Questões de Concurso
Sobre brasil monárquico – segundo reinado 1831- 1889 em história
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128 anos da abolição da escravidão no Brasil. No dia 13 de maio de 1888, a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, um dispositivo legal de apenas dois parágrafos que, formalmente, acabou com a escravidão no Brasil. Analise as afirmações quanto a escravidão no Brasil:
I- O tráfico negreiro manteve-se bastante ativo em nosso país até 1850. Seu fim só aconteceu de fato, por meio da Lei Eusébio de Queirós, em razão das pressões inglesas e do risco de guerra com a Inglaterra;
II- A Lei do Ventre Livre, aprovada em setembro de 1871 e que tinha como objetivo principal controlar a causa abolicionista;
III- O grande destaque nesse momento foi o conformismo dos escravos, uma vez que fugas e rebeliões diminuíram no período e demonstraram que a situação estava totalmente sob controle por parte das entidades governamentais;
São afirmações corretas apenas:
Fundada em 1874, a estação ferroviária é um dos principais pontos da cidade. Ela foi inaugurada
O município de Lavrinhas teve origem no povoado fundado por Honório Fidélis do Espírito Santo e Manoel Novaes da Cruz, em 1828, em torno da Capela de São Francisco de Paula, na localidade denominada Pinheiros. Este povoado levou inicialmente o nome de:
A Balaiada foi uma revolução de caráter popular que eclodiu no interior da província do Maranhão na fase final do período regencial (1838-1841). A revolta surgiu como um levante social por melhores condições de vida e contou com a participação de vaqueiros, escravos e outros desfavorecidos. O nome dessa luta popular fazia alusão:
Sobre o Segundo Reinado e a economia cafeeira é correto afirmar:
“Rodrigo havia sido indicado pela oposição para fiscal duma das mesas eleitorais. Pôs o revólver na cintura, uma caixa de balas no bolso e encaminhou-se para seu posto. A chamada dos eleitores começou às sete da manhã. Plantados junto da porta, os capangas do Trindade ofereciam cédulas com o nome dos candidatos oficiais a todos os eleitores que entravam. Estes, em sua quase totalidade, tomavam docilmente dos papeluchos e depositavam-nos na urna, depois de assinar a autêntica. Os que se recusavam a isso tinham seus nomes acintosamente anotados.”
(VERÍSSIMO, E. O tempo e o vento. São Paulo: Globo, 2003) (adaptado)
Erico Veríssimo tematiza em obra ficcional o seguinte aspecto característico da vida política durante a Primeira República:
Assinale a alternativa que contenha o principal documento em defesa da causa republicana no Brasil durante o Segundo Reinado.
Nesse contexto, os tradicionais proprietários de terra visavam à manutenção de suas posses. Assim, em 1850, era assinada a Lei de Terras.
Sobre essa temática assinale a afirmativa correta.
Menor de oito anos, propriedade do funcionário público José Joaquim Moreira. O crime foi confessado pelo menor Nicolau Teixeira da Cunha, que acusou como seu parceiro o caixeiro português Antônio Pereira da Silva. Este alegou ao subdelegado que apenas tratara de lavar a menina por estar ensanguentada e chorando. Ele fora desmentido pela vítima e por um moleque da casa que levara a negrinha a pedido do caixeiro. O corpo de delito foi procedido pelos doutores Manuel Antunes de Sales (1817-1864) e pelo baiano Francisco Sabino Coelho de Sampaio. Os médicos declararam achar a menor ‘estuprada e com as partes sexuais tão dilaceradas, intumescidas e ensangüentadas que fazia consternar.
CORREIO SERGIPENSE. APUD: CARDOSO, A. Escravidão em Sergipe. Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, n. 34, 2003-2005, p. 61 e 62. [Adaptado].
Casos como o apresentado suscitaram qual comportamento dos escravizados no Sergipe?
O Segundo Reinado foi um período importante na história do Brasil, sendo marcado por uma série de eventos e transformações, dentre eles a Questão Christie, que foi:
Documentos da época, hoje guardados no Arquivo do Senado, em Brasília, revelam como a composição do campo brasileiro foi planejada. Os próprios senadores e deputados eram, em grande parte, senhores de terras. O senador Costa Ferreira (MA), por exemplo, discursou:
— Isso de repartir terras em pequenos bocados não é exequível. Só quem nunca foi lavrador é que pode julgar o contrário. São utopias. Ninguém vai para lá [o interior do país]. Ninguém se quer arriscar. [...] Os senadores afirmaram que o governo deveria fixar altos preços para as terras públicas colocadas à venda. O Visconde de Abrantes opinou:
— O preço deve ser elevado para que qualquer proletário que só tenha a força do seu braço para trabalhar não se faça imediatamente proprietário comprando terras por vil preço. Ficando inibido de comprar terras, o trabalhador de necessidade tem de oferecer seu trabalho àquele que tiver capitais para as comprar e aproveitar.
HÁ 170 anos, Lei de Terras [...]. Agência Senado. Disponível em https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/arquivo-s/ha-170-anos-lei-de- -terras-[...]. Acesso em: 5 mar. 2024. Adaptado.
A análise feita pela reportagem sobre a Lei de Terras de 1850 tangencia uma característica brasileira praticamente inalterada nos últimos 200 anos de nossa história.
Trata-se da
Em meados da década de 1860, surgiram no Brasil associações abolicionistas inicialmente elitistas, formadas por segmentos da elite que se opunham ao sistema escravista. Com o tempo, essas associações se popularizaram e, no final da década de 1880, passaram a incluir uma ampla gama de participantes, como mulheres, pessoas negras e até mesmo escravizados, refletindo a diversificação e democratização do movimento abolicionista e a crescente mobilização social contra a escravidão.
A monarquia no Brasil ganhou grande respeito e admiração após a Guerra do Paraguai, quando o Brasil saiu vitorioso do conflito. Os desafios econômicos e sociais resultantes da guerra, juntamente com os novos arranjos políticos que estavam se desenvolvendo desde a década de 1860, começaram a ganhar destaque no cenário político brasileiro. Essa conjuntura desencadeou um processo de maior admiração ao sistema monárquico.
Durante a Guerra do Paraguai, as estratégias militares adotadas pelos países envolvidos refletiram não apenas rivalidades geopolíticas regionais, mas também dinâmicas complexas de poder e influência na América do Sul, evidenciando os desafios enfrentados pelas nações em transição para a era do imperialismo capitalista.
A Guerra do Paraguai impulsionou o movimento abolicionista ao permitir que muitos ex-escravos retornassem vitoriosos, condecorados e dispostos a lutar por seus direitos. Além disso, a pressão da Inglaterra pelo fim do tráfico negreiro desempenhou um papel significativo no processo que culminou na Abolição da Escravatura.
Após o fim da Guerra do Paraguai, o Brasil impôs um novo governo ao Paraguai, liderado pelo Duque de Caxias. Ele foi encarregado de governar o país por cinco anos e foi responsável por assinar, em nome dos paraguaios, os tratados de fronteiras com o Brasil. Isso demonstra a influência do Brasil sobre o Paraguai no período pós-guerra, e como o país vencedor exerceu seu poder político para moldar o destino do Paraguai. Essa imposição de um governo estrangeiro exemplifica as complexas dinâmicas de poder e dominação na América Latina do século XIX.
( ) A revolta ocorreu em Santa Cruz do Sul, no atual estado do Rio Grande do Sul; o termo mucker foi utilizado para caracterizar uma comunidade alemã, formada por imigrantes e descendentes, como beatos e fanáticos religiosos.
( ) Os muckers eram agricultores e trabalhavam em lotes de terras, geralmente como posseiros; porém, a baixa fertilidade das terras tornava a atividade agrícola pouco rentável, tornando a vida no local ainda mais miserável.
( ) Essa revolta pode ser caracterizada como um movimento messiânico, uma vez que acreditavam ser os eleitos e agentes de Cristo para promover a chegada dos “novos tempos”.
( ) A comunidade rejeitava a pregação de sacerdotes católicos e dos pastores evangélicos, assim como as diferenças de classes; não estenderam suas contestações aos níveis políticos e/ou econômicos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: