Questões de Concurso
Sobre história do brasil em história
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(Fausto, Boris. História Concisa do Brasil – 2. Ed., 6. Reimpr. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2014. p 16).
A respeito desse tema assinale a alternativa correta:
(Hoornaert, Eduardo. A Igreja no Brasil Colônia – 1550 - 1580, São Paulo, Brasiliense, 1982, pp. 35-6).
Sobre o Padroado, assinale a alternativa correta
(Fausto, Boris. História Concisa do Brasil – 2. Ed., 6. Reimpr. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2014. p 09).
Assinale a alternativa que apresenta por quais motivos um país tão pequeno como Portugal foi pioneiro na expansão marítima europeia no começo do século XV.
Considerando as políticas cambiais utilizadas na economia brasileira ao longo das décadas de 50 e 80 do século passado, julgue os itens a seguir.
I Entre 1951 e 1952, evidenciou-se grande colapso cambial decorrente da deterioração do comércio internacional e da defasagem temporal entre a concessão de licenças de importação e a efetiva importação.
II Na década de 50 do século passado, foi reestabelecido o monopólio cambial do Banco do Brasil e extinguido o controle quantitativo de exportações.
III O governo JK teve inspiração ortodoxa e adotou o sistema de câmbio flutuante.
IV Durante o período do regime militar, Delfim Neto usou o expediente de valorização da taxa de câmbio como política de controle da inflação.
Estão certos apenas os itens
“A extensão do mandato do próximo presidente da República, de cinco para seis anos; as eleições para governador de Estados seriam indiretas (ao contrário do que previa a própria constituição do regime); um terço dos senadores seria nomeados pelo presidente; mudança do cálculo do número de cadeiras por Estado na Câmara Federal (visando diminuir a representatividade dos Estados em que a oposição ganhava força, como o Rio de Janeiro e São Paulo).”
NAPOLITANO, M. 1964: História do Regime Militar Brasileiro. São Paulo, SP: Contexto, 2014. p.62;
O texto faz referência
“Na manhã de 24 de agosto, suicidou-se em seus aposentos no Palácio do Catete, desfechando um tiro no coração. O suicídio de Vargas exprimia desespero pessoal, mas tinha também um profundo significado político. O ato em si continha uma carga dramática capaz de eletrizar a grande massa. Além disso, o presidente deixava como legado uma mensagem comovente aos brasileiros, a chamada carta testamento, onde se apresentava como vítima e ao mesmo tempo acusador de forças impopulares, apontando como responsáveis pelo impasse a que chegara os grupos internacionais aliados a seus inimigos internos.”
FAUSTO, B. História Concisa do Brasil. São Paulo: Edusp, 2009. p. 231.
Sobre as consequências do episódio citado pelo autor, afirma-se que o
“O Brasil, em razão da sua dimensão e da ausência de preocupação com a reprodução biológica dos negros, foi o maior importador de escravos das Américas. Estudos recentes estimam em quase 10 milhões o número de negros transferidos para o Novo Mundo, entre o século XV e XIX. Para o Brasil teriam vindo em torno de 3,6 milhões.”
SILVA, J. M. da. Raízes do conservadorismo brasileiro. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2018. p. 374
Sobre a temática abordada pelo autor no excerto acima, afirma-se, EXCETO que
“Em Pernambuco, em 2 de julho, estoura a Confederação do Equador, que representava uma primeira reação das províncias do Nordeste: Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Pará. A execução dos líderes do movimento gerou descontentamento e um novo nacionalismo, cada vez mais misturado com evidentes manifestações de antilusitanismo.”
SCHWARCZ, L. M. As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. 2. ed. São Paulo, SP: Companhia das Letras, 1999. p. 48
A historiadora Lilian Schwarcz contextualiza uma passagem importante da política brasileira do século 19 e faz menção à (ao)
“Algumas delas alcançaram êxito, como as de Pernambuco e de São Vicente. Outras fracassaram desastrosamente, por vezes da forma mais trágica, como a de Pereira Coutinho, em Ilhéus, que acabou devorado pelos índios. Lopes de Souza desinteressou-se totalmente e nem tomou posse da concessão que recebeu. Quase todas deixaram novos povoadores europeus, organizados em bases completamente novas, nas quais o índio já não era um parente, mas mão-de-obra recrutável como escrava.”
RIBEIRO, D. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. 3. ed. São Paulo, SP: Companhia das Letras, 2012. p. 87.
O autor faz referência à
.Analise o mapa da América Colonial portuguesa abaixo.

Fonte: NOVAIS, F., Org. História da Vida Privada no Brasil. Vol. I. São Paulo:
Companhia das Letras, 1997, p.19
Ao analisar-se o mapa, afirma-se que se refere
“Aos portugueses e, em menor grau, aos castelhanos, coube, sem dúvida, a primazia no emprego do regime que iria servir de modelo à exploração latifundiária e monocultora adotada depois por outros povos. E a boa qualidade das terras do Nordeste brasileiro para a lavoura altamente lucrativa da cana-de-açúcar fez com que essas terras se tornassem o cenário onde, por muito tempo, se elaboraria em seus traços mais nítidos o tipo de organização agrária mais tarde característico das colônias europeias situadas na zona tórrida. A abundância de terras férteis e ainda mal desbravadas fez com que a grande propriedade rural se tornasse, aqui, a verdadeira unidade de produção. Cumpria apenas resolver o problema do trabalho.”
HOLANDA, S. B. de. Raízes do Brasil. 26. ed. São Paulo, SP: Companhia das Letras, 1995. p. 48.
Para tentar resolver essa dificuldade citada por Sérgio Buarque de Holanda, no excerto acima, os portugueses optaram por (pelo)
A respeito da escravidão transatlântica de escravos, afirma-se que