Questões de Concurso Sobre fisioterapia neurológica em fisioterapia

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Q4131992 Fisioterapia

A avaliação fisioterapêutica em crianças e adolescentes baseia-se no conceito de que os padrões motores resultam da interação dinâmica entre vários fatores que facilitam ou dificultam os movimentos. Tais fatores podem ser internos, como a integridade dos sistemas nervosos central e periférico, a capacidade cognitiva, a habilidade de percepção, o peso corporal, força muscular e biomecânica, ou externos, como as condições sociais e ambientais.


Esse conceito vai ao encontro do modelo utilizado para compreender as necessidades da criança e, consequentemente, traçar um plano de tratamento adequado e personalizado.


Esse é o modelo

Alternativas
Q4131986 Fisioterapia
Menino com 8 anos encontra-se no estágio II de evolução de distrofia muscular de Duchenne (DMD). Realiza fisioterapia desde o diagnóstico, que ocorreu aos 2 anos de idade. No seu plano de tratamento, indicados o treino de força muscular e o treino aeróbio. Nesses casos, são contraindicados:
Alternativas
Q4131984 Fisioterapia

Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.

Conforme explicitado no caso, há dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação.


Isso é indicativo de déficit

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Q4131983 Fisioterapia

Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.

A Classificação topográfica dessa criança com PC é bilateral com comprometimento
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Q4131982 Fisioterapia

Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.

A classificação funcional, de acordo com o Gross Motor Function Classification Systems (GMFCS), é:
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Q4131980 Fisioterapia

A criança, sobretudo nos primeiros meses de vida, passa por diversas transformações, que devem ser consideradas na interpretação dos dados obtidos durante a avaliação fisioterapêutica, principalmente nos casos neurológicos. Uma dessas modificações, que está relacionada com o desenvolvimento motor, relaciona-se ao tônus muscular.


Assinale a alternativa que apresenta a característica do tônus muscular até os 4/5 meses de vida.

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Q4131971 Fisioterapia
Nos casos de trauma raquimedular para determinar o nível neurológico e motor, o músculo-chave é definido como aquele com inervação intacta quando a pontuação desse músculo no teste muscular manual é, pelo menos,
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Q4131970 Fisioterapia
A capacidade funcional que o nível neurológico L1 ASIA pode atingir é
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Q4131969 Fisioterapia
Os grupos musculares sem lesão ou preservados no nível neurológico L1, ASIA A, são:
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Q4131968 Fisioterapia

Homem, 60 anos, foi diagnosticado com doença de Parkinson há 2 anos. Desde então, está realizando fisio terapia 2 vezes por semana. Na última avaliação, realizada pelo fisioterapeuta, notou-se que à postura flexora começou a acentuar-se. O fisioterapeuta optou por utilizar os padrões de movimento de facilitação neuromuscular proprioceptiva (FNP). Visando à extensão do tronco para diminuir a postura flexora, a opção do fisioterapeuta foi por realizar padrões bilaterais de membro superior.


O padrão de movimento do FNP é:

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Q4131967 Fisioterapia

Pacientes com doença de Parkinson normalmente demonstram déficits de aprendizagem motora, inclusive taxas de aprendizagem reduzidas, eficiência reduzida e maior especificidade contextual da aprendizagem.



Inicialmente, na organização da sessão de um doente com doença de Parkinson, deve-se evitar a prática

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Q4131966 Fisioterapia
Alguns indivíduos com diagnóstico de AVC apresentam a tendência de empurrarem-se para o lado ipsilateral (também conhecida como síndrome de Pusher). Esse é um comportamento motor incomum caracterizado pelo sintoma de se empurrar ativamente com os membros mais fortes em direção ao lado hemiparético com desequilíbrio postural lateral.

A área afetada, nesses casos, é
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Q4131964 Fisioterapia

Após o AVC, à medida que a recuperação progride, a sinergia se torna mais forte, relacionada à presença e severidade da espasticidade. Há dois padrões distintos de sinergia anormal para cada membro: uma sinergia flexora e uma sinergia extensora.


A sinergia extensora caracteriza-se por

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Q4131963 Fisioterapia
Paciente do sexo feminino com 65 anos, após acidente vascular isquémico (AVCi), ocorrido há 2 meses, apresenta hemiparesia desproporcionada à esquerda com predomínio crural. Em bipedestação, apresenta acentuada flexão de joelho, flexão plantar do tornozelo e tálus varo, o que intensifica a dificuldade da marcha.
A característica da alteração do tônus muscular dessa paciente é:
Alternativas
Q4131962 Fisioterapia
Paciente do sexo feminino com 65 anos, após acidente vascular isquémico (AVCi), ocorrido há 2 meses, apresenta hemiparesia desproporcionada à esquerda com predomínio crural. Em bipedestação, apresenta acentuada flexão de joelho, flexão plantar do tornozelo e tálus varo, o que intensifica a dificuldade da marcha.

A consequência funcional do tálus varo é

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Q4131961 Fisioterapia

A fadiga e a doença cardiopulmonar são comuns após um traumatismo cranioencefálico (TCE). A gravidade do descondicionamento encontrado em pessoas com TCE é significativamente maior que o encontrado em pessoas sedentárias sem deficiência. Dessa forma, após os ganhos iniciais do processo de reabilitação e considerando cuidadosamente as habilidades cognitivas e físicas, o treinamento aeróbio é eficaz para pessoas com TCE.



Os parâmetros empregados no treino aeróbico são:

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Q4131960 Fisioterapia

Após um traumatismo cranioencefálico (TCE), um dos aspectos fundamentais a ser avaliado é o equilíbrio. Nos casos de TCE, o instrumento utilizado para tal deve avaliar habilidades de equilíbrio de nível superior normalmente associadas à mobilidade na comunidade.


O instrumento utilizado especificamente nesses casos é:

Alternativas
Q4131054 Fisioterapia
Em relação às técnicas específicas da facilitação neuromuscular proprioceptiva, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4131053 Fisioterapia
A Facilitação neuromuscular proprioceptiva (FNP) é uma abordagem multissensorial, cuja as técnicas de facilitação se sobrepõem aos padrões de movimento e posturas, por meio de contatos manuais, comandos verbais e pistas visuais do terapeuta.

Entre os padrões diagonais, é correto afirmar que
Alternativas
Q4131045 Fisioterapia
A reeducação motora de um paciente com sequela de acidente vascular encefálico pode ser fundamentada em várias técnicas.

O método de Brunnstrom fundamenta-se na premissa de que
Alternativas
Respostas
181: C
182: D
183: A
184: C
185: D
186: D
187: C
188: A
189: D
190: B
191: C
192: A
193: D
194: C
195: B
196: E
197: C
198: A
199: A
200: B