Questões de Concurso Sobre história geral em história

Foram encontradas 10.781 questões

Q1692861 História
Entre os motivos da Reforma Protestante estão: I. O conflito de monarcas e burgueses em ascensão com o excessivo poder da Igreja Romana; II. A acusação de que membros do clero lucravam com a venda de relíquias sagradas; III. A divergência entre membros do clero sobre quais imagens sagradas poderiam ser adoradas por fieis e compor os ornamentos das igrejas; IV. A lucratividade com a venda de indulgências, ou seja, o lugar no paraíso garantido pelo fornecimento de ouro e joias. Estão corretos:
Alternativas
Q1692858 História
A Guerra dos Cem Anos foi um conflito que marcou a história europeia entre os anos 1337 e 1453, ou seja, se estendeu por 116 anos, foi um típico conflito de guerra medieval, setores na nobreza disputando títulos e senhorios. Os países em conflito foram:
Alternativas
Q1692857 História
A sociedade medieval pode ser dividida em três ordens: os que oram, composta pelo clero em geral, os que guerreiam, correspondente a nobreza, e dos que trabalham, servos e vilões. O termo vilão era utilizado para descrever:
Alternativas
Q1692856 História
Mosaicos coloridos e cúpulas arredondadas foram tendências artísticas e arquitetônicas que tiveram sua origem na Idade Média europeia e se espalharam também para regiões da Ásia. Este tipo de estilo derivou de que civilização:
Alternativas
Q1692855 História
Leia o trecho a seguir: “Na guerra contra os Persas, os gregos se uniram formando a chamada _____________, sob a liderança da cidade-estado _____________, o que favoreceu seu enriquecimento e domínio político, ao mesmo tempo em que cresciam as rivalidades internas com a derrota persa.” A lacuna deve ser preenchida correta e respectivamente pela alternativa:
Alternativas
Q1692854 História
Durante o governo de Péricles, entre 495-429 a.C. foi dada continuidade ao processo de aperfeiçoamento da democracia ateniense, de modo que está correto afirmar, entre seus feitos:
Alternativas
Q1692853 História
Sobre o conceito de fontes utilizadas pelo historiador é correto afirmar:
Alternativas
Q1692852 História
A teoria das temporalidades divide o tempo histórico em curta, média e longa duração, cada uma delas leva em consideração características específicas dos ritmos e fenômenos nelas inseridos. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta um fato histórico de média duração:
Alternativas
Q1692537 História
Não podemos concluir que, porque uma montanha parece tomar diferentes formas de acordo com os diversos ângulos de visão, não tem objetivamente ou nenhuma forma em absoluto ou uma infinidade de formas. Não podemos concluir que, porque a interpretação desempenha um papel necessário no estabelecimento dos fatos da história e porque nenhuma interpretação é completamente objetiva, qualquer interpretação é tão boa quanto outra e que os fatos da história não são, em princípio, responsáveis pela interpretação objetiva.
E. H. Carr. O que é história? 7.ª reimp. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996, p. 62.
Considerando o texto do historiador Edward H. Carr, que usa a metáfora da montanha para rebater críticas e estabelecer alguns pontos teóricos sobre o ofício do historiador, assinale a opção correta.
Alternativas
Q1692327 História
A Cartografia Histórica é fundamental para compreensão da descoberta do Novo Mundo e o que marcou a passagem da Idade Média para a Idade Moderna: As Grandes Navegações. João Teixeira de Albernaz, o Velho (XVI-1662), foi um importantíssimo cartógrafo português, responsável por desenhar toda a costa nordeste do Brasil, identificando as características de relevo e, sobretudo, hidrografia. Observe:



Fonte: Biblioteca Nacional. http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_cartografia/cart555828/cart555828.htm Acesso
em 18 set 2020.
Observando a porção Sul do mapa de Albernaz I, pode-se dizer que encontramos:
Alternativas
Q1692326 História
Os povos originários asiáticos são bastante diversos em suas origens etnográficas, assim como os europeus, africanos e americanos. No entanto, o fato de boa parte do conhecimento ocidental estar pautado em modelos eurocêntricos, que generalizam um sem tamanho de povos, pouco ainda se sabe sobre as diferenças de cada um dos povos, suas características, costumes e história. Observe a pintura a seguir, do ano de 1437:



Fonte: Metropolitan Museum (Met Museum). Disponível em: https://www.metmuseum.org/art/collection/search/41478 Acesso em 20 set 2020
Em relação à representação expressa pela pintura e a história da China, analise com atenção as informações a seguir e marque V, para Verdadeiro, e F, para Falso.
( ) A pintura pertence ao período da Dinastia Ming (1368-1644). ( ) O representação gráfica retrata a relação dos chineses com seu entorno, tendo a natureza como objeto de contemplação e respeito. ( ) É possível notar que, diferentemente de pinturas europeias, a pintura chinesa conserva valores como retidão e integração à natureza. ( ) A pintura pertence ao período da Dinastia Han (1410-1655).
Assinale a alternativa que contém a sequência correta.
Alternativas
Q1692325 História
Eram povos que viviam distribuídos nas terras de Minnesota, Dakota do Sul e do Norte, com características nômades e exímios caçadores de bisões, um dos principais inimigos dos Blackfeet (Sihasapa, Lakota), que viviam nas planícies do norte dos EUA.


 Fonte: Sir Richardson Museum. Disponível em:
https://sidrichardsonmuseum.org/collection/ Acesso em 19 set
2020.
A descrição desse povo originário refere-se aos:
Alternativas
Q1692324 História
Leia o trecho a seguir:

Esse ‘quadro’, objeto da “nova política da oferta da esquerda”, opõe-se aos “últimos anos de laissez-faire [em francês no texto] neoliberal”, que são qualificados de ultrapassados. Vemos aqui como a interpretação equivocada do neoliberalismo permite a construção de uma falsa oposição e compreendemos também que, com essa premissa, o manifesto desenvolve, na prática o conjunto de argumentação autenticamente neoliberal: custo excessivamente elevado do trabalho, gastos públicos muito grandes, primazia perigosa dos direitos sobre as obrigações e confiança excessiva na gestão da economia pelo governo. Esse manifesto da esquerda moderna traduz particularmente bem o que chamamos aqui de “racionalidade neoliberal”. 

(DARDOT & LAVAL, A grande virada. In: A nova razão do mundo / Pierre
Dardot & Christian Laval, 2016, p.234-235)
As constatações feitas por P. Dardot & C. Laval (2016), indicam o contexto:
Alternativas
Q1692322 História
No ano de 1921, no auge do Imperialismo estadunidense, quando o país gozava da formação de uma sólida elite nacional e internacional, o país foi protagonista de um dos eventos mais aterrorizantes da história dos afroamericanos, o massacre racial em Tulsa, Oklahoma. Conhecida como a “Wall Street Negra”, cidade na qual se formava um reduto de pretos bem sucedidos, empresários do ramo petrolífero, o município concentrava o distrito de Greenwood, que foi invadido por uma multidão que arrasou o distrito ao longo de 18 horas, ateando fogo em residências e disparando contra casas de pretos americanos, matando mais de 300 pretos e desabrigando pelo menos 10 mil.


Fonte: Tulsa Historical Society Museum. Disponível em:
https://www.tulsahistory.org/exhibit/1921-tulsa-race-massacre/photos/
Acesso em 18 set 2020.
O massacre em Tulsa-OK, reflete:
Alternativas
Q1692316 História
O artigo Historiografia e História da Historiografia: alguns apontamentos, de C. Cordeiro (2015), tece comentários importantes sobre esse assunto, caro para a disciplina de História. Leia com atenção: 

Neste sentido, torna-se mister, caso se intente fazer um trabalho sobre história da historiografia que vá além de um mero manual bibliográfico, ir atrás do contexto de produção das obras históricas com as quais se pretende trabalhar. Isso significa compreender que o trabalho da narrativa sempre foi e sempre será o de “ordenar, dar forma e tornar significativo um conjunto disperso de experiências e vivências” (GUIMARÃES, 2006:47), sem lançar mão de um horizonte de expectativas. Essa forma mais “reflexiva” de se lidar com a escrita do passado vai ao encontro do que propõem Manoel Guimarães, Jurandir Malerba e Valdei Lopes em suas ponderações sobre a historiografia e a história da historiografia.

 (CORDEIRO, Cecília. Historiografia e História da Historiografia: alguns
apontamentos. In: Anais do XXVIII Simpósio Nacional de História,
Florianópolis, SC, 2015, p. 13).
De acordo com o trecho do artigo de C. Cordeiro (2015), a história da historiografia tem relevância para que os historiadores:
Alternativas
Q1692312 História
O Brasil vem sendo objetos de estudo sistemático por historiadores e sociólogos desde o século XIX, quando fundase o IHGB (Instituto Histórico-Geográfico Brasileiro), sediado na cidade do Rio de Janeiro, capital do Império. Muitos importantes nomes da literatura histórica e historiográfica nacional passaram a compor o quadro de estudos sobre o país, oferecendo-nos uma interpretação sobre o que é o Brasil. Sabendo disso, relacione corretamente os autores aos principais conceitos elaborados em suas respectivas obras:
A Democracia Racial. B Complexo de Vira-Lata.
C Homem Cordial. D Redescoberta do Brasil.
( ) Caio Prado Jr. ( ) Nelson Rodrigues. ( ) Sérgio Buarque de Holanda. ( ) Gilberto Freyre.
Assinale a alternativa que contém a sequência correta.
Alternativas
Q1692311 História
Leia o trecho a seguir, sobre “O Inventário Urbano do Quarto Século”, escrito por L. Mumford (1961):

O primeiro inventário abrangente do conteúdo de Roma infelizmente é tardio, encontrado em uma pesquisa oficial datada de 312-315. No entanto, a mera listagem do conteúdo ajuda a preencher a obscuridade das ruínas sobreviventes. São elas: 6 obeliscos, 11 banheiros públicos, 19 canais de água, 2 circos, 2 anfiteatros, 3 teatros, 28 bibliotecas, 4 escolas para gladiadores, 5 clubes náuticos para competições marítimas, 36 arcos de mármore, 37 portões, 290 armazéns, 254 padarias públicas, 1.790 palácios, 46.602 casas de hospedagens (cortiços).  

(Fonte: MUMFORD, Lewis. Megalopolis into necropolis, Fourth Century
Urban Inventory. In: The city in history, 1989, p.235-236
O livro de L. Mumford é uma incursão na história da Idade Antiga até a Idade Moderna. Sobre a configuração de Roma, é possível, no trecho destacado por Lewis:
Alternativas
Q1692310 História
O continente africano demarca o início da civilização humana, na sua fronteira situada no extremo nordeste do continente, na porção oriental da planície do Rio Nilo. Com mais de 5.000 anos de histórias de civilizações, o enorme continente foi povoado por distintas bases étnicas, que compartilhavam de matrizes culturais, religiosas, políticas e morais diferentes. No século VII, um importante evento que tomou parte do norte africano, nas regiões do Egito, Líbia, Tunísia, Marrocos e Argélia, marcaram a mudança civilizacional que influenciaria em todo arranjo territorial africano dali em diante, desdobrando-se em diferentes impérios e califados. Com base nesse trecho, assinale a alternativa a seguir que marca corretamente um dos principais Impérios pré-invasão europeia que reinou sobre o território africano.
Alternativas
Q1692309 História

Observe com atenção a pintura The Musicians (1597), de Caravaggio (1571-1610):

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: Metropolitan Museum. Disponível em:

https://collectionapi.metmuseum.org/api/collection/v1/iiif/435844/1581937/mainimage Acesso em 18 set 2020


A Arte Barroca de Caravaggio, representa um momento importante da História, no qual a especificidade:

Alternativas
Q1692308 História
Leia o trecho a seguir, escrito por A. Ribeiro (2011):

Anísio Teixeira, na apresentação de O processo civilizatório (RIBEIRO, 2001, p. 13), também faz referência ao fato da obra ter sido escrita a partir do terceiro mundo, sem que tal condição impusesse a Darcy Ribeiro alguma espécie de subordinação mental. Anísio observava ainda, em seu texto introdutório, que, nos círculos intelectuais brasileiros, persistia, de um lado, o tom irônico e quase leviano daqueles que preferem não se levar tão a sério para escapar ao que veriam como ridículo, afinal, diriam: o Brasil não é sério. Uma humildade, para Anísio Teixeira, mal-contada, que impedia efetivamente a participação autônoma da nação no debate internacional; de outro lado, reconhecia, entre nossos intelectuais, uma soberana arrogância dos que se consideram superior ao meio ambiente onde nasceram, a mesma prepotência com que encaram essa choldra que é seu país (Ibid., p. 13). 

(Fonte: RIBEIRO, Adelia. Darcy Ribeiro e o enigma Brasil: um exercício
de descolonização epistemológica. Disponível em:
https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-
69922011000200003&script=sci_arttext Acesso em 19 set. 2020)
A discussão proposta por A. Ribeiro (2011) sobre os círculos intelectuais brasileiros indica um histórico problema epistemológico e mesmo de formação sociohistórica do país. Esse problema justifica-se pelo:
Alternativas
Respostas
8241: A
8242: D
8243: D
8244: C
8245: A
8246: A
8247: C
8248: C
8249: D
8250: X
8251: D
8252: C
8253: B
8254: C
8255: A
8256: B
8257: B
8258: C
8259: D
8260: A