Questões de Concurso Sobre artes visuais
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VERGÈS, Françoise. Decolonizar o Museu: programa de desordem absoluta; traduzido por Mariana Echalar. São Paulo: Ubu, 2023.
Assinale a alternativa que aponta uma diretriz convergente com a construção de um pós-museu.
COCCHIARALE, F. Sobre a relação entre arte e a palavra – o olhar e a explicação. In: PÁDULA, C; TORNAGHI, M.; QUEIROZ, T. (Orgs.). O Mundo é mais do que isso: mediação e a complexa rede de significações da arte e do mundo. Rio de Janeiro: EAV, 2014.
O público demanda mais explicações para a arte contemporânea porque
FREIRE, Cristina. Arte conceitual. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.
Assinale a alternativa que expressa, corretamente, o que é Arte Conceitual.
COCCHIARALE, Fernando. Quem tem medo de arte contemporânea? Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 2006.
A multiplicidade de interpretações em arte contemporânea implica que
CHAND, Jacqueline. Teoria critica em História da Arte. In: BARBOSA, Ana Mae. Arte/educação contemporânea: consonâncias internacionais. São Paulo: Cortez, 2005.
Assinale a alternativa que expressa, corretamente, a intenção de uma mediação desconstrutivista.
Em 1946, foi criado o Ateliê do Engenho de Dentro, como parte do Setor de Terapia Ocupacional do Hospital Nacional Psiquiátrico Pedro II, dirigido pela psiquiatra Nise da Silveira. A iniciativa logo angariou a simpatia e o interesse de Abraham Palatnik, Ivan Serpa e Mário Pedrosa, que, com outros artistas e críticos, discutiam a qualidade das obras dos artistas/internos do espaço, a exemplo de Lygia Pape e Leon Dégand, diretor do MAM paulista.
A montagem e orientação desse espaço foi trabalho realizado por
A participação – item essencial do Neoconcretismo – continua a ser diretriz também na obra dessa artista, cuja produção, no final da década de 1950, literalmente rompeu a moldura do quadro em séries como Unidades. De 1960 a 1964, a artista desenvolveu os Bichos, esculturas manipuláveis feitas com placas de alumínio unidas por dobradiças. Não há uma forma fixa para um Bicho. A escultura irá interagir com o participador para adquirir uma forma.
(Barcinski, 2015. Adaptado)
Bichos é a série elaborada por
Observe a imagem.

(Modesto Brocos. Museu Nacional de Belas Artes
do Rio de Janeiro. https://pt.wikipedia.org/)
A obra de Modesto Brocos, de 1895, tem, nos dias atuais, presença nos debates sobre a arte por tocar em ponto importante a respeito de questões raciais no Brasil do século XIX e XX.
Seu título é
Observe a imagem.

(Kaserne zu Mata Porcos, 1817. Aquarela sobre lápis.
Kupferstichkabinett der Akademie der bildenden Künste Wien – Áustria. https://enciclopedia.itaucultural.org.br/obras/109767-kaserne-zu-mata-porcos)
Trata-se de imagem produzida no contexto da Missão Austríaca, motivada pelo casamento de Leopoldina de Habsburgo e Pedro de Alcântara, em 1817, pelo artista
Neste tipo de arte, durante o século XVII até a primeira metade do século XVIII, predominam as emoções e não o racionalismo da arte renascentista. De modo geral, as características da pintura dessa concepção artística podem ser resumidas em alguns pontos principais. O primeiro é a disposição dos elementos dos quadros, que sempre forma uma composição em diagonal. Além disso, as cenas representadas envolvem-se em acentuado contraste de claro-escuro, com cores fortes, o que intensifica a expressão de sentimentos. Quanto ao assunto, essa pintura é realista, mas a realidade que lhe serve de ponto de partida não é só a vida de reis e rainhas de cortes luxuosas, mas também a do povo simples.
(Proença, 1994. Adaptado)
Proença (1994) indica, no trecho, características da arte

Foto: https://www.historiadomundo.com.br/pre-historia/caverna-de-chauvet-e-a-arte-da-prehistoria.htm
Um estudo publicado nesta segunda-feira na revista Proceedings of the National Academy of Sciences colocou fim a uma antiga discussão entre cientistas: os sofisticados desenhos de animais da caverna Chauvet, no Sul da França, são mesmo os mais antigos do mundo. Foram feitos entre 28.000 e 40.000 anos atrás, de acordo com o estudo. A complexidade das curvas suaves e dos detalhes das pinturas de ursos, rinocerontes e cavalos da caverna Chauvet, no Sul da França, fez com que os pesquisadores duvidassem que essa arte fosse tão antiga quanto algumas datações feitas por radiocarbono indicavam, entre 30.000 e 32.000 anos atrás. O grupo que contestava essa datação defendia que os desenhos, por serem muito avançados, eram parte da cultura Magdaleniense, últimos povos caçadores-coletores que habitaram a Europa Ocidental Continental, entre 12.000 e 17.000 anos atrás.
(https://veja.abril.com.br/ciencia/arte-rupestre-de-caverna-francesa-e-a-mais-antiga-ja-encontrada-diz-estudo) Data do acesso: 11 de dezembro de 2024.
Os caçadores-coletores, termo pelo qual são denominados os que praticavam as pinturas rupestres, acreditavam que, pintando animais nas paredes rochosas da pré-história, facilitariam o processo da caça. Isso ocorria diante de um processo de

Foto: https://atelierpiratininga.com/tecnicas/
Inicialmente as gravuras elaboradas em matrizes de metal, particularmente de cobre, eram vistas como um trabalho ornamental similar à ourivesaria, arte de produzir joias preciosas e objetos de adorno. Com a evolução de uma nova invenção, a prensa de Johannes Gutenberg, a partir do século XV, buscou-se o desenvolvimento de métodos gráficos de alto nível que possibilitassem o preparo mais elaborado das representações impressas. A utilização de metais foi a solução encontrada.
(https://www.infoescola.com/artes/) [Texto adaptado]. Data do acesso: 09 de dezembro de 2024.
A imagem apresentada, reforçada pelo texto acima, demonstra uma forma de desenvolver gravuras que caiu no gosto dos entusiastas da arte daquela época. A técnica usada para imprimir sobre papel, tecidos e diversas outras superfícies, utiliza o metal como uma espécie de carimbo. Essa técnica é denominada:
(Tiradentes: Totem Monumento ao Prisioneiro Político, 1970. Disponível em https://enciclopedia.itaucultural.org.br/obras/104178-tiradentes-totemmonumento-ao-preso-politico)
Tiradentes: Totem Monumento ao Prisioneiro Político (1970) foi apresentada na exposição Do Corpo à Terra. Nela, fogo foi ateado a galinhas vivas amarradas em um poste, algo que chocou a plateia, que, no entanto, manteve-se passiva, estabelecendo conexões com os acontecimentos da ditadura.
A obra é de autoria de
(Noivado a cavalo, 1963. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. Disponível em: https://artsandculture.google.com/)
Segundo Barcinski (2015), representações do universo rural, do cotidiano, do trabalho, do lazer, de festas e de rituais tradicionais e também as descobertas que chegavam vindas pelos veículos de comunicação, em especial pelo rádio, constituíam verdadeiro inventário do que ocorria naquele meio social, da região de Caruaru.
A imagem e o descritivo correspondem à obra de
O descritivo trata da arte
Os artistas da Missão Francesa, segundo Barbosa, expressavam-se pelo estilo
Observe a imagem.

Arrufos (1887) – Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro
A pintura “Arrufos”, de 1887, foi realizada por um artista que superou os ensinamentos acadêmicos, usando recursos da arte moderna, como o Impressionismo, o Pontilhismo e o Futurismo.
Trata-se de