Questões de Concurso
Sobre educação nas questões sociais em atualidades
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Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.
Em julho último, o presidente Jair Bolsonaro sancionou lei que cria a Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT), cuja sede será em Araguaína.
Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.
O curso de medicina, que está entre os mais concorridos do País, ainda não é oferecido pela Universidade Estadual do Tocantins.
Acerca de fatos recentes relacionados ao contexto sul‐americano em seus aspectos políticos, econômicos e sociais, julgue o item.
Em junho último, o presidente brasileiro Jair Bolsonaro nomeou, pela primeira vez na história da Universidade
Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), uma mulher como
reitora.

Fonte: https://aosfatos.org/noticias/o-mau-desempenho-da-educacao-basica-brasileira-no-pisa-em-quatro-graficos/ (adaptado).
Considerando-se as informações acima, assinale a alternativa correta:
Leia a seguir parte da entrevista feita pela revista Carta Capital com Gabriel de Santis Feltran, professor do Departamento de Sociologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), autor de diversos artigos e livros sobre o crime organizado.
“ Carta Capital: Ano passado vimos uma onda de ataques possivelmente orientadas de dentro dos presídios em Minas Gerais. Há uma década pelo menos não vemos esse movimento em cidades como São Paulo, por exemplo.
Gabriel de Santis Feltran: O PCC é diferente de outras facções, o tráfico no varejo em São Paulo funciona de maneira muito diferente de Belo Horizonte, como as cadeias também. Cada lugar é um lugar, já disse o rap. Imagina-se que o Brasil teria uma solução mágica para a violência, e qual é ela? Mais encarceramento e ostensividade policial, exatamente o que fazemos há 30 anos. Antes de mais nada, é preciso desmistificar essa ideia. Mais do mesmo nos levará a mais do mesmo - curvas contínuas de crescimento da violência e insegurança no país. Deveríamos primeiro entender o que acontece em cada lugar, para entender como agir."
Disponível em: <https://www.cartacapital.com.br/sociedade/para-especialista-crise-no-ceara-e-disputa-por-mercado-de-drogas/> . Acesso em: 20 jun. 2018 (Adaptação).
A respeito da posição do professor em relação ao combate do crime organizado, assinale a alternativa correta.
Cada aluno de colégio militar custa ao País R$ 19 mil por ano. Já o setor público investe, em média, R$ 6 mil por estudante do ensino básico anualmente. Assim, se todos os alunos de 11 a 17 anos estivessem matriculados em instituições militares, seriam necessários R$ 320 bilhões por ano, o triplo do orçamento do Ministério da Educação (MEC).
O desempenho dos alunos das escolas do Exército em avaliações nacionais é, de fato, superior ao restante das escolas. No Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a média é maior até do que a dos alunos de escolas particulares. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) dos colégios militares é 6,5. O das escolas estaduais, 4,1. No entanto, a renda desses estudantes é classificada como “muito alta” pelo MEC, um grupo em que se inserem apenas alunos de 3% das escolas brasileiras. A classe socioeconômica é considerada por educadores como um dos fatores mais importantes para a aprendizagem, pelas influências que o aluno recebe e pelas condições de vida.
Disponível em:<https://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,estudantes-de-colegio-militar-custam-tres-vezes-mais-aopais,70002473230> . Acesso em: 20 jun. 2018 (Adaptação).
Analise as afirmativas a seguir relativas ao modelo militar de educação existente hoje no Brasil.
I. Esse modelo pode ser considerado excludente, já que não contempla a totalidade dos alunos.
II. Se o atual modelo militar de educação fosse aplicado a todos os alunos da Educação Básica, a União seria obrigada a aumentar significativamente o orçamento do Ministério da Educação.
III. Embora apresentem um desempenho melhor do que a maioria dos estudantes brasileiros, os alunos das escolas militares custam três vezes mais do que os alunos das escolas públicas regulares.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Escolas estaduais e particulares de São Paulo participarão do Pisa for Schools, que será aplicado pela primeira vez no Brasil neste ano (2019) de forma oficial. O anúncio foi feito pelo Governo do Estado no dia 13 de junho deste ano. As matérias jornalísticas que trataram dessa informação lembram que, em 2017, a Fundação Lemann financiou um projeto piloto do Pisa em algumas escolas do País. Os resultados mostraram que as melhores notas foram obtidas por escolas de
(http://bit.ly/2WH0hhy: Adaptado)
Sobre esse projeto educacional do governo federal, é correto afirmar que
I. Seus alunos recolheram lixo e transformaram sucata em brinquedos, semáforos e sensores para cadeiras de rodas, entre outros materiais. II. Os alunos de Débora alimentaram o sentimento de pertencimento na resolução de problemas do cotidiano, o que foi essencial para engajá-los na prática educativa. III. Sua escola, a Almirante Ary Parreiras, em São Paulo, viu o Índice de Desenvolvimento de Educação Básica (IDEB) recuar um ponto em função do desvio da aprendizagem decorrente da sua metodologia educacional.
Quais estão corretas?
Leia a notícia a seguir:
“De acordo com dados divulgados pelo INEP/ MEC, no índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB 2017 -, dez escolas da Rede Municipal de Ensino de Aracruz, do 1º ao 5º do ensino fundamental, ultrapassaram a meta estabelecida para o município, alcançando nota de 6.5a 7.0...”. (www.aracruz.es.gov.br)
Essa notícia positiva já ocorreu, também, em outras localidades, porque o grande segredo para esse sucesso de resultado na educação é a(o):

Imagem: https://bit.ly/2lPKQ54
Abaixo, foram selecionados alguns comentários (adaptados) de internautas à notícia. Assinale o julgamento em que o episódio vai de encontro à modernidade líquida:
(Folha S.Paulo – https://bit.ly/2Mglp58. Acesso em 23.12.2018. Adaptado)
A decisão tomada afeta estudantes de todo o Brasil e indica que
Leia o trecho, a seguir, da notícia publicada pelo R7 em 16/08/19.
“Mais quatro universidades portuguesas vão usar Enem
As Universidades de Coimbra e do Algarve, que foram as primeiras a firmar parceria para usar o exame, também renovaram os convênios
Quatro novas instituições de ensino superior de Portugal assinaram acordo para usar as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como forma de selecionar estudantes para seus cursos de graduação.
As Universidades de Coimbra e do Algarve, que foram as primeiras a firmar parceria para usar o exame, também renovaram os convênios com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão ligado ao Ministério da Educação (MEC).
Ao todo são 41 instituições portuguesas que usam o Enem. Entre as quatro novas, três têm sede em Lisboa - Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE), a Universidade Autônoma de Lisboa (UAL) e o Instituto Politécnico da Lusofonia (Ipluso).
A quarta nova instituição conveniada é a Escola Superior de Saúde Norte da Cruz Vermelha Portuguesa, em Oliveira de Azeméis.”
[...]
(Fonte: https://noticias.r7.com/educacao/mais-quatro-universidades-portuguesas-vao-usar-enem16082019, acesso em 18 de agosto de 2019.)
Foi citado apenas um trecho da notícia, porém, acerca das demais informações contidas na íntegra dessa notícia, assinale os itens com C (quando a informação for correta) ou I (quando a informação for incorreta), e assinale a alternativa correta.
( ) O programa de convênio com as instituições portuguesas completou cinco anos em maio de 2019. As duas primeiras instituições a assinar o acordo, em 2014, a Universidade de Coimbra e a Universidade do Algarve, renovaram o convênio.
( ) Ao celebrar o acordo, a instituição passa a ter acesso facilitado, junto ao Inep, aos resultados dos estudantes que buscam vaga em seus cursos. Cada instituição define as regras e os pesos para uso das notas.
( ) À reportagem, Alexandre Lopes, presidente do Inep, diz que, com a renovação dos convênios, o órgão
começou também a fazer um levantamento de quantos estudantes brasileiros já se inscreveram e estão
estudando nas instituições portuguesas. "Esse levantamento nunca foi feito e nós vamos iniciar esse
trabalho", disse.
Leia o trecho a seguir, da notícia publicada pelo G1 em 03 de agosto de 2019.
Entenda o que já se sabe sobre o Future-se e o que ainda falta esclarecer
Lançada há duas semanas pelo Ministério da Educação, proposta de contratação de Organizações Sociais e fomento de financiamento por meio de fundos privados ainda é alvo de discussão na comunidade acadêmica.
Desde que foi lançada, em 17 de julho, a proposta do Future-se, do Ministério da Educação, tem sido alvo de discussões dentro e fora da comunidade acadêmica. Nas duas primeiras semanas, segundo dados divulgados pelo MEC ao G1, 21.262 pessoas fizeram cadastro para acessar a íntegra do texto em consulta pública, e 6.444 delas já enviaram algum comentário sobre a proposta do MEC.
Por enquanto, universidades criaram grupos de trabalho para avaliar os documentos já divulgados pela pasta, e associações já deram suas primeiras impressões, mas todas afirmaram que ainda há muitos detalhes a serem esclarecidos. [...]
O que é, em síntese, o Future-se?
O Future-se é uma iniciativa proposta pelo Ministério da Educação (MEC), com o objetivo de aumentar a autonomia administrativa das universidades federais. Como essas instituições sofrem com contingenciamentos e alegam que têm suas atividades prejudicadas com os bloqueios de orçamento, a solução apresentada pelo governo é firmar parcerias entre a União, as universidades e as organizações sociais. [...]
(Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2019/08/03/entenda-o-que-ja-se-sabe-sobre-o-future-se-e-o-que-ainda-falta-esclarecer.ghtml, acesso em 11/08/2019.)
Excetuando o trecho apresentado, sabe-se que a notícia ainda informa que:
Uma notícia a pretexto da campanha “Outubro Rosa” (outubro de 2018), afirma que uma em cada quatro mulheres não tem acesso adequado à infraestrutura sanitária no país e esse fato interfere em indicadores de saúde, renda, bem-estar e educação.
(Disponível em: https://glo.bo/2qz5cdj.Acesso em 01.06.2019)
De acordo com o mencionado estudo,
“O aumento da escolaridade da população brasileira fez crescer a parcela de trabalhadores com mais anos de estudo no mercado de trabalho e elevou em 12% a renda média dos ocupados entre 2012 e 2018, segundo exercício feito pelo Banco Central (BC). De 1992 a 2018, aumentou de 5,8 para 9,9 a média de anos de estudo da população ocupada no Brasil. Um dos efeitos desse movimento foi o crescimento da parcela de trabalhadores que têm pelo menos o ensino médio, enquanto a fatia dos que têm até o ensino fundamental completo caiu.”

Embora seja verificado um aumento na quantidade de anos de estudos do trabalhador brasileiro, ainda é uma média muito baixa. No
mercado de trabalho, pouca instrução é igual a baixa remuneração ou desemprego. Na atualidade, a necessidade de maior
escolaridade do trabalhador decorre:
O projeto em discussão refere-se