Questões de Concurso Sobre história do brasil em história

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Q1390699 História
Movimento liderado por um tropeiro que propôs desobediência geral às ordens da Coroa e o assassinato do governador da capitania. Elaborou, junto com outros rebeldes, um documento expondo a corrupção da burocracia metropolitana e exigindo que as Casas de Fundição não fossem instaladas. Estamos falando da(s)
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Q1390698 História
Ainda que o açúcar fosse o principal gênero produzido na América Portuguesa durante os séculos XVI e XVII, outros setores da economia desenvolveram-se. Assinale a alternativa CORRETA:
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Q1390660 História
Sobre a Ditadura Militar no Brasil assinale a alternativa CORRETA que apresenta três fatos ocorridos neste período:
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Q1388172 História
A Constituição Federal simboliza a lei maior que dispõe sobre as garantias e os direitos individuais dos cidadãos e estabelece a forma e o regime de governo, o sistema eleitoral e a organização dos poderes. Em 1988 foi promulgada a sétima Constituição Federal do Brasil válida até os dias atuais. O presidente em exercício, na data de sua promulgação, era:
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Q1387179 História
Em comício na Central do Brasil no RJ, em 1964, foi anunciado às reformas que mudariam o Brasil, tais como um plebiscito pela convocação de uma nova constituinte, reforma agrária e a nacionalização de refinarias estrangeiras.
Esse episódio foi o estopim para
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Q1387177 História
O café e seus derivados seriam os principais produtos brasileiros de exportação durante quase 100 anos, e seu ciclo ajudou no desenvolvimento do Brasil em diversos ângulos, com ênfase na urbanização dos grandes centros econômicos. Nota-se a importância do produto pela quantidade de tempo que predominou na economia brasileira. Tudo começa no início do século XX, sendo a economia cafeeira concentrada
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Q1368512 História
O período pré-colonial foi a fase transcorrida entre a chegada da esquadra de Pedro Álvares Cabral e o primeiro projeto nitidamente colonizador empreendido por Martim Afonso de Souza, em 1531. Durante esse período, a região conhecida como América Portuguesa teve um papel secundário na economia de Portugal, no momento em que o comércio com as Índias Orientais monopolizava os interesses mercantins do Império. Apesar da importância secundária, era inegável a preocupação estatal com o reconhecimento e a proteção desse território. Diversas expedições foram para procurar no Brasil riquezas que pudessem ser exploradas, e ao mesmo tempo, combater invasores estrangeiros. Qual foi o primeiro recurso explorado pelos portugueses no território brasileiro?
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Q1352139 História
A divisão política e administrativa do Brasil nem sempre foi a mesma. Do século XVI ao século XX, o país teve diversos arcabouços político-administrativos, a saber: as Donatarias, as Capitanias Hereditárias, as Províncias e finalmente os Estados, os Distritos e os Municípios. Diante desse pressuposto assinale a alternativa CORRETA:
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Q1335093 História
A existência da escravidão se fez dentro do modelo do regime colonial, a qual:
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Q1335092 História
O trabalho escravo é crime previsto no Artigo 149 do Código Penal brasileiro, o que não tem impedido que, cada vez mais, sejamos confrontados com notícias sobre a existência de formas análogas de escravização no Brasil.
Essa realidade, embora distante, no tempo da escravidão legalmente aceita, remete à reflexão acerca do processo que culminou com a abolição da escravatura no Brasil, sobre o qual é possível salientar que:
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Q1335090 História
A produção algodoeira no Brasil teve um considerável aumento na segunda metade do século XVIII, sendo possível relacionar esse evento:
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Q1335089 História
A organização política e econômica do Brasil, durante a União Ibérica sofreu alterações, entre as quais se destaca a:
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Q1331220 História
A luta pelas eleições diretas foi importante para mudar politicamente o Brasil, depois da existência dos governos militares. Essa luta:
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Q1331219 História
A política tem encontrado dificuldades para afirmar valores democráticos na sociedade brasileira. No século XX, foi comum:
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Q1329298 História
Leia o texto abaixo. Ele servirá de base para a questão.

O Cogumelo Venenoso

    Publicado em 1938, O cogumelo venenoso é um dos livros de texto para as escolas em que transparecia com mais clareza a virulência antissemita difundida na sociedade alemã:
    O pequeno Franz foi com sua mãe procurar cogumelos no bosque. [...] Pelo caminho, a mãe diz:
    - Olha, Franz, como acontece com os cogumelos no bosque, o mesmo ocorre também com as pessoas na terra. Há cogumelos bons e pessoas boas. Existem cogumelos venenosos, cogumelos maus, e pessoas más. E dessas pessoas é preciso ter cuidado como com os cogumelos venenosos, Entende?
    - Sim, mãe, compreendo – diz Franz -, se confiarmos em pessoas más, pode ocorrer uma desgraça, assim como se comermos um cogumelo venenoso, podemos morrer!
    - E sabe quem são essas pessoas más, esses cogumelos venenosos da humanidade? – Pressiona a mãe. Franz demonstra segurança.
    - Certamente, mamãe! Sei muito bem. São.... os judeus. Nosso professor o diz com frequência na escola. [...]
    - Exatamente! – Aplaude a mãe. E depois continua falando, muito séria.
    - Os judeus são pessoas más. São como os cogumelos venenosos. E assim como é difícil muitas vezes distinguir os cogumelos venenosos dos bons, é igualmente difícil reconhecer os judeus como pilantras e delinquentes. Como os cogumelos venenosos se apresentam com as mais variadas cores, assim também os judeus conseguem tornar-se irreconhecíveis assumindo os mais estranhos aspectos.
    - Em que aspectos estranhos pensas? – Pergunta o pequeno Franz.
    A mãe compreende que o menino não captou ainda totalmente o sentido. E, imperturbável, continua explicando.
    - Então, escuta! Há, por exemplo, o judeu ambulante. Com tecidos e todo tipo de mercadoria possível vai de aldeia em aldeia. Elogia sua mercadoria como a melhor e menos cara. Na realidade é a pior e a mais cara. Não deves confiar nele! [...] O mesmo ocorre com os judeus que criam animais, com os judeus dos mercados, com os açougueiros, com os médicos judeus, com os judeus batizados etc. Mesmo que finjam, mesmo que se mostrem gentis e, se mil vezes dizem que querem apenas nosso bem, não podemos acreditar neles. São judeus e continuam sendo judeus. São venenosos para nosso povo! [...] Do mesmo modo que com um cogumelo venenoso se pode matar uma família inteira, um único judeu pode aniquilar uma aldeia inteira, uma cidade, até mesmo todo um povo.
    Franz compreendeu a mãe.
    - Mãe, todos os não judeus sabem que o judeu é perigoso como um cogumelo venenoso?
    - Infelizmente, não, meu filho. Há muitos milhões de não judeus que ainda não conheceram o judeu. E por isso devemos informá-los e deixá-los de sobreaviso com relação aos judeus. Devemos, porém, advertir também nossa juventude sobre os judeus. Nossos meninos e meninas devem saber imediatamente quem são os judeus. Devem saber que o judeu é o cogumelo venenoso mais perigoso que pode existir. Como os cogumelos crescem em toda parte, assim também o judeu se encontra em todos os países do mundo. Como os cogumelos venenosos provocam muitas vezes graves desgraças, assim também o judeu é causa de miséria e sofrimento de infecção e morte.

(História Ilustrada do Nazismo/Volume 2: O poder e as consequências: 1933-1945. São Paulo: Larousse, 2009, p. 114)
Assim como os judeus eram vistos como raça inferior no mundo alemão do século XX, no Brasil as questões raciais passavam, principalmente no século XIX, pelo histórico da escravidão. O negro vindo da África era inferiorizado sob justificativa racial, utilizado como mão de obra e tratado como coisa. Caio Prado Júnior, em História Econômica do Brasil, ao tratar da substituição pelo trabalho livre analisa o contexto de substituição da mão de obra. A ideia do autor sobre a substituição do trabalho escravo no Brasil está corretamente apresentada na afirmativa:
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Q1329294 História
Leia o texto abaixo. Ele servirá de base para a questão.

O Cogumelo Venenoso

    Publicado em 1938, O cogumelo venenoso é um dos livros de texto para as escolas em que transparecia com mais clareza a virulência antissemita difundida na sociedade alemã:
    O pequeno Franz foi com sua mãe procurar cogumelos no bosque. [...] Pelo caminho, a mãe diz:
    - Olha, Franz, como acontece com os cogumelos no bosque, o mesmo ocorre também com as pessoas na terra. Há cogumelos bons e pessoas boas. Existem cogumelos venenosos, cogumelos maus, e pessoas más. E dessas pessoas é preciso ter cuidado como com os cogumelos venenosos, Entende?
    - Sim, mãe, compreendo – diz Franz -, se confiarmos em pessoas más, pode ocorrer uma desgraça, assim como se comermos um cogumelo venenoso, podemos morrer!
    - E sabe quem são essas pessoas más, esses cogumelos venenosos da humanidade? – Pressiona a mãe. Franz demonstra segurança.
    - Certamente, mamãe! Sei muito bem. São.... os judeus. Nosso professor o diz com frequência na escola. [...]
    - Exatamente! – Aplaude a mãe. E depois continua falando, muito séria.
    - Os judeus são pessoas más. São como os cogumelos venenosos. E assim como é difícil muitas vezes distinguir os cogumelos venenosos dos bons, é igualmente difícil reconhecer os judeus como pilantras e delinquentes. Como os cogumelos venenosos se apresentam com as mais variadas cores, assim também os judeus conseguem tornar-se irreconhecíveis assumindo os mais estranhos aspectos.
    - Em que aspectos estranhos pensas? – Pergunta o pequeno Franz.
    A mãe compreende que o menino não captou ainda totalmente o sentido. E, imperturbável, continua explicando.
    - Então, escuta! Há, por exemplo, o judeu ambulante. Com tecidos e todo tipo de mercadoria possível vai de aldeia em aldeia. Elogia sua mercadoria como a melhor e menos cara. Na realidade é a pior e a mais cara. Não deves confiar nele! [...] O mesmo ocorre com os judeus que criam animais, com os judeus dos mercados, com os açougueiros, com os médicos judeus, com os judeus batizados etc. Mesmo que finjam, mesmo que se mostrem gentis e, se mil vezes dizem que querem apenas nosso bem, não podemos acreditar neles. São judeus e continuam sendo judeus. São venenosos para nosso povo! [...] Do mesmo modo que com um cogumelo venenoso se pode matar uma família inteira, um único judeu pode aniquilar uma aldeia inteira, uma cidade, até mesmo todo um povo.
    Franz compreendeu a mãe.
    - Mãe, todos os não judeus sabem que o judeu é perigoso como um cogumelo venenoso?
    - Infelizmente, não, meu filho. Há muitos milhões de não judeus que ainda não conheceram o judeu. E por isso devemos informá-los e deixá-los de sobreaviso com relação aos judeus. Devemos, porém, advertir também nossa juventude sobre os judeus. Nossos meninos e meninas devem saber imediatamente quem são os judeus. Devem saber que o judeu é o cogumelo venenoso mais perigoso que pode existir. Como os cogumelos crescem em toda parte, assim também o judeu se encontra em todos os países do mundo. Como os cogumelos venenosos provocam muitas vezes graves desgraças, assim também o judeu é causa de miséria e sofrimento de infecção e morte.

(História Ilustrada do Nazismo/Volume 2: O poder e as consequências: 1933-1945. São Paulo: Larousse, 2009, p. 114)
Em 1938, o Brasil iniciava o Estado Novo com a adoção de um sistema de Ditadura Civil com contornos nacionalistas. A preocupação nacional para o país que definia as ações no plano nacional e internacional e que foi articulada pelas políticas públicas se assentava em princípios defensivos para conter as ameaças. Assim como os alemães que apontavam o judeu como ameaça, a política varguista associava ao estrangeiro o risco de quisto social que poderia levar ao enfraquecimento do país. As ações de Vargas para conter a ameaça estrangeira estão apresentadas corretamente, EXCETO em:
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Q1327183 História
Analise a seguinte definição sobre um importante aspecto sócio-histórico brasileiro e marque a alternativa que lhe corresponde:
“São os atuais habitantes de comunidades negras rurais formadas por descendentes de africanos escravizados, que vivem, na sua maioria, da agricultura de subsistência em terras doadas, compradas ou ocupadas há bastante tempo. Tratase, portanto, de grupos sociais cuja identidade étnica – ou seja, ancestralidade comum, formas de organização política e social, elementos linguísticos, religiosos e culturais – os distingue do restante da sociedade”. (Fundação Joaquim Nabuco, com adaptações).
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Q1324844 História
Qual foi a primeira Bandeira hasteada em solo brasileiro?
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Q1324843 História
Durante o governo de Juscelino Kubitschek, orientado pelo Plano de Metas, construiu-se a nova capital, Brasília, inaugurada em 21 de abril de
Alternativas
Q1324285 História
O Brasil passou a ter o nome oficial de República Federativa do Brasil somente a partir de 1969. De 1891 a 1969, o nome do nosso país era:
Alternativas
Respostas
7261: B
7262: E
7263: B
7264: A
7265: B
7266: D
7267: D
7268: B
7269: B
7270: C
7271: A
7272: A
7273: C
7274: D
7275: D
7276: A
7277: D
7278: D
7279: C
7280: A