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Sobre história do brasil em história
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Conforme Abreu (2008), acerca do papel das cidades no período da colonização portuguesa no Brasil, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. As cidades no período colonial brasileiro, em contraste com o período colonial da América Espanhola, tinham um papel central como núcleo de controle do território conquistado pelos portugueses.
II. O processo de colonização portuguesa no Brasil encontrou civilizações que já tinham uma base urbana preexistente centrada na mineração e na circulação de metais preciosos.
III. O processo de colonização portuguesa, a partir de 1573, foi centrado na prática de fundação de cidades através da promulgação das “Ordenações de descobrimento e de povoamento de Felipe II”, também chamadas de “Lei das Índias”.
Diante desse contexto, qual das alternativas a seguir melhor expressa os objetivos centrais da CLT e as estratégias de Getúlio Vargas para manter o controle sobre as massas trabalhadoras?
I.Os principais líderes da Revolta dos Búzios eram membros destacados da antiga elite baiana. Esses indivíduos estavam descontentes com os governantes coloniais e incentivaram alguns profissionais liberais a iniciarem um movimento separatista com o objetivo de iniciar um governo autônomo que atendesse às necessidades econômicas dessa elite local.
lI.Dois grupos desempenharam um papel fundamental na disseminação das ideias revolucionárias que alimentaram a Revolta dos Búzios: a Academia Brasílica dos Renascidos e a Loja Maçônica Cavaleiros da Luz. Essas ideias tinham suas raízes no pensamento iluminista, que estimulava a mentalidade da época.
IlI.A independência americana e os ideais iluministas foram inspirações para a Revolta dos Búzios, assim como ocorreu em outros movimentos emancipatórios. No entanto, o que difere a Revolta dos Búzios está na configuração social deste movimento, já que contou com ampla participação de variados grupos populares, mesmo não havendo um projeto coletivo entre todos os participantes do movimento.
IV.Embora muitos cidadãos comuns tenham participado do levante, a Revolta dos Búzios não representou a defesa de um projeto distinto de sociedade, pois não propunha o fim do sistema escravista e tampouco argumentou a favor da liberdade e da democracia.
V.O julgamento e a punição dos envolvidos tiveram uma ligação direta com os grupos sociais, econômicos e raciais a que pertenciam. Isso resultou em penalidades muito mais severas para as pessoas mais pobres e negras.
É correto o que se afirma em:
(MELLO, Arnon de. São Paulo venceu! Rio de Janeiro: Flores e Mano, 1933. p. 267.)
A Revolução Constitucionalista de 1932 não apenas representou um conflito armado, mas também desencadeou uma intensa produção literária que buscou consolidar a memória dos eventos por meio de testemunhos e narrativas históricas. Esse movimento literário foi marcado pela publicação de uma vasta quantidade de livros que documentavam e interpretavam o ocorrido, muitas vezes sob a ótica dos próprios participantes. Tal produção teve um papel crucial na formação de uma narrativa canônica sobre a revolução, alinhando-se ao ideário de liberalismo político e autonomia estadual que motivou os constitucionalistas paulistas.
Considerando o contexto literário e histórico da Revolução Constitucionalista de 1932, analise as assertivas a seguir e marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:
( )A produção literária sobre a Revolução Constitucionalista de 1932 foi especialmente intensa nos anos, imediatamente após o conflito, e a maioria dos seus leitores estava relacionada com o movimento revolucionário.
( )Os estudantes Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo - MMDC, que morreram em um confronto em 1932, representam a narrativa sobre o caráter heroico que marca os ideais centralizadores.
( )A narrativa padrão, criada pelos autores daquela época, mostrou a Revolução Constitucionalista como um movimento separatista com o objetivo de desmembrar São Paulo do restante do Brasil.
( )A Revolução Constitucionalista de 1932 lutou contra as políticas intervencionistas de Getúlio Vargas após a Revolução de 1930. Seu objetivo era defender a autonomia estadual e manter o modelo de organização liberal do Estado.
( )As histórias escritas sobre a Revolução Constitucionalista de 1932 frequentemente ligavam o movimento ao bandeirismo. Esses relatos apresentaram os revolucionários como bandeirantes modernos que defendiam um modelo de Estado liberal e se opunham à ditadura.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
I.A restituição do Manto Tupinambá ao Brasil representa um reconhecimento das histórias e culturas dos povos originários e se insere em um novo paradigma ético relacional pautado no princípio do respeito, cooperação e responsabilidade compartilhada.
lI.A Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas, de 2007, estabelece que são os povos indígenas os responsáveis pela preservação, controle e proteção do seu patrimônio cultural, além do direito à autodeterminação.
IlI.A permanência de artefatos relacionados à história e à cultura dos povos indígenas em museus de países estrangeiros, apesar das manifestações atuais de repatriamento, revelam a preocupação dessas nações com a preservação desse passado e a conservação cultural desses povos. que
IV.As ações de repatriação de bens culturais têm sido conduzidas apenas por instituições governamentais, uma vez museus e outras instituições não governamentais não possuem legitimidade para tais processos.
V.A presença de bens culturais dos povos indígenas em instituições não governamentais estrangeiras, como museus, contribuiu para a criação e o fortalecimento de versões históricas equivocadas que reforçam muitas visões que os colonizadores tiveram dos povos colonizados.
É correto o que se afirma em:
Com base nas informações fornecidas, analise as assertivas que melhor correspondam ao contexto social da sociedade brasileira colonial:
I.As áreas mineradoras, como Diamantina, cresceram rapidamente e se urbanizaram, criando centros urbanos dinâmicos. A concentração de pessoas em cidades mineradoras favoreceu o processo de interação entre diferentes grupos sociais, raciais e étnicos, dando origem a uma sociedade mais diversificada.
lI.Em áreas de mineração, as demandas por trabalho nas minas e as atividades comerciais foram responsáveis por criar um cenário mais oportuno para uma flexibilização na hierarquização social, quando comparadas com as regiões predominantemente agrícolas.
IlI.O controle exercido pela metrópole portuguesa nas regiões de mineração foi mais flexível, o que não impediu o desenvolvimento de uma elite local composta apenas por comerciantes brancos ligados à Coroa e responsáveis pelo controle das atividades econômicas e pela manutenção da estratificação social.
IV.Nas regiões em que prevaleceu o sistema Plantation, se observa uma estrutura social mais rígida e segregacionista, em contraste com as regiões mineradoras onde o direito à liberdade parcial ou total, via coartação, foi mais comum.
V.Apesar da maior mobilidade social existente nas áreas mineradoras, a presença da Intendência dos Diamantes foi responsável por estabelecer um rígido controle sobre os processos de alforria, como a coartação, estabelecendo regras e procedimentos restritivos e complexos que dificultavam o acesso das pessoas escravizadas à liberdade.
É correto o que se afirma em:
1. A Proclamação da República no Brasil, em 1889, foi resultado de um golpe militar liderado por setores insatisfeitos com a monarquia, que viam na República um caminho para a modernização e o progresso.
2. A Constituição de 1891 estabeleceu um modelo republicano e federativo, inspirado na Constituição dos Estados Unidos, mas adaptado às realidades políticas e sociais brasileiras.
3. O período conhecido como República Velha (1889- 1930) foi marcado por uma política de "café com leite", onde as oligarquias de São Paulo e Minas Gerais alternavam o poder, mantendo uma estrutura econômica baseada na importação agrícola
4. A modernização do Estado brasileiro no início do século XX incluiu reformas econômicas, como a política de valorização do café, e reformas sociais, como a legislação trabalhista introduzida por Getúlio Vargas.
5. A modernização na América Latina, em geral, foi um processo igualitário, com alguns países avançando rapidamente em termos de infraestrutura e industrialização, economias agrárias e políticas oligárquicas.
Alternativas:
1. A Revolução de 1930, que colocou Getúlio Vargas no poder, marcou o fim da Primeira República e o início de um período de centralização política e industrialização no Brasil.
2. A Grande Depressão de 1929 teve impactos profundos na economia brasileira, levando à queda dos preços do café e ao colapso das exportações, o que exigiu novas políticas de industrialização e intervenção estatal.
3. Durante o Estado Novo (1937-1945), o governo Vargas implementou reformas trabalhistas e sociais que consolidaram o poder do Estado sobre as forças econômicas e políticas do país.
4. A política de substituição de importações adotada por Vargas foi fundamental para o desenvolvimento da indústria brasileira, reduzindo a dependência das exportações agrícolas.
5. A Segunda República enfrentou diversas tentativas de golpe militar, refletindo as tensões entre as forças conservadoras e progressistas no Brasil, culminando na deposição de Vargas em 1945.
Alternativas:
1. A independência do Brasil, em 1822, foi um processo relativamente pacífico em comparação com as guerras de independência nas colônias espanholas, sendo marcada por um acordo entre a elite brasileira e o príncipe regente D. Pedro.
2. A organização do Estado brasileiro pós-independência foi influenciada pelos modelos liberais europeus, mas adaptada às particularidades locais, mantendo a monarquia e a estrutura escravocrata.
3. A Constituição de 1824, a primeira do Brasil, estabeleceu um regime monárquico constitucional, com o poder moderador atribuído ao imperador, uma inovação que diferenciava o Brasil das repúblicas hispano-americanas.
4. A independência do Brasil não alterou significativamente as condições de vida da maioria da população, especialmente dos escravos e dos indígenas, que continuaram a enfrentar opressão e exploração.
5. Os movimentos populares nas províncias, como a Confederação do Equador e a Cabanagem, expressavam o descontentamento com a centralização do poder no Rio de Janeiro e a manutenção das desigualdades sociais.
Alternativas:
1. O sistema de plantation, caracterizado pelo uso extensivo de mão-de-obra escrava e grandes propriedades monocultoras, foi uma das bases da economia colonial nas Américas, especialmente nas colônias tropicais.
2. O Mercantilismo, política econômica adotada pelas metrópoles europeias, buscava maximizar a acumulação de riquezas através do controle rigoroso do comércio e da exploração das colônias.
3. As economias coloniais eram voltadas para o atendimento das demandas das metrópoles, com a produção de gêneros agrícolas como cana-de-açúcar e café e minerais que eram exportados para a Europa.
4. O pacto colonial estabelecia que as colônias deveriam comercializar seus produtos com a metrópole, o que gerou conflitos e contrabando nas colônias americanas para países como a Inglaterra e a França.
5. O sistema de encomienda na América espanhola foi utilizado como uma forma de organizar o trabalho indígena, em que os colonizadores recebiam o direito de cobrar tributos dos indígenas em troca de proteção e evangelização.
Alternativas:
1. A abertura dos portos às nações amigas, em 1808, marcou o fim do pacto colonial, permitindo ao Brasil estabelecer relações comerciais diretas com outros países, especialmente a Inglaterra e Holanda.
2. A presença da Corte no Rio de Janeiro resultou em uma modernização da cidade, com a criação de novas instituições, como o Banco do Brasil, a Imprensa Régia e a Academia Real de Belas Artes.
3. A chegada da família real portuguesa acelerou o processo de urbanização e desenvolvimento das infraestruturas no Brasil, especialmente no Rio de Janeiro e da mesma forma em Salvador.
4. A vinda da Corte fortaleceu a elite agrária, que se beneficiou das novas oportunidades econômicas e da proximidade com o poder central.
5. As tensões políticas entre os liberais e absolutistas, intensificadas pela presença da Corte no Brasil, contribuíram para o surgimento de movimentos pela independência nas províncias.
Alternativas:
1. A Inconfidência Mineira foi um dos movimentos mais emblemáticos do período, influenciado pelos ideais da Revolução Americana e do Iluminismo, que defendiam a liberdade e a independência.
2. O movimento dos Alfaiates, na Bahia, foi um exemplo de revolta social com fortes componentes raciais e econômicos, que buscava a igualdade e o fim da escravidão.
3. O contexto internacional, marcado pela Revolução Francesa e pelas independências nas Américas, exerceu grande influência sobre os movimentos libertários no Brasil.
4. As tentativas de insurreição no Brasil colonial, apesar de reprimidas, deixaram um legado de ideias que posteriormente influenciaram o processo de independência do país.
5. A reação da Coroa portuguesa aos movimentos insurrecionais foi caracterizada por uma política repressiva, incluindo prisões, execuções e o reforço do controle sobre a colônia.
Alternativas:
1. A expansão territorial do Brasil colonial foi impulsionada tanto pelo interesse em novas riquezas, como a mineração, quanto pela necessidade de garantir a segurança das fronteiras contra as incursões estrangeiras.
2. As bandeiras paulistas desempenharam um papel fundamental na interiorização do território, sendo responsáveis pela captura de indígenas e pela descoberta de café e minas de ouro e diamantes.
3. A política de distribuição de sesmarias facilitou a ocupação de novas áreas, mas também contribuiu para a concentração de terras nas mãos de uma elite urbana centralizada, perpetuando as desigualdades sociais nas periferias.
4. A ocupação das regiões de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso no século XVIII resultou na criação de novas vilas e cidades, fortalecendo o processo de urbanização no Brasil colonial.
5. A expansão territorial foi acompanhada de conflitos com as populações indígenas e africanos escravizados, que resistiam à invasão de suas terras, resultando em guerras e deslocamentos forçados.
Alternativas:
1. A administração colonial portuguesa no Brasil era centralizada, com a figura do Governador-Geral detendo amplos poderes sobre as capitanias.
2. A economia colonial brasileira foi amplamente dependente do trabalho escravo, tanto africano quanto indígena, sendo a base para a produção de açúcar, ouro e café.
3. As missões jesuíticas desempenharam um papel crucial na organização da mão-de-obra indígena, transformando-os em trabalhadores sob o controle da Igreja.
4. O sistema de sesmarias foi utilizado como forma de organizar a ocupação territorial e estimular a produção agrícola, concedendo grandes extensões de terra a particulares.
5. A atividade mineradora no século XVIII trouxe novas dinâmicas econômicas e sociais à colônia, resultando na formação de uma sociedade mais urbana e diversificada.
Alternativas:
1. A chegada dos europeus ao continente americano marcou o início de um processo de colonização que envolveu a exploração dos recursos naturais e a submissão das populações indígenas.
2. A colonização portuguesa no Brasil foi caracterizada pela implantação do sistema de capitanias hereditárias, que teve como objetivo principal a colonização com mudança de costumes e a ocupação do território.
3. A economia colonial brasileira foi inicialmente baseada na exploração do pau-brasil e, posteriormente, na produção de açúcar e café nas grandes plantações do Nordeste.
4. A sociedade colonial brasileira era marcada por uma rígida hierarquia social, na qual a elite proprietária de terras e escravos detinha o poder econômico e político.
5. A resistência indígena e as revoltas de escravos foram fatores importantes na configuração das relações de poder na sociedade colonial brasileira.
Alternativas: