Questões de Concurso
Sobre ensino da arte em educação artística
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Segundo o documento, essa concepção tinha como proposta
(…) no que diz respeito ao movimento, (…) logrou isolá- -lo, compartimentalizá-lo e desuni-lo. O movimento proposto (…) não flui organicamente, sequencialmente. Pela primeira vez na dança, deu-se atenção intencional ao isolamento das partes do corpo, das articulações, das superfícies. Cada parte do corpo torna-se, também, uma solista, movendo-se em oposições e distintas umas das outras. As ações não seguem uma cadência orgânica previsível e o espaço não é utilizado em função do movimento que se produz.
(Marques, 2012)
No excerto, Marques descreve as características da dança produzida por
Entender uma obra de arte vem com repetidos encontros à medida que a pessoa amadurece e é capaz de observá-la de diferentes pontos de vista. Esta maturidade perceptiva usualmente começa através de alguma forma de contato com reproduções, mas recebe qualidade e verificação através do contato com originais.
(Robert Saunders, in Barbosa, 2010)
O excerto, citado em Barbosa (2012), caracteriza as premissas apresentadas pela autora
Ao observar uma dança indígena, um estudante, morador da cidade, estabelece contato com um índio que pode revelar mais sobre o valor e a extensão de seu universo do que apenas uma explanação sobre os ritos nas comunidades indígenas. E viceversa. (PCN-Artes, 1998)
Essa conclusão deriva da premissa de que arte
Para os PCN-Arte (1998), “com o intuito de ajudar os alunos a pensar e agir de maneira responsável com o corpo e a sexualidade, há processos artísticos e estéticos que podem ser trabalhados nas aulas de Arte”.
Nesse contexto, o documento indica
Intermediando o processo de produção e apreciação de arte, encontram-se, entre outros, os meios de comunicação (as mídias), que podem ser informatizados, ou não. Os modos de praticar e pensar a comunicação sociocultural em arte mediados pelos meios de comunicação (mais tradicionais, novos e novíssimos), incluindo os informatizados, são por vezes contraditórios, o que implica encontrar maneiras de compreendê-los e superá-los. (PCN-Artes, 1998)
Assim, a sugestão do documento é a de que, em sala de aula,
“No Brasil, no século XIX, D. João foi responsável por grandes modificações na arte e na cultura. Contratou artistas franceses que constituíram a chamada missão francesa, cuja chegada ao Rio de Janeiro ocorreu em 1816. (...) Essa reforma cultural pretendia colocar o Brasil em compasso com a Europa e substituir o estilo artístico desenvolvido pela Igreja Católica durante o século XVIII.” (COSTA, 2004)
Para a autora, o exemplo demonstra
Martins, Picosque & Telles (1988) indicam os estudos de Michael Parsons sobre apreciação artística como fornecedores de condições para maior entendimento sobre a leitura de imagens. Segundo as autoras, Parsons constatou que a cada estágio os alunos, em relação às imagens, interpretam a pintura de forma mais aperfeiçoada que a anterior. Em cada estágio, para o autor, uma ideia ou grupo de ideias é salientada.
São as ideias ou grupos de ideias apontados por Parsons:
“Sabemos que a arte na escola não tem como objetivo formar artistas, como a matemática não tem como objetivo formar matemáticos, embora artistas, matemáticos e escritores devam ser igualmente ben-vindos numa sociedade desenvolvida. Uma sociedade só é artisticamente desenvolvida quando ao lado de uma produção artística de alta qualidade há também uma alta capacidade de entendimento desta produção pelo público. Desenvolvimento cultural que é a alta aspiração de uma sociedade só existe com desenvolvimento artístico neste duplo sentido”. (BARBOSA, 2012)
Para Barbosa, que busca embasar a Abordagem Triangular, o que a arte na escola pretende é