Questões de Concurso Sobre história do brasil em história

Foram encontradas 9.887 questões

Q1852301 História
    A Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, trouxe mudanças significativas no sistema político e econômico do Brasil. O proclamador da República e chefe do governo provisório, marechal Deodoro da Fonseca, e Rui Barbosa, seu vice, nomearam uma comissão de cinco pessoas para apresentar um projeto a ser examinado pela futura Assembleia Constituinte. O projeto escolhido vigorou como Constituição Provisória da República até as conclusões da Constituinte. 
A partir da dinâmica da instalação da República no Brasil e considerando o contexto descrito, julgue o item subsequente.
A imprensa foi um veículo de divulgação das ideias republicanas no Brasil, usada para atacar o imperador; os jornais republicanos eram lidos pela elite.
Alternativas
Q1852300 História
    A Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, trouxe mudanças significativas no sistema político e econômico do Brasil. O proclamador da República e chefe do governo provisório, marechal Deodoro da Fonseca, e Rui Barbosa, seu vice, nomearam uma comissão de cinco pessoas para apresentar um projeto a ser examinado pela futura Assembleia Constituinte. O projeto escolhido vigorou como Constituição Provisória da República até as conclusões da Constituinte. 
A partir da dinâmica da instalação da República no Brasil e considerando o contexto descrito, julgue o item subsequente.
A República teve seu contexto nas lutas regionais identitárias como a Guerra do Paraguai, gerando crises internas no Império. 
Alternativas
Q1852299 História
    A Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, trouxe mudanças significativas no sistema político e econômico do Brasil. O proclamador da República e chefe do governo provisório, marechal Deodoro da Fonseca, e Rui Barbosa, seu vice, nomearam uma comissão de cinco pessoas para apresentar um projeto a ser examinado pela futura Assembleia Constituinte. O projeto escolhido vigorou como Constituição Provisória da República até as conclusões da Constituinte. 
A partir da dinâmica da instalação da República no Brasil e considerando o contexto descrito, julgue o item subsequente. 
O processo de implantação da República no Brasil contou com forte apelo popular, principalmente das classes mais baixas. 
Alternativas
Q1852298 História
    A Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, trouxe mudanças significativas no sistema político e econômico do Brasil. O proclamador da República e chefe do governo provisório, marechal Deodoro da Fonseca, e Rui Barbosa, seu vice, nomearam uma comissão de cinco pessoas para apresentar um projeto a ser examinado pela futura Assembleia Constituinte. O projeto escolhido vigorou como Constituição Provisória da República até as conclusões da Constituinte. 
A partir da dinâmica da instalação da República no Brasil e considerando o contexto descrito, julgue o item subsequente.
A Constituição Republicana, datada de 24 de fevereiro de 1891, instaurou a independência dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Alternativas
Q1852297 História
    A Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, trouxe mudanças significativas no sistema político e econômico do Brasil. O proclamador da República e chefe do governo provisório, marechal Deodoro da Fonseca, e Rui Barbosa, seu vice, nomearam uma comissão de cinco pessoas para apresentar um projeto a ser examinado pela futura Assembleia Constituinte. O projeto escolhido vigorou como Constituição Provisória da República até as conclusões da Constituinte. 
A partir da dinâmica da instalação da República no Brasil e considerando o contexto descrito, julgue o item subsequente.
A indústria foi uma preocupação menor durante esse período dada a importância da agricultura e da bovinocultura, com foco na produção leiteira. 
Alternativas
Q1852296 História
    A Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, trouxe mudanças significativas no sistema político e econômico do Brasil. O proclamador da República e chefe do governo provisório, marechal Deodoro da Fonseca, e Rui Barbosa, seu vice, nomearam uma comissão de cinco pessoas para apresentar um projeto a ser examinado pela futura Assembleia Constituinte. O projeto escolhido vigorou como Constituição Provisória da República até as conclusões da Constituinte. 
A partir da dinâmica da instalação da República no Brasil e considerando o contexto descrito, julgue o item subsequente.
A República trouxe a implantação do modelo presidencialista norte-americano em detrimento do modelo do parlamentarismo franco-britânico.
Alternativas
Q1852294 História
    A Independência se explica por um conjunto de fatores, tanto internos como externos, mas foram os ventos trazidos de fora que imprimiram aos acontecimentos um rumo imprevisto pela maioria dos atores envolvidos, em uma escalada que passou da defesa da autonomia brasileira à ideia de independência. Em agosto de 1820, irrompeu em Portugal uma revolução liberal inspirada nas ideias ilustradas. Os revolucionários procuravam enfrentar um momento de profunda crise na vida portuguesa. Crise política, causada pela ausência do rei e dos órgãos de governo; crise econômica, resultante em parte da liberdade de comércio de que se beneficiava o Brasil; crise militar, consequência da presença de oficiais ingleses nos altos postos do exército e da preterição de oficiais portugueses nas promoções. Basta lembrar que, na ausência de Dom João, Portugal foi governado por um conselho de regência presidido pelo marechal inglês Beresford. Depois da guerra, Beresford se tornou o comandante do Exército português. A revolução portuguesa de 1820 tinha aspectos contraditórios para os brasileiros. Podia ser definida como liberal, por considerar a monarquia absoluta um regime ultrapassado e opressivo e por tratar de dar vida a órgãos de representação da sociedade, como é o caso das Cortes. 

Boris Fausto. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 1996. Pág. 81. 
A Independência do Brasil ocorreu em um contexto histórico com diversos eventos. A esse respeito e considerando o fragmento de texto precedente, julgue o item seguinte.
O pano de fundo da cena histórica se deu em função do desmantelamento da sociedade feudal, com a falência do absolutismo e a crise do Antigo Regime. 
Alternativas
Q1852293 História
    A Independência se explica por um conjunto de fatores, tanto internos como externos, mas foram os ventos trazidos de fora que imprimiram aos acontecimentos um rumo imprevisto pela maioria dos atores envolvidos, em uma escalada que passou da defesa da autonomia brasileira à ideia de independência. Em agosto de 1820, irrompeu em Portugal uma revolução liberal inspirada nas ideias ilustradas. Os revolucionários procuravam enfrentar um momento de profunda crise na vida portuguesa. Crise política, causada pela ausência do rei e dos órgãos de governo; crise econômica, resultante em parte da liberdade de comércio de que se beneficiava o Brasil; crise militar, consequência da presença de oficiais ingleses nos altos postos do exército e da preterição de oficiais portugueses nas promoções. Basta lembrar que, na ausência de Dom João, Portugal foi governado por um conselho de regência presidido pelo marechal inglês Beresford. Depois da guerra, Beresford se tornou o comandante do Exército português. A revolução portuguesa de 1820 tinha aspectos contraditórios para os brasileiros. Podia ser definida como liberal, por considerar a monarquia absoluta um regime ultrapassado e opressivo e por tratar de dar vida a órgãos de representação da sociedade, como é o caso das Cortes. 

Boris Fausto. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 1996. Pág. 81. 
A Independência do Brasil ocorreu em um contexto histórico com diversos eventos. A esse respeito e considerando o fragmento de texto precedente, julgue o item seguinte.
A revolução liberal ocorrida em Portugal chegou ao Brasil por meio dos eventos de insurreição de diversos grupos de elites regionais. 
Alternativas
Q1852291 História
    A Independência se explica por um conjunto de fatores, tanto internos como externos, mas foram os ventos trazidos de fora que imprimiram aos acontecimentos um rumo imprevisto pela maioria dos atores envolvidos, em uma escalada que passou da defesa da autonomia brasileira à ideia de independência. Em agosto de 1820, irrompeu em Portugal uma revolução liberal inspirada nas ideias ilustradas. Os revolucionários procuravam enfrentar um momento de profunda crise na vida portuguesa. Crise política, causada pela ausência do rei e dos órgãos de governo; crise econômica, resultante em parte da liberdade de comércio de que se beneficiava o Brasil; crise militar, consequência da presença de oficiais ingleses nos altos postos do exército e da preterição de oficiais portugueses nas promoções. Basta lembrar que, na ausência de Dom João, Portugal foi governado por um conselho de regência presidido pelo marechal inglês Beresford. Depois da guerra, Beresford se tornou o comandante do Exército português. A revolução portuguesa de 1820 tinha aspectos contraditórios para os brasileiros. Podia ser definida como liberal, por considerar a monarquia absoluta um regime ultrapassado e opressivo e por tratar de dar vida a órgãos de representação da sociedade, como é o caso das Cortes. 

Boris Fausto. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 1996. Pág. 81. 
A Independência do Brasil ocorreu em um contexto histórico com diversos eventos. A esse respeito e considerando o fragmento de texto precedente, julgue o item seguinte.
Os eventos internos ocorridos na colônia foram de grande impacto, exigindo um posicionamento do Imperador para garantir a territorialidade. 
Alternativas
Q1852290 História
    As primeiras legislações do Brasil Colônia não consideraram as complexas sociedades indígenas que aqui já se encontravam, limitando-se a reproduzir a prática política, jurídica e administrativa que repetia as ordens de Portugal. O projeto colonial português envolveu uma política que dividia os povos nativos em dois grupos distintos: os aliados e os inimigos — para os quais eram dirigidas ações e ideias diferentes. A legislação colonial mudava seus arranjos conforme os indígenas fossem aliados ou inimigos. Os índios que se tornariam aliados, conhecidos como “mansos” ou “cristãos”, eram os trazidos de seus assentamentos originais por meio dos descimentos, ou seja, forçadamente, e aldeados próximos às povoações coloniais, tornando-se “índios de repartição”.

FUNAI. 1.ª Conferência Nacional de Política Indigenista.
Documento Base. Brasília: 2015, p. 09. In: Internet: <funai.gov.br>.

    A legislação se caracterizou por dois aspectos principais, que abrigam concepções que permitem às ações coloniais justificarem-se e ganharem legitimidade. Um, direcionado para as sociedades indígenas consideradas aliadas, favorecendo a incorporação como mão-de-obra através dos aldeamentos formados a partir dos descimentos liderados pelos missionários. O segundo, dirigido aos “índios bravos”, os quais se combatiam numa estratégia de guerra colonial, permitindo-se a escravização.

André Ramos. A escravidão do indígena, entre o mito e novas perspectivas de debates. In: Revista de Estudos e Pesquisas, FUNAI. Brasília: vol.1. n.º 1. p. 241-265, jul. 2004. Pág. 246.
Tendo como referência inicial os trechos anteriores, que tratam da escravização indígena no Brasil colônia, julgue o item a seguir.
A legislação colonial apresentava diferentes arranjos em função da classificação estabelecida para cada grupo, legitimando atividades e atitudes a eles destinadas.
Alternativas
Q1852289 História
    As primeiras legislações do Brasil Colônia não consideraram as complexas sociedades indígenas que aqui já se encontravam, limitando-se a reproduzir a prática política, jurídica e administrativa que repetia as ordens de Portugal. O projeto colonial português envolveu uma política que dividia os povos nativos em dois grupos distintos: os aliados e os inimigos — para os quais eram dirigidas ações e ideias diferentes. A legislação colonial mudava seus arranjos conforme os indígenas fossem aliados ou inimigos. Os índios que se tornariam aliados, conhecidos como “mansos” ou “cristãos”, eram os trazidos de seus assentamentos originais por meio dos descimentos, ou seja, forçadamente, e aldeados próximos às povoações coloniais, tornando-se “índios de repartição”.

FUNAI. 1.ª Conferência Nacional de Política Indigenista.
Documento Base. Brasília: 2015, p. 09. In: Internet: <funai.gov.br>.

    A legislação se caracterizou por dois aspectos principais, que abrigam concepções que permitem às ações coloniais justificarem-se e ganharem legitimidade. Um, direcionado para as sociedades indígenas consideradas aliadas, favorecendo a incorporação como mão-de-obra através dos aldeamentos formados a partir dos descimentos liderados pelos missionários. O segundo, dirigido aos “índios bravos”, os quais se combatiam numa estratégia de guerra colonial, permitindo-se a escravização.

André Ramos. A escravidão do indígena, entre o mito e novas perspectivas de debates. In: Revista de Estudos e Pesquisas, FUNAI. Brasília: vol.1. n.º 1. p. 241-265, jul. 2004. Pág. 246.
Tendo como referência inicial os trechos anteriores, que tratam da escravização indígena no Brasil colônia, julgue o item a seguir.
As sociedades indígenas aliadas eram aquelas submetidas aos arranjos dos colonizadores e eventualmente dos missionários a que eram vinculadas.
Alternativas
Q1852288 História
    As primeiras legislações do Brasil Colônia não consideraram as complexas sociedades indígenas que aqui já se encontravam, limitando-se a reproduzir a prática política, jurídica e administrativa que repetia as ordens de Portugal. O projeto colonial português envolveu uma política que dividia os povos nativos em dois grupos distintos: os aliados e os inimigos — para os quais eram dirigidas ações e ideias diferentes. A legislação colonial mudava seus arranjos conforme os indígenas fossem aliados ou inimigos. Os índios que se tornariam aliados, conhecidos como “mansos” ou “cristãos”, eram os trazidos de seus assentamentos originais por meio dos descimentos, ou seja, forçadamente, e aldeados próximos às povoações coloniais, tornando-se “índios de repartição”.

FUNAI. 1.ª Conferência Nacional de Política Indigenista.
Documento Base. Brasília: 2015, p. 09. In: Internet: <funai.gov.br>.

    A legislação se caracterizou por dois aspectos principais, que abrigam concepções que permitem às ações coloniais justificarem-se e ganharem legitimidade. Um, direcionado para as sociedades indígenas consideradas aliadas, favorecendo a incorporação como mão-de-obra através dos aldeamentos formados a partir dos descimentos liderados pelos missionários. O segundo, dirigido aos “índios bravos”, os quais se combatiam numa estratégia de guerra colonial, permitindo-se a escravização.

André Ramos. A escravidão do indígena, entre o mito e novas perspectivas de debates. In: Revista de Estudos e Pesquisas, FUNAI. Brasília: vol.1. n.º 1. p. 241-265, jul. 2004. Pág. 246.
Tendo como referência inicial os trechos anteriores, que tratam da escravização indígena no Brasil colônia, julgue o item a seguir.
Os índios bravos estavam diretamente relacionados ao conceito de escravização, justificada em função da divisão estabelecida pela estrutura colonial e suas necessidades. 
Alternativas
Q1852286 História
    As primeiras legislações do Brasil Colônia não consideraram as complexas sociedades indígenas que aqui já se encontravam, limitando-se a reproduzir a prática política, jurídica e administrativa que repetia as ordens de Portugal. O projeto colonial português envolveu uma política que dividia os povos nativos em dois grupos distintos: os aliados e os inimigos — para os quais eram dirigidas ações e ideias diferentes. A legislação colonial mudava seus arranjos conforme os indígenas fossem aliados ou inimigos. Os índios que se tornariam aliados, conhecidos como “mansos” ou “cristãos”, eram os trazidos de seus assentamentos originais por meio dos descimentos, ou seja, forçadamente, e aldeados próximos às povoações coloniais, tornando-se “índios de repartição”.

FUNAI. 1.ª Conferência Nacional de Política Indigenista.
Documento Base. Brasília: 2015, p. 09. In: Internet: <funai.gov.br>.

    A legislação se caracterizou por dois aspectos principais, que abrigam concepções que permitem às ações coloniais justificarem-se e ganharem legitimidade. Um, direcionado para as sociedades indígenas consideradas aliadas, favorecendo a incorporação como mão-de-obra através dos aldeamentos formados a partir dos descimentos liderados pelos missionários. O segundo, dirigido aos “índios bravos”, os quais se combatiam numa estratégia de guerra colonial, permitindo-se a escravização.

André Ramos. A escravidão do indígena, entre o mito e novas perspectivas de debates. In: Revista de Estudos e Pesquisas, FUNAI. Brasília: vol.1. n.º 1. p. 241-265, jul. 2004. Pág. 246.
Tendo como referência inicial os trechos anteriores, que tratam da escravização indígena no Brasil colônia, julgue o item a seguir.
A divisão dos grupos era uma estratégia de gestão de uma cultura diferente, diversificada e que os colonizadores tinham dificuldade em dominar, se configurando como arma de guerra. 
Alternativas
Q1850654 História
O rei Dom João III concedeu as terras para nobres de sua confiança. Cada Capitão Donatário era considerado a autoridade máxima, ficando responsável por povoar, administrar, proteger o território, fundar vilas e desenvolver a economia local. Por sua parte, a Coroa Portuguesa não dava nenhuma ajuda financeira aos donatários para esse empreendimento. Os donatários, por outro lado, possuíam alguns privilégios jurídicos e fiscais como: I - escravizar indígenas, negros, camponeses e indigentes. II - cobrar tributos e doar lotes de terra não cultivados (sesmarias). III - explorar a região e usufruir de todos seus recursos naturais (donde uma porcentagem pertencia à coroa), desde animais, madeira e minérios. Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q1850648 História
“Apareceu, no sertão do Norte, um indivíduo, que se diz chamar Antônio Conselheiro e que exerce grande influência no espírito das classes populares. Deixou crescer a barba e os cabelos, veste uma túnica de algodão e alimenta-se, tenuemente, sendo quase uma múmia. Acompanhado de duas professas, vive a rezar terços e ladainhas e a pregar e dar conselhos às multidões, que reúne onde lhes permitem os párocos.” — Descrição da Folhinha Laemmert, de 1877, reproduzida por Euclides da Cunha em Os Sertões, 1902. O texto acima fala sobre o líder de uma comunidade que formava, no final do século XIX, uma irmandade religiosa e chegou a reunir uma população flutuante, de, aproximadamente, 25 mil habitantes e 5.200 casas, no sertão baiano. Essa comunidade foi, definitivamente, arrasada pelas tropas do Exército Brasileiro, em 1897. Estamos nos referindo a:
Alternativas
Q1848722 História
O Padre Antônio Vieira dedicou um número significativo dos seus Sermões aos povos africanos, aos seus descendentes escravizados no Brasil e a sua cultura. Nessas pregações encontra-se a tese filosófico-teológica legitimadora da escravidão, isto é, os africanos foram escravizadores porque:
Alternativas
Q1845803 História
O sistema de capitanias fracassou no Brasil como plano político. Por essa razão, em 1548, o instrumento de controle e de governo foi reformulado, instituindo-se o Governo-Geral. Foram características do Governo-Geral:
Alternativas
Q1845802 História
Os fundamentos para a compreensão do coronelismo no Brasil foram lançados no clássico Coronelismo, enxada e voto de Victor Nunes Leal em 1948. O autor definiu o coronelismo como "[...] o resultado da superposição de formas desenvolvidas do regime representativo a uma estrutura econômica e social inadequada" (LEAL, Vítor Nunes. Coronelismo, enxada e voto. São Paulo: Alfa-Ômega, 1948, p. 20).
NÃO é uma interpretação do coronelismo oferecida por Leal (1948):
Alternativas
Q1845791 História
"A independência não introduziu mudança radical no panorama descrito. Por um lado, a herança colonial era por demais negativa; por outro, o processo de independência envolveu conflitos muito limitados. Em comparação com os outros países da América Latina, a independência do Brasil foi relativamente pacífica. O conflito militar limitou-se a escaramuças no Rio de Janeiro e à resistência de tropas portuguesas em algumas províncias do norte, sobretudo Bahia e Maranhão. Não houve grandes guerras de libertação como na América espanhola. Não houve mobilização de grandes exércitos, figuras de grandes "libertadores", como Simón Bolívar, José de San Martín, Bernardo O'Higgins, Antonio José de Sucre. Também não houve revoltas libertadoras chefiadas por líderes populares, como os mexicanos Miguel Hidalgo e José María Morelos. A revolta que mais se aproximou deste último modelo foi a de 1817, que se limitou a pequena parte do país e foi derrotada." (CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil. O longo Caminho. 3ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002, p. 25-26)
A respeito do processo de Independência do Brasil, assinale a opção INCORRETA.
Alternativas
Q1839698 História
A guerra do Contestado foi um conflito que ocorreu na fronteira dos estados de Santa Catarina e do Paraná, tal conflito ocorreu no período de: 
Alternativas
Respostas
6021: C
6022: E
6023: E
6024: C
6025: E
6026: C
6027: C
6028: E
6029: C
6030: C
6031: E
6032: C
6033: E
6034: C
6035: C
6036: B
6037: B
6038: B
6039: D
6040: B