Questões de Concurso
Sobre movimentos sociais, discriminação e desigualdade: raça, classe e gênero em conhecimentos gerais
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Atitudes como essa são de grande valia para por fim a este crime, porém é fundamental que a mulher agredida denuncie o seu agressor. Tal atitude é tão importante que no Brasil foi criada uma lei que dá respaldo a estas denúncias. Essa lei é chamada de:
Acerca da situação apontada no estudo mencionado no texto acima e de temas correlatos, julgue o item.
Os estados com maior número de homicídios de pessoas negras, para cada grupo de 100 mil habitantes, situam‐se, em sua maioria, nas regiões Sudeste e Sul.
Acerca da situação apontada no estudo mencionado no texto acima e de temas correlatos, julgue o item.
Os estudos apontaram que mais de três quartos das vítimas de assassinato, em 2017, eram negros.
Ao todo, 56 pessoas morreram na rebelião do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, informou o secretário de segurança pública do Amazonas, Sérgio Fontes. O motim durou mais de 17 horas. Inicialmente o governo havia confirmado 60 mortes.
Internet: <http://g1.globo.com>
Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.
Diferentemente do que ocorreu em outras cidades, em
Manaus não houve conexão entre as mortes e a
existência de facções do crime organizado.
Uma mulher é morta a cada duas horas no país. (https://g1.globo.com/monitor-da-violencia/noticia/2019/03/08/). Isso posto, analise as afirmativas abaixo e identifique a(s) correta(s):
I- Oito estados registram um aumento no número de homicídios de mulheres; 16 contabilizam mais vítimas de feminicídio em 2018.
II- A violência contra a mulher permanece como a mais cruel e evidente manifestação da desigualdade de gênero no Brasil.
III- A covardia da violência doméstica fica facilitada com a proposta de aceitar o gigantesco retrocesso do “escusável medo ou forte emoção” como critério de absolvição por legítima defesa de responsáveis por matar outras pessoas.
IV- Acre é o estado com a menor taxa de feminicídios: 0,6 a cada 100 mil.
Assinale a alternativa correta:
Um dos novos ministérios criados é o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos que tem como uma de suas atribuições
I. Pobreza: pessoas que vivem com renda domiciliar per capita mensal inferior ou igual a meio saláriomínimo. II. Extrema Pobreza: pessoas que vivem com renda domiciliar per capita mensal inferior ou igual a um quarto de salário-mínimo. III. A redução da mortalidade entre menores de um ano de idade deve ser prioridade dentro da agenda política, levando-se em consideração que esta apresenta o número mais concentrado de mortes de crianças de até cinco anos. O alcance desse objetivo depende da redução de mortes por causas evitáveis, aperfeiçoando-se a atenção à mulher na gestação, no parto e ao recém-nascido. IV. As taxas de mortalidade infantil e na infância representam um dos maiores desafios das metas adaptadas ao contexto nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Leia os textos a seguir.
TEXTO I
“[...] Lei nº 13 721/2018 [...] estabelece que vítimas de violência doméstica ou familiar terão prioridade [...] ao realizar exame de corpo de delito no IML. O atendimento prioritário se estende a mulheres, crianças, adolescentes, pessoas com deficiência e idosos.”
TEXTO II
“Eu estava com três crianças e, antes da Lei Maria da Penha, eu ia para a delegacia e passava a noite lá. Então, para eu ir para o IML, e ficar até o outro dia, esperar o dia amanhecer, eu preferia voltar para casa, pois as crianças poderiam estar chorando, com fome. [...].”
O TEMPO. Vítima de violência doméstica tem prioridade em exames no IML. 6 out. 2018. p. 19.
A contraposição permite afirmar que
Tendo como referência o texto antecedente, julgue o item que segue, acerca dos fenômenos políticos, econômicos e sociais atuais no Brasil.
Segundo órgão das Nações Unidas para os Direitos Humanos,
o Brasil ocupa o quinto lugar no ranking mundial de
feminicídio, termo que foi criado para designar o assassinato
de mulheres e meninas por questões de gênero e que, embora
se refira a ato individual, é encarado como uma manifestação
de desarranjo social, uma vez que se associa a menosprezo ou
a discriminação à condição feminina.
A respeito da lei de importunação sexual, sancionada no Brasil em fins de setembro de 2018, analise as afirmativas a seguir:
I. Entra em vigor no mês em que a Lei Maria da Penha completa dez anos.
II. A lei tipifica a conduta de importunação sexual como crime, antes prevista como contravenção penal somente.
III. Na aplicação da lei, o fato de um homem passar voluntariamente a mão na perna de uma mulher sem o seu consentimento constitui crime punível com 1 a 5 anos de prisão.
Assinale
Segundo estudos, serão necessárias décadas de progresso contínuo para que as desigualdades na renda de homens e mulheres, em nível mundial, desapareçam.
Importantes avanços quanto ao trabalho feminino foram alcançados, entre eles o fato de que, em apenas três países do mundo, as mulheres ainda precisam da autorização do marido para trabalhar.
Estudos da ONU apontam que uma em cada três mulheres já foi vítima de violência física ou sexual.
A igualdade de gênero é um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas.
Observe as imagens, leia os fragmentos dos textos abaixo e responda:

Griot, contador de história, em imagem datada de 1868.
(http://cxnegra.blogspot.com.br/2011/04/do-griote-ao-mc-este-domingo-24-na.html)

(Foto de Christiano Jr. , tirada entre 1864 e 1866, em seu estúdio, no Rio de Janeiro e destinada ao público europeu. Apud: Boris Fausto. História do Brasil. 10. ed. São Paulo: EDUSP, 2002. p. 225.)
TEXTO 01
“O processo de miscigenação que envolveu senhores e escravos, negros e brancos, acabou transfigurando o escravo também em mulato, o cativo em liberto. Mas não em cidadão totalmente livre como eram os outros, e sim numa pessoa livre “em termos”, porque marcada pela sua origem híbrida, biológica, social e moralmente”.
IANNI, Octavio. As metamorfoses do escravo. 2ªed. São Paulo;
Hucitec/Curitiba: Scietia et Labor, 1988, p. 218.
TEXTO 02
“Ao outro elemento formador do brasileiro, dominado pelo colonizador, o negro, os livros dedicavam pouco espaço como objeto de Etnografia/Antropologia. Ele sempre era tratado como mercadoria, produtor de outras mercadorias. Enquanto ao índio se conferia o estatuto de contribuição racial, os livros didáticos salientavam a importância do africano para a vida econômica do país, mas procuravam mostrar que a negritude estava sendo diluída pela miscigenação”.
ABUD, Kátia Maria. Formação da Alma e do Caráter Nacional:
Ensino de História na Era Vargas. In: Revista Brasileira de História,
vol. 18, n. 36, São Paulo: 1998. Disponível em: www.scielo.br.
Acessado em: nov. de 2018.