Questões de Concurso Sobre estratificação e desigualdade social em sociologia

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Q3757378 Sociologia
Em A distinção (1979), Bourdieu argumenta que o gosto artístico resulta de construção social, mediada por capitais culturais, legitimando diferenças e hierarquias; a escola pode reproduzir ou tensionar esse mecanismo. Qual alternativa se alinha com rigor a essa leitura?
Alternativas
Q3756919 Sociologia
Considerando a perspectiva de Gomes (2005) sobre os conceitos de “racismo”, “preconceito racial” e “discriminação racial”, analise as afirmativas abaixo:

I - O racismo é um comportamento, uma ação resultante da aversão, por vezes, do ódio, em relação a pessoas que possuem um pertencimento racial observável por meio de sinais, tais como: cor da pele, tipo de cabelo etc.
II - O racismo é um conjunto de ideias e de imagens referente aos grupos humanos que acreditam na existência de raças superiores e inferiores. O racismo também resulta da vontade de se impor uma verdade ou uma crença particular como única e verdadeira.
III - O preconceito é um julgamento negativo e prévio dos membros de um grupo racial de pertença, de uma etnia ou de uma religião ou de pessoas que ocupam um papel social insignificativo.
IV - O racismo é um sistema de crenças que se baseia em padrões de comportamento.
V - A discriminação racial é a adoção de práticas que efetivam o racismo e o preconceito racial.

Estão CORRETAS as afirmativas:
Alternativas
Q3756286 Sociologia
O Parecer CMESO no 01/2024 trata da categorização dos padrões para o preenchimento do campo raça/cor nas fichas de matrículas dos estudantes da rede municipal de Sorocaba.

Assinale a alternativa correta sobre a manifestação expressa no Parecer.
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Q3752586 Sociologia
Segundo Gonçalves (2021), ao discorrer sobre ações afirmativas e sobre o mito da democracia racial, é CORRETO afirmar que: 
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Q3752584 Sociologia
Sobre o conceito de "raça" exposto por Gomes (2005), analise as afirmativas abaixo e assinale V (verdadeiro) ou F (falso):
( ) O Movimento Negro e alguns sociólogos, quando usam o termo raça, não o fazem alicerçados na ideia de raças superiores e inferiores, como originalmente era usada no século XIX. Pelo contrário, usam-no com uma nova interpretação, que se baseia na dimensão social e biológica do referido termo.
( ) Nesse contexto, podemos compreender que as raças são, na realidade, construções sociais, políticas e culturais produzidas nas relações sociais e de poder ao longo do processo histórico.
( ) Quando não refletimos seriamente sobre essa situação e, quando a sociedade constrói formas, ações e políticas na tentativa de criar oportunidades iguais para negros e brancos, entre outros grupos raciais, nos mais diversos setores, estamos contribuindo para a reprodução do racismo.
( ) O racismo, no Brasil, afirma-se através da sua própria negação.
( ) Após a abolição, o Estado brasileiro assumiu uma posição de “suposta neutralidade” política, o que contribuiu ainda mais para aumentar as desigualdades e o racismo.

A ordem CORRETA de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
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Q3745364 Sociologia
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.

A população carcerária feminina representa uma parcela _________ dentro do sistema prisional brasileiro, sendo que _________ é uma das principais causas do encarceramento feminino no Brasil.
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Q3744319 Sociologia
A expansão das periferias urbanas está diretamente relacionada à exclusão social e à falta de políticas habitacionais adequadas. Nesse contexto, o conceito de gentrificação descreve o processo em que:
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Q3727227 Sociologia
Nas reflexões acerca da ética profissional, relações sociais de sexo e étnico-raciais, Brites & Barroco (2022) assinalam uma lista de exemplos que expressam as particularidades das opressões que atravessam as relações profissionais, “identificados nos olhares lançados para um decote, para o tamanho de uma saia, para a quantidade de filhos de uma mulher, para a cor da pele e o tipo de penteado de um cabelo, para a crença religiosa, para a composição familiar e as orientações sexuais” (p.168). No entanto, as autoras enfatizam que essas manifestações não são apenas singulares, advindas de crenças e preconceitos de diversos profissionais, e sim, fazem parte também
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: IF-PA Prova: IDECAN - 2025 - IF-PA - Professor - Sociologia |
Q3722544 Sociologia
O “Brasil gasta quase quatro vezes mais com sistema prisional em comparação com educação básica. Cada preso custa, em média, R$ 1,8 mil por mês aos cofres públicos, enquanto um aluno da educação básica custa R$ 470,00.” (BOTELHO, MACIEL, 2022). Sociólogos como Loïc Wacquant apontam que a questão da violência não se limita a questões de cunho pessoal, como o “caráter”, mas estaria intrinsicamente relacionada com fatores de ordem social, como:
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: IF-PA Prova: IDECAN - 2025 - IF-PA - Professor - Sociologia |
Q3722543 Sociologia
A “ilusão da neutralidade e independência do sistema escolar em relação à estrutura das relações de classe que se pode chegar a interrogar (...) contribui ainda para ocultar ao desviar-se da interrogação sobre a eliminação sem exame”. (BOURDIEU; PASSERON, 1982, p. 153). A referida citação de Pierre Bourdieu acerca do sistema de ensino leva ao entendimento que a escola dá uma contribuição à reprodução social, na medida em que:
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: IF-PA Prova: IDECAN - 2025 - IF-PA - Professor - Sociologia |
Q3722539 Sociologia
Ao longo da história, diferentes modos de lidar com o gênero e a sexualidade existiram. Sobre os estudos de gênero, um trabalho precursor surge até antes do uso do termo, com base nas pesquisas feitas pela antropóloga estadunidense Margaret Mead (1901-1978). Em Sexo e temperamento em três sociedades primitivas, com primeira edição em 1935, Mead compara três culturas, arapesh, mundugumor e tchambuli, em Papua Nova Guiné. Mead observou que os temperamentos (personalidades) relacionados a mulheres e homens nessas sociedades eram bastante distintos até mesmo da sociedade da qual ela fazia parte, a sociedade estadunidense. O estudo levou à conclusão de que gênero e suas diferenças são uma construção cultural. A respeito do entendimento das definições de gênero e sexualidade nas ciências sociais, é correto afirmar que:
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: IF-PA Prova: IDECAN - 2025 - IF-PA - Professor - Sociologia |
Q3722529 Sociologia
Estratificação social é o modo como as diversas sociedades estão organizadas em estratos ou camadas sociais. Desse modo, refere-se à forma como os indivíduos estão situados em determinada posição em uma sociedade – ou ainda os elementos de pertencimento a um dado grupo social. Esses elementos podem se basear em critérios econômicos, políticos, sociais e culturais. Em relação a este fenômeno, diferentes sociólogos lançaram análises, cada um a seu modo, no que é possível afirmar:
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Q3717631 Sociologia
As desigualdades regionais no Brasil impactam diretamente o acesso e a qualidade da educação. Sobre os desafios educacionais relacionados às disparidades socioeconômicas e geográficas no país, considere:

I.Regiões com menores IDH geralmente apresentam indicadores educacionais mais críticos, como evasão escolar e baixo desempenho.
II.A infraestrutura escolar inadequada, especialmente em áreas rurais e periferias urbanas, compromete o processo de ensino-aprendizagem.
III.Políticas de equidade educacional buscam garantir condições diferenciadas para reduzir desigualdades históricas entre regiões.
IV.O Brasil superou as desigualdades educacionais regionais através do FUNDEB e demais políticas redistributivas.
Estão corretas:
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Q3715210 Sociologia
Considerando as informações relativas ao perfil étnico-racial da população brasileira coletadas no último Censo, pode-se afirmar que 
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711546 Sociologia
No século XX, Chica da Silva já era um mito. Fazia parte do conjunto dos raros indivíduos do século XVIII que se tornaram personagens históricas, a despeito de não pertencer à elite branca portuguesa. Além de parda e ex-escrava, era mulher. E por meio dessas exceções era compreendida. Em Diamantina, tornou-se lendária, alvo de inúmeras histórias. Chica da Silva teria entre 18 e 22 anos quando João Fernandes, então com 26 anos, a conheceu. A jovem possuía a beleza das mulheres oriundas da Costa da Mina, com frequência elogiadas pelos europeus. Os documentos da época a designam como parda, termo com que se descrevia a tonalidade de pele mais clara entre os mestiços. Somente em meados do século XIX, quando se assistia à consolidação da família patriarcal nas Minas Gerais, a existência de uma Chica da Silva passou a ser digna de registro, como única mulher do século XVIII elevada, por Joaquim Felício, à categoria de personagem histórica. Localizado no século XIX, o autor baseou-se em cenas de seu cotidiano social, em que a mulher e a família deviam regrar-se pela moral cristã e onde imperavam os preconceitos contra ex-escravos, mulheres de cor e uniões consensuais. Para os homens da época, as escravas eram sensuais e licenciosas, mulheres com as quais era impossível manter laços afetivos estáveis. A vida de Chica, similar à de um sem-número de negras forras que viveram em concubinato com homens brancos, decerto não era peculiar nem pitoresca. A alforria precoce, a promoção para que ela acumulasse patrimônio, o uso que Chica fez do sobrenome Oliveira, o número elevado de filhos (treze), cujos nomes se ancoraram nas tradições familiares dos pais, e a longevidade do relacionamento contestam essa imagem. A média de um parto a cada treze meses faz desmoronar o mito da figura sensual e lasciva, devoradora de homens ao qual Chica esteve sempre ligada. João Fernandes jamais teve dúvidas sobre a paternidade dos rebentos, pois os legitimou e lhes legou todo o seu patrimônio.

FURTADO, J. F. Chica da Silva e o contratador de diamantes – do outro lado do mito.

São Paulo: Cia. das Letras, 2003 (adaptado).
A fim de desenvolver e reforçar a prática da cidadania e valorizar as experiências de participação dos indivíduos e dos grupos sociais na construção coletiva da sociedade e da democracia, uma professora e os estudantes da 1ª série do Ensino Médio focalizaram os obstáculos ao longo da história na qual imperaram a redução dos direitos do cidadão e especialmente das mulheres. Após a leitura desse texto, foram discutidas as representações de poder e o lugar da mulher. Sobre esse tema, foi solicitado aos estudantes que formassem uma nuvem de palavras. Na tarefa proposta, a professora buscou que os estudantes fossem capazes de perceber o(a)
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711545 Sociologia
No século XX, Chica da Silva já era um mito. Fazia parte do conjunto dos raros indivíduos do século XVIII que se tornaram personagens históricas, a despeito de não pertencer à elite branca portuguesa. Além de parda e ex-escrava, era mulher. E por meio dessas exceções era compreendida. Em Diamantina, tornou-se lendária, alvo de inúmeras histórias. Chica da Silva teria entre 18 e 22 anos quando João Fernandes, então com 26 anos, a conheceu. A jovem possuía a beleza das mulheres oriundas da Costa da Mina, com frequência elogiadas pelos europeus. Os documentos da época a designam como parda, termo com que se descrevia a tonalidade de pele mais clara entre os mestiços. Somente em meados do século XIX, quando se assistia à consolidação da família patriarcal nas Minas Gerais, a existência de uma Chica da Silva passou a ser digna de registro, como única mulher do século XVIII elevada, por Joaquim Felício, à categoria de personagem histórica. Localizado no século XIX, o autor baseou-se em cenas de seu cotidiano social, em que a mulher e a família deviam regrar-se pela moral cristã e onde imperavam os preconceitos contra ex-escravos, mulheres de cor e uniões consensuais. Para os homens da época, as escravas eram sensuais e licenciosas, mulheres com as quais era impossível manter laços afetivos estáveis. A vida de Chica, similar à de um sem-número de negras forras que viveram em concubinato com homens brancos, decerto não era peculiar nem pitoresca. A alforria precoce, a promoção para que ela acumulasse patrimônio, o uso que Chica fez do sobrenome Oliveira, o número elevado de filhos (treze), cujos nomes se ancoraram nas tradições familiares dos pais, e a longevidade do relacionamento contestam essa imagem. A média de um parto a cada treze meses faz desmoronar o mito da figura sensual e lasciva, devoradora de homens ao qual Chica esteve sempre ligada. João Fernandes jamais teve dúvidas sobre a paternidade dos rebentos, pois os legitimou e lhes legou todo o seu patrimônio.

FURTADO, J. F. Chica da Silva e o contratador de diamantes – do outro lado do mito.

São Paulo: Cia. das Letras, 2003 (adaptado).
Ao abordar o tema, sob a atual análise das organizações dos movimentos feministas em defesa dos direitos das mulheres, aponta-se que
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - GEOGRAFIA - Licenciatura |
Q3711104 Sociologia

TEXTO 1


Violência contra mulheres indígenas por macrorregião (2014 e 2023) 



Disponível em: www.generonumero.media. Acesso em: 9 jun. 2025.



TEXTO 2 


Brasil e UFs: Homicídios de mulheres negras e representatividade

nas mortes em relação à população (2023) 


 

CERQUEIRA, D. Atlas da violência 2025. Brasília: Ipea, 2025.

Ao observar a rotina da sua turma do Ensino Médio, marcada por narrativas machistas, uma professora de Geografia incluiu os textos apresentados em seu plano de aula sobre a dinâmica populacional brasileira. Esses instrumentos pedagógicos auxiliam na problematização de quais questões relacionadas a gênero no Brasil?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - GEOGRAFIA - Licenciatura |
Q3711103 Sociologia

TEXTO 1


Violência contra mulheres indígenas por macrorregião (2014 e 2023) 



Disponível em: www.generonumero.media. Acesso em: 9 jun. 2025.



TEXTO 2 


Brasil e UFs: Homicídios de mulheres negras e representatividade

nas mortes em relação à população (2023) 


 

CERQUEIRA, D. Atlas da violência 2025. Brasília: Ipea, 2025.

Um professor de Geografia, utilizando a linguagem gráfica, em debate com a disciplina de Sociologia, propôs aos estudantes uma reflexão sobre a problemática da violência contra as mulheres. Com base na análise das figuras, considerando a diversidade dos grupos sociais no Brasil e no intuito de perfazer um diálogo interdisciplinar, espera-se que os estudantes entendam que a problemática do Texto 2 é decorrente
Alternativas
Q3708887 Sociologia
Necessidade de trabalhar, desinteresse e gravidez são os principais motivos que levam jovens brasileiros a abandonarem os estudos. Dos quase 50 milhões de jovens de 14 a 29 anos do país, aproximadamente 20,2% não completaram alguma das etapas da Educação Básica. São 10,1 milhões nessa situação, entre os quais 58,3% homens e 41,7% mulheres. Destes, 71,7% eram pretos ou pardos e 27,3% eram brancos. Esses são alguns dados do segmento Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), que traça um cenário do setor educacional em 2019.


CRELIER, C. Necessidade de trabalhar e desinteresse são os

principais motivos para o abandono escolar. Disponível em:

https://agenciadenoticias.ibge.gov.br. Acesso em: 7 jun. 2025.
Um estudante da 3ª série de uma escola pública de Ensino Médio compartilhou com o professor de Sociologia que dois amigos estavam faltando às aulas por terem vivenciado um episódio de LGBTfobia a caminho da escola. Tendo em seu planejamento bimestral a discussão dos Direitos Humanos, o professor pode abordar essa situação da seguinte forma:
Alternativas
Q3708880 Sociologia
TEXTO 1
Nas últimas décadas, o avanço expressivo das tecnologias digitais passou a impactar profundamente a vida social, transformando as formas de comunicação e interação. Nesse contexto, o número de usuários de internet no Brasil cresceu de maneira significativa, com ênfase ao acesso via celular — como pode ser observado no gráfico. O acesso constante à internet via celular levou as instituições de ensino a repensarem as normas relativas ao uso de dispositivos eletrônicos em sala de aula, resultando na Lei n. 15 100/25. Esse cenário escancara, contudo, as desigualdades sociais no acesso à internet, que continuam a representar um desafio importante para a democratização da educação no país.


TEXTO 2
Crianças e adolescentes, por dispositivos utilizados para acessar a Internet (2015-2024)
Total de usuários de Internet de 9 a 17 anos (%)
Imagem associada para resolução da questão
Pesquisa sobre o uso da internet por crianças e adolescentes no Brasil: TIC Kids Online Brasil 2024.
Disponível em: https://cetic.br. Acesso em: 18 jul. 2025.

As transformações descritas nos textos 1 e 2 podem ser analisadas com base nos aportes teóricos do campo da Sociologia, tanto clássicos quanto contemporâneos. Assinale a alternativa que apresenta uma vertente teórica que auxilie uma professora de Sociologia do Ensino Médio na reflexão sobre a desigualdade no acesso à informação e no letramento digital e uma estratégia didática que considera essa desigualdade.
Alternativas
Respostas
341: C
342: C
343: C
344: B
345: A
346: A
347: B
348: B
349: A
350: A
351: A
352: A
353: B
354: E
355: D
356: B
357: A
358: C
359: D
360: B