Questões de Concurso Sobre depreciação, amortização e exaustão em contabilidade pública

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Q2508268 Contabilidade Pública
A Norma Brasileira de Contabilidade NBC TSP – 07 – Ativo Imobilizado normatiza os procedimentos contábeis relativos ao ativo imobilizado.
Nesse sentido, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q2503752 Contabilidade Pública
Em 30/06/2021, a Prefeitura Municipal de BVT adquiriu um veículo para o transporte escolar pelo montante de R$ 750.000,00 (setecentos e cinquenta mil reais), com custos adicionais de adaptação de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais). Considerando uma vida útil de 20 (vinte) anos e um valor residual estimado em 40% (quarenta por cento), adotado o método linear, qual o valor da depreciação acumulada do veículo em 31/12/2021? 
Alternativas
Q2495983 Contabilidade Pública
Na gestão patrimonial da Fiocruz, a Administração definiu que utilizaria o método de depreciação por unidades produzidas de uma máquina industrial. Considere que a máquina foi adquirida por R$ 368.756,00, seu valor residual é de R$ 32.756,00 e sua capacidade de produção total é de 4.968 unidades. Se a máquina produz 23 unidades por mês, o valor de depreciação anual e seu tempo de vida útil são: 
Alternativas
Q2493995 Contabilidade Pública
Um ativo imobilizado da Administração Pública Federal tem vida útil de 12 anos, custo histórico de 5.348,80 e valor residual de 100,00. Após reavaliação do ativo sua depreciação acumulada mensal passou para 50,00. O valor de despesa de depreciação desse ativo que deve ser reconhecida por mês, pelo método das cotas constantes, é:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: SELECON Órgão: CEFET-RJ Prova: SELECON - 2024 - CEFET-RJ - Contador |
Q2490586 Contabilidade Pública
Um bem adquirido em 01/04/2020 por R$20.000,00, com vida útil estimada em 20 anos, começou a operar em 01/07/2020. A depreciação era contabilizada anualmente, com valor residual definido em 10%. Após 2 anos e 6 meses de uso, o bem teria sido depreciado em:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: SELECON Órgão: CEFET-RJ Prova: SELECON - 2024 - CEFET-RJ - Contador |
Q2490585 Contabilidade Pública
Os componentes patrimoniais que, no decorrer do tempo, estão sujeitos ao processo de depreciação, amortização ou exaustão são:
Alternativas
Q2478891 Contabilidade Pública
Qual é a função principal da depreciação de ativos no contexto contábil público? 
Alternativas
Q2473284 Contabilidade Pública
A Câmara Municipal adquiriu um veículo para realizações de suas atividades. O contador deverá fazer a escrituração contábil do primeiro ano de sua depreciação. Sobre a conta depreciação acumulada, trata-se de uma conta de: 
Alternativas
Q2469025 Contabilidade Pública
Segundo Martins (2020, p. 31), “a amortização é realizada para elementos patrimoniais de direitos de propriedade e bens intangíveis que tiverem a vida útil econômica limitada, tendo como característica fundamental a redução do valor do bem”. Sobre a amortização, analise as assertivas a seguir:
I. A amortização para cada período deve ser reconhecida no resultado, contra uma conta de despesa. II. Se não for possível determinar, com segurança, o padrão de consumo previsto pela entidade dos benefícios econômicos futuros ou serviços potenciais, deve ser utilizado o método de amortização das unidades produzidas. III. Um valor residual diferente de zero implica que a entidade espera a alienação do ativo intangível antes do final de sua vida econômica.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q2466211 Contabilidade Pública

Tendo em conta os aspectos da reavaliação e depreciação de ativos, passivos contingentes e sistemas de custos no setor público, julgue o item subsecutivo. 


A depreciação de prédios públicos deve ser calculada com base no custo de construção, deduzindo-se o valor dos terrenos em que eles estiverem situados. 

Alternativas
Q2457855 Contabilidade Pública
Uma entidade do setor público adquiriu mesas para os seus funcionários trabalharem por R$10.000. O frete para a entrega foi de R$500. Na data da compra, a entidade planejava utilizar as mesas durante dez anos e vende-las por R$2.000.

Assinale a opção que indica o valor depreciável das mesas, na data da compra.
Alternativas
Q2445753 Contabilidade Pública
Assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2416705 Contabilidade Pública

No que se refere à mensuração de ativos, bem como à depreciação, amortização e exaustão, julgue o próximo item. 


A amortização é realizada para elementos patrimoniais de direitos de propriedade e bens intangíveis que tiverem a vida útil econômica limitada e têm como característica fundamental a redução do valor do bem.

Alternativas
Q2416700 Contabilidade Pública

No que se refere à mensuração de ativos, bem como à depreciação, amortização e exaustão, julgue o próximo item. 


A depreciação é realizada para elementos de recursos naturais esgotáveis que tiverem a vida útil econômica limitada e tem como característica fundamental a redução do valor do bem, sendo a exploração a principal causa dessa redução do valor.

Alternativas
Q2397016 Contabilidade Pública
Ao realizar atividades cotidianas junto ao Controle Interno Municipal, um servidor deparou-se com diversos bens pertencentes ao ativo imobilizado, que não estavam sendo depreciados de acordo com as Normas de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público. Sobre o tema, o item 64 da NBC TSP 07/2017 prevê que “O montante da depreciação de cada período deve ser reconhecido no ________________, a menos que seja incluído no valor contábil de outro ativo”.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima. 
Alternativas
Q2372331 Contabilidade Pública

A questão a seguir refere-se ao texto reproduzido a seguir.


O futuro do trabalho ou o trabalho sem futuro? 


Marcelo Augusto Vieira Graglia  


        Billy Turnbull era um rapaz astuto, nos seus recém-completados 14 anos de vida. Naquela manhã fria de maio de 1831, caminhava pela rua principal de Bedlington em direção à mina que ficava no lado oeste da cidade, próxima à estrada que levava ao norte. Por entre a névoa, Billy já distinguia as pedras da igreja de São Authbert. Cerca de 400 metros abaixo, virou à esquerda, após a casa de Walter Daglass. Três portas acima, havia um arco que levava a um pátio com seis residências e um pomar. As casas eram decrépitas, para dizer o mínimo. O campo de batatas ficava do outro lado da parede dos fundos, seguia por ali para cortar caminho. 

        Naquela manhã fria, quando Billy Turnbull finalmente chegou à entrada da mina, a querela já estava armada. Dezenas de homens, vestidos em seus farrapos e com seus rostos tingidos pelo pó preto do carvão, se aglomeravam em torno da máquina a vapor recém-adquirida pelo Sr. Stephens. Com suas pás e picaretas, amotinados, golpeavam o equipamento que respondia emitindo longos chiados. Em pouco tempo, a máquina parecia morta, imóvel e silenciosa. Assustado, Billy viu Brian Llewellin saindo do meio dos mineiros e vindo em sua direção. Quando o amigo se aproximou, perguntou: O que está havendo, Brian? Ao que este respondeu: Não sou Brian, meu nome é Ned Ludd.


        A história acima foi construída a partir de personagens fictícios, mas baseada em fatos históricos. Ned Ludd era a alcunha utilizada por muitos dos trabalhadores envolvidos em protestos e sabotagens. O ludismo foi um movimento de trabalhadores iniciado na Inglaterra, no início do século 19, que utilizou a destruição de máquinas como forma de pressionar os empregadores contra as condições precárias e contra a mecanização que causava demissões e substituição de funções mais qualificadas por outras de pouca exigência técnica e mais mal remuneradas. 


        No campo do trabalho humano, é histórico o temor pelos efeitos potencialmente destruidores da tecnologia sobre os postos de trabalho, simbolicamente representado pelo movimento ludista. Nesta segunda década do século 21, novamente a emergência de uma nova onda de inovação tecnológica reacende a polêmica com visões diametralmente opostas: de um lado, a daqueles que vislumbram um futuro brilhante, no qual a tecnologia libertaria a humanidade da obrigação do trabalho duro, repetitivo, desestimulante, ao mesmo tempo que elimina doenças, promove a longevidade, o conforto e o deleite com novas possibilidades lúdicas e sensoriais trazidas por artefatos tecnológicos e ambientes digitais; de outro, em posição antagônica, há aqueles que temem as consequências potencialmente nefastas da proliferação da tecnologia de forma intensa por tantos campos sensíveis. Soma-se ainda o risco da desumanização das relações e da interferência voraz de sistemas de inteligência artificial (IA) em campos eminentemente humanos, num cenário de pós-humanismo cibernético.


        O que alimenta esses temores? Embora a automação tenha sido historicamente confinada a tarefas rotineiras envolvendo atividades baseadas em regras explícitas, a IA está entrando rapidamente em domínios dependentes de reconhecimento de padrões e pode substituir os humanos em uma ampla gama de tarefas cognitivas não rotineiras, seja em relação ao trabalho industrial, de serviço ou de conhecimento. Nessa transformação, há aspectos claramente positivos e outros que inspiram maior reflexão.


        Parafraseando a célebre frase narrada por Tucídides, na colossal obra História da Guerra do Peloponeso, quando a delegação da cidade de Corinto se empenhava em convencer os relutantes espartanos a abandonar seu temor em declarar guerra a Atenas: não devemos temer a tecnologia (Atenas), o que devemos temer são a nossa ignorância, a nossa indiferença e a nossa inércia. A ignorância, no sentido de não entendermos ou não buscarmos entender o processo histórico que ora se movimenta; a indiferença, no sentido de não nos sensibilizarmos com os efeitos deletérios possíveis, especialmente sobre grandes parcelas menos protegidas ou desfavorecidas da nossa sociedade, de ignorarmos os riscos; ademais, a inércia, traduzida pelo não agir, enquanto indivíduos, sociedade e governos não se preparam devidamente, não estabelecem estratégias adequadas, não constroem seus diques, seus programas, projetos e políticas públicas robustas e suficientes para enfrentar um mundo em transformação.


    John Maynard Keynes, em Economic possibilities for our grandchildren (1930), argumentava que o aumento da eficiência técnica havia ocorrido de forma mais rápida do que seria possível para lidar com o problema da absorção da força de trabalho. A depressão mundial – consumada com a quebra da Bolsa de Nova York em 1929 e a enorme anomalia do desemprego que se estabeleceu – impedia a clareza de visão necessária para que muitos pudessem captar as tendências que se afiguravam, como a do desemprego estrutural. Para Keynes, isso significava “desemprego devido à nossa descoberta de meios de economizar o uso do trabalho ultrapassando o ritmo em que podemos encontrar novos usos para o trabalho”. O economista previa que, mantidas as taxas de crescimento da produtividade geradas pela incorporação de tecnologias nos processos produtivos, e outras condições, em 100 anos o problema econômico mundial da escassez poderia ser resolvido. Em contrapartida, esse ganho de produtividade se daria, principalmente, pela substituição do trabalho humano; portanto, não seria necessário, no futuro, um contingente tão grande de pessoas trabalhando. Dessa forma, o principal problema econômico seria de distribuição de riqueza, não mais de escassez.


Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/.>. Acesso em: 03 nov. 2023. 


O Município de Carnaúba dos Dantas/RN adquiriu uma máquina em 15/05/2023 por R$ 90.000,00, com valor residual de 15% e vida útil de 10 anos. Nesse caso, em 31/12/2023, o valor contábil do bem será 
Alternativas
Q2369803 Contabilidade Pública
Em 01/02/2022, a Prefeitura Municipal adquiriu e colocou em operação um veículo para a fiscalização de tributos, tendo desembolsado R$ 80.000,00 (oitenta mil reais). Outros custos com a adaptação demandaram gastos de R$ 5.000,00 (cinco mil reais). Considerando o método linear de depreciação, uma vida útil de 10 (dez) anos e saldo residual de 60% (sessenta por cento), qual é o saldo da conta de depreciação acumulada referente ao veículo em 31/12/2022? (Para fins de arredondamento, considerar duas casas decimais após a vírgula).
Alternativas
Q2359411 Contabilidade Pública

Acerca de mensuração de passivos, passivos contingentes, reavaliação e depreciação, julgue o item subsequente.


O valor residual de um ativo intangível com vida útil definida deve ser sempre presumido como superior a zero, porque a amortização não pode englobar a totalidade do valor do ativo.

Alternativas
Q4269447 Contabilidade Pública
Leia as afirmativas abaixo:

I.O valor justo é o montante gasto ou o valor necessário para adquirir um ativo na data da sua aquisição ou construção.
II.Depreciação é o custo de um ativo, ou outra base que substitua o custo, menos o seu valor residual.
III.A exaustão se refere redução do valor, decorrente da exploração dos recursos minerais, florestais e outros recursos naturais esgotáveis.
IV.O valor residual de um ativo é o valor estimado que a entidade obteria com a alienação do ativo, caso o ativo já tivesse a idade, a condição esperada e o tempo de uso esperados para o fim de sua vida útil. 
(Fonte:https://sisweb.tesouro.gov.br/apex/f?p= 2501:9::::9:P9_ID_PUBLICACAO:31484)

Estão CORRETAS as afirmativas:
Alternativas
Q4264188 Contabilidade Pública
Os bens móveis e imóveis que integram o patrimônio das pessoas jurídicas estão suscetíveis a depreciação. A depreciação representa a perda de valor do bem pelo seu uso ou obsolescência. Utilize os dados abaixo para resolver a questão:
➢ Valor total do bem R$ 480.000,00.
➢ Vida útil estimada: 10 (dez) anos.
➢ Valor residual R$ 120.000,00.
➢ Data do início da utilização do bem: 01/02/2022.
Assinale a alternativa que apresenta o valor da despesa orçamentária com depreciação em 2022, o valor mensal da depreciação e o valor líquido do bem em 31/12/2022:
Alternativas
Respostas
141: D
142: B
143: A
144: B
145: C
146: B
147: B
148: C
149: C
150: C
151: B
152: C
153: C
154: E
155: A
156: A
157: B
158: E
159: B
160: B