Questões de Concurso Sobre história e geografia do município de quebrangulo em história e geografia de estados e municípios

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Q4276637 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que acontecerá quando um foguete da SpaceX colidir com a Lua na quarta-feira

A Lua suportou inúmeros impactos ao longo de milhões de anos, tendo sua superfície característica e repleta de crateras moldada por asteroides e meteoros, além de sofrer colisões mais recentes de pequenas sondas e módulos de pouso enviados por agências espaciais terrestres. Na quarta-feira, cientistas preveem mais uma colisão no satélite, desta vez provocada por um foguete da SpaceX à deriva, deslocando-se a cerca de dois quilômetros por segundo, ou aproximadamente oito mil quilômetros por hora.

A seção superior de um dos foguetes Falcon 9 da SpaceX impactará a Lua em cinco de agosto, conforme estimativas do Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS) da Nasa. A agência espacial americana chegou a essa conclusão após astrônomos independentes notarem, por meio de dados públicos, que o componente lançado em janeiro de 2025 estava em rota de colisão acidental com o solo lunar. O porta-voz Jimi Russell declarou que não há perigo para a Terra e que a Nasa rastreará o foguete para fins de treinamento, observando posteriormente o local da colisão com objetivos científicos.

A SpaceX lançou esse foguete Falcon 9 no ano passado como parte de uma missão conjunta entre os Estados Unidos e o Japão para transportar dois módulos de pouso lunar e equipamentos científicos. Embora parte do Falcon 9 seja reutilizável e projetada para retornar à Terra, algumas peças se desprendem no espaço e permanecem presas em órbita até colidirem com outro corpo celeste. O componente envolvido no evento é a seção superior do foguete, que possui dimensões equivalentes a um prédio de cinco andares e peso terrestre de pelo menos quatro toneladas.

O astrônomo Bill Gray, responsável por descobrir a trajetória, afirma que o objeto cairá próximo à Cratera Einstein, situada na parte iluminada da Lua e visível da Terra, prevendo que o impacto formará uma cratera com mais de dezessete metros de diâmetro. A colisão iminente, prevista para ocorrer por volta de quarta-feira no horário de Brasília, promete cativar astrônomos amadores e profissionais.

O astrônomo Matt Bothwell, da Universidade de Cambridge, ressaltou que a colisão de algo tão grande com a Lua não oferece perigo e proporcionará um verdadeiro espetáculo visual. Segundo Bothwell, o impacto lançará uma enorme nuvem de poeira, a qual se espalhará lateralmente com o tempo. Ele detalhou que, devido à ausência de atmosfera na Lua e à sua gravidade reduzida, o momento será mais impressionante do que qualquer explosão similar na Terra, visto que nada desacelerará o objeto e milhões de quilogramas de detritos serão lançados ao espaço. Embora o evento não seja visível a olho nu, pessoas com acesso a telescópios sofisticados poderão observar um clarão irradiando da superfície lunar.

Bothwell destacou também o potencial educativo do impacto como uma oportunidade única para analisar os efeitos da colisão de um objeto na superfície da Lua. Diante disso, cientistas preparam-se para monitorar o evento de perto: grandes telescópios nas Américas, o Lunar Reconnaissance Orbiter da Nasa e a sonda Danuri da Coreia do Sul rastrearão o clarão, a nuvem de poeira e a nova cratera, enquanto um projeto de ciência cidadã recrutará amadores para filmar a cena. Ao registrar a poeira em movimento, os astrônomos esperam transformar o acidente em um experimento útil, aprimorando modelos de impactos lunares e obtendo pistas sobre a composição subterrânea do local, cuja matéria fresca será exposta pela primeira vez.

Além disso, Bothwell advertiu que a colisão serve como um alerta sobre o acúmulo constante de lixo espacial gerado pelo homem. O astrônomo manifestou preocupação com o aumento anual de objetos em órbita, salientando que eventuais colisões entre satélites geram ainda mais fragmentos, o que pode desencadear uma reação em cadeia descontrolada. Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), existem cerca de cinquenta mil objetos com mais de dez centímetros de diâmetro flutuando no espaço, somando cerca de dezessete mil toneladas de artefatos lançados pela humanidade desde o início da Era Espacial, em 1957.

O último impacto de um foguete inativo na Lua ocorreu em 2022, quando a seção superior 3C do foguete chinês Longa Marcha, da missão Chang'e 5-T1 de 2014, atingiu o lado oculto do satélite. Décadas antes desse episódio, a própria Nasa já havia lançado objetos intencionalmente contra a superfície lunar para coletar dados destinados às missões Apollo.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2kdx1y307o.adaptado.
A colisão iminente, prevista para ocorrer por volta de quarta-feira no horário de Brasília, promete cativar astrônomos amadores e profissionais. Analise se as afirmativas a seguir são falsas (F) ou verdadeiras (V), considerando o emprego da pontuação no trecho.
(__) As vírgulas que isolam "prevista para ocorrer por volta de quarta-feira no horário de Brasília" delimitam uma oração reduzida de particípio com valor explicativo.
(__) A retirada das duas vírgulas preserva a correção gramatical e mantém inalterado o sentido expresso no período.
(__) A expressão "por volta de quarta-feira no horário de Brasília" integra a oração reduzida intercalada, razão pela qual permanece corretamente delimitada pelas vírgulas.
(__) O emprego das vírgulas justifica-se por isolar um adjunto adverbial deslocado de tempo.
Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4276636 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que acontecerá quando um foguete da SpaceX colidir com a Lua na quarta-feira

A Lua suportou inúmeros impactos ao longo de milhões de anos, tendo sua superfície característica e repleta de crateras moldada por asteroides e meteoros, além de sofrer colisões mais recentes de pequenas sondas e módulos de pouso enviados por agências espaciais terrestres. Na quarta-feira, cientistas preveem mais uma colisão no satélite, desta vez provocada por um foguete da SpaceX à deriva, deslocando-se a cerca de dois quilômetros por segundo, ou aproximadamente oito mil quilômetros por hora.

A seção superior de um dos foguetes Falcon 9 da SpaceX impactará a Lua em cinco de agosto, conforme estimativas do Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS) da Nasa. A agência espacial americana chegou a essa conclusão após astrônomos independentes notarem, por meio de dados públicos, que o componente lançado em janeiro de 2025 estava em rota de colisão acidental com o solo lunar. O porta-voz Jimi Russell declarou que não há perigo para a Terra e que a Nasa rastreará o foguete para fins de treinamento, observando posteriormente o local da colisão com objetivos científicos.

A SpaceX lançou esse foguete Falcon 9 no ano passado como parte de uma missão conjunta entre os Estados Unidos e o Japão para transportar dois módulos de pouso lunar e equipamentos científicos. Embora parte do Falcon 9 seja reutilizável e projetada para retornar à Terra, algumas peças se desprendem no espaço e permanecem presas em órbita até colidirem com outro corpo celeste. O componente envolvido no evento é a seção superior do foguete, que possui dimensões equivalentes a um prédio de cinco andares e peso terrestre de pelo menos quatro toneladas.

O astrônomo Bill Gray, responsável por descobrir a trajetória, afirma que o objeto cairá próximo à Cratera Einstein, situada na parte iluminada da Lua e visível da Terra, prevendo que o impacto formará uma cratera com mais de dezessete metros de diâmetro. A colisão iminente, prevista para ocorrer por volta de quarta-feira no horário de Brasília, promete cativar astrônomos amadores e profissionais.

O astrônomo Matt Bothwell, da Universidade de Cambridge, ressaltou que a colisão de algo tão grande com a Lua não oferece perigo e proporcionará um verdadeiro espetáculo visual. Segundo Bothwell, o impacto lançará uma enorme nuvem de poeira, a qual se espalhará lateralmente com o tempo. Ele detalhou que, devido à ausência de atmosfera na Lua e à sua gravidade reduzida, o momento será mais impressionante do que qualquer explosão similar na Terra, visto que nada desacelerará o objeto e milhões de quilogramas de detritos serão lançados ao espaço. Embora o evento não seja visível a olho nu, pessoas com acesso a telescópios sofisticados poderão observar um clarão irradiando da superfície lunar.

Bothwell destacou também o potencial educativo do impacto como uma oportunidade única para analisar os efeitos da colisão de um objeto na superfície da Lua. Diante disso, cientistas preparam-se para monitorar o evento de perto: grandes telescópios nas Américas, o Lunar Reconnaissance Orbiter da Nasa e a sonda Danuri da Coreia do Sul rastrearão o clarão, a nuvem de poeira e a nova cratera, enquanto um projeto de ciência cidadã recrutará amadores para filmar a cena. Ao registrar a poeira em movimento, os astrônomos esperam transformar o acidente em um experimento útil, aprimorando modelos de impactos lunares e obtendo pistas sobre a composição subterrânea do local, cuja matéria fresca será exposta pela primeira vez.

Além disso, Bothwell advertiu que a colisão serve como um alerta sobre o acúmulo constante de lixo espacial gerado pelo homem. O astrônomo manifestou preocupação com o aumento anual de objetos em órbita, salientando que eventuais colisões entre satélites geram ainda mais fragmentos, o que pode desencadear uma reação em cadeia descontrolada. Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), existem cerca de cinquenta mil objetos com mais de dez centímetros de diâmetro flutuando no espaço, somando cerca de dezessete mil toneladas de artefatos lançados pela humanidade desde o início da Era Espacial, em 1957.

O último impacto de um foguete inativo na Lua ocorreu em 2022, quando a seção superior 3C do foguete chinês Longa Marcha, da missão Chang'e 5-T1 de 2014, atingiu o lado oculto do satélite. Décadas antes desse episódio, a própria Nasa já havia lançado objetos intencionalmente contra a superfície lunar para coletar dados destinados às missões Apollo.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2kdx1y307o.adaptado.
A exploração espacial envolve desafios científicos, tecnológicos e operacionais que frequentemente produzem descobertas relevantes, mesmo quando determinados acontecimentos não decorrem de ações planejadas.
Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA em relação à compreensão e à interpretação textual.
Alternativas
Q4276635 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que acontecerá quando um foguete da SpaceX colidir com a Lua na quarta-feira

A Lua suportou inúmeros impactos ao longo de milhões de anos, tendo sua superfície característica e repleta de crateras moldada por asteroides e meteoros, além de sofrer colisões mais recentes de pequenas sondas e módulos de pouso enviados por agências espaciais terrestres. Na quarta-feira, cientistas preveem mais uma colisão no satélite, desta vez provocada por um foguete da SpaceX à deriva, deslocando-se a cerca de dois quilômetros por segundo, ou aproximadamente oito mil quilômetros por hora.

A seção superior de um dos foguetes Falcon 9 da SpaceX impactará a Lua em cinco de agosto, conforme estimativas do Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS) da Nasa. A agência espacial americana chegou a essa conclusão após astrônomos independentes notarem, por meio de dados públicos, que o componente lançado em janeiro de 2025 estava em rota de colisão acidental com o solo lunar. O porta-voz Jimi Russell declarou que não há perigo para a Terra e que a Nasa rastreará o foguete para fins de treinamento, observando posteriormente o local da colisão com objetivos científicos.

A SpaceX lançou esse foguete Falcon 9 no ano passado como parte de uma missão conjunta entre os Estados Unidos e o Japão para transportar dois módulos de pouso lunar e equipamentos científicos. Embora parte do Falcon 9 seja reutilizável e projetada para retornar à Terra, algumas peças se desprendem no espaço e permanecem presas em órbita até colidirem com outro corpo celeste. O componente envolvido no evento é a seção superior do foguete, que possui dimensões equivalentes a um prédio de cinco andares e peso terrestre de pelo menos quatro toneladas.

O astrônomo Bill Gray, responsável por descobrir a trajetória, afirma que o objeto cairá próximo à Cratera Einstein, situada na parte iluminada da Lua e visível da Terra, prevendo que o impacto formará uma cratera com mais de dezessete metros de diâmetro. A colisão iminente, prevista para ocorrer por volta de quarta-feira no horário de Brasília, promete cativar astrônomos amadores e profissionais.

O astrônomo Matt Bothwell, da Universidade de Cambridge, ressaltou que a colisão de algo tão grande com a Lua não oferece perigo e proporcionará um verdadeiro espetáculo visual. Segundo Bothwell, o impacto lançará uma enorme nuvem de poeira, a qual se espalhará lateralmente com o tempo. Ele detalhou que, devido à ausência de atmosfera na Lua e à sua gravidade reduzida, o momento será mais impressionante do que qualquer explosão similar na Terra, visto que nada desacelerará o objeto e milhões de quilogramas de detritos serão lançados ao espaço. Embora o evento não seja visível a olho nu, pessoas com acesso a telescópios sofisticados poderão observar um clarão irradiando da superfície lunar.

Bothwell destacou também o potencial educativo do impacto como uma oportunidade única para analisar os efeitos da colisão de um objeto na superfície da Lua. Diante disso, cientistas preparam-se para monitorar o evento de perto: grandes telescópios nas Américas, o Lunar Reconnaissance Orbiter da Nasa e a sonda Danuri da Coreia do Sul rastrearão o clarão, a nuvem de poeira e a nova cratera, enquanto um projeto de ciência cidadã recrutará amadores para filmar a cena. Ao registrar a poeira em movimento, os astrônomos esperam transformar o acidente em um experimento útil, aprimorando modelos de impactos lunares e obtendo pistas sobre a composição subterrânea do local, cuja matéria fresca será exposta pela primeira vez.

Além disso, Bothwell advertiu que a colisão serve como um alerta sobre o acúmulo constante de lixo espacial gerado pelo homem. O astrônomo manifestou preocupação com o aumento anual de objetos em órbita, salientando que eventuais colisões entre satélites geram ainda mais fragmentos, o que pode desencadear uma reação em cadeia descontrolada. Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), existem cerca de cinquenta mil objetos com mais de dez centímetros de diâmetro flutuando no espaço, somando cerca de dezessete mil toneladas de artefatos lançados pela humanidade desde o início da Era Espacial, em 1957.

O último impacto de um foguete inativo na Lua ocorreu em 2022, quando a seção superior 3C do foguete chinês Longa Marcha, da missão Chang'e 5-T1 de 2014, atingiu o lado oculto do satélite. Décadas antes desse episódio, a própria Nasa já havia lançado objetos intencionalmente contra a superfície lunar para coletar dados destinados às missões Apollo.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2kdx1y307o.adaptado.
O "porta-voz" Jimi Russell declarou que não há perigo para a Terra e que a Nasa rastreará o foguete para fins de treinamento.
No vocábulo destacado, os elementos que o compõem classificam-se, do ponto de vista morfológico, respectivamente, como __________.
Assinale a alternativa CORRETA que preenche a lacuna.
Alternativas
Q4276634 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que acontecerá quando um foguete da SpaceX colidir com a Lua na quarta-feira

A Lua suportou inúmeros impactos ao longo de milhões de anos, tendo sua superfície característica e repleta de crateras moldada por asteroides e meteoros, além de sofrer colisões mais recentes de pequenas sondas e módulos de pouso enviados por agências espaciais terrestres. Na quarta-feira, cientistas preveem mais uma colisão no satélite, desta vez provocada por um foguete da SpaceX à deriva, deslocando-se a cerca de dois quilômetros por segundo, ou aproximadamente oito mil quilômetros por hora.

A seção superior de um dos foguetes Falcon 9 da SpaceX impactará a Lua em cinco de agosto, conforme estimativas do Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS) da Nasa. A agência espacial americana chegou a essa conclusão após astrônomos independentes notarem, por meio de dados públicos, que o componente lançado em janeiro de 2025 estava em rota de colisão acidental com o solo lunar. O porta-voz Jimi Russell declarou que não há perigo para a Terra e que a Nasa rastreará o foguete para fins de treinamento, observando posteriormente o local da colisão com objetivos científicos.

A SpaceX lançou esse foguete Falcon 9 no ano passado como parte de uma missão conjunta entre os Estados Unidos e o Japão para transportar dois módulos de pouso lunar e equipamentos científicos. Embora parte do Falcon 9 seja reutilizável e projetada para retornar à Terra, algumas peças se desprendem no espaço e permanecem presas em órbita até colidirem com outro corpo celeste. O componente envolvido no evento é a seção superior do foguete, que possui dimensões equivalentes a um prédio de cinco andares e peso terrestre de pelo menos quatro toneladas.

O astrônomo Bill Gray, responsável por descobrir a trajetória, afirma que o objeto cairá próximo à Cratera Einstein, situada na parte iluminada da Lua e visível da Terra, prevendo que o impacto formará uma cratera com mais de dezessete metros de diâmetro. A colisão iminente, prevista para ocorrer por volta de quarta-feira no horário de Brasília, promete cativar astrônomos amadores e profissionais.

O astrônomo Matt Bothwell, da Universidade de Cambridge, ressaltou que a colisão de algo tão grande com a Lua não oferece perigo e proporcionará um verdadeiro espetáculo visual. Segundo Bothwell, o impacto lançará uma enorme nuvem de poeira, a qual se espalhará lateralmente com o tempo. Ele detalhou que, devido à ausência de atmosfera na Lua e à sua gravidade reduzida, o momento será mais impressionante do que qualquer explosão similar na Terra, visto que nada desacelerará o objeto e milhões de quilogramas de detritos serão lançados ao espaço. Embora o evento não seja visível a olho nu, pessoas com acesso a telescópios sofisticados poderão observar um clarão irradiando da superfície lunar.

Bothwell destacou também o potencial educativo do impacto como uma oportunidade única para analisar os efeitos da colisão de um objeto na superfície da Lua. Diante disso, cientistas preparam-se para monitorar o evento de perto: grandes telescópios nas Américas, o Lunar Reconnaissance Orbiter da Nasa e a sonda Danuri da Coreia do Sul rastrearão o clarão, a nuvem de poeira e a nova cratera, enquanto um projeto de ciência cidadã recrutará amadores para filmar a cena. Ao registrar a poeira em movimento, os astrônomos esperam transformar o acidente em um experimento útil, aprimorando modelos de impactos lunares e obtendo pistas sobre a composição subterrânea do local, cuja matéria fresca será exposta pela primeira vez.

Além disso, Bothwell advertiu que a colisão serve como um alerta sobre o acúmulo constante de lixo espacial gerado pelo homem. O astrônomo manifestou preocupação com o aumento anual de objetos em órbita, salientando que eventuais colisões entre satélites geram ainda mais fragmentos, o que pode desencadear uma reação em cadeia descontrolada. Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), existem cerca de cinquenta mil objetos com mais de dez centímetros de diâmetro flutuando no espaço, somando cerca de dezessete mil toneladas de artefatos lançados pela humanidade desde o início da Era Espacial, em 1957.

O último impacto de um foguete inativo na Lua ocorreu em 2022, quando a seção superior 3C do foguete chinês Longa Marcha, da missão Chang'e 5-T1 de 2014, atingiu o lado oculto do satélite. Décadas antes desse episódio, a própria Nasa já havia lançado objetos intencionalmente contra a superfície lunar para coletar dados destinados às missões Apollo.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2kdx1y307o.adaptado.
Embora o evento não "seja" visível a olho nu, pessoas com acesso a telescópios sofisticados "poderão" observar um clarão irradiando da superfície lunar.
Assinale a alternativa em que a forma verbal "seja" foi CORRETAMENTE flexionada no pretérito imperfeito do subjuntivo, mantendo a adequação gramatical do período.
Alternativas
Q4276633 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que acontecerá quando um foguete da SpaceX colidir com a Lua na quarta-feira

A Lua suportou inúmeros impactos ao longo de milhões de anos, tendo sua superfície característica e repleta de crateras moldada por asteroides e meteoros, além de sofrer colisões mais recentes de pequenas sondas e módulos de pouso enviados por agências espaciais terrestres. Na quarta-feira, cientistas preveem mais uma colisão no satélite, desta vez provocada por um foguete da SpaceX à deriva, deslocando-se a cerca de dois quilômetros por segundo, ou aproximadamente oito mil quilômetros por hora.

A seção superior de um dos foguetes Falcon 9 da SpaceX impactará a Lua em cinco de agosto, conforme estimativas do Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS) da Nasa. A agência espacial americana chegou a essa conclusão após astrônomos independentes notarem, por meio de dados públicos, que o componente lançado em janeiro de 2025 estava em rota de colisão acidental com o solo lunar. O porta-voz Jimi Russell declarou que não há perigo para a Terra e que a Nasa rastreará o foguete para fins de treinamento, observando posteriormente o local da colisão com objetivos científicos.

A SpaceX lançou esse foguete Falcon 9 no ano passado como parte de uma missão conjunta entre os Estados Unidos e o Japão para transportar dois módulos de pouso lunar e equipamentos científicos. Embora parte do Falcon 9 seja reutilizável e projetada para retornar à Terra, algumas peças se desprendem no espaço e permanecem presas em órbita até colidirem com outro corpo celeste. O componente envolvido no evento é a seção superior do foguete, que possui dimensões equivalentes a um prédio de cinco andares e peso terrestre de pelo menos quatro toneladas.

O astrônomo Bill Gray, responsável por descobrir a trajetória, afirma que o objeto cairá próximo à Cratera Einstein, situada na parte iluminada da Lua e visível da Terra, prevendo que o impacto formará uma cratera com mais de dezessete metros de diâmetro. A colisão iminente, prevista para ocorrer por volta de quarta-feira no horário de Brasília, promete cativar astrônomos amadores e profissionais.

O astrônomo Matt Bothwell, da Universidade de Cambridge, ressaltou que a colisão de algo tão grande com a Lua não oferece perigo e proporcionará um verdadeiro espetáculo visual. Segundo Bothwell, o impacto lançará uma enorme nuvem de poeira, a qual se espalhará lateralmente com o tempo. Ele detalhou que, devido à ausência de atmosfera na Lua e à sua gravidade reduzida, o momento será mais impressionante do que qualquer explosão similar na Terra, visto que nada desacelerará o objeto e milhões de quilogramas de detritos serão lançados ao espaço. Embora o evento não seja visível a olho nu, pessoas com acesso a telescópios sofisticados poderão observar um clarão irradiando da superfície lunar.

Bothwell destacou também o potencial educativo do impacto como uma oportunidade única para analisar os efeitos da colisão de um objeto na superfície da Lua. Diante disso, cientistas preparam-se para monitorar o evento de perto: grandes telescópios nas Américas, o Lunar Reconnaissance Orbiter da Nasa e a sonda Danuri da Coreia do Sul rastrearão o clarão, a nuvem de poeira e a nova cratera, enquanto um projeto de ciência cidadã recrutará amadores para filmar a cena. Ao registrar a poeira em movimento, os astrônomos esperam transformar o acidente em um experimento útil, aprimorando modelos de impactos lunares e obtendo pistas sobre a composição subterrânea do local, cuja matéria fresca será exposta pela primeira vez.

Além disso, Bothwell advertiu que a colisão serve como um alerta sobre o acúmulo constante de lixo espacial gerado pelo homem. O astrônomo manifestou preocupação com o aumento anual de objetos em órbita, salientando que eventuais colisões entre satélites geram ainda mais fragmentos, o que pode desencadear uma reação em cadeia descontrolada. Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), existem cerca de cinquenta mil objetos com mais de dez centímetros de diâmetro flutuando no espaço, somando cerca de dezessete mil toneladas de artefatos lançados pela humanidade desde o início da Era Espacial, em 1957.

O último impacto de um foguete inativo na Lua ocorreu em 2022, quando a seção superior 3C do foguete chinês Longa Marcha, da missão Chang'e 5-T1 de 2014, atingiu o lado oculto do satélite. Décadas antes desse episódio, a própria Nasa já havia lançado objetos intencionalmente contra a superfície lunar para coletar dados destinados às missões Apollo.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2kdx1y307o.adaptado.
Além disso, Bothwell "advertiu" que a colisão serve como um alerta sobre o acúmulo constante de lixo espacial gerado pelo homem. Analise as afirmativas a seguir.
I. O termo "advertiu" apresenta sentido equivalente a "alertou", pois expressa a comunicação de uma preocupação ou de uma informação relevante sobre determinado fato.
II. O termo "advertiu" apresenta sentido equivalente a "antecipou", pois indica a apresentação prévia de uma informação relacionada a um acontecimento futuro.
III. O emprego de "advertiu" indica, no contexto apresentado, que o astrônomo comunicou uma preocupação relacionada ao aumento de objetos em órbita.
IV. O termo "advertiu" apresenta sentido equivalente a "comunicou", pois indica a transmissão de uma informação sobre o evento previsto para a superfície lunar. 
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4276632 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que acontecerá quando um foguete da SpaceX colidir com a Lua na quarta-feira

A Lua suportou inúmeros impactos ao longo de milhões de anos, tendo sua superfície característica e repleta de crateras moldada por asteroides e meteoros, além de sofrer colisões mais recentes de pequenas sondas e módulos de pouso enviados por agências espaciais terrestres. Na quarta-feira, cientistas preveem mais uma colisão no satélite, desta vez provocada por um foguete da SpaceX à deriva, deslocando-se a cerca de dois quilômetros por segundo, ou aproximadamente oito mil quilômetros por hora.

A seção superior de um dos foguetes Falcon 9 da SpaceX impactará a Lua em cinco de agosto, conforme estimativas do Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS) da Nasa. A agência espacial americana chegou a essa conclusão após astrônomos independentes notarem, por meio de dados públicos, que o componente lançado em janeiro de 2025 estava em rota de colisão acidental com o solo lunar. O porta-voz Jimi Russell declarou que não há perigo para a Terra e que a Nasa rastreará o foguete para fins de treinamento, observando posteriormente o local da colisão com objetivos científicos.

A SpaceX lançou esse foguete Falcon 9 no ano passado como parte de uma missão conjunta entre os Estados Unidos e o Japão para transportar dois módulos de pouso lunar e equipamentos científicos. Embora parte do Falcon 9 seja reutilizável e projetada para retornar à Terra, algumas peças se desprendem no espaço e permanecem presas em órbita até colidirem com outro corpo celeste. O componente envolvido no evento é a seção superior do foguete, que possui dimensões equivalentes a um prédio de cinco andares e peso terrestre de pelo menos quatro toneladas.

O astrônomo Bill Gray, responsável por descobrir a trajetória, afirma que o objeto cairá próximo à Cratera Einstein, situada na parte iluminada da Lua e visível da Terra, prevendo que o impacto formará uma cratera com mais de dezessete metros de diâmetro. A colisão iminente, prevista para ocorrer por volta de quarta-feira no horário de Brasília, promete cativar astrônomos amadores e profissionais.

O astrônomo Matt Bothwell, da Universidade de Cambridge, ressaltou que a colisão de algo tão grande com a Lua não oferece perigo e proporcionará um verdadeiro espetáculo visual. Segundo Bothwell, o impacto lançará uma enorme nuvem de poeira, a qual se espalhará lateralmente com o tempo. Ele detalhou que, devido à ausência de atmosfera na Lua e à sua gravidade reduzida, o momento será mais impressionante do que qualquer explosão similar na Terra, visto que nada desacelerará o objeto e milhões de quilogramas de detritos serão lançados ao espaço. Embora o evento não seja visível a olho nu, pessoas com acesso a telescópios sofisticados poderão observar um clarão irradiando da superfície lunar.

Bothwell destacou também o potencial educativo do impacto como uma oportunidade única para analisar os efeitos da colisão de um objeto na superfície da Lua. Diante disso, cientistas preparam-se para monitorar o evento de perto: grandes telescópios nas Américas, o Lunar Reconnaissance Orbiter da Nasa e a sonda Danuri da Coreia do Sul rastrearão o clarão, a nuvem de poeira e a nova cratera, enquanto um projeto de ciência cidadã recrutará amadores para filmar a cena. Ao registrar a poeira em movimento, os astrônomos esperam transformar o acidente em um experimento útil, aprimorando modelos de impactos lunares e obtendo pistas sobre a composição subterrânea do local, cuja matéria fresca será exposta pela primeira vez.

Além disso, Bothwell advertiu que a colisão serve como um alerta sobre o acúmulo constante de lixo espacial gerado pelo homem. O astrônomo manifestou preocupação com o aumento anual de objetos em órbita, salientando que eventuais colisões entre satélites geram ainda mais fragmentos, o que pode desencadear uma reação em cadeia descontrolada. Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), existem cerca de cinquenta mil objetos com mais de dez centímetros de diâmetro flutuando no espaço, somando cerca de dezessete mil toneladas de artefatos lançados pela humanidade desde o início da Era Espacial, em 1957.

O último impacto de um foguete inativo na Lua ocorreu em 2022, quando a seção superior 3C do foguete chinês Longa Marcha, da missão Chang'e 5-T1 de 2014, atingiu o lado oculto do satélite. Décadas antes desse episódio, a própria Nasa já havia lançado objetos intencionalmente contra a superfície lunar para coletar dados destinados às missões Apollo.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2kdx1y307o.adaptado.
Ele detalhou que, devido "à" ausência de atmosfera na Lua e "à" sua gravidade reduzida, o momento será mais impressionante do que qualquer explosão similar na Terra. Com base no trecho, assinale a alternativa CORRETA em relação ao uso da crase.
Alternativas
Q4276631 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que acontecerá quando um foguete da SpaceX colidir com a Lua na quarta-feira

A Lua suportou inúmeros impactos ao longo de milhões de anos, tendo sua superfície característica e repleta de crateras moldada por asteroides e meteoros, além de sofrer colisões mais recentes de pequenas sondas e módulos de pouso enviados por agências espaciais terrestres. Na quarta-feira, cientistas preveem mais uma colisão no satélite, desta vez provocada por um foguete da SpaceX à deriva, deslocando-se a cerca de dois quilômetros por segundo, ou aproximadamente oito mil quilômetros por hora.

A seção superior de um dos foguetes Falcon 9 da SpaceX impactará a Lua em cinco de agosto, conforme estimativas do Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS) da Nasa. A agência espacial americana chegou a essa conclusão após astrônomos independentes notarem, por meio de dados públicos, que o componente lançado em janeiro de 2025 estava em rota de colisão acidental com o solo lunar. O porta-voz Jimi Russell declarou que não há perigo para a Terra e que a Nasa rastreará o foguete para fins de treinamento, observando posteriormente o local da colisão com objetivos científicos.

A SpaceX lançou esse foguete Falcon 9 no ano passado como parte de uma missão conjunta entre os Estados Unidos e o Japão para transportar dois módulos de pouso lunar e equipamentos científicos. Embora parte do Falcon 9 seja reutilizável e projetada para retornar à Terra, algumas peças se desprendem no espaço e permanecem presas em órbita até colidirem com outro corpo celeste. O componente envolvido no evento é a seção superior do foguete, que possui dimensões equivalentes a um prédio de cinco andares e peso terrestre de pelo menos quatro toneladas.

O astrônomo Bill Gray, responsável por descobrir a trajetória, afirma que o objeto cairá próximo à Cratera Einstein, situada na parte iluminada da Lua e visível da Terra, prevendo que o impacto formará uma cratera com mais de dezessete metros de diâmetro. A colisão iminente, prevista para ocorrer por volta de quarta-feira no horário de Brasília, promete cativar astrônomos amadores e profissionais.

O astrônomo Matt Bothwell, da Universidade de Cambridge, ressaltou que a colisão de algo tão grande com a Lua não oferece perigo e proporcionará um verdadeiro espetáculo visual. Segundo Bothwell, o impacto lançará uma enorme nuvem de poeira, a qual se espalhará lateralmente com o tempo. Ele detalhou que, devido à ausência de atmosfera na Lua e à sua gravidade reduzida, o momento será mais impressionante do que qualquer explosão similar na Terra, visto que nada desacelerará o objeto e milhões de quilogramas de detritos serão lançados ao espaço. Embora o evento não seja visível a olho nu, pessoas com acesso a telescópios sofisticados poderão observar um clarão irradiando da superfície lunar.

Bothwell destacou também o potencial educativo do impacto como uma oportunidade única para analisar os efeitos da colisão de um objeto na superfície da Lua. Diante disso, cientistas preparam-se para monitorar o evento de perto: grandes telescópios nas Américas, o Lunar Reconnaissance Orbiter da Nasa e a sonda Danuri da Coreia do Sul rastrearão o clarão, a nuvem de poeira e a nova cratera, enquanto um projeto de ciência cidadã recrutará amadores para filmar a cena. Ao registrar a poeira em movimento, os astrônomos esperam transformar o acidente em um experimento útil, aprimorando modelos de impactos lunares e obtendo pistas sobre a composição subterrânea do local, cuja matéria fresca será exposta pela primeira vez.

Além disso, Bothwell advertiu que a colisão serve como um alerta sobre o acúmulo constante de lixo espacial gerado pelo homem. O astrônomo manifestou preocupação com o aumento anual de objetos em órbita, salientando que eventuais colisões entre satélites geram ainda mais fragmentos, o que pode desencadear uma reação em cadeia descontrolada. Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), existem cerca de cinquenta mil objetos com mais de dez centímetros de diâmetro flutuando no espaço, somando cerca de dezessete mil toneladas de artefatos lançados pela humanidade desde o início da Era Espacial, em 1957.

O último impacto de um foguete inativo na Lua ocorreu em 2022, quando a seção superior 3C do foguete chinês Longa Marcha, da missão Chang'e 5-T1 de 2014, atingiu o lado oculto do satélite. Décadas antes desse episódio, a própria Nasa já havia lançado objetos intencionalmente contra a superfície lunar para coletar dados destinados às missões Apollo.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2kdx1y307o.adaptado.
O componente envolvido no evento é a seção superior do foguete, que possui dimensões equivalentes a um prédio de cinco andares e peso terrestre de pelo menos quatro toneladas.
Assinale a alternativa CORRETA sobre a concordância nominal dos termos destacados.
Alternativas
Q4276495 Legislação de Trânsito
Com base exclusivamente no disposto nos Arts. 87 e 89 do Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997), sem considerar jurisprudência ou doutrina, quanto aos tipos de sinalização e à ordem de prevalência, registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(__) A sinalização compreende, entre outras, as sinalizações vertical e horizontal, os dispositivos auxiliares, os sinais luminosos, os sonoros e os gestos.
(__) Havendo conflito, as indicações dos sinais prevalecem sobre as ordens emanadas do agente de trânsito presente no local.
(__) As indicações do semáforo prevalecem sobre os demais sinais de trânsito, ressalvada a determinação em contrário do agente de trânsito.
(__) As indicações dos sinais de trânsito prevalecem sobre as demais normas de trânsito aplicáveis à circulação.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q4276494 Legislação de Trânsito
Com base exclusivamente no disposto no Art. 269 do Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997), sem considerar jurisprudência ou doutrina, assinale a alternativa CORRETA a respeito das medidas administrativas.
Alternativas
Q4276493 Legislação de Trânsito
Conforme a padronização da sinalização vertical de trânsito, definida no Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito (Conselho Nacional de Trânsito), assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE as placas de sinalização.
Alternativas
Q4276492 Legislação de Trânsito
Com base exclusivamente no disposto no Art. 143 do Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997), sem considerar jurisprudência ou doutrina, quanto às categorias de habilitação, registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(__) A categoria A habilita o condutor de veículo motorizado de duas ou três rodas, com ou sem carro lateral.
(__) A categoria D habilita o condutor de veículo utilizado no transporte de passageiros com mais de oito lugares, excluído o do motorista.
(__) A categoria B habilita a conduzir veículo cujo peso bruto total exceda três mil e quinhentos quilogramas, desde que a lotação não ultrapasse oito lugares.
(__) A categoria E destina-se ao condutor de veículo de duas rodas com carro lateral acoplado, cuja unidade acoplada exceda seis mil quilogramas.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q4276491 Legislação de Trânsito
Com base exclusivamente no disposto no Art. 261 do Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997), com a redação dada pela Lei nº 14.071, de 2020, sem considerar jurisprudência ou doutrina, quanto à suspensão do direito de dirigir por pontuação, analise as afirmativas a seguir:
I. Atingir vinte pontos, havendo duas ou mais infrações gravíssimas registradas nos últimos doze meses, sujeita o condutor à suspensão do direito de dirigir.
II. Atingir trinta pontos, havendo uma infração gravíssima registrada nos últimos doze meses, acarreta a suspensão do direito de dirigir.
III. Atingir quarenta pontos, quando não houver infração gravíssima registrada nos últimos doze meses, acarreta a suspensão do direito de dirigir.
Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4276490 Legislação de Trânsito
Com base exclusivamente no disposto no Art. 176 do Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997), sem considerar jurisprudência ou doutrina, a respeito dos deveres do condutor envolvido em sinistro com vítima, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4276489 Legislação de Trânsito
Com base exclusivamente no disposto nos Arts. 302, 306 e 308 do Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997), sem considerar jurisprudência ou doutrina, quanto aos crimes de trânsito e às respectivas penas, analise as afirmativas a seguir:
I. O homicídio culposo na direção de veículo automotor é punido com detenção de dois a quatro anos, além da suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação.
II. Conduzir veículo com capacidade psicomotora alterada por influência de álcool configura infração de natureza grave, resolvida no âmbito administrativo, sem repercussão na esfera criminal.
III. Participar, na direção de veículo automotor, em via pública, de corrida, disputa ou competição automobilística, ou de exibição ou demonstração de perícia em manobra, não autorizada pela autoridade competente e que gere risco à incolumidade pública ou privada, é punido com detenção de 6 meses a 3 anos, multa e suspensão ou proibição de se obter permissão ou habilitação para dirigir.
Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4276488 Legislação de Trânsito
Com base exclusivamente no disposto no Art. 7º do Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997), sem considerar jurisprudência ou doutrina, assinale a alternativa CORRETA quanto à composição do Sistema Nacional de Trânsito.
Alternativas
Q4276487 Legislação de Trânsito
Com base exclusivamente no disposto no Art. 29 do Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997), sem considerar jurisprudência ou doutrina, quanto às normas gerais de circulação e conduta, registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(__) A circulação far-se-á pelo lado direito da via, admitindo-se as exceções devidamente sinalizadas.
(__) Quando veículos, transitando por fluxos que se cruzem, se aproximarem de local não sinalizado, terá preferência aquele que vier pela esquerda.
(__) O condutor deverá guardar distância de segurança lateral e frontal quando trafegar em rodovias de pista dupla, ficando dispensado dessa cautela nas vias urbanas.
(__) Os veículos de maior porte são sempre responsáveis pela segurança dos menores, e os motorizados, pela dos não motorizados.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo: 
Alternativas
Q4276486 Legislação de Trânsito
Com base exclusivamente no disposto no Art. 105 do Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997), sem considerar jurisprudência ou doutrina, quanto aos equipamentos obrigatórios dos veículos, analise as afirmativas a seguir:
I. O uso do cinto de segurança é exigível dos ocupantes dos bancos dianteiros, ficando dele dispensados os passageiros do banco traseiro.
II. O encosto de cabeça é equipamento obrigatório para todos os tipos de veículos automotores, conforme a regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito.
III. O equipamento suplementar de retenção, do tipo air bag frontal, destinado ao condutor e ao passageiro do banco dianteiro, é de uso obrigatório.
Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4276485 Legislação de Trânsito
Com base exclusivamente no disposto no Art. 259 do Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997), sem considerar jurisprudência ou doutrina, quanto à contagem de pontos conforme a gravidade da infração, analise as afirmativas a seguir:
I. À infração de natureza gravíssima corresponde a atribuição de sete pontos.
II. À infração de natureza grave corresponde a atribuição de cinco pontos.
III. À infração de natureza média corresponde a atribuição de três pontos.
Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4276484 Legislação de Trânsito
Com base exclusivamente no disposto nos Arts. 130 e 131 do Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997), sem considerar jurisprudência ou doutrina, quanto ao licenciamento anual de veículos, analise as afirmativas a seguir:
I. Todo veículo automotor, elétrico, articulado, reboque ou semirreboque deve ser licenciado anualmente pelo órgão executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal onde estiver registrado.
II. O veículo será considerado licenciado após o pagamento do seguro obrigatório, ficando dispensada a quitação de tributos e de multas vinculados ao veículo.
III. O Certificado de Licenciamento Anual será expedido pela autoridade judiciária competente, mediante vistoria obrigatória do veículo a cada renovação anual.
Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4276483 Legislação de Trânsito
Com base exclusivamente no disposto nos Arts. 60 e 61 do Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997), sem considerar jurisprudência ou doutrina, quanto à classificação das vias e às velocidades máximas na ausência de sinalização, registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(__) As vias dividem-se em duas grandes categorias, as urbanas e as rurais, compreendendo estas últimas as rodovias e as estradas.
(__) Na ausência de sinalização regulamentadora, a velocidade máxima em uma via arterial urbana é de oitenta quilômetros por hora.
(__) Sem sinalização regulamentadora, a velocidade máxima admitida em uma via local urbana é de trinta quilômetros por hora.
(__) A via de trânsito rápido caracteriza-se pela presença de interseções em nível e de travessias de pedestres em cruzamentos sinalizados.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Respostas
401: D
402: B
403: B
404: C
405: A
406: C
407: A
408: C
409: E
410: C
411: B
412: A
413: C
414: C
415: C
416: E
417: A
418: A
419: C
420: A