Questões de Concurso
Sobre história geral em história
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constituem um patrimônio de interesse coletivo e devem ser
preservados, estudados, documentados e expostos ao público.
Os museus são, essencialmente, instituições que preservam e
comunicam ações fundantes para sua existência: preservamos para
comunicar e comunicamos para preservar bens culturais e naturais.
A museologia é a disciplina que estuda as formas como a sociedade
se relaciona com o patrimônio — bens culturais e naturais — que
se mantém sob a responsabilidade dos museus.

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o papel
das instituições de custódia de acervos, em seus diversos tipos e
variadas funções, julgue os itens a seguir.
delas por meio de abordagens específicas, métodos diferentes,
técnicas variadas. Fontes têm historicidade: documentos que
falavam com os historiadores positivistas talvez hoje apenas
murmurem, enquanto outros que dormiam silenciosos querem se
fazer ouvir. E que dizer da história oral, das fontes audiovisuais, de
uso tão recente?

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a
problemática das fontes e a investigação histórica, julgue os itens
de 06 a 11.
delas por meio de abordagens específicas, métodos diferentes,
técnicas variadas. Fontes têm historicidade: documentos que
falavam com os historiadores positivistas talvez hoje apenas
murmurem, enquanto outros que dormiam silenciosos querem se
fazer ouvir. E que dizer da história oral, das fontes audiovisuais, de
uso tão recente?

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a
problemática das fontes e a investigação histórica, julgue os itens
de 06 a 11.
delas por meio de abordagens específicas, métodos diferentes,
técnicas variadas. Fontes têm historicidade: documentos que
falavam com os historiadores positivistas talvez hoje apenas
murmurem, enquanto outros que dormiam silenciosos querem se
fazer ouvir. E que dizer da história oral, das fontes audiovisuais, de
uso tão recente?

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a
problemática das fontes e a investigação histórica, julgue os itens
de 06 a 11.
delas por meio de abordagens específicas, métodos diferentes,
técnicas variadas. Fontes têm historicidade: documentos que
falavam com os historiadores positivistas talvez hoje apenas
murmurem, enquanto outros que dormiam silenciosos querem se
fazer ouvir. E que dizer da história oral, das fontes audiovisuais, de
uso tão recente?

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a
problemática das fontes e a investigação histórica, julgue os itens
de 06 a 11.
delas por meio de abordagens específicas, métodos diferentes,
técnicas variadas. Fontes têm historicidade: documentos que
falavam com os historiadores positivistas talvez hoje apenas
murmurem, enquanto outros que dormiam silenciosos querem se
fazer ouvir. E que dizer da história oral, das fontes audiovisuais, de
uso tão recente?

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a
problemática das fontes e a investigação histórica, julgue os itens
de 06 a 11.
delas por meio de abordagens específicas, métodos diferentes,
técnicas variadas. Fontes têm historicidade: documentos que
falavam com os historiadores positivistas talvez hoje apenas
murmurem, enquanto outros que dormiam silenciosos querem se
fazer ouvir. E que dizer da história oral, das fontes audiovisuais, de
uso tão recente?

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a
problemática das fontes e a investigação histórica, julgue os itens
de 06 a 11.
As vanguardas europeias do início do século XX caracterizaram-se pela atitude de rompimento formal com estruturas estéticas cristalizadas da arte ocidental.
Uma faceta do alcance utópico da plasticidade das formas modernistas revela-se na arquitetura, que impõe a experiência estética ao cenário urbano cotidianamente degradado.
O modernismo europeu é o primeiro movimento estético derivado de vanguardas estéticas organizadas por grupos marginalizados da periferia do capitalismo, tais como aqueles que organizaram, no Brasil, em 1922, a Semana de Arte Moderna.
Os teóricos que se dedicam à análise da estética da pós- modernidade consideram-na basicamente um esforço coletivo de retomada da atitude vanguardista de rejeição do mundo da mercadoria e do espetáculo.
Embora tenha existido algum comunismo romântico na América Latina das primeiras décadas do século XX, e mesmo uma revolução social e política do peso da Revolução Mexicana, poucos grupos políticos absorveram o caminho da guerrilha comunista na região naquela quadra histórica.
A tensão ideológica e política da Guerra Fria e, em especial, os interesses soviéticos e dos partidos comunistas tiveram grande impacto na América Latina e culminaram na Revolução Cubana.
As lutas do general César Augusto Sandino contra fuzileiros navais norte-americanos, em fins da década de 20 do século passado, base da posterior Revolução Sandinista, na Nicarágua, foram marcadas por forte influência da Internacional Comunista.
A Revolução Cubana já nasceu dirigida por militantes vinculados aos partidos comunistas da Europa oriental e aos interesses estratégicos da URSS na América Latina e no Caribe.
A Primeira e a Segunda Guerras Mundiais foram explicadas fundamentalmente, pelos historiadores do século XX, como resultado exclusivo da atitude belicosa alemã.
A chamada linha Maginot, estratégia defensiva posta em prática pela França no período que antecedeu ao início da Primeira Guerra Mundial, embora contestada inclusive por alguns oficiais franceses, contribuiu para retardar a invasão do país pelas tropas alemãs na Segunda Guerra.
Após a Segunda Guerra Mundial, surgiram, na historiografia alemã — como a de Fritz Fischer — acerca da recente história política europeia, interpretações que destacavam a importância, para a eclosão dos dois conflitos mundiais, do desequilíbrio de poder europeu, resultante da ascensão da Alemanha no final do século XIX.
Em reação às acusações franco-britânicas de que a Alemanha seria a única responsável pela ocorrência dos dois conflitos mundiais do século XX, historiadores alemães defenderam consensualmente, na última década, a tese segundo a qual as provocações feitas pelo czar russo, no início do século XX, teriam assegurado à Alemanha o direito de legítima defesa.