de países africanos, como Benin, são justificadas pelo argumento da
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Q3910368 História
Leia o texto a seguir. Uma característica marcante da Revolução Científico-Tecnológica é o impulso extraordinário que ela deu para a consolidação da unidade global do mercado capitalista. Esse novo salto produtivo gerou gigantescos complexos industriais, com equipamentos sofisticados e de grande escala, como as turbinas elétricas ou as usinas siderúrgicas, envolvendo em cada unidade até dezenas de milhares de trabalhadores. Essa prodigiosa escalada da produção, obviamente, tanto implicava uma corrida voraz pela disputa das matérias-primas disponíveis em todas as partes do mundo, como também exigia a abertura de um amplo universo de novos mercados de consumo para absorver seus excedentes maciços. Foi essa ampliação, na escala das demandas e das exportações, que gerou o fenômeno conhecido como neocolonialismo ou imperialismo, que levou as potências industriais, na segunda metade do século XIX, a disputar e dividir entre si as áreas ainda não colonizadas do globo ou a restabelecer vínculos de dependência estreitos com áreas do passado colonial.
(Adaptado de: SEVCENKO, N. O prelúdio republicano, astúcias da ordem e ilusões do progresso. In: SEVCENKO, N. (Org.) História da Vida Privada no Brasil. v.3. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. p.11-12.)
Com base no texto, relacione o contexto histórico, na coluna da esquerda, com seus respectivos acontecimentos, na coluna da direita.
(I) Imperialismo.
(II) Capitalismo na América
(III) Primavera dos Povos.
(IV) Exposição Universal
(V) Neoliberalismo.

(A) O Crystal Palace (Palácio de Cristal) foi uma enorme construção em ferro fundido e vidro erguida no Hyde Park, em Londres, Inglaterra, para albergar a Grande Exposição de 1851. Foram acolhidos mais de 14 mil expositores vindos de todo o mundo nos 92 mil metros quadrados de espaço de exibição, onde foram mostrados exemplos das últimas tecnologias desenvolvidas na Revolução Industrial.
(B) Caracteriza-se por uma ordem social em que uma nova disciplina é imposta ao trabalhador e novos critérios gerenciais são estabelecidos, servindo-se de instrumentos como o livre comércio e a livre mobilidade de capital. Esse modelo legitima-se ideologicamente por meio de uma teoria político-econômica que afirma o livre mercado como garantidor da liberdade individual.
(C) Esse conjunto de revoluções, de caráter liberal, democrático e nacionalista, foi iniciado por membros da burguesia e da nobreza, que exigiam governos constitucionais, e por trabalhadores e camponeses, que se rebelaram contra os excessos e a difusão das práticas capitalistas.
(D) O modo de produção capitalista na América Latina é regido por leis objetivas de acumulação, concentração e centralização de capital e apresenta, como uma região, uma problemática em comum que define sua fisionomia própria dentro da grande “cadeia” capitalista imperialista mundial, mesmo que com características específicas em cada país.
(E) Implicou o domínio de uma pequena minoria sobre uma maioria de povos estrangeiros e, sobretudo, sob o controle político despótico da metrópole.
Assinale a alternativa que contém a associação correta.
Alternativas
Respostas
21: D
22: D
23: D
24: B
25: E
26: C
27: E
28: C
29: D
30: C
31: C
32: A
33: A
34: A
35: C
36: C
37: A
38: C
39: C
40: E