Questões de Concurso Sobre história do brasil em história

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Q1728086 História
O maior combate ocorreu junto ao Rio das Mortes. Os paulistas foram cercados e assassinados na mata, embora os emboabas prometessem garantir suas vidas, se eles entregarem suas armas. O lugar ficou conhecido como Capão da Traição.
O trecho acima descreve um fato ocorrido durante:
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Q1728081 História
Não foi presidente no período ditatorial brasileiro:
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Q1728077 História
É incorreto afirmar com relação às Revoluções de 1930 e 1932:
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Q1727760 História
Foi o último presidente do período militar:
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Q1727758 História
Os movimentos nativistas brasileiros podem ser definidos como movimentos:
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Q1724746 História
“Desaparecido o Estado mucambeiro dos Palmares continuaram os mucambos isolados a manter a recusa dos trabalhadores negros à escravidão. (…) Essa situação de negros trabalhadores de engenhos e de negros rebeldes mucambeiros seria aproveitada pela insurrecionalidade de 1832. Os senhores restauradores cometeram o erro de fornecer as armas que estavam em poder dos juízes de paz, seus aliados, aos negros dos seus plantéis e aos negros mucambeiros que aderiram. Com a prisão dos chefes absolutistas, os índios aldeados adotaram como regra ataques aos engenhos e à libertação dos negros escravizados. (…) A anistia que se decretou aos índios e aos homens livres mulatos e brancos não alcançava a multidão de negros que aderira à insurreição. (...) A permanência dos negros nas matas, concluída a insurrecionalidade, era a única forma de adesão à liberdade. Sua saída significava a exclusão da liberdade que a vida mucambeira e a insurrecionalidade cabana lhes havia oferecido. Para a mente estamental sesmeiro-escravista, negro só tinha vez na escravidão.” (LINDOSO, Dirceu. A utopia armada: rebeliões de pobres nas matas do Tombo Real. Rio de Janeiro: Paz e terra, 1983, p. 305 e 306)
Sobre o fragmento acima NÃO se pode afirmar que:
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Q1724743 História
Os negros nunca aceitaram passivamente a escravidão. Havia muitas formas de revoltas coletiva e individual. Do ponto de vista histórico, os quilombos foram a estratégia de resistência que melhor representou a luta contra a ordem escravocrata. Ao organizarem suas fugas, os negros formaram comunidades no interior das matas, conhecidas como quilombos ou mucambos. Sobre os processos de constituição dos quilombos no Brasil, pode-se afirmar que:
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Q1724736 História
Sobre como a historiografia contemporânea tem pensado o fim do sistema escravista no Brasil, é INCORRETO afirmar que:
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Q1724735 História
Sobre o processo de colonização portuguesa na América é CORRETO afirmar que:
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Q1701898 História
Varnhagen no século XIX afirmava em relação aos indígenas que “povos na infância, não há história: há só etnografia.” (História Geral do Brasil 1962 [1854], v1, p.42).
Tal concepção está ligada a uma historiografia tradicional que representava a relação de contato entre índios e a sociedade Ocidental como:
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Q1701892 História
Em relação ao movimento abolicionista a historiadora Angela Alonso afirma: “O modo de inserir o ex-cativo na sociedade nacional se bifurcava, então, em programas diferentes. Um visava à sua conversão em cidadão de uma sociedade liberal e capitalista com direitos civis e políticos, e em pequeno proprietário no campo (...). Outro futuro lhe acenava com direitos sociais e o convertia em proletário urbano da sociedade industrial que se anunciava”. (ALONSO, Angela. Flores, votos e balas. Cia das Letras, 2015, p.363)
O desacordo entre abolicionistas só não existia em relação:
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Q1701889 História
“A melhor indicação das dificuldades em estabelecer um sistema nacional de dominação com base na solução monárquica encontra-se nas rebeliões regenciais. (...) As revoltas podem ser divididas em dois grandes grupos” (José Murilo de Carvalho, Teatro de Sombras, Ed. UFRJ/Relume- Dumará, p. 230)
A opção que apresenta revoltas que NÃO são do período regencial é:
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Q1701888 História
“A revolta paulista, chamada Revolução Constitucionalista, durou três meses e foi a mais importante guerra civil brasileira do século XX (…) Sua causa era praticamente inatacável: a restauração da legalidade, do governo constitucional.” (CARVALHO, J.M. de, Cidadania no Brasil: o longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, p. 100).
Apesar das características acima, pode-se também afirmar que a Revolução Constitucionalista tinha:
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Q1701886 História
O Programa Nacional de Desestatização (PND), tinha como objetivos concentrar ações e recursos do Estado nas áreas sociais, reduzir a dívida pública, promover ajuste fiscal e retomada de investimentos privados e fortalecer o mercado acionário. Foi implementado:
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Q1701885 História
Em 1988 foi promulgada a atual Constituição brasileira, chamada de Constituição Cidadã pela atribuição de direitos depois de um longo período de ditadura civil-militar. Mas também foi acusada pelo então presidente José Sarney de “tornar o país ingovernável” por causa do(a):
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Q1701879 História
Com base no Plano Cohen, que revelava “instruções da Internacional Comunista para a ação de seus agentes no Brasil”, o presidente Getúlio Vargas solicitou imediatamente ao Congresso autorização para decretar o estado de guerra pelo prazo de 90 dias. A aprovação da medida abriu caminho para:
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Q1701877 História
“(...) as famílias da elite, muito menos temerosas do que poderia se supor, viam umas nas outras, possíveis aliadas para ‘uma maior participação’, manutenção e manipulação do poder político. Sendo muitos dos envolvidos na administração local portadores de títulos militares, concluímos pela existência de uma relação unívoca entre títulos honoríficos e militares e as elites políticas locais, ou seja, as principais famílias detinham o monopólio do poder local, na câmara e na administração militar das tropas auxiliares e de ordenanças”. (Isis Messias da Silva, Revista Vernáculo, nº 14 - 15 - 16, p. 21–50).
O trecho acima traduz:
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Q1701876 História
A respeito das primeiras tentativas de escrita de uma História do Brasil, ainda em meados do século XIX, observa José Carlos Reis:
“Era preciso criar uma ideia do homem brasileiro, de povo brasileiro, no interior de um projeto de nação brasileira. Sobretudo, era preciso perceber a nação como diferença e continuidade colonial e como continuidade da diferença colonial. Pensou-se o Brasil com o conceito de “raça” e a sociedade brasileira como uma mescla de raças”.
Tal afirmativa está de acordo com um contexto de:
I formulação de teorias científicas europeias, que permitiram a elaboração de interpretações acerca do atraso do país e condição dos habitantes. II apresentação de projetos de organização nacional sem que, contudo, pudesse ser afastada uma visão pessimista acerca do presente e do futuro da nação. III contribuição das ciências para a naturalização das diferenças socioculturais, estabelecendo correlações rígidas entre as leis da natureza e a sociedade. IV avanço dos conhecimentos científicos que promoveriam uma releitura da miscigenação, tornando-a positiva por causa da diversidade biológica.
Os itens corretos são:
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Q1701874 História
Leia o que o cronista colonial Gabriel Soares escreveu em Tratado descritivo do Brasil, de 1587, a respeito da segurança militar de Salvador:
“[...] porque [a cidade] pode ser socorrida por mar e por terra de muita gente portuguesa até a quantia de dois mil homens, de entre os quais podem sair dez mil escravos de peleja, a saber: quatro mil pretos da Guiné e seis mil índios da terra, mui bons flecheiros, que juntos com a gente da cidade, se fará mui arrazoada exército”. (SOUSA, Gabriel Soares de. Tratado descritivo do Brasil, 1587, p.140-141 [adaptado])
O trecho acima deixa evidente que:
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Q1676624 História
Num 1° momento da nossa história que, de acordo com os livros didáticos, começa com a chegada dos europeus, os índios da colônia são cordiais e amigáveis: carregam o pau-brasil em troca de bugigangas e miçangas, ajudam os portugueses a construir fortes e casas (...) ensinam os brancos a sobreviver e conhecer a nova terra. Logo em seguida, entretanto, os índios começam a atrapalhar a colonização (...) De cordiais, os índios passam a ser traiçoeiros. A colonização exige, por sua vez, trabalho, e o índio é mão-de-obra utilizada em toda a colônia (...) A escravidão negra surge e os livros ensinam que o índio não era afeto ao trabalho: "eram preguiçosos".

Essa forma simplificada de ver o índio, presente em muitos livros didáticos, demonstra, por vezes, a
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Respostas
6661: B
6662: B
6663: D
6664: B
6665: C
6666: B
6667: A
6668: A
6669: A
6670: E
6671: E
6672: B
6673: E
6674: A
6675: E
6676: D
6677: C
6678: A
6679: B
6680: C