Questões de Concurso
Sobre história do brasil em história
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(Boris Fausto, História do Brasil, 2008. Adaptado)
É correto afirmar que a política acima apresentada tinha propósito de
(...)
Brasileiros! Já não devemos corar deste nome: A Independência da nossa Pátria, as suas leis vão ser desde este dia uma realidade. O maior obstáculo, que a isso se opunha, retira-se do meio de nós; sairá de um país onde deixava o flagelo da guerra civil, em troco de um Trono que lhe demos (...)
(John Armitage, História do Brasil, p. 383 In: Ivan Alves Filho, Brasil 500 anos em documentos)
Segundo o documento, a independência do Brasil tornou-se uma realidade em 1831, pois
(Ronaldo Vainfas (org.), Dicionário do Brasil Imperial)
No contexto apresentado, o regressismo se refere
SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloísa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
As medidas apresentadas no excerto acima eram necessárias para os propósitos do sistema escravista devido
SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloísa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
A política cultural dirigida pelo governo estadonovista, no Brasil, exemplificada no texto acima, teve o propósito de
SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloísa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
A partir do excerto acima, é correto afirmar que a introdução da norma apresentada foi marcada por
(www.encontro2012.rj.anpuh.org)
O texto faz referência à Revolta
(Martius. Karl Friedrich Philip von. Como se escreve a história do Brasil. In.: RIHGB, tomo VII, 1845, p. 381-403)
A obra de von Martius foi escrita no contexto
(Boris Fausto, História do Brasil)
O trecho descreve a decadência da exploração econômica após a primeira década do séc. XX. Essa decadência é explicada por
(Circe Bittencourt, Identidade nacional e ensino de História do Brasil. In: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
A perspectiva de ensino de história apresentada no texto busca
(Jaime Pinsky; Carla Bassanezi Pinsky, Por uma história prazerosa e consequente. In: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
Para realização de um estudo como o descrito no excerto, é imprescindível discutir
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes. O negro no Brasil de hoje)
De acordo com o entendimento dos autores, a persistência de alguns quilombos decorreu da seguinte realidade:
(...) hei por bem ordenar, que todas as fábricas, manufaturas, ou teares de galões, de tecidos, ou de bordados de ouro, e prata. De veludos, brilhantes, cetins, tafetás (...); excetuando tão somente aqueles dos ditos teares, e manufaturas, em que se tecem, ou manufaturam fazendas grossas de algodão, que servem para o uso, e vestuário dos negros, para enfardar e empacotar (...); todas as mais sejam extintas, e abolidas em qualquer parte onde se acharem nos meus domínios do Brasil.
(Citado em Bittencourt, C. M. F. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2004, p.347)
Esse decreto real trouxe implicações como
(Bóris Fausto, História do Brasil. Adaptado)
A medida apresentada no texto foi
(Circe Maria Fernandes Bittencourt, Ensino de História: fundamentos e métodos.)
Uma possível ação de um professor de história com a finalidade de evitar a incorreção apontada no texto é
Um dos textos historiográficos mais conhecidos acerca da formação da nação brasileira é como se deve escrever a história do Brasil, do viajante e biólogo Phillipe Von Martius. Este opúsculo, como bem sabemos, é de suma importância para o projeto de escrita da história do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) na medida em que responde às inquietações decorrentes do processo de constituição do Estado nacional. A fórmula de Martius, narrativa, permeada pelo “encontro” entre as três raças, abriu um campo representativo da nacionalidade, sob o domínio da estética romântica.
SANDES, Noé Freire; ARRAIS, Cristiano Alencar. História e memória em Goiás no século XIX uma consciência da mágoa e da esperança. VARIA HISTÓRIA, Belo Horizonte, vol. 29, nº 51, p.847-861, set/dez 2013, p. 03.
O texto se refere a uma historiografia que forjou uma suposta convivência pacífica entre
1) Muito embora os setores relacionados direta ou indiretamente a exportação do café fossem politicamente hegemônicos, oligarquias ditas de segunda ou terceira grandeza (elites fluminenses, gaúchas, baianas, etc.) tiveram importância significativa nos processos de decisão política em curso;
2) Muito embora a aliança entre Minas e São Paulo tenha sido hegemônica, ela não impediu a construção de eixos alternativos de poder por parte de outros setores a ela não vinculados;
3) A despeito do Estado Nacional ter a sua sustentação vinculada ao contínuo fluxo de capital estrangeiro para o país - cujo principal meio era a exportação do café - a política econômica implantada visava também garantir a estabilidade das finanças públicas e o atendimento a compromissos financeiros junto aos credores internacionais, o que muitas vezes fez com que os interesses corporativos dos cafeicultores fossem contrariados.
VISCARDI, Cláudia Maria Ribeiro. O federalismo oligárquico brasileiro: uma revisão da "política do café-com-leite". In: Anuario IEHS: Instituto de Estudios histórico Sociales. n. 16, 2001, p. 74
Considerando as reflexões de Viscardi, pode-se observar que, nas primeiras três décadas do século XX,
As oposições simbólicas construídas ou reinterpretadas nos processos de ritualização (de um lado, verde e amarelo = massas = democracia = sociedade melhor; de outro, preto = elites políticas = autoritarismo = sociedade injusta) impactaram fortemente sobre os padrões dominantes de classificação que informavam as estruturas políticas e relações sociais. Questionou-se o discurso incrustado na sociedade brasileira que associava as “massas” à desordem e à falta de autoridade e que fazia da tutela política sobre a sociedade um princípio básico dos regimes políticos (categorias essas que foram centrais às reivindicações de legitimidade do golpe militar de 1964). Por outro lado, erigiu-se a praça pública como lugar fundamental da luta política e da constituição autônoma de atores coletivos.
BERTONCELO, E. R. E. "Eu quero votar para presidente": uma análise sobre a Campanha das Diretas. Lua Nova: Revista de Cultura e Política, n. 76, 2009, p. 191.
À luz da interpretação contida nesse fragmento textual e nas informações sobre o tema, o movimento pelas “Diretas já”
o sucesso do projeto político estatal – do trabalhismo – pode ser explicado pelo fato de ter tomado do discurso articulado pelas lideranças da classe trabalhadora, durante a Primeira República, elementos-chave de sua autoimagem e de os ter investido de novo significado em outro contexto discursivo.
GOMES, Ângela de Castro. A invenção do trabalhismo. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1987. p. 24)
Fundamentado no raciocínio contido nesse fragmento textual e nas informações sobre o período Vargas, deve-se concluir que a classe operária aderiu ao trabalhismo varguista