Questões de Concurso
Sobre história do brasil em história
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No sul, o primeiro caminho surgiu entre São Vicente e Laguna. A seguir a atividade avançou para o interior, em direção a Curitiba.
O texto faz referência à expansão da criação e ao comércio de gado, que tiveram grande importância na expansão territorial e no povoamento nos territórios meridionais do Brasil.
Assinale a alternativa que indica uma cidade catarinense, cuja fundação pode ser associada a estas atividades.
O milagre (econômico) começa, entretanto, a mostrar sua fraqueza ao longo do governo do quarto general-presidente, Ernesto Geisel, quando os dois pilares do desenvolvimento brasileiro (endividamento externo e arrocho salarial) parecem chegar ao seu limite. Em particular, o endividamento, com juros flutuantes, parece engolir, cada vez mais, fatias enormes do Produto Interno Bruto.
SILVA, F. C. T. da. A Modernização Autoritária: do golpe militar à
redemocratização. In LINHARES, M. Y. História Geral do Brasil.
Rio de Janeiro: Campus, 1990.
A crise do Milagre Econômico, cujos sintomas se apresentaram durante o governo Geisel (Brasil, 1974-1979), acentuou:
Exposto pela primeira vez numa reunião ministerial realizada no segundo dia de governo, 1 de fevereiro de 1956, e publicado no dia seguinte no Diário Oficial, o Plano de Metas foi o primeiro e o mais ambicioso programa de modernização já apresentado ao país. Com ele, Juscelino dava concretude ao slogan que animara a campanha presidencial – a promessa de que, sob seu comando, o Brasil cresceria cinquenta anos em cinco - , e se propôs a efetuar uma mudança estrutural na capacidade produtiva nacional.
SCHWARCZ, l. M. e STARLING, H. Brasil: uma biografia. São
Paulo: Companhia das Letras, 2015, p. 415.
O Plano de Metas do governo Juscelino Kubitschek (1956 – 1961) privilegiou:
O golpe de outubro de 1930 resultou no deslocamento da tradicional oligarquia paulista do epicentro do poder, enquanto que os demais setores sociais a ele articulados e vitoriosos não tiveram condições, individualmente, nem de legitimar o novo regime, nem, tampouco, de solucionar a crise econômica. O período de 1930-1937 pode, por isso mesmo, ser definido como de crise política aberta, sem que nenhuma das frações de classe envolvidas lograsse tornar-se hegemônica em sucessão à burguesia cafeeira (…).
MENDONÇA, S. R. Estado e sociedade: a consolidação da
república oligárquica. In LINHARES, M. Y. História Geral do
Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 1990.
Na História do Brasil, a fase inicial da Era Vargas (1930 – 1937) se caracterizou pela:
Às 15 horas do dia 13 de maio de 1888 foi assinada pela Princesa Isabel, no Paço Imperial, a Lei Áurea, diploma legal que extinguiu a escravidão no Brasil. O processo de abolição no país foi lento e gradual, com muitas revoltas de escravizados e pressão popular. O Brasil foi o último país independente do continente americano a abolir completamente a escravatura.
http://www.arquivonacional.gov.br/br/ultimas-noticias/1025-
mostra-130-anos-da-abolicao-da-escravatura, consultado em
17/11/2018.
Legalmente antecederam à Lei Áurea, a:
Conjuração Mineira foi o mais relevante movimento anticolonial da América portuguesa: pôs em dúvida o próprio sistema e adaptou para as Minas um projeto de poder de natureza nitidamente republicana. Essa Conjuração – disso às vezes nos esquecemos – também antecedeu a Revolução Francesa. Mas não foi o único momento de insubmissão na área colonial. Diferentemente da imagem oficial que o país gosta de apresentar, para dentro e para fora, a história brasileira está longe de se assemelhar a um “conto de fadas”, uma narrativa destituída de guerras, conflitos ou da prática cotidiana da violência.
SCHWARCZ, l. M. e STARLING, H. Brasil: uma biografia. São
Paulo: Companhia das Letras, 2015, p. 129.
As rebeliões coloniais na América portuguesa, dos séculos XVI, XVII e primeira metade do século XVIII, que antecederam a Conjuração Mineira, ocorreram principalmente por:
Desde a década de 1530 considera-se que o Brasil foi colonizado para dar lucro à metrópole portuguesa, transformando-se numa colônia de exploração. Os homens que para cá se dirigiram seriam, portanto, exploradores, que da nova terra, só queriam tirar vantagens materiais, enriquecer e voltar para a metrópole. Nada teria um sentido definitivo, sendo a transitoriedade a norma. Enormes latifúndios monocultores, produtores de bens exportáveis à custa da mão-de- obra escrava – eis a regra que deixava pouco ou nenhum espaço para as lavouras de alimentos.
FRAGOSO, J. e outros. A economia colonial brasileira, séculos
XVI – XIX. São Paulo:Atual, 1998, p. 51.
Segundo o texto, a abordagem da economia e da sociedade colonial brasileira, com ênfase no setor exportador desprezou a importância:
Getúlio Vargas governou o Brasil entre 1930 e 1945. Esse período ficou conhecido como Era Vargas e apresentou momentos de contrastes ao longo da sua dinâmica. Sobre esse momento da história do Brasil, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) A Era Vargas é comumente dividida em três fases: Governo Provisório (1930-1934); Governo Constitucional (1934-1937) e Estado Novo (1937-1945).
( ) Getúlio Vargas enfrentou a oposição dos paulistas, em 1932, que exigiam a elaboração de uma Constituição e questionavam a presença dos interventores nos estados. Esse conflito armado ficou conhecido como Revolução Constitucionalista.
( ) Em 1934, uma Nova Constituição entrou em vigor no Brasil. Entre as novidades dessa Carta, constam o estabelecimento do voto aberto (não secreto), a revogação do voto feminino e o fechamento da Justiça Eleitoral.
( ) Em 1943, o governo de Getúlio Vargas estabeleceu a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas). Dentre os pontos abordados nesse documento, estavam o salário mínimo, as limitações de horas de trabalho, as férias e a carteira de trabalho.
Lançada por Jânio Quadros, tendo à frente o chanceler San Tiago Dantas, e ampliada no governo João Goulart, especialmente sob a liderança de Afonso Arinos, a Política Externa Independente rompeu com a tradição brasileira de aproximação com Washington e aproximou o País do bloco socialista, à época liderado pela República Popular da China.
Várias crises marcaram a trajetória brasileira entre 1945 e 1964, algumas extremamente dramáticas e de consequências marcantes para o País, entre as quais o suicídio de Getúlio Vargas, em 1954, a controversa eleição de Juscelino Kubitschek, em 1955, e a renúncia de Jânio Quadros, em 1961.
O Partido Social Democrático (PSD), a mais poderosa força político-partidária do período, equilibrava-se ideologicamente entre o liberalismo udenista e o trabalhismo de inspiração getulista, mantendo uma posição de centro que impedia, nos períodos eleitorais, alianças ou coligações com ambas as correntes.
Estimulada pelos fortes ventos liberais que se expandiam no pós-Segunda Guerra Mundial, a corrente contrária à ditadura varguista contemplava desde empresários a bacharéis e militares, sobretudo da Aeronáutica, tendo se concentrado, a partir da queda do Estado Novo, na União Democrática Nacional (UDN).
A parceria entre capitais públicos e privados apresentou bons resultados, demonstrados pelas recentes privatizações na indústria aeronáutica, com a Embraer, e na pesquisa agropecuária, com a Embrapa.
Embora continue a ser uma das mais importantes petroleiras mundiais, a Petrobras encontra dificuldades para se expandir em face de determinados obstáculos técnicos que ainda não conseguiu suplantar, a exemplo do domínio da tecnologia apropriada para a exploração de petróleo em águas profundas, o que reduz acentuadamente a participação dela no pré-sal.
O uso intensivo de tecnologia contribui decisivamente para que o agronegócio brasileiro tenha assumido posição de ponta no competitivo mercado global de alimentos, sendo responsável por parcela considerável da pauta de exportações do País.
Os industriais tornaram-se mais coesos no esforço de defender os próprios interesses de forma autônoma. A configuração de uma política industrialista amparou-se, entre outros fatores, no argumento de que o fortalecimento da indústria era decisivo para se atingir a independência econômica nacional.