Questões de Concurso Comentadas sobre história do brasil em história

Foram encontradas 8.601 questões

Q4007057 História
A escolha do primeiro presidente do Brasil foi feita de forma:
Alternativas
Q4007056 História
O decreto que instituiu a separação entre a Igreja e Estado ocorreu no governo de: 
Alternativas
Q4005150 História
Durante o período colonial e imperial do Brasil, o desenvolvimento econômico do país era dependente do trabalho escravo. Dentre as seguintes opções, qual evento se tornou um marco importante na luta pela abolição da escravidão no Brasil?
Alternativas
Q4004075 História
Ao tratar do combate aos cortiços na capital do Império, o historiador Sidney Chalhoub escreveu que “intervenções violentas das autoridades constituídas no cotidiano dos habitantes da cidade, sob todas as alegações possíveis e imagináveis, são hoje um lugar-comum nos centros urbanos brasileiros. Mas absolutamente não foi sempre assim, e essa tradição foi algum dia inventada; ela também tem a sua história” (CHALHOUB, S. Cidade febril: cortiços e epidemias na corte imperial. 2a.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2018. p. 16). Acerca das ações urbanísticas que ocorreram de forma semelhante em outras cidades, assinale a alternativa que está correta.
Alternativas
Q4004073 História
Conforme Stuart Hall, o cristianismo medieval europeu possuía uma imagem ambígua do continente africano. Podia ser um lugar misterioso, concebido de modo positivo, como apontam os diversos santos negros. Porém, havia concomitante uma imagem negativa ao considerar seus habitantes como descendentes do personagem bíblico Cam, que fora amaldiçoado a ser servo perpétuo de seus irmãos (HALL, S. Cultura e Representação. Rio de Janeiro: Ed. da PUC Rio, 2016. p. 161-162). Assinale a alternativa que indica de maneira correta uma consequência dessas representações durante o processo de colonização da América.
Alternativas
Q4004071 História
Com sua visão crítica dos governantes, a catadora Carolina de Jesus escreveu na obra Quarto de despejo: “Eu quando estou com fome quero matar o Jânio, quero enforcar o Adhemar e queimar o Juscelino. As dificuldades corta (sic.) o afeto do povo pelos políticos” (JESUS, C. M. de. Quarto de despejo. São Paulo: Ática, 2014. p. 28). Ao aproximar três lideranças políticas da década 1950, pertencentes a partidos distintos, podemos compreender as ambiguidades do populismo brasileiro. Assinale a alternativa que indica corretamente características desse modo de exercer o comando político.
Alternativas
Q4004067 História
Em suas memórias, o ex-integralista Miguel Rea le fala do encontro tenso que teve com o presidente da República à época do Estado Novo. Ele escreve que “Ge túlio não guardara nenhum ressentimento da Ação In tegralista Brasileira, apesar da participação dos ‘camisas verdes’ no sangrento assalto ao Palácio Guanabara. Era esse um dos segredos de seus êxitos políticos: sabia situar cada acontecimento em sua época, nos limites de suas peculiares circunstâncias, sem jamais converter um fato passado em muralha impeditiva de uma composição ne cessária no presente” (REALE, Miguel. Memórias. São Paulo: Saraiva, 1986. V. 1. p. 152-153). Acerca do integra lismo no Brasil, avalie as afirmações abaixo:
I. Com o lema “Deus, Pátria e Família”, o movimento integralista defendia uma sociedade unificada, contra pondo-se à divisão em classes sociais, e um governo que propagasse os valores nacionalistas.
II. Constituiu a maior base partidária do Estado Novo, pois foi um movimento político de massas que atingia todos os estados brasileiros.
III. Aliado à defesa do estado centralizado e autoritário, propunha a implantação de uma economia radicalmente liberal, com a privatização de todas as empresas estatais.
Assinale a alternativa que contem somente a(s) as sertiva(s) correta(s):
Alternativas
Q4004066 História

O Dia do Historiador foi estabelecido no Brasil pelo Decreto nº 12.130 aprovado em 2009. A data escolhida de 19 de agosto homenageia o nascimento do político e diplomata pernambucano Joaquim Nabuco. Marque a alternativa que indica corretamente uma de suas obras mais importantes:

Alternativas
Q3997092 História
Em 23 de janeiro de 1732 o Conselho Ultramarino elaborou uma espécie de relatório a ser enviado ao Governador do Maranhão e Grão-Pará. No documento eram expostos cinco pontos para que as recém descobertas minas de ouro do Estado não fossem noticiadas aos colonos. Assim, entre outras coisas, os Conselheiros alegavam que: perigosamente o Maranhão e Grão-Pará tinha como fronteira conquistas de outras coroas; que a atividade mineradora iria fazer concorrência com a atividade das drogas do sertão, que já era explorada por Portugal, e da qual resultava grandes lucros; e a possibilidade do aumento dos cativeiros ilegais de indígenas a partir da atividade mineradora. “Sobre o que escreve o Governador e Capitão General do Estado do Maranhão a respeito do descobrimento das novas minas de ouro das terras dos Tocantins daquele Estado.” Lisboa, 23 de janeiro de 1732. AHU, códice 209 (consultas do Maranhão), f.56v.
Considerando a Consulta de 1732 e a historiografia sobre a colonização da região amazônica, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3997091 História
Na segunda metade do século XVII, ocorreram duas revoltas no Estado do Maranhão e Grão-Pará. A primeira em 1661 e a segunda em 1684. A primeira delas acirrou os ânimos dos colonos nas cidades de São Luís e Belém. A segunda, a de 1684, ficou mais restrita à cidade de São Luís. Sobre ambas as revoltas, o historiador Rafael Chambouleyron destaca: "Marcado pela importância da mão de obra indígena e por uma economia na qual se interconectavam atividades extrativas (principalmente a coleta das chamadas drogas do sertão) e a lavoura (sobretudo de açúcar, tabaco, cacau e farinha), o Maranhão teve, nos problemas de aquisição e controle dos trabalhadores indígenas – livres ou escravos –, uma constante fonte de problemas. Foi justamente em torno dessa grave questão que giraram os dois levantes dos moradores portugueses das duas principais capitanias do Estado do Maranhão". CHAMBOULEYRON, Rafael. "Duplicados clamores". Queixas e rebeliões na Amazônia colonial (século XVII). Projeto História (PUCSP), v. 33, p. 159-178, 2006.
Sobre os dois episódios, ambos com caráter antijesuítico, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3997090 História

“Tomada em conjunto, a legislação indigenista é tradicionalmente considerada como contraditória e oscilante por declarar a liberdade com restrições do cativeiro a alguns casos determinados, abolir totalmente tais casos legais de cativeiro (nas três grandes leis de liberdade absoluta: 1609, 1680 e 1755), e em seguida restaurá-los. Quando se olha mais detalhadamente as disposições legais, percebe-se, porém, que ao tomá-las em conjunto, assim como aos ‘índios’ a que se refere, simplifica-se bastante o quadro”. PERRONEMOISÉS, Beatriz. Índios Livres e índios escravos. Os princípios da legislação indigenista do período colonial (séculos XVI a XVIII). In: CUNHA, Manuela Carneiro. História dos Índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.



A “simplificação” à qual a autora se reporta ao criticar parte da historiografia que versa sobre o tema nos faz ponderar sobre o grave debate em torno dos modos de conquista de mão de obra indígena na Amazônia colonial. Levando em consideração a reflexão da autora e a realidade do Estado do Maranhão e Grão-Pará, é CORRETO afirmar: 

Alternativas
Q3997088 História
[…] A cafeicultura regulava as relações comerciais e também a dinâmica do desenvolvimento industrial. O suprimento de mão de obra para a indústria também estava condicionado à cafeicultura, pois dependia dos imigrantes vindos da Europa, onde muitos já tinham alguma experiência com o trabalho industrial. […] (JR. CATELLI, Roberto. Brasil: do café à Indústria: transição para o trabalho livre. São Paulo: Brasiliense, 2004 (tudo é história; 140). p. 52. Com adaptações).
A partir do processo de industrialização no Brasil, é possível considerar que:
Alternativas
Q3997087 História

Após a leitura do excerto abaixo, assinale a alternativa correta.


[…] O processo industrial vindo de 1888 é sobretudo o impulso pelas dificuldades de importação. Esta depende sempre do valorar das exportações. Quando a receita obtida no comércio internacional, com a venda de produtos nativos, não dá recursos, tem-se mais embaraço com a taxa de câmbio. A atividade, moderadamente protegida, apresenta desenvolvimento apreciável, até ser atingido pela crise internacional de 1913, que provoca a queda de produtos brasileiros e o temor de investimento do estrangeiro. Diversas fábricas do país são afetadas. Nessa situação vem desempenhar papel eminente a Guerra Mundial. Em 1914 o mundo anda às voltas com um conflito que dura até 1918. Entre os mais atingidos, estão os que lideram a economia, fornecedores de produtos trabalhados e compradores de matérias-primas. Contribui ainda a situação cambial, que torna favorável a importação. […] (IGLÉSIAS, Francisco. A industrialização brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1995. (tudo é história, 98). pp. 75-76. Com adaptações).

Alternativas
Q3997084 História
[…] O movimento de pessoas, como salientou Anthony Russel-Wood foi uma característica frequente, não só na América portuguesa como em todo o império. Entretanto, para RusselWood, o “papel do Estado no incentivo à imigração foi mínimo”. Dados referentes ao Estado do Maranhão, contudo, revelam outra perspectiva. Em relação à Amazônia, o limitado número de europeus que se dirigia para a região ensejou uma ação clara da própria Coroa, que pode ser percebida em diversas esferas e em relação a vários grupos, não só de europeus […]. (CHAMBOULEYRON, Rafael. Uma “conquista tão dilatada”. A coroa portuguesa e a migração voluntária para a Amazônia (século XVII). In. SARGES, Maria de Nazaré...[et. al.]. Entre mares: o Brasil dos portugueses. Belém: Paka-Tatu, 2010, p. 85. Com adaptações).
Considerando o cenário amazônico em relação aos povos indígenas assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3997083 História
Mimos para os índios

[…] Em 1847, duas autoridades da província do Pará se reuniram para jantar numa aldeia de índios Munduruku chamada Curi, às margens do rio Tapajós. De um lado, o bispo D. José Afonso de Morais Torres (1805-65), em visita pastoral pelas paróquias e freguesias de seu bispado; do outro, o tuxaua da aldeia, convidado pelo religioso para o jantar. Como nos dias anteriores, diante do bispo que não abria mão de usar batina, o tuxaua procurou ostentar sua distinção e apareceu vestido com a farda que o distinguia dos demais índios a ele subordinado […] (HENRIQUE, Márcio Couto. Sem Vieira nem Pombal: índios na Amazônia no século XIX. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2018, p. 125. Com adaptações).


Considerando o texto acima, assinale a alternativa que está de acordo com as informações apresentadas: 
Alternativas
Q3997081 História

 […] A classe operária tornou-se um novo protagonista na vida pública do Brasil. Os operários se organizaram em sindicatos, federações sindicais e diferentes tipos de organizações, e rapidamente chegaram à criação de uma central sindical de orientação anarquista – a Confederação Operária Brasileira (COB), criada em 1906 […]. (SCHWARCZ, Lilia Moritz. Brasil: uma biografia. São Paulo: Cia das Letras, 2018, p. 336. Com adaptações). 


Considerando o período compreendido entre os anos de 1900 e 1920: 

Alternativas
Q3997080 História
[…] O Projeto Grande Carajás foi um megaempreendimento econômico, político e social que teve início oficial em princípio da década de 1980, ainda que se tenha conhecimento de pretensões e de ações econômicas na região desde décadas anteriores, quando alguns diagnósticos apontavam a existência de metais na área. [...] Para a execução do projeto em sua estrutura, de modo geral, o governo federal disponibilizou elevado volume de capital, oriundo de empréstimos em instituições financeiras nacionais e estrangeiras. (SANTOS, Raimundo Lima dos. O PROJETO GRANDE CARAJÁS – PGC – E SEUS REFLEXOS PARA AS QUEBRADEIRAS DE COCO DE IMPERATRIZ. II Seminário de pesquisa de pósgraduação de história UFG/UCG. Goiânia, Goiás, 2009. Disponível em: https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/113/o/IISPHist09_RaimundoLitos.pdf. Acesso em: 60 mar. 2022. p.1. com adaptações).
Após leitura do texto assinale a assertiva que melhor se enquadra no contexto histórico vivido no Brasil da década de 80.
Alternativas
Q3997079 História
Sobre o Projeto Grande Carajás e os grandes projetos na Amazônia pode-se considerar que:
Alternativas
Q3997075 História
Sobre o cenário político e os embates eleitorais no território político-administrativo do estado do Pará, após o golpe militar civil de 1964, identifique a resposta CORRETA: 
Alternativas
Q3997071 História
“Se não há dúvida de que a principal força de trabalho no antigo Estado do Maranhão e Pará do século XVII foi a indígena, livre ou escrava, no entanto, a presença africana na região não pode ser desconsiderada”. (CHAMBOULEYRON, R. Escravos do Atlântico equatorial: tráfico negreiro para o Estado do Maranhão e Pará (século XVII e início do século XVIII). Revista Brasileira de História, vol. 26, nº 52. p.) 
As questões abaixo, versam sobre o olhar historiográfico para a região do Grão-Pará. Aponte a CORRETA:
Alternativas
Respostas
4501: A
4502: C
4503: D
4504: D
4505: A
4506: C
4507: A
4508: C
4509: D
4510: C
4511: E
4512: C
4513: B
4514: A
4515: A
4516: B
4517: E
4518: D
4519: D
4520: B