Questões de Concurso
Sobre história geral em história
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“O filósofo e cientista napolitano Giordano Bruno (1548-1600) afirmou que o Universo é infinito e que o Sistema Solar é apenas um entre muitos. O alemão Johannes Kepler (1571-1628) demonstrou que a órbita dos planetas do Sistema Solar não é circular, mas elíptica, e ainda elencou leis sobre o movimento desses planetas. Já o toscano Galileu Galilei (1564- 1642) levantou uma série de evidências de que a Terra orbita ao redor do Sol, confirmando a teoria heliocêntrica proposta por Copérnico.”
Uma efervescência científica, que em muitas situações conflitou com o domínio cultural da Igreja Católica, caracterizou um vasto período da história Europeia. Um dos grandes embates entre a Igreja e os pensadores da época girou em torno:
Terroristas estão organizados para penetrar em sociedades abertas e para virar o poder de tecnologias modernas contra nós. Para derrotar essa ameaça, nós devemos fazer uso de toda ferramenta em nosso arsenal - poderio militar, melhores defesas do território, garantia de obediência às leis, inteligência e esforços vigorosos para cortar o financiamento de terroristas. A guerra de alcance global contra terroristas é uma iniciativa global de duração incerta.
Os atentados de 11 de setembro, em Nova York, nos Estados Unidos, completaram 22 anos. Alguns mistérios, algumas polêmicas ainda rodeiam esse episódio marcante não só na história norteamericana, mas na história mundial. Tais atentados:
Sobre os países africanos e asiáticos que obtiveram suas independências após a Segunda Guerra, o historiador Eric Hobsbawm afirmou...
“[...] todos eram pobres (comparados com o mundo desenvolvido), todos eram dependentes, todos tinham governos que queriam "desenvolver", e nenhum acreditava, no mundo pós-Grande Depressão e Segunda Guerra Mundial, no mercado mundial capitalista [...] quando a grade de ferro da Guerra Fria se abateu sobre o globo, todos que tinham alguma liberdade de ação queriam evitar juntar-se a qualquer um dos dois sistemas de aliança, isto é, queriam manter-se fora da Terceira Guerra Mundial que todos temiam.”
“Os dois sistemas de aliança” a que se refere o trecho anterior, são respectivamente:
[...] Os motivos que iluminam a consagração da versão do populismo como política de manipulação de massas repõem a relação entre Estado e classes populares no centro das observações. É evidente, no caso, o reconhecimento da assimetria de poderes entre estes termos. Mas há mais do que isso. Há o desenho de uma relação em que um dos termos é concebido como forte e ativo, enquanto o outro é fraco e passivo, não possuindo capacidade de impulsão própria por não estar organizado como classe. As massas ou os setores populares, não sendo concebidos como atores/sujeito nesta relação política, mas sim como destinatários/ objeto a que se remetem as formulações e políticas populistas, só poderiam mesmo ser manipulados ou cooptados (caso das lideranças), o que significa precipuamente, senão literalmente, enganados ou ao menos desviados de uma opção consciente. [...]
O Populismo, que tinha entre outras características por fio condutor, um líder carismático, foi:
[...] O princípio da coexistência pacífica está ganhando cada vez mais a aceitação internacional.
E isso é lógico, pois não há outra saída para a situação atual. Na realidade, só existem duas soluções: a coexistência pacífica, ou, então, a mais devastadora guerra da História. Não há uma terceira alternativa.
[...]
No contexto da Guerra Fria, no século passado, os sinais de que era necessário articular uma política de entendimento entre as nações levaram EUA e URSS a estabelecerem uma política que:
O uso da Guilhotina começou de fato no ano de 1792, quando, no contexto da Revolução Francesa: