Questões de Concurso
Sobre comunicação na constituição federal em jornalismo
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“A Ação Estratégica ‘O Brasil Conta Comigo − Profissionais da Saúde’ foi instituída para o enfrentamento à pandemia do coronavírus, com o objetivo de capacitá-los – nos protocolos clínicos do Ministério da Saúde –, e formar um cadastro nacional, contemplando as 14 categorias da saúde (Serviço Social, Biologia, Biomedicina, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Medicina, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Psicologia e Técnicos em Radiologia). Com mais de 1 milhão de cadastrados, a ação resultou no maior banco autodeclaratório de profissionais de saúde do Brasil e sua disponibilização, aos gestores do SUS, foi um instrumento oferecido para subsidiá-los no planejamento das ações de enfrentamento à covid-19”.
(Ministério da Saúde, “O Brasil Conta Comigo” Profissionais da Saúde — Ministério da Saúde)
A campanha nacional “Brasil conta comigo” foi lançada durante a pandemia da covid-19, que orientava profissionais de saúde e a população em geral sobre prevenção e medidas de atendimento. A campanha foi concebida em alinhamento com os objetivos estratégicos do Ministério da Saúde (combate à pandemia).
Supondo que o Ministério quisesse continuar com a campanha e adequasse sua comunicação aos princípios técnicos das publicações oficiais, estabelecidos no Manual de Publicidade Institucional da Secretaria de Comunicação Social (SECOM, 2023), qual dos requisitos a seguir seria obrigatório?
O Artigo 220 da Constituição Federal do Brasil estabelece princípios fundamentais para a comunicação.
Assinale a alternativa que está diretamente relacionada com o exercício da atividade jornalística no país?
De acordo com o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, a conduta desse assessor de imprensa
Ao fim dos estudos realizados, a empresa contratada concluiu corretamente que, na perspectiva constitucional,
Comissão vai debater obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para o exercício da profissão
A Comissão de Comunicação da Câmara dos Deputados vai realizar audiência pública nesta quinta-feira (26) para debater a importância da formação superior para o exercício do Jornalismo. (...)
O autor do requerimento para a realização da audiência é o deputado Amaro Neto (Republicanos-ES). Ele lembra que o assunto é tema de uma proposta de emenda à Constituição (PEC 206/09) que reinstitui a obrigatoriedade do diploma de nível superior específico em Jornalismo para o exercício da profissão no Brasil.
Fonte: Agência Câmara de Notícias,
Sobre o fim da obrigatoriedade do diploma de nível superior específico em Jornalismo ou Comunicação Social – habilitação Jornalismo para o exercício da profissão no Brasil, é correto afirmar que
“O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros tem como base o direito fundamental do cidadão à informação, que abrange seu direito de informar, de ser informado e de ter acesso à informação e, como o acesso à informação de relevante interesse público é um direito fundamental, os jornalistas não podem admitir que ele seja impedido por nenhum tipo de interesse”.
Nesse contexto, é correto afirmar que, de acordo com o Código de Ética, no Brasil
( ) Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística, no rádio ou na TV, observado o disposto no Art. 5º, IV, V, X, XIII e XIV. ( ) É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística. ( ) Compete à Lei Federal estabelecer os meios legais que garantam à pessoa e à família, a possibilidade de se defenderem de programas ou programações de rádio e televisão, que contrariem o disposto no Art. 221, bem como da propaganda de produtos, práticas e serviços que possam ser nocivos à saúde e ao meio ambiente. ( ) Os meios de comunicação social, podem, direta ou indiretamente, ser objeto de monopólio ou oligopólio. ( ) A publicação de veículo impresso de comunicação independe de licença de autoridade.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Observe a foto abaixo feita por Joédson Alves, da agência EFE.

Crédito:Reprodução / Joédson Alves / EFE
Inicialmente selecionada entre as finalistas do 42º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, ela mostra um flagrante de uma índia, em meio a outros índios, analisando uma máscara facial entregue por representantes do governo. Denominada “Culturas em Conflito”, foi desqualificada por 10 votos a 1, pelo júri do certame após discussões sobre liberdade de imprensa, ética jornalística e direitos dos povos indígenas, na medida em que as lideranças Yanomami reclamaram de não terem autorizado o trabalho dos jornalistas durante a visita de representantes do governo.
O ítem do Código de Ética, que pode ter embasado a decisão
tomada pelo júri, diz que o jornalista deve
I- De acordo com o artigo 5º, inciso XIV, da Constituição de 1988, o jornalista terá direito ao sigilo da fonte, exceto nos casos em que o material publicado tenha sido obtido de forma criminosa. II- O compromisso basilar do jornalismo é com a verdade dos fatos e a informação dos cidadãos, mas o jornalista deve evitar a divulgação de notícias que coloquem em risco a economia do país. III- Em termos deontológicos, o jornalista não deve realizar cobertura das ações desenvolvidas por uma empresa da qual seja igualmente assessor de imprensa. IV- Segundo o texto constitucional, o funcionamento dos veículos impressos, assim como ocorre com as emissoras de rádio e televisão, depende de concessão pública. V- O jornalista poderá desconsiderar o direito à privacidade das pessoas desde que o material a ser publicado seja de interesse público. VI- O uso de câmeras escondidas ou identidades falsas só deve ser feito em casos de incontestável interesse público e quando se esgotarem todas as demais possibilidades de apuração.
Está correto o que se afirma em