Questões de Concurso
Sobre planejamento e controle da produção em engenharia de produção
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A análise custo-volume é uma das técnicas utilizadas para estudo de alternativas de capacidade.
Considerando que uma máquina tenha cinco diferentes trabalhos a processar e que qualquer um dos cinco trabalhos possa ser processado em primeiro lugar para, em seguida, se processar os quatro trabalhos remanescentes, independentemente de ordem, então haverá 124 possíveis programações dos trabalhos em um processo simples.
Apesar de haver custos e outras desvantagens associados à manutenção de estoques, eles de fato facilitam a acomodação entre o fornecimento e a demanda.
O nível gerencial médio é responsável pelo estabelecimento dos objetivos da área de produção e pelo controle que faz com que os planos sejam cumpridos.
Mediante o controle das entradas e saídas de fluxo, é possível manter sob controle as quantidades de estoques em processo nos centros de trabalho.
O gráfico de Gantt é uma ferramenta de controle de operações que permite controlar as entradas e saídas de materiais de cada centro de trabalho.
Para controlar a produção é preciso dispor de um sistema de informações que relate periodicamente sobre o material em processo acumulado nos diversos centros, o estado atual de cada ordem de produção, as quantidades produzidas de cada produto e como está a utilização dos equipamentos.
As decisões tomadas para planejar e controlar uma operação produtiva independem tanto da natureza da demanda quanto da natureza do fornecimento.
O equilíbrio entre as atividades de planejamento e de controle da produção é um aspecto sujeito a várias mudanças ao longo do tempo.
Baixo volume de produção implica custo unitário alto.
O lead time estimado de produção maior que o lead time real ocasiona recebimento tardio, ou seja, falta de estoque.
O tempo de carga e descarga, por ser considerado como o tempo de carregamento de máquina, não tem impacto sobre o cálculo do tempo de manufatura.
O controle da capacidade de mão de obra depende do grau de detalhamento do apontamento da produção, que, embora seja uma atividade que não agrega valor diretamente ao produto, deve ser bem avaliada e controlada de forma centralizada por meio do sistema.
Com base nos dados obtidos pelo MRP I sobre o que, quanto e quando produzir, o MRP II promove o cálculo da necessidade de mão de obra e identifica se a empresa terá um estouro de capacidade e, ante essa possibilidade, estabelece ações para se solucionar o problema (horas extras, turnos adicionais, subcontratações etc.).
O MRP II calcula a quantidade necessária de mão de obra e de equipamentos para se produzir determinada quantidade de produto.
A identificação de atrasos no lead time de produção tem impacto pouco significativo sobre o controle da capacidade de mão de obra.
Uma forma utilizada para se ajustar a capacidade é variar o número de horas produtivas trabalhadas pelos empregados com horas extras.
A subcontratação é uma estratégia que pode ser utilizada pela empresa para ajustar a capacidade. O atendimento aos níveis de qualidade deve ficar totalmente vinculado à empresa contratada, de modo que a empresa contratante fique isenta de qualquer problema de qualidade que ocorra no processo.
A capacidade pode ser ajustada mediante contratação de pessoal em tempo parcial, a fim de promover alocação de pessoas para trabalhar em turnos após o expediente normal de trabalho.
Contratar pessoal extra durante os períodos de alta demanda, dispensando-o quando a demanda reduzir-se, é uma estratégia para ajustar a capacidade, mesmo que isso incorra em custos mais altos para a empresa.