Questões de Concurso
Sobre fundamentos da história : tempo, memória e cultura em história
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Entre essas reflexões e mudanças, NÃO se inclui a seguinte:

Tear manual artesanal
É CORRETO afirmar que essa fonte histórica é uma fonte
COLUNA I
1. Observação 2. Registro 3. Interpretação 4. Apropriação
COLUNA II
( ) Identificar o objeto cultural, sua função e significado, percepção visual e simbólica. ( ) Fixação do conhecimento percebido, desenvolvimento da memória, pensamento lógico, intuitivo e operacional. ( ) Desenvolvimento da capacidade da análise e julgamento crítico. Análise do tema, discussão, questionamento, avaliação, pesquisa de outras fontes. ( ) Envolvimento afetivo, capacidade de autoexpressão, apropriação, participação criativa, valorização do bem cultural, preservação.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de números CORRETA.
Assinale a alternativa que faz a correspondência CORRETA entre o livro e os bens imateriais nele inscritos.
COLUNA I
1. Livro de Registro dos Saberes 2. Livro do Registro das Celebrações 3. Livro do Registro das Formas de Expressão 4. Livro do Registro dos Lugares
COLUNA II
( ) Conhecimentos e modos de fazer enraizados no cotidiano das comunidades. ( ) Rituais e festas que marcam a vivência coletiva do trabalho, da religiosidade, do entretenimento e de outras práticas da vida social. ( ) Manifestações literárias, musicais, plásticas, cênicas e lúdicas. ( ) Mercados, feiras, santuários, praças e demais espaços onde se concentram e se reproduzem práticas culturais coletivas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de números CORRETA.
“A história é busca, portanto escolha. Seu objeto não é o passado: ‘A própria noção segundo a qual o passado enquanto tal possa ser objeto de ciência é absurdo’. Seu objeto é ‘o homem’, ou melhor, ‘os homens’, e mais precisamente ‘homens no tempo’.” [Marc Bloch. Apologia da História ou o ofício de historiador]
De acordo com o texto:
“No âmbito dos historiadores profissionais julgamos que o movimento de ideias mais influentes no sentido da construção da História como ciência foi chamado grupo dos Annales, principalmente entre 1929 e 1969. Durante estas quatro décadas, mesmo sendo os membros de tal grupo bastante heterogêneos, é possível perceber entre eles certas concepções fundamentais comuns, desenvolvidas em debate com os historiadores mais tradicionais”.
[CARDOSO, Ciro F. Uma Introdução à História. 9ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1992, p.42]
Entre essas concepções comuns, destaca-se a:
“A história do garfo, da lavagem da roupa, das formas de fazer amor (que podem dar origem a belos estudos) pode ser tão comezinha e tão pouco história – embora enfeite com ouropéis que dão uma certa cor local – como a história das batalhas, dos congressos diplomáticos e dos debates parlamentares, tal como a descreveu uma certa historiografia, que desejaríamos completamente ultrapassada”.
[Le GOFF, J. A História do Cotidiano. In: DUBY, G, et alii. História e Nova História. Porto: Teorema, s/d., 92]
Reconhecendo a existência de diferentes formas
de se produzir e escrever o conhecimento histórico,
é possível afirmar que o autor faz crítica e gostaria
de ver ultrapassada a concepção:
A Escola dos Annales, inaugurada por Marc Bloch e Lucien Febvre, centrou-se na produção da história-problema para fornecer respostas às demandas surgidas no tempo presente. Esse grupo de historiadores insurgiu-se contra a história política, centrada em ações individuais e o poder bélico como motor da história.
(Circe Maria Fernandes Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2004. p. 145)
A história-problema caracteriza-se por
delas por meio de abordagens específicas, métodos diferentes,
técnicas variadas. Fontes têm historicidade: documentos que
falavam com os historiadores positivistas talvez hoje apenas
murmurem, enquanto outros que dormiam silenciosos querem se
fazer ouvir. E que dizer da história oral, das fontes audiovisuais, de
uso tão recente?

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a
problemática das fontes e a investigação histórica, julgue os itens
de 06 a 11.
“A História é um tempo passado carregado de presente, por isso o homem deve e continua tendo a necessidade de estudá-la. A História é um tempo saturado de agoras”
(BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. v.1. São Paulo: Brasiliense, 1987, p.229).
Tendo por base a opinião do filósofo alemão, é correto afirmar:
Qual a opção que melhor expressa esta cultura?
“Guernica”, a obra-prima de Pablo Picasso, é uma representação das atrocidades fascistas cometidas na Guerra Civil Espanhola. A que corrente da vanguarda europeia pertencia o artista?
“Artigo 1º - Constitui o patrimônio histórico e artístico nacional o conjunto dos bens móveis e imóveis existentes no País e cuja conservação seja de interesse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da história do Brasil, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico.”
“Artigo 5º - O tombamento dos bens pertencentes à União, aos Estados e aos Municípios se fará de ofício por ordem do Diretor do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, mas deverá ser notificado à entidade a quem pertencer, ou sob cuja guarda estiver a coisa tombada, a fim de produzir os necessários efeitos.” Os artigos acima destacados, que tratam do nosso patrimônio nacional, e que foram assinados no governo do Presidente Getúlio Vargas, constam do qual decreto?
Assinale a alternativa correta:
(Proença, Maria Cândida)
“Acumular, guardar e selecionar documentos não é privilégio apenas de pessoas ilustres.”
(Germinari, Geyso Dongley)
Sobre os novos desafios enfrentados pelo Historiador e pelo Professor de História na atualidade, é possível concluir: