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Um dado de 12 faces, numeradas de 1 a 12, foi lançado duas vezes e foram somados os dois números obtidos, tendo-se 18 como resultado dessa soma. Sobre esses lançamentos, sabe-se que:
I. nenhum dos números obtidos é primo;
II. nenhum dos números obtidos é quadrado perfeito;
III. o maior divisor comum entre os dois números obtidos é maior do que 2.
Com base nessas informações, é correto concluir que, se em vez da soma, fosse feito o produto dos dois números obtidos, o resultado seria
Camila proferiu a seguinte sentença:
“Se eu melhorar da minha doença, doarei meu carro ao orfanato e perdoarei meus ofensores”.
A negação lógica da sentença proferida por Camila é equivalente a:
O terreno de um estacionamento possui a forma de um trapézio, com bases medindo 40 m e 60 m, respectivamente, conforme representado na figura a seguir:

(Figura fora de escala)
Nesse estacionamento, há 120 vagas no total, sendo que todas as vagas são retangulares, com 5 m de comprimento e 2,5 m de largura. A área não utilizada desse estacionamento (ou seja, a área do terreno correspondente às regiões que não são ocupadas pelas vagas) é de 1000 m².
Com base nessas informações, é possível calcular a
medida h indicada na figura. A partir disso, através
do Teorema de Pitágoras e valendo-se da aproximação √29 = 5,4, calcula-se a medida do lado
.
Com isso, obtém-se para o perímetro do trapézio ABCD a medida de
Como parte do processo de localização de um objeto por meio de triangulação, foram calculadas por um técnico, primeiramente, as soluções x1 e x2 da seguinte equação do 2º grau:
x2 – 6x + 5 = 0
Obtidos esses valores x1 e x2 (onde x1 < x2 ), foram, em seguida, a partir deles, calculados pelo técnico os valores y1 e y2 por meio das seguintes expressões:

Feitos corretamente todos esses cálculos, os valores de x1 , y1 , x2 e y2 , obtidos pelo técnico serão, respectivamente, iguais a
Reginaldo possui duas contas bancárias, A e B. Ontem, no final do dia, a soma dos saldos dessas contas era igual a R$ 8.750,00. Hoje pela manhã, Reginaldo tirou, da conta A, o correspondente a 10% do seu saldo, e, na conta B, ele depositou R$ 250,00, e, com isso, a soma dos saldos dessas contas passou a ser igual a R$ 8.250,00.
Considerando esse último saldo das contas A e B, é correto afirmar que o saldo de A menos o saldo de B é igual a
O Departamento de Inteligência de certa unidade militar dará apoio a uma operação por meio da análise de informações relevantes. Para isso, recebeu a demanda de analisar um volume total 300 GB de informações. Essa demanda será dividida entre 3 equipes de analistas, A, B e C, formadas, respectivamente, por 5, 8 e 12 analistas, de modo que a parte que caberá a cada equipe seja diretamente proporcional ao seu número de analistas.
Feita essa divisão, é correto afirmar que a diferença entre as partes que couberam às equipes C e A é igual a
Carlos vai dar uma festa. Em seu depósito, ele dispõe de 7,2 litros de refrigerante, 4,5 litros de suco de laranja e 3,6 litros de suco de uva. Um pouco antes de seus convidados chegarem, para agilizar a oferta das bebidas, ele as distribuirá em canecas, colocando em todas elas a mesma quantidade de líquido, independentemente do tipo de bebida, e sem misturar bebidas de tipos diferentes. Ele também resolveu que, depois de feita essa divisão, não poderá sobrar bebida nas garrafas originais e que a quantidade de bebida em cada taça deverá ser a maior possível.
O número de canecas que serão enchidas, de acordo com essas condições, é igual a
Em uma cidade, durante o ano de 2024, foram registrados, no total, 640 acidentes de trânsito, causados por motoristas que foram agrupados de acordo com a faixa etária na tabela a seguir:

A respeito dessas informações, é correto afirmar que, do número total de acidentes,
Em certa comarca judicial, havia inicialmente 880 processos pendentes de regularização. Para resolver esse problema, esses processos foram delegados a alguns servidores, mas como, depois de alguns dias, apenas 3/8 deles haviam sido regularizados, o chefe de sessão resolveu distribuir os processos restantes para N servidores, dividindo-os em quantidades iguais para cada um. Feita essa divisão, cada um desses servidores ficou responsável por 25 processos.
Com base nessas informações, é correto concluir que N é igual a
Leia o texto a seguir para responder à questão:
A praça do poeta (1989)
Itapuã é um lugar da Bahia, feito de coqueiros, areia, moça morena e saudade. Dali, saem os pescadores de curimã, afoitos guerreiros do mar, heróis e mártires dos temporais. Ali, celebra-se uma das mais belas festas. Iemanjá, senhora de todos os praieiros e de todos os marítimos.
A poesia do mar, da praia e dos coqueiros quebra-se, de repente, ao choque com a miséria de sua população descalça – gente sisuda e triste – marcada de doenças, subnutrição e desilusões. Nos tempos eleitorais, os políticos vão para lá, instalam postos de saúde, iluminação, retrato, fazem discursos e sacam contra o futuro, contando histórias de dinheiro, saúde e felicidade. Eleitos, saem de mansinho, e os ingênuos praieiros que conquistem, na incerta generosidade do mar, comida, remédio e dignidade.
Fartos da música, dos discursos e das palavras sem verdade, os pescadores se apegam a todas as lendas e crendices do mar, o caminho mais fácil que eles encontram até Deus. É por isso que, nas praias da Bahia, vivem as rezas, os cultos, as celebrações mais ricas e numerosas do folclore praieiro.
(Antônio Maria. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/13375/a-praca-do-poeta. Adaptado)
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A praça do poeta (1989)
Itapuã é um lugar da Bahia, feito de coqueiros, areia, moça morena e saudade. Dali, saem os pescadores de curimã, afoitos guerreiros do mar, heróis e mártires dos temporais. Ali, celebra-se uma das mais belas festas. Iemanjá, senhora de todos os praieiros e de todos os marítimos.
A poesia do mar, da praia e dos coqueiros quebra-se, de repente, ao choque com a miséria de sua população descalça – gente sisuda e triste – marcada de doenças, subnutrição e desilusões. Nos tempos eleitorais, os políticos vão para lá, instalam postos de saúde, iluminação, retrato, fazem discursos e sacam contra o futuro, contando histórias de dinheiro, saúde e felicidade. Eleitos, saem de mansinho, e os ingênuos praieiros que conquistem, na incerta generosidade do mar, comida, remédio e dignidade.
Fartos da música, dos discursos e das palavras sem verdade, os pescadores se apegam a todas as lendas e crendices do mar, o caminho mais fácil que eles encontram até Deus. É por isso que, nas praias da Bahia, vivem as rezas, os cultos, as celebrações mais ricas e numerosas do folclore praieiro.
(Antônio Maria. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/13375/a-praca-do-poeta. Adaptado)
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A praça do poeta (1989)
Itapuã é um lugar da Bahia, feito de coqueiros, areia, moça morena e saudade. Dali, saem os pescadores de curimã, afoitos guerreiros do mar, heróis e mártires dos temporais. Ali, celebra-se uma das mais belas festas. Iemanjá, senhora de todos os praieiros e de todos os marítimos.
A poesia do mar, da praia e dos coqueiros quebra-se, de repente, ao choque com a miséria de sua população descalça – gente sisuda e triste – marcada de doenças, subnutrição e desilusões. Nos tempos eleitorais, os políticos vão para lá, instalam postos de saúde, iluminação, retrato, fazem discursos e sacam contra o futuro, contando histórias de dinheiro, saúde e felicidade. Eleitos, saem de mansinho, e os ingênuos praieiros que conquistem, na incerta generosidade do mar, comida, remédio e dignidade.
Fartos da música, dos discursos e das palavras sem verdade, os pescadores se apegam a todas as lendas e crendices do mar, o caminho mais fácil que eles encontram até Deus. É por isso que, nas praias da Bahia, vivem as rezas, os cultos, as celebrações mais ricas e numerosas do folclore praieiro.
(Antônio Maria. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/13375/a-praca-do-poeta. Adaptado)
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A praça do poeta (1989)
Itapuã é um lugar da Bahia, feito de coqueiros, areia, moça morena e saudade. Dali, saem os pescadores de curimã, afoitos guerreiros do mar, heróis e mártires dos temporais. Ali, celebra-se uma das mais belas festas. Iemanjá, senhora de todos os praieiros e de todos os marítimos.
A poesia do mar, da praia e dos coqueiros quebra-se, de repente, ao choque com a miséria de sua população descalça – gente sisuda e triste – marcada de doenças, subnutrição e desilusões. Nos tempos eleitorais, os políticos vão para lá, instalam postos de saúde, iluminação, retrato, fazem discursos e sacam contra o futuro, contando histórias de dinheiro, saúde e felicidade. Eleitos, saem de mansinho, e os ingênuos praieiros que conquistem, na incerta generosidade do mar, comida, remédio e dignidade.
Fartos da música, dos discursos e das palavras sem verdade, os pescadores se apegam a todas as lendas e crendices do mar, o caminho mais fácil que eles encontram até Deus. É por isso que, nas praias da Bahia, vivem as rezas, os cultos, as celebrações mais ricas e numerosas do folclore praieiro.
(Antônio Maria. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/13375/a-praca-do-poeta. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Marinês: rainha do Xaxado
A palavra “xaxado” vem do barulho que as sandálias dos dançarinos fazem ao serem arrastadas no chão durante a performance. Denomina também um subgênero musical do forró (assim como o baião, xote, arrasta-pé, coco, piseiro etc.), com raízes no sertão nordestino. Popularizou-se com o cantor, compositor e multi-instrumentista Luiz Gonzaga (1912–1989), o “Rei do Baião”, responsável por apresentar o forró e vários de seus subtipos a todo o Brasil. Foi Gonzagão, inclusive, quem nomeou a cantora, atriz e apresentadora Marinês (1934–2007) como a “Rainha do Xaxado”.
Nascida Inês Caetano de Oliveira, na cidade de São Vicente Férrer (PE), em novembro de 1934, Marinês mudou-se ainda criança para Campina Grande (PB), onde iniciou sua trajetória musical em concursos de calouros. Segunda filha de nove irmãos que chegaram à vida adulta – entre 22 gestados por sua mãe, Josefa Maria de Oliveira –, a menina teve uma infância dedicada a cuidar dos irmãos mais novos, e suas bonecas eram feitas de sabugos de milho seco. De acordo com o filho mais velho de Marinês, o maestro, multi-instrumentista, compositor e produtor Marcos Farias, o primeiro programa de calouros de que sua mãe participou foi aos oito anos de idade, com crianças e adolescentes do bairro. “Ela ganhou uma caixa de sabonetes. Foi um luxo para a época e para a vida humilde que a família levava”, conta.
Esse foi o início de uma carreira de meio século, na qual Marinês gravou mais de 40 discos, atuou em filmes musicais e apresentou seu próprio programa na TV Tupi. Além disso, foi a primeira mulher a liderar um grupo de forró e a ser considerada, pelo público e pela crítica, o “Luiz Gonzaga de saia”. “Ela aprendeu todo o repertório do Gonzagão, começou a usar chapéu de couro, a se vestir de Maria Bonita e a tocar triângulo. Formou a dupla Marinês e Abdias – O casal da alegria, ao lado do meu pai, músico e empresário dela, José Abdias de Farias (1932–1994)”, detalha Marcos Farias.
(Luna D’Alama. Revista E, junho de 2025. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Marinês: rainha do Xaxado
A palavra “xaxado” vem do barulho que as sandálias dos dançarinos fazem ao serem arrastadas no chão durante a performance. Denomina também um subgênero musical do forró (assim como o baião, xote, arrasta-pé, coco, piseiro etc.), com raízes no sertão nordestino. Popularizou-se com o cantor, compositor e multi-instrumentista Luiz Gonzaga (1912–1989), o “Rei do Baião”, responsável por apresentar o forró e vários de seus subtipos a todo o Brasil. Foi Gonzagão, inclusive, quem nomeou a cantora, atriz e apresentadora Marinês (1934–2007) como a “Rainha do Xaxado”.
Nascida Inês Caetano de Oliveira, na cidade de São Vicente Férrer (PE), em novembro de 1934, Marinês mudou-se ainda criança para Campina Grande (PB), onde iniciou sua trajetória musical em concursos de calouros. Segunda filha de nove irmãos que chegaram à vida adulta – entre 22 gestados por sua mãe, Josefa Maria de Oliveira –, a menina teve uma infância dedicada a cuidar dos irmãos mais novos, e suas bonecas eram feitas de sabugos de milho seco. De acordo com o filho mais velho de Marinês, o maestro, multi-instrumentista, compositor e produtor Marcos Farias, o primeiro programa de calouros de que sua mãe participou foi aos oito anos de idade, com crianças e adolescentes do bairro. “Ela ganhou uma caixa de sabonetes. Foi um luxo para a época e para a vida humilde que a família levava”, conta.
Esse foi o início de uma carreira de meio século, na qual Marinês gravou mais de 40 discos, atuou em filmes musicais e apresentou seu próprio programa na TV Tupi. Além disso, foi a primeira mulher a liderar um grupo de forró e a ser considerada, pelo público e pela crítica, o “Luiz Gonzaga de saia”. “Ela aprendeu todo o repertório do Gonzagão, começou a usar chapéu de couro, a se vestir de Maria Bonita e a tocar triângulo. Formou a dupla Marinês e Abdias – O casal da alegria, ao lado do meu pai, músico e empresário dela, José Abdias de Farias (1932–1994)”, detalha Marcos Farias.
(Luna D’Alama. Revista E, junho de 2025. Adaptado)
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Marinês: rainha do Xaxado
A palavra “xaxado” vem do barulho que as sandálias dos dançarinos fazem ao serem arrastadas no chão durante a performance. Denomina também um subgênero musical do forró (assim como o baião, xote, arrasta-pé, coco, piseiro etc.), com raízes no sertão nordestino. Popularizou-se com o cantor, compositor e multi-instrumentista Luiz Gonzaga (1912–1989), o “Rei do Baião”, responsável por apresentar o forró e vários de seus subtipos a todo o Brasil. Foi Gonzagão, inclusive, quem nomeou a cantora, atriz e apresentadora Marinês (1934–2007) como a “Rainha do Xaxado”.
Nascida Inês Caetano de Oliveira, na cidade de São Vicente Férrer (PE), em novembro de 1934, Marinês mudou-se ainda criança para Campina Grande (PB), onde iniciou sua trajetória musical em concursos de calouros. Segunda filha de nove irmãos que chegaram à vida adulta – entre 22 gestados por sua mãe, Josefa Maria de Oliveira –, a menina teve uma infância dedicada a cuidar dos irmãos mais novos, e suas bonecas eram feitas de sabugos de milho seco. De acordo com o filho mais velho de Marinês, o maestro, multi-instrumentista, compositor e produtor Marcos Farias, o primeiro programa de calouros de que sua mãe participou foi aos oito anos de idade, com crianças e adolescentes do bairro. “Ela ganhou uma caixa de sabonetes. Foi um luxo para a época e para a vida humilde que a família levava”, conta.
Esse foi o início de uma carreira de meio século, na qual Marinês gravou mais de 40 discos, atuou em filmes musicais e apresentou seu próprio programa na TV Tupi. Além disso, foi a primeira mulher a liderar um grupo de forró e a ser considerada, pelo público e pela crítica, o “Luiz Gonzaga de saia”. “Ela aprendeu todo o repertório do Gonzagão, começou a usar chapéu de couro, a se vestir de Maria Bonita e a tocar triângulo. Formou a dupla Marinês e Abdias – O casal da alegria, ao lado do meu pai, músico e empresário dela, José Abdias de Farias (1932–1994)”, detalha Marcos Farias.
(Luna D’Alama. Revista E, junho de 2025. Adaptado)
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Marinês: rainha do Xaxado
A palavra “xaxado” vem do barulho que as sandálias dos dançarinos fazem ao serem arrastadas no chão durante a performance. Denomina também um subgênero musical do forró (assim como o baião, xote, arrasta-pé, coco, piseiro etc.), com raízes no sertão nordestino. Popularizou-se com o cantor, compositor e multi-instrumentista Luiz Gonzaga (1912–1989), o “Rei do Baião”, responsável por apresentar o forró e vários de seus subtipos a todo o Brasil. Foi Gonzagão, inclusive, quem nomeou a cantora, atriz e apresentadora Marinês (1934–2007) como a “Rainha do Xaxado”.
Nascida Inês Caetano de Oliveira, na cidade de São Vicente Férrer (PE), em novembro de 1934, Marinês mudou-se ainda criança para Campina Grande (PB), onde iniciou sua trajetória musical em concursos de calouros. Segunda filha de nove irmãos que chegaram à vida adulta – entre 22 gestados por sua mãe, Josefa Maria de Oliveira –, a menina teve uma infância dedicada a cuidar dos irmãos mais novos, e suas bonecas eram feitas de sabugos de milho seco. De acordo com o filho mais velho de Marinês, o maestro, multi-instrumentista, compositor e produtor Marcos Farias, o primeiro programa de calouros de que sua mãe participou foi aos oito anos de idade, com crianças e adolescentes do bairro. “Ela ganhou uma caixa de sabonetes. Foi um luxo para a época e para a vida humilde que a família levava”, conta.
Esse foi o início de uma carreira de meio século, na qual Marinês gravou mais de 40 discos, atuou em filmes musicais e apresentou seu próprio programa na TV Tupi. Além disso, foi a primeira mulher a liderar um grupo de forró e a ser considerada, pelo público e pela crítica, o “Luiz Gonzaga de saia”. “Ela aprendeu todo o repertório do Gonzagão, começou a usar chapéu de couro, a se vestir de Maria Bonita e a tocar triângulo. Formou a dupla Marinês e Abdias – O casal da alegria, ao lado do meu pai, músico e empresário dela, José Abdias de Farias (1932–1994)”, detalha Marcos Farias.
(Luna D’Alama. Revista E, junho de 2025. Adaptado)