Questões de Concurso Sobre fisioterapia neurológica em fisioterapia

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Q4175703 Fisioterapia
Uma paciente de 35 anos apresenta lesão medular completa ao nível de T8 após acidente motociclístico, evoluindo com paraplegia. Na fase inicial da reabilitação, foram identificados sinais de comprometimento neuromotor típico do nível da lesão, alterações clínicas decorrentes da imobilidade prolongada e impacto emocional relacionado ao processo de adaptação. Com base nas diretrizes de cuidado interdisciplinar voltadas à pessoa com lesão medular, assinale a alternativa correta.
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Q4134812 Fisioterapia
Sobre a mobilização precoce em pacientes internados com acidente vascular encefálico (AVE), assinale a alternativa correta. 
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Q4134811 Fisioterapia
Em unidades de urgência e emergência, quais são as principais atribuições do fisioterapeuta no atendimento a pacientes com acidente vascular encefálico (AVE)?
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Q4132002 Fisioterapia

A identificação da paralisia facial como de origem central ou periférica é fundamental para o diagnóstico etiológico e também no planejamento terapêutico.


A característica da paralisia facial central é

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Q4132000 Fisioterapia

Criança, 5 anos, com quadro de paralisia cerebral espástica quadriparética, classificada no nível III pelo Gross Motor Function Classification System, apresenta falha na estabilidade dinâmica da cintura escapular.


No caso dessa criança, há fixação das escápulas em

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Q4131994 Fisioterapia

Lucas, 18 meses, com mielomeningocele, apresenta nível neurológico L3–L4 de acordo com Bartonek e Saraste. Realiza fisioterapia motora desde que recebeu alta hospitalar, que ocorreu aos 2 meses de vida. Ele está evoluindo bem, já consegue assumir a posição sentada de forma independente e começou a engatinhar há 1 mês.

Qual o prognóstico de marcha, de acordo com o nível neurológico apresentado?
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Q4131993 Fisioterapia

Lucas, 18 meses, com mielomeningocele, apresenta nível neurológico L3–L4 de acordo com Bartonek e Saraste. Realiza fisioterapia motora desde que recebeu alta hospitalar, que ocorreu aos 2 meses de vida. Ele está evoluindo bem, já consegue assumir a posição sentada de forma independente e começou a engatinhar há 1 mês.

De acordo com o nível neurológico apresentado, L3–L4, assinale a alternativa que apresenta o grau de força que ele possui.

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Q4131992 Fisioterapia

A avaliação fisioterapêutica em crianças e adolescentes baseia-se no conceito de que os padrões motores resultam da interação dinâmica entre vários fatores que facilitam ou dificultam os movimentos. Tais fatores podem ser internos, como a integridade dos sistemas nervosos central e periférico, a capacidade cognitiva, a habilidade de percepção, o peso corporal, força muscular e biomecânica, ou externos, como as condições sociais e ambientais.


Esse conceito vai ao encontro do modelo utilizado para compreender as necessidades da criança e, consequentemente, traçar um plano de tratamento adequado e personalizado.


Esse é o modelo

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Q4131986 Fisioterapia
Menino com 8 anos encontra-se no estágio II de evolução de distrofia muscular de Duchenne (DMD). Realiza fisioterapia desde o diagnóstico, que ocorreu aos 2 anos de idade. No seu plano de tratamento, indicados o treino de força muscular e o treino aeróbio. Nesses casos, são contraindicados:
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Q4131984 Fisioterapia

Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.

Conforme explicitado no caso, há dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação.


Isso é indicativo de déficit

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Q4131983 Fisioterapia

Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.

A Classificação topográfica dessa criança com PC é bilateral com comprometimento
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Q4131982 Fisioterapia

Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.

A classificação funcional, de acordo com o Gross Motor Function Classification Systems (GMFCS), é:
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Q4131981 Fisioterapia

Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.

A classificação da PC, de acordo com o tônus muscular, é:
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Q4131980 Fisioterapia

A criança, sobretudo nos primeiros meses de vida, passa por diversas transformações, que devem ser consideradas na interpretação dos dados obtidos durante a avaliação fisioterapêutica, principalmente nos casos neurológicos. Uma dessas modificações, que está relacionada com o desenvolvimento motor, relaciona-se ao tônus muscular.


Assinale a alternativa que apresenta a característica do tônus muscular até os 4/5 meses de vida.

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Q4131971 Fisioterapia
Nos casos de trauma raquimedular para determinar o nível neurológico e motor, o músculo-chave é definido como aquele com inervação intacta quando a pontuação desse músculo no teste muscular manual é, pelo menos,
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Q4131970 Fisioterapia
A capacidade funcional que o nível neurológico L1 ASIA pode atingir é
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Q4131969 Fisioterapia
Os grupos musculares sem lesão ou preservados no nível neurológico L1, ASIA A, são:
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Q4131968 Fisioterapia

Homem, 60 anos, foi diagnosticado com doença de Parkinson há 2 anos. Desde então, está realizando fisio terapia 2 vezes por semana. Na última avaliação, realizada pelo fisioterapeuta, notou-se que à postura flexora começou a acentuar-se. O fisioterapeuta optou por utilizar os padrões de movimento de facilitação neuromuscular proprioceptiva (FNP). Visando à extensão do tronco para diminuir a postura flexora, a opção do fisioterapeuta foi por realizar padrões bilaterais de membro superior.


O padrão de movimento do FNP é:

Alternativas
Q4131967 Fisioterapia

Pacientes com doença de Parkinson normalmente demonstram déficits de aprendizagem motora, inclusive taxas de aprendizagem reduzidas, eficiência reduzida e maior especificidade contextual da aprendizagem.



Inicialmente, na organização da sessão de um doente com doença de Parkinson, deve-se evitar a prática

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Q4131966 Fisioterapia
Alguns indivíduos com diagnóstico de AVC apresentam a tendência de empurrarem-se para o lado ipsilateral (também conhecida como síndrome de Pusher). Esse é um comportamento motor incomum caracterizado pelo sintoma de se empurrar ativamente com os membros mais fortes em direção ao lado hemiparético com desequilíbrio postural lateral.

A área afetada, nesses casos, é
Alternativas
Respostas
241: C
242: B
243: C
244: C
245: E
246: D
247: C
248: C
249: D
250: A
251: C
252: D
253: B
254: D
255: C
256: A
257: D
258: B
259: C
260: A