Questões de Concurso
Sobre disfagia e mastigação em fonoaudiologia
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Com relação às condutas fonoaudiológicas indicadas no processo de reabilitação do paciente disfágico, adulto ou criança, julgue o item subsequente.
Crianças com disfagia e aspiração crônica que apresentem
sintomas respiratórios recorrentes e graves, a despeito de
modificação alimentar, posicionamento, mudanças na taxa
de fluxo e uso de utensílios e válvulas fonatórias, necessitam
de colocação de sonda nasogástrica permanente para
prevenir desidratação e desnutrição.
Com relação às condutas fonoaudiológicas indicadas no processo de reabilitação do paciente disfágico, adulto ou criança, julgue o item subsequente.
Em bebês prematuros abaixo de um ano de idade,
comprovada a ocorrência de aspiração sistemática e
contraindicada a oferta de leite materno na consistência
líquido fino, é recomendado o espessamento do leite materno
exclusivamente mediante o uso de espessantes à base de
goma xantana.
Com relação às condutas fonoaudiológicas indicadas no processo de reabilitação do paciente disfágico, adulto ou criança, julgue o item subsequente.
A estimulação da deglutição pode ser propiciada pelo uso de
estímulos gustativos, táteis e térmicos para a eliminação da
aspiração e de diversas manobras compensatórias, como a
deglutição com esforço e cabeça fletida, que restitui a função
da deglutição.
Com relação às condutas fonoaudiológicas indicadas no processo de reabilitação do paciente disfágico, adulto ou criança, julgue o item subsequente.
Em pacientes disfágicos que apresentem risco iminente de
comprometimento pulmonar devido à aspiração de
alimentos, deve-se utilizar inicialmente a técnica da terapia
direta, que compreende o uso de alimentos durante o treino
de deglutição.
Com relação às condutas fonoaudiológicas indicadas no processo de reabilitação do paciente disfágico, adulto ou criança, julgue o item subsequente.
A independência motora em casos de disfagia orofaríngea
neurogênica, ou seja, a alta fonoaudiológica, será
conquistada quando constatar-se que o paciente está
educado, orientado e, se possível, treinado para realizar uma
deglutição eficiente que forneça estabilidade nutricional.
Com relação às condutas fonoaudiológicas indicadas no processo de reabilitação do paciente disfágico, adulto ou criança, julgue o item subsequente.
Em casos de disfagia orofaríngea neurogênica, a deglutição
classifica-se como eficiente quando existem alterações nos
mecanismos da fase orofaríngea da deglutição, porém,
há possibilidade de introdução de dieta via oral sem riscos
de aspiração.
( ) A hipotonia da musculatura da língua, comumente presente neste hábito, favorece a extrusão da mesma para fora da boca no momento de deglutir, muitas vezes pressionando os dentes, principalmente os incisivos centrais, porém não resulta em desordens de oclusão dental.
( ) O portador de deglutição atípica geralmente apresenta interposição da língua entre os dentes, bem como hipotonia dos lábios, língua, bochechas e músculos elevadores da mandíbula, apresentando, dessa forma, lábios evertidos, bochechas flácidas, a boca aberta e, não rara, macroglossia.
( ) O objetivo da terapia de deglutição é levar o paciente a um padrão de normalidade ou que, pelo menos, seja o mais próximo possível da normalidade.
( ) As manobras utilizadas na terapia de deglutição são essencialmente para eliminar ou minimizar a maneira incorreta de deglutir.
( ) A deglutição atípica está intimamente relacionada à respiração oral, uma vez que, com a postura de boca aberta que adquirem para manter o fluxo aéreo, o movimento de extrusão da língua para fora da boca na hora de deglutir é favorecido.
A sequência correta de cima para baixo é:
Paciente com queixa de engasgos e tosse durante a alimentação, após avaliação fonoaudiológica, recebe o diagnóstico de disfagia.
Neste caso, a alteração na fase faríngea da deglutição pode ocorrer em razão de: