Questões de Concurso Sobre história geral em história

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Q287633 História
País mais pobre das Américas que, após sucessivos golpes de estado, está, há vários anos, sob intervenção militar da ONU, formada, entre outras, por tropas brasileiras e que, recentemente, foi palco de um terremoto com grande número de perdas humanas.

O texto refere-se
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Q212560 História
Sabe no futebol, quando você está naquela pressão dos minutos de acréscimo? É assim que me sinto”, disse ao G1 Efraim Zuroff, o maior caçador de nazistas do mundo, com uma risada desesperada ao telefone. Ele se referia ao pouco tempo que tem para colocar no banco dos réus alguns nazistas suspeitos — e até já condenados — por atos criminosos durante a Segunda Guerra Mundial. Na semana passada, Adolf Storms, um dos homens mais procurados por Zuroff, morreu na Alemanha, aos 90 anos. Infelizmente, muito infelizmente, ele morreu sem ser julgado”, disse o historiador. (Giovana Sanchez, Do G1)

Sobre o Nazismo alemão do século XX, é correto afirmar:

I. No plano econômico, o governo nazista alemão estimulou o crescimento da agricultura, da indústria de base e, sobretudo, da indústria bélica, gerando diminuição do desemprego e ignorando os termos do Tratado de Versalhes.

II. O presidente na Alemanha era tradicionalmente chamado de Führer (guia, condutor) e Hitler assumiu este posto em vitória esmagadora alcançada em eleição popular, realizada em 1934, quando finalmente o nazismo venceu o socialismo na Alemanha.

III. O III Reich (Terceiro Império), muito utilizado por Hitler, é a designação que se refere a uma sequência do Sacro Império Germânico, da Idade Média, e ao Segundo Império, que se estendeu da Unificação dos Estados germânicos, em 1871, à República, em 1918.

IV. O nazismo proclamava a “superioridade biológica da raça ariana” (a que pertenceria o povo alemão), mas não a necessidade de dominar as “raças inferiores” as quais eram profundamente desprezadas, àquela época, pelo povo alemão.

Estão corretas apenas as afirmativas:
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Q202714 História
Afastado do governo cubano desde 2006, um dos mais importantes líderes políticos do século XX, Fidel Castro, fez oposição ao regime capitalista e à política internacional norte-americana durante cerca de cinco décadas em que se manteve a frente do poder em Cuba. Neste período, os EUA tiveram 10 presidentes, dos quais podemos citar, EXCETO:
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Q202712 História
Uma equipe da Universidade Hebraica de Jerusalém descobriu em escavações em Tel Hazor, no norte de Israel, o fragmento de uma tábua cuneiforme que apresenta semelhanças com o conteúdo e o momento da escritura do Código de Hamurabi, um dos mais antigos conjuntos de leis escritas que pregava, segundo a Bíblia, principalmente:
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Q186811 História
“Bolhas financeiras resultam de uma combinação de euforia, falta de regras, desconhecimento de muitos e esperteza de poucos. Quando estouram, produzem crises doloridas. A atual interrompeu a fase mais veloz de criação de riqueza da humanidade, que já durava seis anos.”
GIULIANO, Guandalini. Revista Veja. Editora Abril. 31 dez. 2008.

A liquidação do banco de investimento americano, Lehman Brothers, em 15 de setembro de 2008, produziu um dos piores dias para os EUA e o capitalismo, desde o estouro da bolha da Internet, que completou 10 anos em março de 2010, e dos atentados de 11 de setembro de 2001.
O maior desafio das autoridades mundiais, hoje, é conter o terremoto que, desde então, vem abalando a economia global. Para se chegar à solução para a nova crise do sistema capitalista, é preciso refletir sobre um aspecto marcante da ordem econômica, em vigor a partir da década de 80 do século passado, e que está na raiz dessa crise. Esse aspecto se refere à(ao)
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Q186809 História
“Desvendar o chavismo exige uma leitura apurada de seu baluarte discursivo: a ‘revolução bolivariana’. Demétrio Magnoli, em artigo recentemente publicado em O Estado de São Paulo, criou uma imagem interessante a esse respeito: Chávez teria ‘sequestrado’ Bolívar. O general das independências, além de ferrenho defensor do liberalismo, desde que capturado pela lógica de um republicanismo centralizador, fora admirador inconteste da Revolução Americana.”
FEDRIGO, Fabiana de Souza. O Bolívar de Hugo Chávez. UFG. 27 jan. 2007.

Se Simón Bolívar admirava a Revolução Americana (1776), o atual presidente da Venezuela defende posições, chamadas por muitos cientístas políticos de neopopulistas, que tornam turbulentas as relações de seu país com os Estados Unidos. Dentre as apresentadas abaixo, são posições de Hugo Chávez, no que se refere à política externa, causadoras de problemas com os Estados Unidos, EXCETO o(a)
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Q186807 História
A perseguição aos judeus e o interesse dos EUA e da URSS em afastar a presença do colonialismo anglo-francês do Oriente Médio, região valorizada principalmente por suas reservas petrolíferas, explicam a resolução aprovada na ONU, pondo fim ao mandato inglês na Palestina. Foram decididas também a criação de uma zona neutra em Jerusalém e a divisão da região em dois estados: um árabe e outro judeu (1947).

Os ingleses retiraram-se da Palestina em 14 de maio de 1948. No mesmo dia, foi proclamada a criação do Estado de Israel e, no dia seguinte, começou a primeira das guerras opondo Estados Árabes e Israel, denominada
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Q186806 História
Foi a Segunda Guerra Mundial que precipitou a luta anticolonial no continente africano.

A avalanche revolucionária ganhou intensidade, sobretudo porque a França e a Inglaterra, senhoras dos principais impérios coloniais, saíram enfraquecidas da Segunda Guerra para enfrentar revoltas coloniais. Por outro lado, a derrota de Chiang Kai-sheck, na China, a capitulação francesa na Indochina (1954) e a nacionalização do Canal de Suez por Nasser, líder egípcio, também estimularam as guerras de libertação.

Nessas lutas, projetaram-se inúmeros líderes africanos que, por vezes, procuraram adaptar ideologias ocidentais às condições locais, com o objetivo de eliminar todas as formas de colonialismo na África, como, por exemplo a(o)
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Q186805 História
No dia 1o de outubro de 2008, a jornalista Janet Schayan, da Revista Deutschland, escreveu:
“Na noite de 3 de outubro de 1990, diante do prédio do Reichstag em Berlim, milhares de pessoas festejaram a adesão da República Democrática da Alemanha ao território da República Federal da Alemanha, reconquistando a unidade estatal da Alemanha depois de mais de quarenta anos.”

A Conferência de Potsdam, em julho de 1945, dividiu a Alemanha em Oriental (de influência socialista) e Ocidental (de influência capitalista). Essa divisão acenava para o fim da “Grande Aliança” (Inglaterra, EUA e URSS) que permitira a derrota das forças nazistas e sinalizava para o início da Guerra Fria que, de uma forma ou de outra,
influenciou as relações internacionais até o final da década de 80 do século XX.

Em geral, a maioria dos estudiosos do período considera o ano de 1947 como marco inicial da Guerra Fria em função da(o)
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Q186804 História
“(...) Justamente agora que a nação alemã está em colapso, espezinhada por todo mundo, é que mais se faz necessária aquela confiança em si mesma. Essa confiança deve ser cultivada na juventude, desde a meninice. Toda a sua educação, todo o seu treinamento devem ser dirigidos no sentido de dar-lhe a convicção da sua superioridade.
Certa da sua força e da sua habilidade, a mocidade deve readquirir a fé na invencibilidade da sua nação (...).”

HITLER, Adolf. Minha Luta. São Paulo: Mestre Jou, 1962, 8a edição, p. 253 - 260.

No período entre as duas Guerras Mundiais, diversos fatores acabaram por proporcionar a escalada do nazismo na Alemanha e a chegada de Adolf Hitler à Chancelaria do Reich (1933).
Lendo a primeira frase citada acima e tendo em vista a situação da Alemanha nos anos que se seguiram ao fim da 1a Grande Guerra, qual das proposições a seguir justifica, respectivamente, as expressões hitleristas “está em colapso” e “espezinhada por todo mundo” sobre a nação alemã?
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Q186802 História
Após o término da Primeira Guerra Mundial, os Estados Unidos assumiram a hegemonia econômica em escala planetária, passando de país devedor a potência credora no mercado internacional, pois fizeram vultosos empréstimos aos países envolvidos no conflito, tanto a vencedores quanto a vencidos. Dessa forma, contribuíram para a recuperação econômica da Europa, ao mesmo tempo em que financiavam as próprias exportações, mantendo elevados os índices de produtividade interna através dos empréstimos aos países necessitados.
A sensação de segurança absoluta impediu a correta avaliação das tendências econômicas. O crédito fácil alimentava a continuidade da produção. A busca do enriquecimento rápido supervalorizou as ações das empresas. Em 1929, tudo veio abaixo. Com o crack da Bolsa de Nova York, a crise se generalizou, provocando um cataclismo em todo o mundo, devido à interdependência entre a economia americana e os países do mundo capitalista.

Analise as afirmativas abaixo sobre as repercussões econômicas da crise de 1929 no Brasil.

I - O Brasil, país de economia socialista e planificada, não fora atingido pela crise; fato este que abalou a confiança brasileira no sistema capitalista e propagou a ideia de superioridade do sistema socialista.

II - Ao Brasil restou a opção de empreender uma mudança de rumo no capitalismo liberal, inaugurando a fase intervencionista, na qual o governo passou a ter papel exclusivo e decisivo no processo econômico.

III - No Brasil, a crise afetou o café e todos os produtos primários, que tiveram seus preços rebaixados, agravando o deficit da balança comercial e aprofundando a depressão.

IV - No Brasil, ampliou-se o sistema de previdência social, passando a ser responsabilidade do governo o bem-estar dos trabalhadores em caso de invalidez, de velhice e mesmo de desemprego.

Está correto APENAS o que se afirma em
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Q186801 História
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“A lei parava na porteira das fazendas. O governo renunciava a seu caráter público. Um elementar senso de autodefesa dizia à população rural que era vantajoso submeter-se ao poder e a proteção do coronel.”

Victor Nunes Leal, na obra clássica “Coronelismo, Enxada e Voto”, publicada em 1949, dizia que o coronelismo era o compromisso entre o poder privado e o poder público. O compromisso, continuava ele, derivava de um longo processo histórico e se enraizava na estrutura social. A urbanização, a industrialização, a libertação do eleitorado rural e o aperfeiçoamento da justiça eleitoral, acreditava o autor, iriam enterrar Coronéis e Coronelismo.

Destacam-se como espaços sociopolíticos determinantes na ação dos coronéis
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Q186800 História
A implantação do regime republicano não modificou a situação das famílias de trabalhadores do campo, que representavam, naquela época, mais de dois terços da população nacional. As grandes propriedades continuavam imperando tanto no litoral quanto no interior do país, onde predominavam os latifúndios improdutivos. Eram elas a razão principal da miséria e da submissão da massa rural.
Necessidades mínimas, como remuneração justa do trabalho, boa alimentação e saúde, estavam longe de ser atendidas, o que gerava insegurança e insatisfação, além de poder resultar, em certas condições, em fatores de revoltas violentas contra o poder oligárquico. Foi o que aconteceu em diferentes regiões entre as últimas décadas do Império e as primeiras décadas da República. Bandos de cangaceiros irrompiam no sertão, assaltando propriedades dos coronéis, enquanto milhares de sertanejos, solidários na miséria comum, organizaram movimentos religiosos, que, em certo nível, chegaram a contestar a ordem social.
Contra a fome e a miséria que aumentavam com a seca, houve reações da parte dos pobres do campo.
Dentre os movimentos sociais abaixo, aquele que se caracteriza como um movimento NÃO religioso é o
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Q186796 História
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Considerada como marco divisório na História do Mundo Ocidental, a Revolução de 1789, na França, foi um fenômeno complexo que produziu transformações e um
conjunto de princípios presentes até a atualidade. Logo nos seus primórdios, foi proclamada a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (26/08/1789), que constituiu a base da Declaração Universal dos Direitos Humanos adotada e proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1948.

Observe os princípios abaixo.

I - Os homens nascem livres e iguais em direitos.

II - A liberdade consiste em poder fazer tudo, sendo que o exercício dos direitos naturais de cada homem não tem por limites senão a sua vontade.

III - Todo acusado é considerado inocente até ser declarado culpado e, sendo preso, o tratamento cruel só será permitido em caso de grande risco à segurança do país.

IV - A lei é a expressão da vontade geral, tendo todos os cidadãos o direito de concorrer, pessoalmente ou através de mandatários, para a sua formação, devendo, pois, ser a mesma para todos, seja para proteger ou punir.

V - A livre comunicação das ideias e das opiniões é um dos mais preciosos direitos do homem, podendo, portanto, todo cidadão, falar, escrever e imprimir livremente suas ideias, respondendo, todavia, pelos abusos dessa liberdade nos termos previstos na lei.

São princípios que expressam ainda hoje os ideais da Revolução Francesa APENAS os apresentados em


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Q186795 História
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A Revolução Industrial do século XVIII modificou a vida das sociedades humanas e levou à vitória o sistema de produção capitalista, com base no progresso técnico contínuo, na mobilização de capitais para o lucro, na polarização entre a burguesia (dona dos meios de produção) e o nascente proletariado (vendedor de força de trabalho), entre outros.
A origem dessa transformação deu-se na Inglaterra, primeiro país a reunir as precondições necessárias para pôr em andamento um movimento de tal magnitude. Esse pioneirismo inglês foi possível devido à
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Q186794 História
“Em consequência do processo de centralização do poder real e de unificação territorial, a maior parte destes Estados evoluiu no sentido da monarquia absoluta. Este é o regime em que o rei, encarnando o ideal nacional, possui, além disso, de direito e de fato, os atributos da soberania: poder de decretar leis, de prestar justiça, de arrecadar impostos, de manter um exército permanente, de nomear funcionários (...).”
MOUSNIER, R. Os séculos XVI e XVII, 1o vol., In: História Geral das Civilizações, tomo IV. DIFEL, p. 105 e 108.

Nos séculos XVI e XVII, multiplicaram-se os principais autores de doutrinas que justificam o Estado autoritário e o absolutismo dos monarcas. Essas teorias, fundamentando-se ou não na religião, tiveram como um dos representantes das concepções leigas
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Q186793 História
“A América é uma mulher... Pelo menos assim ela aparece nas iconografias entre o século XVI e XVIII; o ventre opulento, o longo cabelo amarrado com conchas
e plumas, as pernas musculosas, nus os seios. (...) A representação assim construída pelos europeus traduzia um discurso que tentava se impor como  concepção social sobre o Novo Mundo: a América, como uma bela e perigosa mulher, tinha que ser vencida e domesticada para ser melhor explorada (...).”


PRIORE, Mary Del. Imagens da terra fêmea: a América e suas mulheres.
In: VAINFAS, Ronaldo (org.) A América em tempo de conquista.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1992.

Desde o final do século XV, a Europa buscou dominar, domesticar e ocidentalizar essa “América mulher”. A ocidentalização, iniciada após a Conquista, resultou de um projeto colonizador que visou, além da exploração econômica, à imposição da cultura europeia e cristã no Novo Mundo.
São ações que permitiram o sucesso desse processo de moldagem cultural da América, EXCETO a(o)
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Q186791 História
Entre 1095 e 1270, ocorreu uma série de expedições, todas convocadas por diferentes Papas do período, em nome de Cristo e em defesa da cristandade. Esses movimentos expulsaram os muçulmanos da Europa, expandiram a influência europeia, mas não conquistaram a Terra Santa.

O conjunto dessas expedições ficou conhecido historicamente como
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Q186790 História
Sobre o governo nas províncias romanas, leia os trechos dos documentos abaixo.

“Tu és romano, lembra-te de reger os povos sob teu governo./Serão estas as tuas artes: impor um regime de paz./Poupar os vencidos e sujeitar os soberbos.”
VIRGÍLIO. Eneida. Porto: Simões Lopes,1955. p.183.

“Os romanos (...) saqueadores da Terra, depois que devastaram tudo e não sobraram mais terras, já perscrutam o mar também; avarentos, se o inimigo é rico, arrogantes, se é pobre; nem o Oriente nem o Ocidente os terá saciado; cobiçam com amor igual as riquezas e a pobreza. Ao que arrancam, trucidam, saqueiam, dão o falso nome de império; e, ao deserto que deixam, o de paz.”
TÁCITO. Vida de Julio Agrícola. In: Obras Completas. Madri: M. Aguilar,1946. p. 971.

Quais são, respectivamente, as visões diferentes que os dois textos têm acerca da expansão romana?
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Q186788 História
Durante séculos, inclusive antes do nascimento de Cristo, os mercadores foram os principais intermediários entre o que vinha de fora e o que já existia no continente africano. O comércio permitiu que povos distantes entrassem em contato com as populações nativas, o que facilitou a transmissão de conhecimentos e crenças. A longo prazo, a presença de alguns africanos e estrangeiros e as relações estabelecidas provocaram grandes mudanças nas sociedades locais.
Os povos de fora com os quais os africanos tiveram contato pela costa atlântica e uma consequência desse contato, são, respectivamente,
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Respostas
10521: A
10522: C
10523: B
10524: A
10525: E
10526: A
10527: E
10528: A
10529: B
10530: A
10531: B
10532: B
10533: D
10534: C
10535: D
10536: A
10537: D
10538: D
10539: B
10540: C