Questões de Concurso Sobre fisiologia em enfermagem

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Q3701467 Enfermagem
É uma alteração consequente à ação de excesso do hormônio de crescimento, produzido pela hipófise: 
Alternativas
Q3701466 Enfermagem
Considerando-se a insuficiência de válvula mitral, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:

A regurgitação mitral envolve o fluxo retrógrado de sangue do ventrículo _____________ para o átrio esquerdo durante ______________.
Alternativas
Q3693891 Enfermagem

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os humanos não são mais os únicos primatas que passam pela menopausa


Novas evidências mostram que os chimpanzés experimentam a mudança hormonal, mas o que eles fazem e como vivem depois desse período continua sendo um foco de pesquisa.


 Nonna, Abuela, Vovó, Avó... Seja qual for o nome, os seres humanos são uma das poucas espécies em que as fêmeas vivem muito além da idade reprodutiva para se tornarem avós.


De fato, o clube das avós é tão pequeno que é possível contar nos dedos de uma mão as outras espécies conhecidas por terem vivido e sobrevivido à menopausa. Elas incluem as baleias orcas, baleias-piloto de barbatanas curtas, narvais, baleias beluga e falsas baleias assassinas.


Mas um novo estudo de referência confirma que pelo menos uma população de chimpanzés pode agora ser adicionada à lista de elite. A descoberta é o resultado de 21 anos de observação da comunidade Ngogo de chimpanzés selvagens no Parque Nacional de Kibale, em Uganda, na África. Bem, isso e a coleta de muita urina de chimpanzé nas copas das árvores.


"O que fazemos é cortar uma pequena árvore que tenha um belo "Y" na extremidade. Depois, colocamos um saco plástico bem fino sobre ele", diz Kevin Langergraber, primatologista da Universidade Estadual do Arizona e autor sênior do estudo publicado hoje na revista Science. "Você só espera que não haja muito respingo", ele conta rindo.


Embora as circunstâncias possam parecer bobas, o estudo da urina de 66 mulheres Ngogo, com idades entre 14 e 67 anos, mostrou que seus níveis hormonais mudaram depois de chegar aos 50 anos, confirmando que elas estavam na menopausa. É interessante notar que 50 anos também é a idade em que muitas pessoas começam a entrar na menopausa.


 Langengraber e outros pesquisadores de primatas há muito tempo se perguntavam por que os seres humanos têm menopausa enquanto nenhum de nossos primos evolucionários mais próximos parece ter.


"É muito legal finalmente ver essa peça do quebra-cabeça se encaixar", diz Catherine Hobaiter, primatologista da Universidade de St. Andrews, na Escócia, que também estuda chimpanzés na Budongo Central Forest Reserve, em Uganda, mas que não participou do novo estudo.


Então, por que a menopausa levou tanto tempo para ser descoberta nos chimpanzés? A resposta curta é que é extremamente difícil estudar o funcionamento interno de animais grandes e selvagens sem prejudicá-los.


 O estudo dos chimpanzés apresenta vários outros desafios, como o fato de eles terem uma vida extremamente longa, especialmente em cativeiro. Acredita-se que uma fêmea, conhecida como Little Mama, tinha mais de 70 anos quando morreu em um parque de safári na Flórida (Estados Unidos) em 2017. Isso significa que os cientistas simplesmente não têm dados de duas décadas para muitos grupos de chimpanzés na África Central e Ocidental.


Mas a duração do Projeto Ngogo Chimpanzee, que começou em 1993, e a técnica não invasiva de coleta de urina deram aos cientistas confiança em suas descobertas.


Especificamente, a equipe descobriu que as fêmeas idosas sofrem as mesmas alterações endocrinológicas que uma mulher na meia-idade: seus níveis de estrogênios e progesterona caem, enquanto os níveis de hormônios folículo-estimulantes e luteinizantes aumentam.


Entretanto, Langergraber adverte que a população de Ngogo pode ser um caso atípico quando se trata do restante da espécie. Isso porque a comunidade de Ngogo vive em uma espécie de 'Éden dos chimpanzés': o Parque Nacional de Kibale é rico em recursos e bem protegido, e também não tem leopardos, seu principal predador.


 E como a comunidade Ngogo se encontra no coração do parque, seus únicos vizinhos são outros chimpanzés − não humanos que podem expor os chimpanzés a patógenos que devastaram outras comunidades.


 O outro lado da moeda pode ser verdadeiro: todas as populações de chimpanzés já viveram na relativa prosperidade que os chimpanzés de Ngogo desfrutam hoje, mas as pessoas exerceram tanta pressão sobre os animais que eles não vivem mais o suficiente para entrar na menopausa. É claro que a resposta também pode estar em algum lugar no meio, afirma Langergraber.


Outra questão intrigante é se as avós dos chimpanzés têm algum valor evolutivo extra. Afinal de contas, os pesquisadores demonstraram em seres humanos que a presença de uma avó viva pode transmitir benefícios aos netos por meio de coisas como o fornecimento de alimentos extras e cuidados com as crianças (algo que a Ninny e a vovó Pickles fazem na minha própria família). Os cientistas também observaram evidências desse efeito avó em elefantes asiáticos e orcas.


 A resposta não é clara, principalmente porque as sociedades de chimpanzés são muito diferentes das humanas, explica o líder do estudo Brian Wood, antropólogo evolucionário da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, nos Estados Unidos.


Por exemplo, tanto os chimpanzés machos quanto as fêmeas se acasalam de forma promíscua, em vez de formar laços de pares de longo prazo. As mães cuidam exclusivamente de seus filhotes. E quando atingem a maturidade, as fêmeas partem em busca de novas comunidades, enquanto os machos permanecem na área em que nasceram. Tudo isso significa que os avós chimpanzés provavelmente não sabem quem são seus netos da mesma forma que os humanos, ou mesmo as orcas.


"Isso não significa que todas essas fêmeas mais velhas não estejam fazendo coisas importantes", diz Wood. "Mas isso tudo é trabalho futuro a ser feito." Em sua população de estudo em Budongo, Hobaiter observou que as fêmeas mais velhas se afastaram das competições diárias que fazem parte da vida dos chimpanzés.


Mas eles ainda parecem ter prestígio e respeito. Uma chimpanzé anciã, chamada Nambi, vive em Budongo há provavelmente 60 anos ou mais, e Hobaiter testemunhou momentos em que ela parece liderar e tomar decisões pelo grupo. "O que ela viu naquela floresta, as diferentes estações que conheceu, as diferentes áreas da floresta, as interações com os vizinhos, é esse incrível legado de seu conhecimento."


https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2023/11/os-humanoshttps://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2023/11/os-humanos

O que o estudo da urina de 66 mulheres chimpanzés da comunidade Ngogo revelou?
Alternativas
Q3687116 Enfermagem

Os sinais vitais são dados essenciais para o monitoramento da condição de saúde dos pacientes. Sobre a frequência respiratória, analise as afirmativas a seguir.


I. A frequência respiratória elevada é denominada taquicardia.

II. A frequência respiratória adequada para um indivíduo adulto é de 12 a 20 respirações por minuto.

III. O batimento de aletas de nariz é um sinal de insuficiência respiratória.

IV. A frequência respiratória tende a baixar durante um pico febril.


Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q3682958 Enfermagem
Regarding the physiology of the respiratory system, it is correct to state:
Alternativas
Q3682930 Enfermagem
Laboratorialmente, como é interpretado um Hipotireoidismo Subclínico? 
Alternativas
Q3674532 Enfermagem
Sabe-se que o coração, em um adulto jovem saudável e em repouso, ejeta, por minuto, aproximadamente, 5 litros de sangue através de cada câmara ventricular. O aumento da força de contração que ocorre quando há um aumento do retorno venoso (pré-carga) é chamado de efeito:
Alternativas
Q3671694 Enfermagem
O ESPORTE MATA!


A mídia tem falado da morte súbita de jogadores de futebol. Dá o que pensar. Cada vez que recebia a Caros Amigos, eu buscava, faminta, a coluna de José Róiz. O médico mineiro dizia coisas atrevidas nesse tempo de espetacularização do esporte, de culto aos músculos e às dietas de todo tipo. Mais ainda: ele falava de como bem viver. Morreu em 2003, para lá da curva dos 80, magrinho e sábio. E deixou tudo que ensinou em livro – um dentre outros escritos – republicado pela editora Casa Amarela, tem o título Esporte mata!. Indiferente às críticas que recebia e avesso a sensacionalismos, Róiz afirmava: ‘O homem não foi feito para correr.’

Róiz ensinava que nenhum adulto com mais de 25 anos deve fazer exercício violento, mas também não pode ter vida sedentária. O melhor é simplesmente caminhar, e muito, e dançar, hábito que preserva o vigor do corpo e da mente. Além disso, o médico só recomendava o vôlei, mas nunca o competitivo, aquele do atleta. Jogando vôlei, a pessoa caminha e faz as quatro ginásticas que Róiz considera necessárias – aquelas que contraem os músculos posteriores, situados ao longo da coluna vertebral.

Muitos escritos do médico mostram sua preocupação com o tipo de alimento consumido na vida moderna. Embora não fosse vegetariano, sugeria que as pessoas evitassem a carne, especialmente por causa de doenças como a da ‘vaca louca’. Para ele, a melhor refeição possível é feijão comum com carne de soja moída, acompanhada de uma fonte de vitamina C, como as frutas cítricas, podendo se substituir metade da mistura por um pouco de arroz e verdura. E o ideal, adotando ou não essa refeição, é ingerir uma pequena quantidade de alimento, evitando o excesso de proteínas, em intervalos de duas horas e meia. Isso estimula a produção de insulina, que ‘limpa’ o sangue, enviando para os tecidos a glicose, a gordura e os aminoácidos das proteínas.

Bem nutridas, as células do corpo ficam mais capazes de produzir anticorpos contra as doenças.

Róiz sempre dizia que não teria escrito o livro se não fosse pelo seguinte: a humanidade se divide em dois grupos, os longevos e os não-longevos. Nos longevos, que vivem mais, a insulina predomina sobre o glicocorticóide, um dos hormônios do estresse. Nos não-longevos, acontece o contrário. O problema é que os longevos são feitos de um ‘barro especial’, são minoria. A maioria tem dificuldade para nutrir todas as células do organismo. Assim, praticar esportes, se estressar e produzir mais e mais glicocorticóide vai piorar a situação, especialmente se a pessoa praticar musculação ou corrida e ainda tiver problemas de coluna ou de coração. Gilberto Felisberto Vasconcellos, que faz o prefácio do livro, resume bem o pensamento de Róiz: ‘Foi contra a grife globalizada do mundo: esporte não é vida. Nem saúde.’


(Por Miriam Santini de Abreu, em Observatório da Imprensa). 
Acerca das informações trazidas pelo texto sobre a insulina, podemos afirmar corretamente que: 
Alternativas
Q3668458 Enfermagem

Em relação a obstrução ao fluxo livre de urina é conhecida como refluxo uretrovesical, que descreve o refluxo (fluxo retrógrado) e urina da uretra para a bexiga.


(Fonte: HINKLE, J. e CHEEVER, K. Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica – 2 v. 14th edição: Grupo GEN, 2020)



Em relação a esse refluxo, analise as afirmativas e depois marque a alternativa correta.



I - Quando a pressão retorna ao normal, a urina flui de volta para a bexiga, transportando até lá as bactérias provenientes das porções anteriores da uretra.


II - O refluxo é mais frequentemente observado em crianças pequenas, e o tratamento baseia-se na sua gravidade.


III - O refluxo uretrovesical também é causado pela disfunção do colo vesical ou uretra. Com a ocorrência da menopausa, o ângulo uretrovesical e a pressão de fechamento uretral podem ser alterados, de modo a aumentar a incidência de infecção.

Alternativas
Q3667491 Enfermagem
É correto afirmar que o pico de pressão máxima quando a ejeção ocorre é chamada de: 
Alternativas
Q3662916 Enfermagem
Assinale a alternativa correta sobre a ausculta pulmonar e as alterações possíveis de serem identificadas no exame físico.
Alternativas
Q3662909 Enfermagem
O envelhecimento pode ser diferente de um indivíduo para o outro. É um processo individual que cumpre seu próprio ritmo, sendo gradativo para uns e mais rápido para outros.

São alterações esperadas com o processo de envelhecimento:

1. Com o envelhecimento, há redução da água corporal total e do volume plasmático.
2. No idoso é comum observarmos o aumento da massa muscular (sarcopenia).
3. No idoso, a caixa torácica fica enrijecida, com diminuição da elasticidade pulmonar.
4. Os idosos apresentam temperaturas basais menores que os jovens e a febre sempre estará ausente nos processos infecciosos.
5. No idoso, percebem-se alterações na epiderme, com redução do potencial proliferativo e redução do número de melanócitos e células de Langerhans.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3662615 Enfermagem
A endocrinologia é ramo da medicina que se dedica ao estudo do sistema endócrino, que compreende os órgãos clássicos - como tireoide, hipófise, córtex adrenal, ilhotas de Langerhans etc. - e o sistema endócrino difuso - constituído pelas células endócrinas amplamente distribuídas no organismo. Sobre o funcionamento e principais agravos do sistema endócrino, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q3654341 Enfermagem
Órgão responsável pela produção de insulina. 
Alternativas
Q3654340 Enfermagem
Termo técnico utilizado para movimento involuntário que afeta rapidamente os olhos, que se mexem de cima para baixo e de um lado para o outro, podendo impactar a visão do paciente.
Alternativas
Q3654325 Enfermagem
A parada cardíaca pode ser causada por quatro ritmos. Assinale a alternativa que NÃO corresponde a um ritmo presente na parada cardíaca. 
Alternativas
Q3653050 Enfermagem
A pressão de pulso é consideravelmente ampliada em pacientes com regurgitação aórtica. Um sinal característico é quando o pulso golpeia o dedo que realiza a palpação com um golpe rápido e agudo e em seguida colapsa subitamente.

Esse sinal é chamado de: 
Alternativas
Q3652734 Enfermagem
Em indivíduos jovens, a velocidade de onda de pulso é suficientemente baixa para que a onda refletida atinja a válvula aórtica após seu fechamento, levando a uma pressão diastólica maior, permitindo melhor perfusão coronariana.
Imagem associada para resolução da questão


Nesse sentido, relacionando a figura acima com a pressão arterial sistólica e a pressão de pulso, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3645508 Enfermagem
Durante a aferição dos sinais vitais de A. P. S, 42 anos, o técnico de enfermagem obteve os seguintes valores: Frequência cardíaca: 67 bpm e frequência respiratória: 38 irpm. De acordo com Potter (2013), os valores apresentados indicam que o paciente se encontra, respectivamente em: 
Alternativas
Q3640633 Enfermagem

Diante de um desequilíbrio do organismo os sistemas ativam repostas para manter a homeostase. Essa resposta é conhecida como sistema de feedback negativo (Tortora, 2016). Em relação ao sistema reninaangiotensina-aldosterona (SRAA), qual a sua principal função? 

Alternativas
Respostas
641: D
642: A
643: B
644: B
645: B
646: C
647: D
648: D
649: D
650: B
651: B
652: D
653: B
654: B
655: A
656: B
657: C
658: D
659: C
660: B