Questões de Concurso Sobre disfagia e mastigação em fonoaudiologia

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Q2319002 Fonoaudiologia
A reabilitação em disfagia deve considerar o contexto biopsicossocial do paciente e de sua rede de apoio, priorizando a eficiência e eficácia deglutitórias. No contexto das manobras de deglutição; Masako, Supraglótica e Mendelsohn têm em comum:
Alternativas
Q2315295 Fonoaudiologia
Nos primeiros anos de vida, as habilidades motoras orais desenvolvem-se rapidamente, tanto em relação ao crescimento estrutural quanto ao controle neurológico. Dificuldades alimentares podem ocasionar complicações nutricionais, problemas cognitivos, alterações no desenvolvimento e atraso na aquisição das habilidades alimentares, por exemplo. A presença de respostas hipersensíveis ou aversivas a texturas, sabores ou temperaturas de alimentos ou líquidos pode interferir na dinâmica de alimentação. Diversos fatores podem contribuir para as respostas, tais como imaturidade ou doença crônica, experiências táteis orais desagradáveis, introdução tardia da alimentação por via oral e alterações neurológicas. Considerando os diversos aspectos do desenvolvimento do processo de alimentação e as dificuldades alimentares na infância, analise as afirmativas a seguir.

I. A base das dificuldades alimentares e nutricionais costumam ser os distúrbios da deglutição considerando-se a morbidade e a mortalidade nesta população. Fatores como maturação adequada, coordenação motora fina e desenvolvimento sensorial são imprescindíveis para uma deglutição adequada.
II. Os primeiros sinais de movimentos de deglutição surgem por volta da 10ª semana gestacional. A partir daí o feto desenvolve diferentes habilidades motoras e sensitivas relacionadas à deglutição, cujo objetivo final é apresentar um mecanismo de alimentação maduro e seguro na fase neonatal. A deglutição, durante a vida intrauterina, exerce também um importante papel na regulação da circulação do líquido amniótico.
III. As dificuldades alimentares são resultado de uma série de fatores, tais como ambientais, nutricionais e sociais. Dessa maneira, podem se manifestar como irritabilidade, choro, movimentos de cabeça para evitar o alimento, extrusão de língua e arqueamento de corpo durante a alimentação. A má administração alimentar tem sido identificada como fator que contribui para exacerbação de problemas de alimentação e comportamentos inadequados de crianças durante a alimentação.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2310534 Fonoaudiologia
A deglutição é dividida em fases. A fase em que o bolo é propulsionado para o estômago é a: 
Alternativas
Q2310527 Fonoaudiologia
A síndrome monogênica que tem como características a craniossinostose, a proptose, as fissuras palpebrais antimongolóides, o estrabismo, o hipertelorismo ocular, a hipoplasia 1/3 médio da face, o palato alto e a sindactilia é conhecida como síndrome de: 
Alternativas
Q2310526 Fonoaudiologia
A deglutição normal foi dividida em quatro fases por Logemann, em 1993. Determinada fase é descrita como: aquela que é responsável pelo transporte do bolo alimentar até a faringe. É iniciada quando a língua começa a movimentar o bolo alimentar posteriormente. Na região da língua, ocorre pressão sequencial da mesma no palato duro, impulsionando posteriormente o bolo alimentar. É o momento da ejeção oral do bolo, em que a língua age como uma bomba de propulsão do alimento em direção à faringe. Na região posterior da língua, ocorre, inicialmente, um movimento anterior e, em seguida, um movimento posterior que também impulsiona o bolo alimentar. Essa definição descreve a seguinte fase da deglutição:
Alternativas
Q2308073 Fonoaudiologia
Em relação às afasias, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q2305845 Fonoaudiologia
Julgue as seguintes afirmativas sobre a atuação do fonoaudiólogo em casos de câncer de boca e orofaringe:
I. Cabe ao fonoaudiólogo identificar quais são as possibilidades terapêuticas e proporcionar intervenções realísticas, sem superestimar técnicas ou métodos que não são aplicáveis para determinados casos. II. O fonoaudiólogo deverá sempre ajudar a manter o paciente motivado, encorajá-lo a buscar novas adaptações e compensações nas funções de fonoarticulação, mastigação e deglutição, mas sempre entre as possibilidades individuais. III. O fonoaudiólogo, junto com a equipe multidisciplinar, deve discutir e determinar melhores meios de reabilitação funcional, disponibilizando todos os recursos possíveis, a fim de proporcionar uma reintegração social mais efetiva e digna para alguém que teve tantas perdas com o tratamento. IV. A melhora da qualidade de vida dos pacientes, abordando diretamente as questões funcionais, constitui o grande objetivo do fonoaudiólogo.
São corretas as afirmativas:
Alternativas
Q2305840 Fonoaudiologia
Assinale a afirmativa INCORRETA sobre a alimentação em neonatos com fissuras labiopalatinas (FLP):
Alternativas
Q2305839 Fonoaudiologia
Vários distúrbios gastrointestinais e condições médicas podem exigir o uso de nutrição parenteral total (NPT) ou sondas orogástricas, nasogástricas, ou gastrostomias como meio de fornecer ingestão e nutrientes calóricos adequados à população pediátrica. Esses métodos não orais de alimentação são frequentemente usados durante a primeira infância, quando certas experiências de alimentação oral devem ocorrer para o aprendizado alimentar. Nesse sentido, é necessário saber identificar os critérios para desmame de via alternativa, quais sejam:
I. problema médico estabilizado. II. bom estado nutricional. III. deglutição segura e eficiente. IV. cuidadores preparados. V. habilidades alimentares apropriadas.
São corretas as afirmativas:
Alternativas
Q2305838 Fonoaudiologia
Um procedimento clínico tradicional para avaliar a excursão hiolaríngea ao deglutir é o “método dos quatro dedos”. Durante o exame físico, esse procedimento é realizado com deglutição de saliva e consiste em posicionar os dedos indicador, médio, anelar e mínimo nas regiões:
Alternativas
Q2305837 Fonoaudiologia
Além da avaliação clínica da deglutição, o fonoaudiólogo tem como ferramenta diagnóstica da deglutição, a avaliação instrumental. Os exames instrumentais consistem em avaliar a biomecânica da deglutição, fases oral e faríngea, de maneira objetiva, como um complemento à avaliação clínica. O exame considerado padrão-ouro, que permite avaliar todas as fases da deglutição durante a oferta de alimentos em consistência e volumes diferentes, é chamado de:
Alternativas
Q2304133 Fonoaudiologia
De acordo com o Protocolo Fonoaudiológico de Avaliação do Risco para Disfagia (PARD), a classificação da disfagia é proposta conforme a gravidade do distúrbio de deglutição e direciona o fonoaudiólogo na tomada de condutas. Deve-se seguir o raciocínio clínico proposto nas especificações dos itens do protocolo, de acordo com os sinais apresentados pelo paciente. Para a classificação da disfagia é necessário que o paciente apresente pelo menos um sinal que o diferencie do nível anterior. Em relação à classificação das disfagias propostas pelo protocolo, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q2304129 Fonoaudiologia
A disfagia orofaríngea caracteriza-se por um distúrbio da transferência do bolo alimentar da cavidade oral até esôfago, resultante de anormalidades dos músculos, nervos ou estruturas da cavidade oral, faringe e/ou esfíncter esofágico superior. Os distúrbios da deglutição comprometem a sua eficácia e segurança. Considerando que a ineficácia da deglutição prejudica o mecanismo protetor da via aérea, favorecendo a aspiração laringotraqueal, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2301719 Fonoaudiologia
A paralisia cerebral caracteriza-se como um grupo de desordens permanentes do desenvolvimento do movimento e da postura, ocasionando limitações de atividades atribuídas a distúrbios não progressivos que ocorrem no cérebro infantil em desenvolvimento. Crianças com tais alterações apresentam, frequentemente, modificações na função de deglutição, levando a comprometimentos clínicos, como a pneumonia de repetição e a desnutrição. Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir.

I. Crianças com paralisia cerebral frequentemente apresentam aumento do tempo de preparo e de trânsito oral, ocasionando maior gasto energético durante a ingestão oral, prejudicando a manutenção e o ganho de peso na criança. Diante da alta incidência em paciente com paralisia cerebral, o tempo de preparo e de trânsito oral não pode ser um indicador da gravidade da disfagia, apesar de estar mais aumentado naquelas com maior comprometimento motor.

II. O maior conhecimento frente às correlações dos achados de deglutição com as demais alterações motoras em pacientes com paralisia cerebral pode facilitar as condutas da equipe. A incidência de disfagia em todos os níveis de comprometimento motor global demonstra a necessidade de rastrear a deglutição em todos os pacientes com paralisia cerebral, independentemente da presença de queixas alimentares e/ou de quadros motores mais graves.

III. A distribuição da gravidade da deglutição em relação ao nível motor evidencia tendência de piora da disfagia de acordo com a piora nos níveis de comprometimento motor global. Espera-se maior incidência de disfagia grave para líquidos em crianças com maior comprometimento motor.

Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q2301718 Fonoaudiologia
O manejo das disfagias orofaríngeas consiste na prática especializada do fonoaudiólogo, que pode atuar ambulatorialmente, em domicílio ou em hospitais. Esta prática exige conhecimentos e técnicas específicas determinadas pelas manifestações dos pacientes. Considerando o processo de reabilitação das disfagias, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) O paciente neurológico pode apresentar diversas alterações de sensibilidade, em sua maioria, restritas à região intraoral. A sensibilidade é um aspecto importante a ser considerado durante a terapia do paciente com disfagia, pois se a mobilidade do sistema estomatognático é eficaz para preparar o bolo alimentar, a aferência dos estímulos não influencia no tempo de trânsito oral ou mesmo no desencadeamento da deglutição.

( ) No momento da deglutição, há movimentação das paredes laterais e posterior de faringe, pela contração de seus músculos constritores, promovendo o alongamento da faringe e a medialização de suas paredes. Este mecanismo, além de aumentar a pressão na câmara faríngea, empurra dinamicamente o bolo alimentar em direção ao esôfago. Por se tratar de movimentos presentes em uma fase involuntária da deglutição, não há exercícios que auxiliem nesta movimentação e favoreçam uma movimentação mais adequada e ágil do paciente ao engolir, cabendo ao profissional direcionar suas ações apenas para a fase oral da deglutição.

( ) A conjunção de movimentos de elevação e anteriorização do complexo hiolaríngeo é um dos mecanismos que garantem a proteção das vias aéreas. É possível, de certa forma, trabalhar a movimentação laríngea por meio de exercícios que utilizam a fonação, tais como: curvas melódicas e agudos com protrusão exagerada de língua.

( ) O fechamento glótico adequado, fisiologicamente determinado pela ação dos músculos adutores da laringe – tireoaritenoideos, cricoaritenoideos laterais e ariaritenoideos, é também um importante mecanismo de defesa de vias aéreas. Assim, exercícios vocais para adução glótica podem contribuir para o processo de reabilitação das disfagias, se realizados de forma criteriosa e com enfoque funcional e dinâmico.

A sequência está correta em 
Alternativas
Q2301717 Fonoaudiologia
A alimentação correta do bebê propicia o crescimento físico adequado, favorece o desenvolvimento neuropsicomotor, ajuda a fortalecer o seu sistema imunológico, além de ser um dos momentos de afetividade entre a mãe e o bebê considerados importantes para o desenvolvimento de linguagem. A sucção desempenha um papel fundamental na alimentação dos bebês. Dessa forma, para promover uma alimentação segura e eficiente, a atuação fonoaudiológica relaciona-se com a habilidade de sucção e da coordenação sucção x deglutição x respiração. Considerando fisiologia e biomecânica da sucção em bebês e suas estruturas envolvidas, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q2301424 Fonoaudiologia
Os transtornos motores causados pela paralisia cerebral podem acarretar alterações na deglutição, uma vez que alteram as fases preparatória, oral, faríngea e esofágica. Tendo em vista que a terapia fonoaudiológica nestes casos engloba exercícios diretos e indiretos, visando melhora na força, mobilidade e sensibilidade das estruturas envolvidas no processo de sucção, deglutição e mastigação, analise as afirmativas a seguir.

I. No processo de reabilitação de crianças com paralisia cerebral, o fonoaudiólogo pode estabelecer posicionamento e tipos de utensílios adequados, ajuste das consistências alimentares, indicação do uso do espessante e modificação do volume oferecido em cada oferta alimentar.

II. O treino com alimento pode ser realizado mesmo se não houver segurança para a oferta, por meio de estratégias como deglutições múltiplas, alternância de consistências, mudança de temperatura, sabores alimentares, assim como manobras posturais e facilitadoras. Na suspeita de aspiração laringotraqueal, devido ao caráter crônico da paralisia cerebral, dispensa- -se a necessidade de solicitação de exames complementares da deglutição.

III. As ações educativas envolvem sensibilização e qualificação dos cuidadores, auxiliando-os a lidar com as questões funcionais relacionadas à alimentação, tais como: tipo de dieta, utensílios, modo de oferta, postura, sinais de dificuldade e estratégias compensatórias. Essas ações são voltadas para os cuidadores dos pacientes e, apesar de pouco favorecer a aderência ao tratamento, são bastante utilizadas pelos fonoaudiólogos.

Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q2301421 Fonoaudiologia
A mastigação é o estágio inicial da digestão, um processo fisiológico complexo, cujo início é automático. Proporciona o desenvolvimento dos ossos maxilares e envolve atividades neuromusculares e digestivas. Trata-se de uma atividade coordenada inata que faz parte do processo de crescimento e desenvolvimento do sistema estomatognático. Em relação à mastigação, analise as afirmativas a seguir.

I. O sistema mastigatório pode ser considerado como uma unidade funcional constituída por estruturas estáticas ou passivas, como os ossos principais da maxila e mandíbula e os dentes com suas estruturas periodontais de suporte maxilar e mandibular. Existem, ainda, estruturas dinâmicas ou ativas com a articulação temporomandibular e toda musculatura mastigatória, os lábios, bochechas e língua, além dos tecidos moles que revestem tais estruturas, a inervam (nervo trigêmeo) e a vascularizam.

II. Para o desenvolvimento da mastigação é necessário o aumento do espaço intraoral a partir do desenvolvimento do complexo craniofacial, a erupção dentária, a maturação de todo arcabouço neuromuscular e o processo, em curso, de remodelação das articulações temporomandibulares. O padrão correto da mastigação deve ser bilateral e alternado. A mastigação eficiente inclui, além da saúde dos dentes, a realização adequada dos movimentos mandibulares, coordenados pelas articulações temporomandibulares e pelo sistema neuromuscular.

III. A duração e o número dos ciclos mastigatórios, assim como o tempo de mastigação até o momento da deglutição estão relacionados às características do bolo alimentar. A saliva também é facilitadora do processo mastigatório. Por isso, quanto maior o fluxo salivar, menor a quantidade de ciclos mastigatórios para alimentos mais consistentes. Na terapia fonoaudiológica, é importante o trabalho com uma variedade de alimentos, de diferentes consistências, para o treinamento da coordenação muscular e o aumento do tônus, bem como o número de golpes mastigatórios que varia de acordo com o tipo de alimento.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2300135 Fonoaudiologia
A Escala Funcional de Ingestão por Via Oral (FOIS) apresenta sete níveis de classificação com base em questões clínicas que refletem a capacidade de ingestão oral. O nível 4 da escala FOIS descreve pacientes que apresentam 
Alternativas
Q2300128 Fonoaudiologia
As Diretrizes Brasileiras de Ventilação Mecânica sugerem que a avaliação da segurança da deglutição por via oral de pacientes, após extubação, seja realizada para aqueles que
Alternativas
Respostas
1181: D
1182: A
1183: A
1184: C
1185: A
1186: C
1187: D
1188: B
1189: D
1190: A
1191: B
1192: A
1193: D
1194: D
1195: A
1196: C
1197: A
1198: A
1199: B
1200: D