Questões de Concurso Sobre enfermagem
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A Política Nacional de Humanização (PNH) foi criada em 2003 para efetivar os princípios do SUS no cotidiano das práticas de atenção e gestão, qualificando a saúde pública no Brasil e incentivando trocas solidárias entre gestores, trabalhadores e usuários. São princípios da Política Nacional de Humanização, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. A Política Nacional de Humanização deve se fazer presente e estar inserida em todas as políticas e programas do SUS.
II. Trabalhadores e usuários devem buscar conhecer a funcionalidade da gestão dos serviços e da rede de saúde, assim como participar ativamente do processo de tomada de decisão nas organizações de saúde e nas ações de saúde coletiva.
III. Equidade e integralidade na assistência à saúde.
I. Em caso de recusas a tomar banho, o cuidador deve identificar as causas, que pode ser medo de cair, de sentir ou passar mal, tonturas, estar deprimida ou sentir-se envergonhada, por exemplo.
II. Para o banho de aspersão ou no chuveiro é necessário: separar antecipadamente as roupas e outros objetos pessoais que serão utilizados; preparar o local para o banho, cadeira de banho ou apoio, quando necessário; reservar os objetos de higiene que serão utilizados; regular a temperatura da água; limitar a circulação de ar no ambiente.
III. Estimule, oriente, supervisione e auxilie a pessoa cuidada a fazer sua higiene. Só faça aquilo que ela não é capaz de fazer.
IV. Para o banho no leito, deve ser realizado quando a pessoa não possui condições para se locomover até o chuveiro/banheiro e nos casos em que o colchão não é recoberto com material impermeável importante proteger com algum material plástico
V. A higiene deve ser iniciada pela cabeça, especialmente no banho de leito.
VI. Importante estar atento as mudanças na cor e na temperatura da pele, inchaço, manchas, feridas, principalmente das regiões mais quentes e úmidas e daquelas expostas a fezes e urina.
I. O risco habitual engloba as crianças que não possuem risco de vida nos primeiros dois anos de vida, dentre as características do parto que proporcionam essa classificação está o apgar inferior a 5 no 5° minuto.
II. Anemia grave é definida pela hemoglobina superior a 8mg/dL sendo considerado risco intermediário, e recomenda-se a suplementação imediata de sulfato ferroso e ácido fólico.
III. O tabagismo pouco influência no desenvolvimento gestacional, deve-se considerar realizar a estratificação apenas em casos de suspeita de uso de outras substâncias.
IV. É considerado risco habitual para crianças cujas mães foram diagnosticadas com hipotireoidismo na gestação atual.
I. O aleitamento materno é fator de risco para o desenvolvimento de OMA em criança com intenso refluxo gastresofágico.
II. A OMA geralmente é desencadeada por um processo infeccioso (IVAS em geral), associado a determinado grau de disfunção da tuba auditiva e do sistema imunológico.
III. São sintomas constantes a otalgia (criança que manipula muito a orelha), o choro excessivo, a febre, as alterações de comportamento e do padrão do sono, a irritabilidade, a diminuição do apetite e até a diarreia.
IV. Para o tratamento, a primeira recomendação muito importante é tratar a dor com analgésicos, independentemente de o antibiótico ser ou não administrado.
I. Realizar atenção à saúde aos indivíduos e famílias vinculadas às equipes e, quando indicado ou necessário, no domicílio e/ou nos demais espaços comunitários (escolas, associações entre outras), em todos os ciclos de vida.
II. Realizar consulta de enfermagem e procedimentos, solicitar exames complementares e prescrever medicações conforme protocolos, diretrizes clínicas e terapêuticas ou outras normativas técnicas estabelecidas pelo gestor.
III. Realizar e/ou supervisionar acolhimento com escuta qualificada e classificação de risco, de acordo com protocolos estabelecidos.
IV. Realizar estratificação de risco e elaborar plano de cuidados para as pessoas que possuem condições crônicas no território, junto aos demais membros da equipe.
V. Implementar e manter atualizados rotinas, protocolos e fluxos relacionados com sua área de competência na Unidade Básica de Saúde.
I. A idade como fator de risco se diferencia entre os sexos, em relação ao infarto do miocárdio (IAM) associação se inicia aos 55 anos no homem e aos 65 anos na mulher.
II. Diabetes melitos precisa ser diagnosticado, pois implica em um fator de risco, e deve ser considerado os seguinte critérios: glicemia plasmática em jejum de > 126 mg/dL; hemoglobina glicada > 6,5%, aferida por cromatografia líquida de alta performance (HPLC); ou ainda, glicemia > 200mg/dL, após 2 h de sobrecarga oral de glicose no teste oral de tolerância.
III. Sedentarismo é visto como um dos critérios para definição de Síndrome Metabólica e deve ser considerado o padrão de atividade física moderada de pelo menos 150 minutos semanais.
IV. Histórico familiar de parentes de primeiro grau deve ser observado e caracterizado como fator de risco aqueles indivíduos que apresentaram casos de doença cardiovascular familiar em homens < 55 anos e mulheres < 65 anos.
V. Lesão de órgãos alvos estima o risco adicional para doença cardiovascular, entre elas a hipertrofia ventricular esquerda, que pode ser observada através de ECG (índice Sokolow-Lyon (SV1 + RV5 ou RV6) ≥ 35 mm; RaVL > 11 mm; Cornell voltagem > 2440 mm.ms ou Cornell índice > 28 mm em homens e > 20 mm em mulheres.