Questões de Concurso Sobre linguagem e fala em fonoaudiologia

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Q3027497 Fonoaudiologia
É CORRETO afirmar que um distúrbio de linguagem caracterizado pela dificuldade em encontrar palavras e a produção de parafasias é
Alternativas
Q3027495 Fonoaudiologia
A apraxia de fala em adultos é frequentemente associada a lesões na seguinte área do cérebro:
Alternativas
Q3027491 Fonoaudiologia
Leia as afirmativas a seguir e marque (V) para as VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS a respeito da afasia.

( ) Consiste em uma disfunção de linguagem que pode envolver deficiência na compreensão ou expressão de palavras ou equivalentes não verbais de palavras.

( ) O diagnóstico é clínico, incluindo geralmente testes neuropsicológicos, com imagem do encéfalo (TC, RM) para identificar a causa.

( ) Não há tratamento específico, mas a fonoaudiologia pode promover a recuperação.

( ) Pacientes com afasia de Wernicke pronunciam fluentemente as palavras, incluindo fonemas sem sentido, mas não sabem seu significado ou suas relações.


Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3027490 Fonoaudiologia
Podemos afirmar que a avaliação da diadococinesia oral consiste na
Alternativas
Q3023062 Fonoaudiologia
Acerca da inervação laríngea, é correto afirmar que o(s):
Alternativas
Q3023061 Fonoaudiologia
As fissuras submucosas podem apresentar:
Alternativas
Q3023060 Fonoaudiologia
As fissuras labiopalatinas são malformações congênitas que podem implicar em alteração de fala, especificamente no que se refere a ressonância, principalmente nos casos de:
Alternativas
Q3023056 Fonoaudiologia
A respiração é o combustível da fala. A esse respeito, analise a sequência a seguir, que corresponde às estruturas que o ar percorre durante a inspiração e assinale a alternativa correta.

A. Hemoglobina / B. Alvéolos pulmonares / C. Amígdalas / D. Concha nasal inferior / E. Corniculadas / F. Hipofaringe / G. Adenoide.
Alternativas
Q3022658 Fonoaudiologia
Imagine que o professor está explicando como o cérebro controla os movimentos necessários para a fala, incluindo os movimentos da língua e dos lábios. Esses movimentos são fundamentais para articular palavras e produzir sons de forma precisa. Para isso, o cérebro envia comandos motores através de um nervo craniano específico que inerva esses músculos essenciais para a fala. Para entender melhor essa coordenação entre o cérebro e os músculos da fala, você precisa identificar qual é esse nervo craniano. Assim, a questão é: Qual nervo craniano leva os comandos motores do cérebro para os músculos da fala, como a língua e os lábios: 
Alternativas
Q3022657 Fonoaudiologia
Qual área do cérebro é responsável pelo planejamento e controle da produção da fala expressiva: 
Alternativas
Q3022652 Fonoaudiologia
Indique qual músculo tem duas partes: a parte marginal, que auxilia no fechamento da boca, e a labial, que projeta os lábios para fora: 
Alternativas
Q3017976 Fonoaudiologia
Um paciente com distonia cervical procura o fonoaudiólogo devido a dificuldades na produção de fala clara. O paciente apresenta espasmos involuntários que afetam o controle das cordas vocais e a articulação da fala.
Considere as afirmativas abaixo:

1. A disortia pode ser causada por distúrbios neurológicos que afetam os músculos envolvidos na articulação da fala, resultando em distorções fonéticas.

2. A terapia pode incluir técnicas de relaxamento muscular e controle respiratório para reduzir o impacto dos espasmos na produção vocal.

3. O uso de dispositivos de comunicação aumentativa e alternativa (CAA) pode ser necessário para pacientes com distonia severa que compromete a inteligibilidade da fala.

4. A intervenção farmacológica com toxina botulínica pode ser considerada como um tratamento adjuvante para reduzir os espasmos vocais em casos graves.

5. A intervenção fonoaudiológica deve focar na adaptação de estratégias compensatórias para maximizar a eficácia da comunicação, mesmo em casos de distonia persistente. 


Alternativas: 
Alternativas
Q3017975 Fonoaudiologia
Uma professora de Queimadas, PB, procura atendimento fonoaudiológico devido a dificuldades vocais que começaram há seis meses. Ela relata cansaço vocal, rouquidão persistente e perda de voz ao final do dia. O fonoaudiólogo deve identificar a etiologia da disfonia e propor uma abordagem terapêutica adequada.
Considere as afirmativas abaixo

1. A disfonia pode ser resultado de abuso vocal, que leva a lesões como nódulos vocais, comuns em profissionais que utilizam a voz excessivamente.

2. A terapia vocal deve incluir técnicas de higiene vocal, como hidratação adequada, repouso vocal e redução de comportamentos prejudiciais, como gritar ou sussurrar.

3. A fonoaudiologia deve priorizar o fortalecimento das pregas vocais através de exercícios de emissão vocal de alta intensidade para prevenir a recorrência da disfonia.

4. A avaliação por videolaringoestroboscopia é fundamental para diagnosticar alterações nas pregas vocais e direcionar o tratamento.

5. A intervenção deve incluir o recondicionamento vocal, com exercícios que promovem a economia de esforço durante a fala.


Alternativas:
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Q3017974 Fonoaudiologia
Um fonoaudiólogo está tratando uma criança com apraxia de fala, caracterizada por dificuldades na programação dos movimentos necessários para a produção dos sons da fala. A intervenção deve ser planejada com base na natureza do distúrbio.
Considere as afirmativas abaixo:


1. A apraxia de fala em crianças é uma condição neurológica que afeta a habilidade de planejar e programar os movimentos articulatórios, sem comprometimento muscular ou neuromuscular.

2. A intervenção deve focar em repetição massiva de palavras e frases para ajudar a criança a internalizar os padrões motores necessários para a fala.

3. O uso de estímulos visuais e táteis pode ser eficaz para melhorar a precisão da produção fonêmica em crianças com apraxia de fala.

4. A reabilitação deve priorizar o trabalho em sons isolados, antes de avançar para combinações mais complexas, como sílabas e palavras.

5. A melhora na inteligibilidade da fala é frequentemente lenta e requer intervenções prolongadas e intensivas.

Alternativas:
Alternativas
Q3017972 Fonoaudiologia
Uma criança com paralisia cerebral não verbal em Queimadas, PB, está sendo avaliada para a introdução de um sistema de comunicação alternativa. A família está preocupada com a possibilidade de que o uso desse sistema impeça o desenvolvimento da fala.


1. A introdução precoce de sistemas de comunicação alternativa pode, na verdade, apoiar o desenvolvimento da fala ao proporcionar um meio imediato de comunicação.

2. A escolha do sistema de CAA deve ser baseada na avaliação das capacidades cognitivas e motoras da criança, assegurando a adequação e a eficácia do sistema.

3. Dispositivos de comunicação de alta tecnologia são recomendados para todas as crianças não verbais, independentemente de suas habilidades motoras.

4. A reavaliação periódica do sistema de CAA é necessária para garantir que ele continue a atender às necessidades comunicativas da criança conforme ela se desenvolve.

5. A comunicação alternativa deve ser utilizada em conjunto com outras formas de intervenção fonoaudiológica para estimular o desenvolvimento da linguagem oral, quando possível.


Alternativas:
Alternativas
Q3017971 Fonoaudiologia
Um fonoaudiólogo está desenvolvendo uma estratégia de comunicação alternativa para um paciente com afasia global em Queimadas, PB. O paciente tem severas dificuldades em compreender e expressar a linguagem verbal.
Considere as afirmativas abaixo:

1. A comunicação aumentativa e alternativa (CAA) deve ser integrada ao tratamento, utilizando sistemas de símbolos gráficos para facilitar a comunicação.

2. A escolha dos dispositivos de CAA deve considerar as habilidades motoras do paciente, garantindo que ele possa manipular o dispositivo de forma eficaz.

3. A introdução de dispositivos de alta tecnologia, como tablets com software de comunicação, é preferível a métodos de baixa tecnologia, como livros de comunicação.

4. A capacitação dos familiares para o uso dos sistemas de CAA é essencial para garantir a continuidade da comunicação fora do ambiente terapêutico.

5. A reabilitação deve focar em melhorar a compreensão auditiva antes de introduzir qualquer sistema de CAA.


Alternativas:
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Q3017968 Fonoaudiologia
Um paciente bilíngue que sofreu um AVC apresenta dificuldades com a alternância de códigos (code-switching) entre as duas línguas que fala. O fonoaudiólogo deve considerar os elementos da linguística que influenciam essa capacidade.
Considere as afirmativas abaixo:


1. A alternância de códigos ocorre naturalmente em bilíngues e envolve a troca entre línguas dentro de uma mesma conversa, influenciada por fatores como o contexto e a competência linguística.

2. A sintaxe das duas línguas pode interferir na capacidade de alternância de códigos, especialmente em pacientes com lesão cerebral que afeta o processamento linguístico.

3. A análise morfológica das palavras utilizadas nas duas línguas pode revelar padrões de erro na alternância de códigos.

4. A fonologia não tem impacto significativo na alternância de códigos, pois este fenômeno é primariamente sintático e pragmático.

5. A intervenção fonoaudiológica deve focar em treinar o paciente a reconhecer e aplicar corretamente as regras de alternância de códigos para facilitar a comunicação.


Alternativas:
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Q3017967 Fonoaudiologia
Durante uma sessão de terapia, um paciente adulto que sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) apresentou dificuldades em compreender frases complexas e em produzir sentenças completas. O fonoaudiólogo decide aplicar princípios da linguística para auxiliar na reabilitação.
Considere as afirmativas abaixo:

1. A teoria da gramática universal sugere que o paciente pode ter dificuldades com estruturas sintáticas complexas, mas a capacidade para a sintaxe básica deve permanecer intacta.

2. A pragmática é o ramo da linguística que estuda como o contexto afeta a interpretação da linguagem, e pode ser usado para melhorar a compreensão do paciente em situações de comunicação real.

3. A fonética não é relevante para a reabilitação do paciente, uma vez que suas dificuldades estão mais relacionadas à sintaxe e à semântica.

4. A análise contrastiva pode ser usada para identificar padrões de erro na produção de frases pelo paciente, comparando-os com a estrutura correta na língua-alvo

5. A semântica é essencial para a reabilitação, pois o entendimento do significado das palavras e das frases deve ser reestabelecido para a comunicação eficaz.


Alternativas:
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Q3017966 Fonoaudiologia
Uma criança com frenulo lingual curto (anquiloglossia) é avaliada por um fonoaudiólogo. A criança apresenta dificuldades na produção de fonemas que exigem movimentos amplos da língua.
Considere as afirmativas abaixo:

1. A anquiloglossia pode limitar a elevação da ponta da língua, afetando a produção dos fonemas /l/, /r/ e /t/.

2. A intervenção pode incluir exercícios de alongamento lingual e mobilidade para compensar a limitação anatômica.

3. A frenotomia (cirurgia para correção do frenulo curto) é indicada apenas em casos graves, onde a alimentação e a fala estão severamente comprometidas.

4. A produção dos fonemas palatais (/ʃ/, /ʒ/) não é afetada pela anquiloglossia, pois esses sons não dependem da mobilidade da língua.

5. O acompanhamento fonoaudiológico deve continuar após a frenotomia para garantir o desenvolvimento adequado da fala.

Alternativas: 
Alternativas
Q3017965 Fonoaudiologia
Um paciente em Queimadas, PB, com histórico de paralisia facial está apresentando dificuldades na articulação de fonemas bilabiais e labiodentais. O  fonoaudiólogo precisa entender as alterações morfofisiológicas envolvidas.
Considere as afirmativas abaixo:

1. A paralisia facial pode comprometer a função dos músculos orbicular dos lábios e bucinador, dificultando a produção de sons que requerem fechamento labial.

2. A função do nervo facial (VII par craniano) é essencial para a articulação dos fonemas bilabiais, e sua lesão resulta em articulação deficiente.

3. A reabilitação deve incluir exercícios de fortalecimento muscular e técnicas de feedback visual para restaurar a função labial.

4. A alteração na pressão intraoral, devido à fraqueza dos músculos faciais, não afeta a produção de fonemas plosivos, uma vez que estes são articulados por mecanismos intraorais.

5. A fisioterapia pode complementar a fonoaudiologia, focando na reeducação neuromuscular dos músculos faciais para melhorar a articulação.

Alternativas:
Alternativas
Respostas
1641: D
1642: C
1643: E
1644: A
1645: C
1646: C
1647: A
1648: A
1649: B
1650: D
1651: D
1652: E
1653: B
1654: E
1655: D
1656: A
1657: C
1658: A
1659: B
1660: C