Questões de Concurso
Sobre urbanização em geografia
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A completude, que se refere ao nível de abstração da realidade mostrado pelo conjunto dos dados, inclui a generalização na representação das feições e na descrição dos atributos.
A complexidade da rede urbana brasileira é demonstrada pela diversidade de municípios com diferentes tamanhos, funções e extensões territoriais; já que há desde municípios com menos de mil habitantes até aqueles com mais de dez milhões de pessoas.
O fundo de participação dos municípios — transferência constitucional da União para os municípios brasileiros — é uma das fontes de recursos para a manutenção desses, que considera o tamanho da população local: quanto maior a população de um município, maior será o repasse deste recurso.
Nas duas últimas décadas do século XX, a urbanização brasileira passou por processo de desaceleração a partir dos efeitos da crise econômica vivida pelo país, cujas metrópoles se mantiveram em contingente demográfico, tamanho e importância, em contraposição às cidades médias, as quais passaram a receber os fluxos migratórios antes destinados às metrópoles.
A manutenção do parque industrial brasileiro na região Sudeste e a expansão do agronegócio concentraram a maior parte das cidades médias (entre 100 e 500 mil habitantes) na região mais desenvolvida do país, no eixo Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.
A segregação residencial é um dos mais expressivos processos espaciais que geram a fragmentação do espaço urbano. As áreas sociais são a sua manifestação espacial, a forma resultante do processo. Forma e processo levam a ver a cidade como um “mosaico social”. A partir da segregação das áreas sociais, originam-se inúmeras atividades econômicas espacialmente diferenciadas, como centros comerciais e áreas industriais. O inverso também é verdadeiro: a partir da concentração de indústrias na cidade, podem se formar bairros operários. A segregação residencial e as áreas sociais, por outro lado, estão na base de muitos movimentos sociais com foco no espaço.
R. L. Corrêa. Segregação residencial: classes sociais e espaço urbano. In: A cidade contemporânea. São Paulo: Contexto, 2013, p. 40-60 (com adaptações).
Com relação ao tema tratado no fragmento de texto acima, julgue (C ou E) o item que se segue.
Na cidade conurbada, as áreas de consumo de bens e serviços
não são as mesmas para todos, e o tempo de deslocamento até
elas é razão de diferenciação, o que facilita a elaboração de
uma representação de centralidade urbana que seja a base de
construção de identidades e de memória urbana.
A segregação residencial é um dos mais expressivos processos espaciais que geram a fragmentação do espaço urbano. As áreas sociais são a sua manifestação espacial, a forma resultante do processo. Forma e processo levam a ver a cidade como um “mosaico social”. A partir da segregação das áreas sociais, originam-se inúmeras atividades econômicas espacialmente diferenciadas, como centros comerciais e áreas industriais. O inverso também é verdadeiro: a partir da concentração de indústrias na cidade, podem se formar bairros operários. A segregação residencial e as áreas sociais, por outro lado, estão na base de muitos movimentos sociais com foco no espaço.
R. L. Corrêa. Segregação residencial: classes sociais e espaço urbano. In: A cidade contemporânea. São Paulo: Contexto, 2013, p. 40-60 (com adaptações).
Com relação ao tema tratado no fragmento de texto acima, julgue (C ou E) o item que se segue.
A segregação residencial resulta na minimização dos
movimentos sociais, por afastar a população pobre das áreas
centrais urbanas, e na maximização das representações das
diferentes áreas sociais.
A segregação residencial é um dos mais expressivos processos espaciais que geram a fragmentação do espaço urbano. As áreas sociais são a sua manifestação espacial, a forma resultante do processo. Forma e processo levam a ver a cidade como um “mosaico social”. A partir da segregação das áreas sociais, originam-se inúmeras atividades econômicas espacialmente diferenciadas, como centros comerciais e áreas industriais. O inverso também é verdadeiro: a partir da concentração de indústrias na cidade, podem se formar bairros operários. A segregação residencial e as áreas sociais, por outro lado, estão na base de muitos movimentos sociais com foco no espaço.
R. L. Corrêa. Segregação residencial: classes sociais e espaço urbano. In: A cidade contemporânea. São Paulo: Contexto, 2013, p. 40-60 (com adaptações).
Com relação ao tema tratado no fragmento de texto acima, julgue (C ou E) o item que se segue.
A segregação residencial é um processo espacial que se
manifesta por meio de áreas sociais relativamente homogêneas
internamente e heterogêneas em relação umas às outras.
A segregação residencial é um dos mais expressivos processos espaciais que geram a fragmentação do espaço urbano. As áreas sociais são a sua manifestação espacial, a forma resultante do processo. Forma e processo levam a ver a cidade como um “mosaico social”. A partir da segregação das áreas sociais, originam-se inúmeras atividades econômicas espacialmente diferenciadas, como centros comerciais e áreas industriais. O inverso também é verdadeiro: a partir da concentração de indústrias na cidade, podem se formar bairros operários. A segregação residencial e as áreas sociais, por outro lado, estão na base de muitos movimentos sociais com foco no espaço.
R. L. Corrêa. Segregação residencial: classes sociais e espaço urbano. In: A cidade contemporânea. São Paulo: Contexto, 2013, p. 40-60 (com adaptações).
Com relação ao tema tratado no fragmento de texto acima, julgue (C ou E) o item que se segue.
A segregação residencial tanto nas grandes quanto nas
médias e pequenas cidades pode ser considerada como
autossegregação, segregação imposta e segregação induzida.
I. O sistema capitalista de produção organiza o espaço independente das ocupações históricas, construindo e destruindo segundo a lógica de acumulação.
II. Embora os lugares se modifiquem qualiquantitativamente ao longo da história, as raízes do povoamento influenciam o que vem em seguida.
III. As tendências de concentração populacional se repetem historicamente, independente da tentativa de fixar grupos sociais em áreas do interior, como mostra o exemplo brasileiro.
IV. O modelo de (re)produção espacial está intimamente ligado e dependente da disponibilidade e organização da infraestrutura de transporte, que facilita a circulação de pessoas e mercadorias.
Assinale a alternativa em que todas as afirmativas estão CORRETAS:
Sobre a metropolização e os dilemas de gestão destes espaços, é CORRETO afirmar:
“O espaço é formado por um conjunto indissociável, solidário e também contraditório, de sistemas de objetos e sistemas de ações, não considerados isoladamente, mas como quadro único no qual a história se dá. No começo era a natureza selvagem, formada por objetos naturais, que ao longo da história vão sendo substituídos por objetos fabricados, objetos técnicos, mecanizados e, depois, cibernéticos, fazendo com que a natureza artificial tenda a funcionar como uma máquina.”
A partir de outubro de 2001, com a aprovação da Lei nº 10.257, que ficou conhecida como Estatuto da Cidade, houve regulamentação dos artigos de política urbana da Constituição de 1988. O estatuto fornece as principais diretrizes a serem aplicadas nos municípios. Todos os municípios que apresentam as características relacionadas a seguir são obrigados a elaborar o estatuto. Analise‐as.
I. Abriga mais de 50 mil habitantes.
II. Integra regiões metropolitanas e aglomerações urbanas.
III. Insere‐se na área de influência de empreendimentos ou atividades com significativo impacto ambiental.
IV. Localiza em áreas de especial interesse turístico.
Estão corretas as alternativas
Um dos problemas mais significativos enfrentados hoje nas grandes cidades do Brasil é a crise da mobilidade urbana. Em relação ao assunto, é correto afirmar que:
Quanto ao perfil da população em situação de rua é correto afirmar que
Analise as afirmativas abaixo em relação à rede urbana brasileira e à hierarquia entre as cidades:
1. Antes, a hierarquia entre as cidades era rígida, o centro sub-regional era considerado subordinado ao centro regional, que se subordinava à metrópole regional e assim uma hierarquia crescente iria até a metrópole global. Atualmente, já é possível falar de uma nova hierarquia urbana. 2. Uma rede urbana é caracterizada pelo conjunto de cidades que mantêm relações culturais e comerciais entre si. 3. O avanço tecnológico, principalmente a modernização dos transportes e das telecomunicações, promoveu a contração do tempo e o encurtamento das distâncias. Assim, a relação entre as cidades foi modificada.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
No Brasil, entre 1940 e 1980, ocorre uma verdadeira inversão quanto ao local de residência da população e a taxa de urbanização do país passa de 26%, em 1940, para quase 70%, em 1980. Sobre os estágios do processo de urbanização do país, analise as afirmativas a seguir.
I. A urbanização aglomerada caracterizou‐se pelo aumento do número e da população dos núcleos com mais de 20 mil habitantes.
II. A urbanização concentrada foi marcada pela diminuição do número de cidades de tamanho médio, entre 100 e 500 mil habitantes.
III. O estágio da metropolização significou o aumento do número de cidades com mais de um milhão de habitantes e de grandes cidades médias.