Questões de Concurso
Comentadas sobre história geral em história
Foram encontradas 9.643 questões
(ULIANOV, Vladimir Ilyich. Obras escolhidas. v. 2. Moscou/Lisboa: Progresso/Avante, 1984. p. 227.)
Considerando as causas da Primeira Guerra Mundial, assinale a afirmativa correta.
(PAZZINATO, Alceu Luiz; SENISE, Maria H. Valente. História Moderna e Contemporânea. São Paulo: Ática. p. 16.)
Considerando que a formação dos Estados Nacionais no mundo moderno envolveu uma série de transformações políticas e sociais, assinale a afirmativa correta.
(LENHARO, Alcir. Nazismo. O triunfo da vontade. São Paulo: Ática, 1986. p. 11)
Com base nos fundamentos ideológicos e práticas políticas do nazifascismo, assinale a afirmativa correta.
(BURNS, Edward McNall. História da civilização ocidental: do homem das cavernas até a bomba atômica. Rio de Janeiro: Globo, 1964. p. 98.)
A civilização mesopotâmica foi uma das mais antigas e influentes na Antiguidade oriental. A esse respeito, marque a afirmativa correta.
(LE GOFF, Jacques. Uma longa Idade Média. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008. p. 66.)
A formação do Ocidente cristão envolveu a construção de diversas instituições nas cidades e a consolidação da Igreja. Considerando esse contexto, assinale a afirmativa correta.
(HARARI, Yuval Noah. Sapiens – uma breve história da humanidade. Porto Alegre: L&PM, 2016. p. 94.)
Sobre o processo de sedentarização humana, assinale a afirmativa correta.
(FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 2001. p. 49.)
Roma legou diversas inovações à civilização ocidental. Nesse sentido, é correto afirmar que
(PINSKY, Carla Bassanezi (Org.). Fontes históricas. São Paulo: Contexto, 2008. p. 13.)
A partir da crítica à narrativa linear tradicional, surgiram novas interpretações sobre o tempo histórico, em especial a partir dos trabalhos da Escola dos Annales. Sobre essas diferentes formas de compreender a produção do saber histórico e as temporalidades, assinale a alternativa correta.
Essa descrição refere-se
“A história chegou tarde a praticamente todos os outros encontros entre o homem e a vida selvagem. Quando Colombo fez a primeira vistoria da costa antilhana, mais de dez mil anos de ocupação humana já a haviam transformado de maneira incomensurável, até para os mais dedicados esforços arqueológicos. [...] Por isso os europeus em seu Novo Mundo encontraram uma natureza mais pura que a dos outros pontos dos trópicos e, assim, uma parte muito maior do processo de degradação ocorreu em uma era de registros escritos.”
(DEAN, Warren. A ferro e fogo: a história da Mata Atlântica Brasileira. São Paulo, Companhia das Letras, 1996, p.23)
A partir das informações do excerto, é correto afirmar que
Documento 1
[...] para certas atividades, como a de caçar, pescar ou pilotar canoa, que já exercia quando livre, o índio mostrou ser um bom escravo. Por isso, houve sempre a escravidão indígena [...] para a agricultura, porém, tiveram os portugueses de recorrer à escravidão africana, pois os negros já viviam na África na condição de escravos e eram muito mais resistentes que os índios.”
(HERMIDA, Antônio José Borges. Compêndio de história do Brasil. Companhia Editora Nacional. 10° Ed. São Paulo,l1963.
Documento 2
No Brasil, durante os períodos imperial e colonial, é possível perceber que houve um grande desprezo pelo trabalho, principalmente o braçal. [...] no que diz respeito à mão de obra, os portugueses, inicialmente, optaram pela escravização dos povos nativos e, em seguida, dos africanos. Durante o primeiro século da colonização, a mão de obra indígena foi largamente utilizada em todos os trabalhos. No entanto, a opção pelos africanos garantiu lucro aos traficantes de escravos e a consequente sustentação da economia brasileira por mais de três séculos.
(MOCELIN, Renato; CAMARGO, Rosiane de. História em debate. São Paulo. Editora do Brasil, 2016, p.133 (Coleção História em Debate V.1)
Considerando as correspondências e as contradições contidas nos dois documentos e que estas permitem subsidiar debates sobre o fazer do historiador e sobre os desafios do trabalho com documentos escritos, deve-se concluir que
“O exercício do ‘fazer história’, de indagar, é marcado, inicialmente, pela constituição de um sujeito. Em seguida, amplia-se para o conhecimento de um “Outro”, às vezes semelhante, muitas vezes diferente. Depois, alarga-se ainda mais em direção a outros povos, com seus usos e costumes específicos. Por fim, parte-se para o mundo, sempre em movimento e transformação. Em meio a inúmeras combinações dessas variáveis – do Eu, do Outro e do Nós –, inseridas em tempos e espaços específicos, indivíduos produzem saberes que os tornam mais aptos para enfrentar situações marcadas pelo conflito ou pela conciliação”
(BRASIL, 2019, p. 397-398).
O trecho da BNCC apresenta uma concepção de diversidade que deve balizar o ensino na ampla área das Ciências Humanas e Sociais Aplicadas. Tomando como base o conceito de diversidade social e cultural no Ensino de História sob a perspectiva histórico-crítica, é correto afirmar que essa concepção da BNCC
“Concluída a unificação da Itália sob o domínio romano, em vésperas da primeira guerra púnica, a península dos Apeninos era povoada por uma série de comunidades dotadas de situações jurídicas diversas sob soberania romana. Além dos “aliados” com autonomia nominal (socii), havia “comunidades de semicidadãos” com cidadania romana, mas nem o direito de intervir na escolha dos funcionários romanos (civitates sine suffragio); colônias da liga latina chefiada por Roma (coloniae Latinae); comunidades de populações locais com cidadania romana e uma administração comunal própria (municipia); e, finalmente, colônias romanas (coloniae civium Romanorum).”
ALFÖLDY, GÉZA. A história social de Roma. Lisboa: Editorial Presença, 1989. P. 43.
A partir da leitura do excerto, é correto concluir que
“[...] de um modo geral, consagrou-se no campo da história o predomínio do texto, da palavra e da retórica nos domínios da escrita, afirmando-se a tendência de utilizar a imagem como mera ilustração de um discurso. Historiadores, em princípio e por formação, estão familiarizados com o mundo da escrita, e é ainda bastante recente para eles a aceitação das imagens como uma linguagem tão expressiva quanto a do mundo do texto.”
(PESAVENTO, Sandra Jatahy. O mundo da imagem: território da história cultural. In: PESAVENTO, et al. Narrativas, imagens e práticas sociais: percurso em história cultural. Porto Alegre, Asterisco, 2008, p.108)
No que diz respeito ao Ensino de História,
“(...) O debate político desencadeou profundas divergências sobre as direções e os ritmos da perestroika. Os cidadãos começavam a murmurar que abriam a geladeira e não encontravam a perestroika lá. Escassez de produtos, filas. Não se atingia a almejada qualidade, e despencava a quantidade.”
REIS FILHO, Daniel Aarão. A aventura socialista no século XX. 2. Ed. São Paulo: Atual, 1999. (Coleção Discutindo a história). p.89.
O excerto trata das transformações no Socialismo Real, no final do século XX, cujo projeto objetivava a
“’Estou intimamente convencido, em minha alma de cavalheiro, de que estou lutando pela civilização”, escreveu Louis Mariet, na Páscoa de 1915, antes de participar de seu primeiro ataque. “Compreendo muito bem qual é o meu dever; não deixarei de cumpri-lo... Não sou absolutamente um guerreiro; mas me tornarei um guerreiro por necessidade.’”
EKSTEINS, Modris. A sagração da primavera. 2. Ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1992. p. 231.
O excerto faz referência a grandes questões e contradições do Século XIX que repercutiram no Século XX. Entre essas repercussões, destaca-se
“(...) E também formam redes umas com as outras – ou com as outras. Na Itália, mas também na Alemanha, elas exercem o essencial do poder – uma senhoria – por sistemas de alianças comerciais e políticas. Isso é particularmente claro na Itália, onde as cidades fazem oposição ao Império ou ao papa, e até contra os dois.”
LE GOFF, Jacques. Em busca da Idade Média. Rio de Janeiro: Civilização brasileira. 6ª ed. 2005. pg. 160.
O excerto assinala as mudanças ocorridas, a partir do século XI, no mundo feudal e se refere, mais precisamente,
Texto 1:
“[...] o sistema de fábrica representou a perda desse controle pelos trabalhadores domésticos. Na fábrica, a hierarquia, a disciplina, a vigilância e outras formas de controle tornaram-se tangíveis a tal ponto que os trabalhadores acabaram por submeter-se a um regime de trabalho, [...] o que representou, em última instância, o domínio do capitalista sobre o processo de trabalho.”
(DECCA, E. S. de. O nascimento das fábricas. São Paulo: Brasiliense, 1984. p. 24)
Texto 2:
O Uber anunciou nesta quarta-feira, 4, uma nova função em seu aplicativo para motoristas no Brasil. Já disponível na última atualização do app, a ferramenta vai começar a enviar notificações ao motorista quando ele se aproximar do limite de 12 horas dirigindo em um único dia. Caso atinja esse limite, o condutor será automaticamente desconectado e não poderá receber mais viagens.
ESTADÃO. Nova função do Uber vai impedir motorista de dirigir por mais de 12 horas. Disponível em: https://mobilidade.estadao.com.br/mobilidade-para-que/nova-funcao-do-uber-vai-impedirmotorista-de-dirigir-por-mais-de-12-horas/ Acesso em: 10 mai. 2025.
A partir da análise dos dois textos, conclui-se que
Com base nesse cenário, assinale a alternativa incorreta em relação à Revolução Francesa:
Com base nesse contexto, assinale a alternativa incorreta: