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Questões de Concurso Sobre história geral em história

Foram encontradas 10.952 questões

Q2477775 História
Durante a Segunda Guerra Mundial foi bastante intensa a atuação de grupos paramilitares formados com o intuito de resistir à intensa ocupação das forças alemãs durante o conflito. Geralmente sem qualquer treinamento regular, esses grupos eram compostos por trabalhadores “comuns” que, de alguma forma, buscavam dá apoio às forças regulares envolvidas na guerra. Praticamente em todos os países ocupados pelos nazistas alemães durante a guerra foram observadas atuações desses grupos que ficaram conhecidos como:
Alternativas
Q2477774 História
A Primeira Guerra Mundial, que durou de 1914 a 1918, foi considerada por muitos de seus contemporâneos como a mais terrível das guerras. Por este motivo, tornou-se conhecida durante muito tempo como:
Alternativas
Q2472001 História
Em relação a Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945), é incorreto afirmar: 
Alternativas
Q2472000 História
Em relação a Primeira Guerra Mundial (1914 – 1918) analise as afirmativas abaixo:

I. O assassinato do herdeiro do trono austro-húngaro Francisco Ferdinando, em um atentado em Sarajevo no dia 28 de junho de 1914, foi considerado o gatilho que desencadeou a Primeira Guerra Mundial;
II. A entrada dos EUA na guerra em 1917, com seu imenso potencial industrial e humano reforçou o bloco dos aliados;
III. As contínuas derrotas russas na guerra, aceleraram a queda da autocracia czarista, culminando nas revoluções de 1917, que implantaram um governo liberal no país;
IV. O Tratado de Versalhes considerou a Alemanha culpada pela guerra, criando uma série de determinações que visavam enfraquecer e desmilitarizar esse país;

Sobre as afirmativas acima, é correto afirmar: 
Alternativas
Q2471998 História
“Em tempos de revolução nada é mais poderoso do que a queda de símbolos. A queda da Bastilha, que fez do dia 14 de julho a festa nacional francesa, ratificou a queda do despotismo e foi saudada em todo mundo como princípios de libertação”. (Hobsbawm, Eric J. A era das revoluções. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1977. p. 79)

Em relação a Revolução Francesa e suas etapas é incorreto afirmar:
Alternativas
Q2471997 História
No final do século XV e principalmente no século XVI, Portugal e Espanha comandavam as transformações da economia europeia, por terem sido os pioneiros no processo de expansão ultramarina. Em relação a expansão marítima, ao mercantilismo e seus efeitos é correto afirmar:
Alternativas
Q2471996 História
Pode-se afirmar que a Guerra Fria entre EUA e URSS dominou o cenário internacional na segunda metade do século XX. Em relação a esse período, analise as afirmativas abaixo:

I. Apesar da retórica apocalíptica de ambos os lados, um confronto direto entre os Estados Unidos e a União Soviética não chegou de fato ocorrer;
II. Os governos das duas superpotências aceitaram de certo modo, a distribuição global de forças;
III. A crise dos mísseis cubanos em 1962, por alguns dias deixou o mundo à beira de um confronto real entre as duas superpotências, o que poderia tornar-se um apocalipse nuclear;
IV. Um dos capítulos mais conhecidos da Guerra Fria foi a Corrida Espacial. Os EUA deram o primeiro passo, em 4 de outubro de 1957, quando lançaram o primeiro satélite em órbita, o Sputnik 1.

Em relação as afirmativas acima, é correto afirmar:
Alternativas
Q2471995 História
“O início do século XIX viu a abertura de um dos períodos mais difíceis da história etíope. O Estado, centralizado no passado, foi invadido em grande parte pelos oromo (gala), e se encontrou em uma situação de dissolução avançada. Ainda que os imperadores conservassem uma soberania nominal e mantivessem uma aparência de unidade, eles não passavam de joguetes dos senhores feudais”. (IN: Silvério, Valter Roberto. Síntese da Coleção História Geral da África: século XVI ao século XX / coordenação de Valter Roberto Silvério e autoria de Maria Corina Rocha, Mariana Blanco Rincón, Muryatan Santana Barbosa. Brasília: UNESCO, MEC, UFSCar, 2013, p. 245-246).

Em relação ao mencionado período da história etíope, assinale a alternativa incorreta: 
Alternativas
Q2471994 História
“Um dos mais antigos e notáveis avanços da civilização egípcia verificou-se no campo da economia. Ao final do Neolítico, em torno de 5.000 (a. C.), os antigos egípcios transformaram gradualmente o Vale do Nilo, permitindo que seus habitantes passassem de uma economia de coleta a uma economia de produção de alimentos; essa importante etapa do desenvolvimento do vale trouxe grandes consequências materiais e morais”. (IN: Silvério, Valter Roberto. Síntese da Coleção História Geral da África: Pré-história ao século XVI / coordenação de Valter Roberto Silvério e autoria de Maria Corina Rocha, Mariana Blanco Rincón, Muryatan Santana Barbosa. Brasília: UNESCO, MEC, UFSCar, 2013, p. 172).

Considerando a citação, analise as afirmativas abaixo: 

I. O desenvolvimento da agricultura possibilitou aos antigos egípcios adotarem uma forma de vida nômade;
II. Ocorreu a introdução de um novo sistema social no interior da comunidade, com a especialização do trabalho;
III. Surgiram novas modalidades de trabalho voltadas à agricultura, irrigação, cerâmica e afins;

Em relação as afirmativas acima, é correto afirmar:
Alternativas
Q2465597 História
Descrever a teoria essencial do anarquismo é um pouco como tentar lutar com Proteu, pois as próprias características da atitude libertária – a rejeição ao dogma, a deliberada fuga a sistemas teóricos rígidos e, acima de tudo, a ênfase que dá à total liberdade de escolha, à primazia do julgamento individual - criam imediatamente a possibilidade de uma imensa variedade de pontos de vista, inconcebíveis num sistema rigorosamente dogmático. Na verdade , o anarquismo é a um só tempo diversificado e inconstante e, à perspectiva histórica, apresenta a aparência, não de um curso d’água cada vez mais forte, correndo em direção ao mar do seu destino (uma imagem que bem poderia ser aplicada ao marxismo), mas de um fio d’água filtrando-se através do sol poroso – formando aqui uma corrente subterrânea, ali um poço turbulento, escorrendo pelas fendas, desaparecendo de vista para surgir onde as rachaduras da estrutura social possam lhe oferecer uma oportunidade de fluir. Como doutrina, muda constantemente, com movimento, cresce e se desintegra, em permanente flutuação, mas jamais se acaba. Existe na Europa desde 1840 ininterruptamente, e, por suas próprias características multiformes, conseguiu sobreviver onde muitos outros movimentos do século anterior, bem mais poderosos, mas com menor capacidade de adaptação, desaparecerem totalmente. (WOODCOCK, George. História das ideias e movimentos anarquistas. Porto Alegre: L&PM, 2002, p 17)
A partir da análise do texto, é correto inferir que
Alternativas
Q2465596 História
Como outros reis do início da Idade Moderna, especialmente após 1648, Luís tentou se apresentar como igual ao imperador, e seu reinado como um império. Assim, por exemplo, na descrição oficial da entrada de 1660, a famosa frase da Eneida, de Virgilio, “foi-me dado um império sem limite” [imperium sine fine dedi] foi aplicada aos reis de França, que foram apresentados como sucessores dos imperadores romanos. A reivindicação foi feita de modo mais explícito e cabal em 1667, no panfleto escrito por Aubéry sobre os direitos de Luís sobre o império. Muitas referências aparentemente casuais reforçam essa pretensão. Vernon, um dos historiógrafos reais, por exemplo compôs uma inscrição que intitulava Luís de “o imperador dos francos” [Imperator Francorium]. As frequentes referências a Luís como “augusto” ou como o maior monarca do mundo deveriam ser interpretadas tanto como apoio a pretensões políticas particulares quanto como uma forma geral de glorificação. O mesmo se aplica a seu uso do tradicional símbolo imperial, o sol, com a implicação de que há um soberano supremo na terra assim como há um sol no céu. (BURKE, A fabricação do rei; a construção da imagem pública de Luís XIV. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994. p. 191-192)
Conforme o autor nos informa, a construção da imagem do monarca absolutista fundamentou-se em representações sobre o mundo antigo clássico. Podemos também acrescentar outros elementos de referência para compor a imagem de um monarca universal. Nesse sentido, para analisar a construção da imagem de Luís XIV, devemos considerar
Alternativas
Q2465595 História
Enquanto o debate político esteve limitado aos notáveis, a história referia-se elite culta e era ministrada apenas no ensino médio. No entanto, com a democracia, a política tornou-se o negócio de todos; neste caso, levantou-se a questão da história no ensino fundamental. Neste ponto, as datas são eloquentes: em 1867, quando o 2° Império se liberalizava, a história tornou-se em princípio, matéria obrigatória, no ensino fundamental. Entretanto, na prática, ela se impôs nas classes somente após o triunfo dos republicanos; em 1880, fazia parte da prova oral para a obtenção do Certificado de Estudos e foi necessário esperar o ano de 1882 para que viesse a ocupar seu lugar definitivo nos horários – 2 horas por semana – e programas da escola elementar. O ensino da história foi implementado, com seu desenrolar regular e seus suportes pedagógicos; por sua vez, o compêndio tornou-se obrigatório em 1890. A história na escola primária atingiu seu apogeu após a Grande Guerra: por uma portaria de 1917, foi instituída uma prova escrita de história ou de ciências (por sorteio) para a obtenção do Certificado, já mencionado. (PROST, Antoine. Doze lições sobre a História. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. p. 26-27)
As pesquisas sobre a constituição do campo da História na condição de disciplina acadêmica e escolar têm tido como referência os estudos franceses. Assim sendo, a partir da leitura do texto podemos inferir que 
Alternativas
Q2465594 História
A “memória” não pode ocupar o lugar que foi ou ainda é da história. Ela deve ocupar um lugar com certeza, mas não o mesmo. Todo um conjunto de operações passa a ser da sua competência ou de seu magistério: as relações com o passado em geral e, mais especificamente, o vasto domínio dos crimes perpetrados, recentes ou menos recentes, o lugar concedido aos testemunhos, a escuta das vítimas, as reparações, quando possível, as injustiças sofridas, a votação das “leis memoriais”, a implementação de “políticas de memória”" , a gestão do dever de memória, pedidos de transformação ou mesmo de remoção de monumentos históricos. Estátuas para as quais já não olhávamos de repente se tornam visíveis novamente e, ao mesmo tempo, ofensivas, conflituosas. Elas ferem a memória, pois impõem uma história no que nos Estados Unidos, por exemplo, os afro-americanos nunca poderão compartilhar. Elevado, portanto, é o papel da memória. Resta, no entanto, uma diferença entre ela e a história; suas respectivas relações com o futuro. A história, a do conceito moderno de história, via o passado à luz do futuro. A memória vê o passado à luz do presente. Eis aí uma grande diferença de ponto de vista, que é melhor ser mensurada do que levada a julgamento. Ela é, de fato, a marca de uma mudança de época. (HARTOG, François. Os impasses do presentismo. In: In: IEGELSKI, Francine; MÜLLER, Angélica (orgs). História do Tempo presente: mutações e reflexões. Rio de Janeiro: FGV, 2022. p. 141)

A partir da análise desse trecho de um artigo do historiador, é correto inferir que o autor considera que
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Q2465591 História
A ideia-força do desenvolvimento nacional aliada à política populista incitava à mobilização das massas, de cujo apoio os dirigentes políticos dependiam para obter êxito no processo eleitoral. O direito de voto, contudo, estava condicionado à alfabetização, o que levou os governantes a organizar programas, campanhas e movimentos de alfabetização de jovens e adultos dirigidos não apenas aos crescentes contingentes urbanos, mas também à população rural. Daí o surgimento de campanhas ministeriais que se estenderam do final da década de 1940 até 1963: Campanha de Educação de Adolescentes e Adultos (CEAA) (1947-1963); Campanha Nacional de Educação Rural (CNER) (1952-1963); Campanha Nacional de Erradicação do Analfabetismo (1958-1963); Mobilização Nacional contra o Analfabetismo (MNCA) (1962-1963). (SAVIANI, Dermeval. História da Ideias Pedagógicas no Brasil. Campinas, SP: Autores Associados, 2008. p. 316)
No contexto político e social da primeira metade dos anos 1960, a mobilização em torno do combate ao analfabetismo ganha um novo sentido com a expressão educação popular. Para analisar o novo significado de educação popular, entendido como educação destinada à conscientização do povo, devemos considerar
Alternativas
Q2465590 História
Os novos movimentos sociais – de mulheres, ecológicos, de negros etc. ocorreram em toda a América Latina, mas com grandes diferenças em relação aos europeus e norte-americanos. Embora algumas bandeiras tenham sido ‘importadas’, como a dos ecologistas, os movimentos latino-americanos ocorreram em sociedades civis marcadas por tradições de relações clientelistas e autoritárias, por Estados cartoriais e com sistemas jurídicos inoperantes. (GOHN, Teoria dos movimentos sociais: paradigmas clássicos e contemporâneos. São Paulo: Loyola. 2010. p. 229)
Para que possamos analisar os movimentos sociais brasileiros em sua especificidade em relação aos movimentos sociais europeus e norte-americanos vigentes nos anos 1970, devemos considerar que
Alternativas
Q2465589 História
Além de alterar o âmbito do trabalho, a dinâmica da industrialização afetou outras dimensões da sociedade ocidental. Dentre esses aspectos merece destaque o da qualidade de vida nas grandes cidades, que se deteriorou por não ser capaz de absorver o crescente fluxo de pessoas em busca de trabalho. As ruas de Londres, Paris, Berlim e outros centros urbanos foram tomadas pelo movimento intenso de carruagens e de pedestres apressados, num ir e vir ininterrupto que aumentava a cada dia – assim como se ampliavam desigualdades sociais, pobreza, desemprego e criminalidade. Retrato disso eram os bairros miseráveis, com suas ruas estreitas, sinuosas e sujas, que surgiram ao lado dos bairros das elites. (VEIGA, Cynthia Greive. História da Educação. São Paulo: Ática, 2007. p. 206-207)
Uma instituição que sofreu o impacto da industrialização foi a escola, símbolo da modernidade europeia. Nesse contexto histórico, a escola era um equipamento urbano que cumpria uma função social, uma vez que
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Q2465586 História
Tomando-se por base a comparação entre o comércio negreiro, por um lado, e as fazendas de açúcar e aluguéis urbanos, pelo outro, constata-se que o retorno líquido de uma plantation pode chegar a uma cifra máxima de 12%, girando em média entre 5% e 10%. Os aluguéis urbanos, por sua vez, analisados através de prestações de contas em inventários post-mortem das décadas de 1810-1820, podiam chegar a 10% anuais sobre o capital investido em prédios (descontada a manutenção). Já o tráfico de africanos alcançava, na década de 1810, uma lucratividade média de 19% por expedição. Cabe lembrar que estas diferenças relativas tornam-se mais expressivas quando consideradas em termos absolutos. Assim, enquanto que o retorno de um engenho real com cerca de 60 escravos pode chegar, em bons anos da década de 1800, a dois contos de réis, o de uma única expedição negreira, em 1812, podia alcançar cerca de pouco mais de sete contos de réis. (FRAGOSO, João; MANOLO, Florentino. O arcaísmo como projeto: mercado atlântico, sociedade agrária e elite mercantil no Rio de Janeiro, 1790-1840. Rio de Janeiro: Diadorim, 1993. p. 106)
Um professor de História do ensino fundamental II utiliza o trecho citado para debater o caráter da economia colonial da América portuguesa. Com este material, o professor tem como objetivo
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Q2465585 História
Mas as heresias eram perigosas para a Igreja e para a ordem feudal. Assim, os hereges foram perseguidos e repelidos para os espaços de exclusão da sociedade, que, sob o impulso da Igreja, foram cada vez mais bem delimitados no decurso do século XII e XIII. Sob a influência dos canonistas, no momento em que era instalada a Inquisição, a heresia foi definida como crime de “lesa-majestade”, atentado ao “bem público da Igreja” e à “boa ordem da sociedade cristã”. Assim faz, na sua Summa (c. 1188), Huguccio, o mais importante decretista deste decisivo momento. (LE GOFF, Jacques. A civilização do ocidente medieval. Lisboa: Estampa, 1984. p. 75-76).
Ao elaborar uma aula sobre a sociedade medieval, o professor propõe utilizar o trecho citado acima para introduzir o debate. Assim, podemos dizer que o professor propõe destacar os elementos relacionados a
Alternativas
Q2465582 História
O historiador medieval permanece ainda, quanto aos fatos, dependente da tradição, não dispondo de armas eficientes para a crítica dessa tradição. Assim, coloca-se no mesmo plano que Tito Lívio, conservando quer a sua fraqueza quer a sua força. Não dispõe de meios para estudar a evolução das tradições que chegaram até ele ou para decompô-las nos seus diversos componentes. A saída crítica é puramente pessoal, não científica, não sistemática, arrastando-o frequentemente para aquilo que nos parece uma tola credulidade. A seu crédito, porém, há a registrar o fato de patentear muitas vezes um notável valor estilístico e forças imaginativa. (COLLINGWOOD, R. G. A ideia de História. Lisboa: Presença, 1981. p. 73)
A escrita da história na Idade Média se vincula a uma concepção de mundo medieval em que se destaca o/a: 
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Q2465581 História
Como já foi dito, os vínculos com a historiografia acadêmica são apenas um aspecto da história escolar. No entanto, o diálogo entre as duas é relevante e devemos manter o questionamento sobre ele. E a exploração dessa questão pode ser uma contribuição mútua. A História escolar pode alertar para a necessidade de a historiografia acadêmica dispor de ferramentas mais densas e complexas, menos acomodatícias à análise do passado, voltada para a formação política das jovens gerações. Por sua vez, a história escolar pode apontar para a historiografia acadêmica que é preciso que ela amplie e diversifique seus registros e linguagens para uma divulgação mais ampla de suas contribuições, de forma que alcancem o mundo educacional (e além) – sem ignorar que são necessários espaços e experiências que possibilitem produções como as promovidas pelo Ministério da Educação até 2015. Essa ampliação e disseminação de seus avanços permitiriam à historiografia acadêmica dar conta (mais uma vez) do vínculo entre história e política. Porque educação é um ato político. (GONZALEZ, Maria Paula. Historiografia acadêmica e história escolar: convergências e distanciamentos na abordagem da última ditadura no ensino médio na Argentina. In: ROCHA, Helenice; MAGALHÃES, Marcelo (orgs).
Em defesa do ensino de História: a democracia como valor. Rio de Janeiro: FGV. P. 227) Ao analisar as relações entre a história escolar e a acadêmica, a autora sugere que os saberes históricos
Alternativas
Respostas
4341: A
4342: B
4343: B
4344: B
4345: C
4346: A
4347: A
4348: D
4349: C
4350: A
4351: E
4352: E
4353: C
4354: E
4355: D
4356: C
4357: B
4358: D
4359: B
4360: D