Questões de Concurso
Sobre análises clínicas em farmácia
Foram encontradas 3.192 questões
"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882‑1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.
Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo‑se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti‑herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.
Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou‑se diante da realidade, e para desculpar‑se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.
O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando‑se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

Internet: <medicineisart.blogspot.com> (com adaptações).
Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.
A possível transmissão de toxoplasmose por ingestão de peixe cru se dá pela contaminação do alimento com oocistos provenientes de fezes de gatos ou outros felídeos, uma vez que o peixe não é hospedeiro intermediário desse parasito.
"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882‑1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.
Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo‑se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti‑herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.
Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou‑se diante da realidade, e para desculpar‑se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.
O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando‑se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

Internet: <medicineisart.blogspot.com> (com adaptações).
Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.
A toxoplasmose, transmitida pela ingestão de carne crua e malcozida contaminada com cistos do Toxoplasma gondii, terá como hospedeiros definitivos gatos e outros felídeos, sendo o homem um hospedeiro intermediário.
"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882‑1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.
Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo‑se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti‑herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.
Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou‑se diante da realidade, e para desculpar‑se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.
O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando‑se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

Internet: <medicineisart.blogspot.com> (com adaptações).
Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.
Além da ancilostomíase, outras parasitoses causadas por helmintos são: esquistossomose, cisticercose, ascaridíase, giardíase e toxoplasmose. O tratamento consiste no uso de anti‑helmínticos normalmente de dose única, como fármacos à base de benzimidazóis, como o albendazol ou mebendazol.
"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882‑1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.
Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo‑se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti‑herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.
Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou‑se diante da realidade, e para desculpar‑se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.
O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando‑se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

Internet: <medicineisart.blogspot.com> (com adaptações).
Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.
A ancilostomíase é conhecida como amarelão por deixar a aparência do indivíduo contaminado pálida ou amarelada. Esse fenômeno ocorrerá porque o parasito diminui a função hepática do paciente, causando um acúmulo de bilirrubina no sangue, deixando a pessoa contaminada com a aparência amarelada.
"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882‑1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.
Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo‑se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti‑herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.
Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou‑se diante da realidade, e para desculpar‑se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.
O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando‑se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

Internet: <medicineisart.blogspot.com> (com adaptações).
Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.
A ancilostomíase, doença do personagem Jeca Tatu, é causada por três tipos de vermes: o Necator americanos, Ancylostoma duodenalis e o Ancylostoma ceylanicum. A contaminação se dará pelo contato direto com solo contaminado pelas larvas infectantes; portanto, uma das medidas eficazes para evitar a infecção é a utilização de calçados fechados. Outra forma de infecção é pela ingestão de alimentos ou água contaminados com o parasito.
(__)Os meios diferenciais são meios especializados que permitem a identificação de organismos com base no seu crescimento, cor e aparência do meio. Como por exemplo, o ágar eosina-azul de metileno, que distingue fermentadores de lactose, como a Escherichia coli, dos organismos gram-negativos não fermentadores de lactose, como Pseudomonas aeruginosa.
(__)Os meios enriquecidos contêm fatores de crescimento específicos que aprimoram o crescimento de patógenos selecionados, como por exemplo, o Ágar MacConkey e Ágar Sabouraud.
(__)Meios seletivos permitem que alguns organismos cresçam, enquanto o crescimento de outros é inibido, devido à presença de agentes inibidores. Um exemplo é o meio de cultura de Thayer-Martin, que auxilia no crescimento de bactérias como Neisseria meningitidis.
(__)O ágar chocolate, assim denominado devido a sua aparência marrom profunda, contém sangue lisado pelo calor. O sangue lisado interage com outros componentes do meio, absorvendo compostos que são tóxicos para microrganismos fastidiosos, como Neisseria Gonorrhoea.
A sequência está correta em:
I.As células fagocitárias mononucleares incluem monócitos circulantes e macrófagos diferenciados, que se instalam em órgãos como baço, fígado, pulmões e rins, adaptando-se ao ambiente local para desempenhar funções como fagocitose, apresentação de antígenos e regulação imune.
II.As células apresentadoras de antígenos (APCs) representam uma população heterogênea de leucócitos que são importantes na imunidade natural, desempenhando um papel importante na indução da atividade funcional das células T auxiliares.
III.As células Natural Killer (NK) representam até 15% dos linfócitos do sangue e expressam receptores de células T ou B. Elas se originam na medula óssea e morfologicamente têm a aparência de linfócitos grandes granulares.
Está correto o que se afirma em:
(__)O PSA (antígeno prostático específico) é utilizado para diagnóstico e estadiamento do câncer de próstata, com maior precisão quando combinado ao exame de toque retal.
(__)O CA 19.9 é um marcador específico para câncer colorretal, com alta sensibilidade e especificidade na detecção precoce.
(__)A elevação do CEA (antígeno carcinoembrionário) é exclusiva de tumores malignos, sendo altamente específico para câncer colorretal.
(__)A presença de β-HCG em níveis elevados pode indicar tumores de células germinativas, como o coriocarcinoma.
A sequência está correta em:
Hemoglobina: 8,4 g/dL (VR: 12 - 16 g/dL)
VCM: 96 fL (VR: 80-100 fL)
Reticulócitos: 6% (VR: 0,5 - 1,5%)
Bilirrubina indireta: 3,1 mg/dL (VR: <1,0 mg/dL)
LDH: 580 U/L (VR: até 250 U/L)
Haptoglobina: indetectável
Teste de Coombs direto: positivo para IgG
Teste de Coombs indireto: negativo
Diante do exposto, assinale a alternativa que contém o provável diagnóstico relacionado ao quadro da paciente.
I → O glutaraldeído é um dialdeído que possui grande espectro de atividade contra bactérias gram-positivas, gram-negativas, esporos bacterianos, fungos e vírus. Pode ser utilizado como desinfetante de alto nível para artigos críticos e semicríticos que não podem ser submetidos a processos físicos de esterilização. Concentrações aproximadas a 2% podem ser utilizadas na desinfecção de alto nível, desde que atendam ao tempo necessário para eliminar as formas esporuladas dos microorganismos.
II → Os álcoois mais empregados em desinfecção são o etanol e o isopropanol à concentração de 70%. São indicados para a desinfecção de nível baixo e intermediário e apresentam atividade rápida sobre as bactérias vegetativas, bem como promovem a inibição da germinação das formas bacterianas esporuladas.
III → O ácido peracético é considerado um desinfetante de nível intermediário a alto, dependendo da concentração. Seu mecanismo de ação envolve a alquilação dos grupos sulfidrila, hidroxila e amino, alterando os ácidos nucléicos e a síntese protéica. Concentrações aproximadas a 6% podem ser utilizadas na desinfecção de alto nível, desde que atendam ao tempo necessário para eliminar as formas esporuladas dos microorganismos.
IV → O formaldeído é um desinfetante de alto nível que promove a inativação dos microrganismos através da alquilação dos grupamentos amino e sulfidrilas de proteínas. É utilizado nas concentrações entre 0,5 a 1% de solução aquosa, sendo aplicado à descontaminação de ambientes fechados. Seu uso é limitado pela presença de vapores irritantes e potencial carcinogênico.
Estão corretas
Assinale a alternativa que apresenta erro na escolha do tubo de coleta em relação às análises a serem realizadas.
Sobre a fase pré-analítica, considere as afirmativas a seguir.
I → A hemólise causa a liberação de componentes intracelulares para o soro ou plasma. São achados comuns em amostras hemolisadas a hipocalemia e a elevação dos níveis de albumina.
II → A utilização de fenitoína causa indução enzimática, podendo estar relacionada com a redução do nível sérico de gama-GT
III → O esforço físico pode causar aumento da atividade sérica de algumas enzimas, como a creatina quinase, a aldolase e a AST, pelo aumento da liberação celular.
IV → A utilização de alopurinol causa a inibição enzimática e consequente interferência na dosagem de ácido úrico, resultando na redução do seu nível sérico.
Estão corretas