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Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2014 - PM-SP - Soldado da PM |
Q753492 Português
                                                      Corajosos tecladores
Recebi um torpedo: “Posso te ligar?”
  É curioso como, pouco a pouco, vai se tomando invasivo simplesmente telefonar para alguém. As mensagens de texto entraram com tal força em nossas vidas, pessoas lidas em letras, ícones e interjeições, que surpreender uma pessoa num “alô” é quase ter a chance de vê-la nua.
  Rapidamente nos adaptamos ao confortável esconderijo da palavra escrita e fomos mudando nossos hábitos de conví­vio numa velocidade assustadora. Dia após dia, nossos dedos ganham destreza e coragem nos teclados enquanto nossa língua gagueja preguiçosa num simples telefonema para a peixaria.
  “Manda um e-mail” - grita o peixeiro. E nós mandamos a lista, abandonando para sempre a possibilidade de ganhar de brinde a receita de moqueca da mãe dele.
  Mas a preguiça verbal não para por ai. “Não reclamei na hora, mas vou mandar um e-mail.” Quem de nós ainda não ouviu frases assim?
 O conforto de nossas deliciosas trincheiras digitais inaugurou uma nova categoria: os corajosos tecladores. Falam de preservação da privacidade, citam até a gentileza, cercam-se de boas intenções para esconder o maior aliado do boom* da comunicação virtual: a covardia. Trata-se de pessoas sem coragem de se pronunciar diretamente, mas que no conforto da internet não hesitam em expor e ofender o outro.
(Denise Fraga. Folha de S.Paulo, http: goo.gL 1L5DuR. 27.10.2013. Adaptado)
*boom: crescimento muito rápido, expansão súbita
Na passagem - “Não reclamei na hora, mas vou mandar um e-mail.” Quem de nós ainda não ouviu frases assim? -, o termo em destaque tem sentido equivalente ao da expressão:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2014 - PM-SP - Soldado da PM |
Q753491 Português
                                                      Corajosos tecladores
Recebi um torpedo: “Posso te ligar?”
  É curioso como, pouco a pouco, vai se tomando invasivo simplesmente telefonar para alguém. As mensagens de texto entraram com tal força em nossas vidas, pessoas lidas em letras, ícones e interjeições, que surpreender uma pessoa num “alô” é quase ter a chance de vê-la nua.
  Rapidamente nos adaptamos ao confortável esconderijo da palavra escrita e fomos mudando nossos hábitos de conví­vio numa velocidade assustadora. Dia após dia, nossos dedos ganham destreza e coragem nos teclados enquanto nossa língua gagueja preguiçosa num simples telefonema para a peixaria.
  “Manda um e-mail” - grita o peixeiro. E nós mandamos a lista, abandonando para sempre a possibilidade de ganhar de brinde a receita de moqueca da mãe dele.
  Mas a preguiça verbal não para por ai. “Não reclamei na hora, mas vou mandar um e-mail.” Quem de nós ainda não ouviu frases assim?
 O conforto de nossas deliciosas trincheiras digitais inaugurou uma nova categoria: os corajosos tecladores. Falam de preservação da privacidade, citam até a gentileza, cercam-se de boas intenções para esconder o maior aliado do boom* da comunicação virtual: a covardia. Trata-se de pessoas sem coragem de se pronunciar diretamente, mas que no conforto da internet não hesitam em expor e ofender o outro.
(Denise Fraga. Folha de S.Paulo, http: goo.gL 1L5DuR. 27.10.2013. Adaptado)
*boom: crescimento muito rápido, expansão súbita
Os corajosos tecladores, na opinião da autora, são pessoas
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2014 - PM-SP - Soldado da PM |
Q753490 Português
                                                      Corajosos tecladores
Recebi um torpedo: “Posso te ligar?”
  É curioso como, pouco a pouco, vai se tomando invasivo simplesmente telefonar para alguém. As mensagens de texto entraram com tal força em nossas vidas, pessoas lidas em letras, ícones e interjeições, que surpreender uma pessoa num “alô” é quase ter a chance de vê-la nua.
  Rapidamente nos adaptamos ao confortável esconderijo da palavra escrita e fomos mudando nossos hábitos de conví­vio numa velocidade assustadora. Dia após dia, nossos dedos ganham destreza e coragem nos teclados enquanto nossa língua gagueja preguiçosa num simples telefonema para a peixaria.
  “Manda um e-mail” - grita o peixeiro. E nós mandamos a lista, abandonando para sempre a possibilidade de ganhar de brinde a receita de moqueca da mãe dele.
  Mas a preguiça verbal não para por ai. “Não reclamei na hora, mas vou mandar um e-mail.” Quem de nós ainda não ouviu frases assim?
 O conforto de nossas deliciosas trincheiras digitais inaugurou uma nova categoria: os corajosos tecladores. Falam de preservação da privacidade, citam até a gentileza, cercam-se de boas intenções para esconder o maior aliado do boom* da comunicação virtual: a covardia. Trata-se de pessoas sem coragem de se pronunciar diretamente, mas que no conforto da internet não hesitam em expor e ofender o outro.
(Denise Fraga. Folha de S.Paulo, http: goo.gL 1L5DuR. 27.10.2013. Adaptado)
*boom: crescimento muito rápido, expansão súbita
Uma ideia condizente com o que se afirma no texto é:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2014 - PM-SP - Soldado da PM |
Q753489 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas, de acordo corn a norma-padrão escrita da língua portuguesa. ____________melhorias nos indicadores socioeconòmicos, o que_______________ na percepção que os moradores de favelas têm do lugar que_____________.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2014 - PM-SP - Soldado da PM |
Q753488 Português
Classe média já chega a 65% m s favelas, diz pesquisa
  Morar em favelas, pelo menos no Rio de Janeiro, pode não ser tão ruim quanto parece para quem está de fora. Amparados por melhorias nos indicadores socioeconòmicos, 85% dos jovens das comunidades cariocas disseram ao Data Popular que gostam do lugar onde moram. E 70% disseram que continuariam a morar na comunidade mesmo se a renda dobrasse.
  Os resultados fazem parte de um levantamento, realizado em 2012, pelo Data Favela, união entre o Data Popular e Celso Athayde, ex-dirigente da Central Única de Favelas (Cufa). E mostram urn retrato não só do Rio de Janeiro, mas de todas as comunidades do Brasil. É um contingente formado por 12 milhões de pessoas, cuja renda soma 56.1 bilhões de reais por ano. com uma maioria de membros da classe média.
  Embora o conceito de classe média gere polêmica, segundo o Data Favela. hoje 65% dos moradores estão nessa faixa de renda, contra 37% em 2002. Há 10 anos. apenas 4 em cada 10 moradores tinham celular. Hoje são nove. Computadores estavam em apenas 3% dos lares, agora estão em 40%. A média de anos de estudo subiu no mesmo período: foi de quatro para seis anos.
 Segundo a pesquisa, os jovens desempenham papel preponderante na atividade econômica e na organização social das favelas. São eles. por exemplo, que orientam os pais na aquisição de serviços, como TV por assinatura, e decidem as marcas de alimentos e o consumo de eletrônicos.
  A pesquisa incluiu levantamento qualitativo apenas no Rio de Janeiro. E a visão dos jovens mostrou-se otimista: 51% deles consideram que a comunidade melhorou nos últimos dois anos, e 63% acreditam que vai continuar melhorando. Mesmo assim, o preconceito ainda persiste, na visão deste grupo, fazendo com que 49% deles prefiram não dizer onde vivem.
(Exame, http: goo.gl 4fMqxx. 20.02.2013. Adaptado)
O trecho destacado em - Segundo a pesquisa, os jovens desempenham papel preponderante na atividade econô­mica e na organização social das favelas. - pode ser corretamente substituído, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, sem alterar o restante da estrutura do texto e preservando a informação original, por
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2014 - PM-SP - Soldado da PM |
Q753487 Português
Classe média já chega a 65% m s favelas, diz pesquisa
  Morar em favelas, pelo menos no Rio de Janeiro, pode não ser tão ruim quanto parece para quem está de fora. Amparados por melhorias nos indicadores socioeconòmicos, 85% dos jovens das comunidades cariocas disseram ao Data Popular que gostam do lugar onde moram. E 70% disseram que continuariam a morar na comunidade mesmo se a renda dobrasse.
  Os resultados fazem parte de um levantamento, realizado em 2012, pelo Data Favela, união entre o Data Popular e Celso Athayde, ex-dirigente da Central Única de Favelas (Cufa). E mostram urn retrato não só do Rio de Janeiro, mas de todas as comunidades do Brasil. É um contingente formado por 12 milhões de pessoas, cuja renda soma 56.1 bilhões de reais por ano. com uma maioria de membros da classe média.
  Embora o conceito de classe média gere polêmica, segundo o Data Favela. hoje 65% dos moradores estão nessa faixa de renda, contra 37% em 2002. Há 10 anos. apenas 4 em cada 10 moradores tinham celular. Hoje são nove. Computadores estavam em apenas 3% dos lares, agora estão em 40%. A média de anos de estudo subiu no mesmo período: foi de quatro para seis anos.
 Segundo a pesquisa, os jovens desempenham papel preponderante na atividade econômica e na organização social das favelas. São eles. por exemplo, que orientam os pais na aquisição de serviços, como TV por assinatura, e decidem as marcas de alimentos e o consumo de eletrônicos.
  A pesquisa incluiu levantamento qualitativo apenas no Rio de Janeiro. E a visão dos jovens mostrou-se otimista: 51% deles consideram que a comunidade melhorou nos últimos dois anos, e 63% acreditam que vai continuar melhorando. Mesmo assim, o preconceito ainda persiste, na visão deste grupo, fazendo com que 49% deles prefiram não dizer onde vivem.
(Exame, http: goo.gl 4fMqxx. 20.02.2013. Adaptado)
Considere a frase: Embora o conceito de classe média gere polêmica, segundo o Data Favela. hoje 65% dos moradores estão nessa faixa de renda, contra 37% em 2002. Assinale a alternativa em que o trecho destacado está corretamente reescrito, mantendo-se as relações de sentido estabelecidas no texto original. 
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2014 - PM-SP - Soldado da PM |
Q753486 Português
Classe média já chega a 65% m s favelas, diz pesquisa
  Morar em favelas, pelo menos no Rio de Janeiro, pode não ser tão ruim quanto parece para quem está de fora. Amparados por melhorias nos indicadores socioeconòmicos, 85% dos jovens das comunidades cariocas disseram ao Data Popular que gostam do lugar onde moram. E 70% disseram que continuariam a morar na comunidade mesmo se a renda dobrasse.
  Os resultados fazem parte de um levantamento, realizado em 2012, pelo Data Favela, união entre o Data Popular e Celso Athayde, ex-dirigente da Central Única de Favelas (Cufa). E mostram urn retrato não só do Rio de Janeiro, mas de todas as comunidades do Brasil. É um contingente formado por 12 milhões de pessoas, cuja renda soma 56.1 bilhões de reais por ano. com uma maioria de membros da classe média.
  Embora o conceito de classe média gere polêmica, segundo o Data Favela. hoje 65% dos moradores estão nessa faixa de renda, contra 37% em 2002. Há 10 anos. apenas 4 em cada 10 moradores tinham celular. Hoje são nove. Computadores estavam em apenas 3% dos lares, agora estão em 40%. A média de anos de estudo subiu no mesmo período: foi de quatro para seis anos.
 Segundo a pesquisa, os jovens desempenham papel preponderante na atividade econômica e na organização social das favelas. São eles. por exemplo, que orientam os pais na aquisição de serviços, como TV por assinatura, e decidem as marcas de alimentos e o consumo de eletrônicos.
  A pesquisa incluiu levantamento qualitativo apenas no Rio de Janeiro. E a visão dos jovens mostrou-se otimista: 51% deles consideram que a comunidade melhorou nos últimos dois anos, e 63% acreditam que vai continuar melhorando. Mesmo assim, o preconceito ainda persiste, na visão deste grupo, fazendo com que 49% deles prefiram não dizer onde vivem.
(Exame, http: goo.gl 4fMqxx. 20.02.2013. Adaptado)
De acordo com a pesquisa realizada no Rio de Janeiro, mais da metade dos jovens que moram em favelas demonstram
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2014 - PM-SP - Soldado da PM |
Q753485 Português
Classe média já chega a 65% m s favelas, diz pesquisa
  Morar em favelas, pelo menos no Rio de Janeiro, pode não ser tão ruim quanto parece para quem está de fora. Amparados por melhorias nos indicadores socioeconòmicos, 85% dos jovens das comunidades cariocas disseram ao Data Popular que gostam do lugar onde moram. E 70% disseram que continuariam a morar na comunidade mesmo se a renda dobrasse.
  Os resultados fazem parte de um levantamento, realizado em 2012, pelo Data Favela, união entre o Data Popular e Celso Athayde, ex-dirigente da Central Única de Favelas (Cufa). E mostram urn retrato não só do Rio de Janeiro, mas de todas as comunidades do Brasil. É um contingente formado por 12 milhões de pessoas, cuja renda soma 56.1 bilhões de reais por ano. com uma maioria de membros da classe média.
  Embora o conceito de classe média gere polêmica, segundo o Data Favela. hoje 65% dos moradores estão nessa faixa de renda, contra 37% em 2002. Há 10 anos. apenas 4 em cada 10 moradores tinham celular. Hoje são nove. Computadores estavam em apenas 3% dos lares, agora estão em 40%. A média de anos de estudo subiu no mesmo período: foi de quatro para seis anos.
 Segundo a pesquisa, os jovens desempenham papel preponderante na atividade econômica e na organização social das favelas. São eles. por exemplo, que orientam os pais na aquisição de serviços, como TV por assinatura, e decidem as marcas de alimentos e o consumo de eletrônicos.
  A pesquisa incluiu levantamento qualitativo apenas no Rio de Janeiro. E a visão dos jovens mostrou-se otimista: 51% deles consideram que a comunidade melhorou nos últimos dois anos, e 63% acreditam que vai continuar melhorando. Mesmo assim, o preconceito ainda persiste, na visão deste grupo, fazendo com que 49% deles prefiram não dizer onde vivem.
(Exame, http: goo.gl 4fMqxx. 20.02.2013. Adaptado)
De acordo com o texto, no período entre 2002 e 2012. considerado pelo Data Favela ao fazer seu levantamento, 
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2014 - PM-SP - Soldado da PM |
Q753484 Português
Classe média já chega a 65% m s favelas, diz pesquisa
  Morar em favelas, pelo menos no Rio de Janeiro, pode não ser tão ruim quanto parece para quem está de fora. Amparados por melhorias nos indicadores socioeconòmicos, 85% dos jovens das comunidades cariocas disseram ao Data Popular que gostam do lugar onde moram. E 70% disseram que continuariam a morar na comunidade mesmo se a renda dobrasse.
  Os resultados fazem parte de um levantamento, realizado em 2012, pelo Data Favela, união entre o Data Popular e Celso Athayde, ex-dirigente da Central Única de Favelas (Cufa). E mostram urn retrato não só do Rio de Janeiro, mas de todas as comunidades do Brasil. É um contingente formado por 12 milhões de pessoas, cuja renda soma 56.1 bilhões de reais por ano. com uma maioria de membros da classe média.
  Embora o conceito de classe média gere polêmica, segundo o Data Favela. hoje 65% dos moradores estão nessa faixa de renda, contra 37% em 2002. Há 10 anos. apenas 4 em cada 10 moradores tinham celular. Hoje são nove. Computadores estavam em apenas 3% dos lares, agora estão em 40%. A média de anos de estudo subiu no mesmo período: foi de quatro para seis anos.
 Segundo a pesquisa, os jovens desempenham papel preponderante na atividade econômica e na organização social das favelas. São eles. por exemplo, que orientam os pais na aquisição de serviços, como TV por assinatura, e decidem as marcas de alimentos e o consumo de eletrônicos.
  A pesquisa incluiu levantamento qualitativo apenas no Rio de Janeiro. E a visão dos jovens mostrou-se otimista: 51% deles consideram que a comunidade melhorou nos últimos dois anos, e 63% acreditam que vai continuar melhorando. Mesmo assim, o preconceito ainda persiste, na visão deste grupo, fazendo com que 49% deles prefiram não dizer onde vivem.
(Exame, http: goo.gl 4fMqxx. 20.02.2013. Adaptado)
Uma frase condizente com as informações do texto é:
Alternativas
Q744237 Inglês

TEXTO II


Brazil: Forest Protection Goes Digital


Landowners who broke Brazil’s environmental laws by clearing their farms of native forest used to have just one way to make right with government inspectors: plant trees. Now, they can clear their names by just pointing and clicking.

After decades of trying to protect rapidly shrinking forests, Brazil has launched a digital platform called BVRio, short for Bolsa Verde do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro Green Exchange). Growers who have more untouched forest than legally required can sell “quotas,” one hectare at a time, to farmers who fall short for a price determined by supply and demand. Under the rule, growers have to keep a minimum amount of native growth on their properties, ranging from 20 to 80 percent of their land depending on the type of vegetation. The trading platform, launched in December 2012, allows farmers to find and negotiate directly with each other.
(http://apdforum.com/en_GB/article/rmiap/articles)
The opposite of the underlined word in “rapidly shrinking forests” is:
Alternativas
Q744236 Inglês

TEXTO II


Brazil: Forest Protection Goes Digital


Landowners who broke Brazil’s environmental laws by clearing their farms of native forest used to have just one way to make right with government inspectors: plant trees. Now, they can clear their names by just pointing and clicking.

After decades of trying to protect rapidly shrinking forests, Brazil has launched a digital platform called BVRio, short for Bolsa Verde do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro Green Exchange). Growers who have more untouched forest than legally required can sell “quotas,” one hectare at a time, to farmers who fall short for a price determined by supply and demand. Under the rule, growers have to keep a minimum amount of native growth on their properties, ranging from 20 to 80 percent of their land depending on the type of vegetation. The trading platform, launched in December 2012, allows farmers to find and negotiate directly with each other.
(http://apdforum.com/en_GB/article/rmiap/articles)
“they” in “Now, they can clear their names” refers to:
Alternativas
Q744235 Inglês

TEXTO II


Brazil: Forest Protection Goes Digital


Landowners who broke Brazil’s environmental laws by clearing their farms of native forest used to have just one way to make right with government inspectors: plant trees. Now, they can clear their names by just pointing and clicking.

After decades of trying to protect rapidly shrinking forests, Brazil has launched a digital platform called BVRio, short for Bolsa Verde do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro Green Exchange). Growers who have more untouched forest than legally required can sell “quotas,” one hectare at a time, to farmers who fall short for a price determined by supply and demand. Under the rule, growers have to keep a minimum amount of native growth on their properties, ranging from 20 to 80 percent of their land depending on the type of vegetation. The trading platform, launched in December 2012, allows farmers to find and negotiate directly with each other.
(http://apdforum.com/en_GB/article/rmiap/articles)
According to the text, BVRio operates:
Alternativas
Q744234 Inglês

TEXTO I

‘Brazilian Atlantis’: Scientists discover traces of sunken continent under Atlantic Ocean


Granite formed on dry land has been discovered beneath the ocean off the coast of Brazil. Scientists suggest that it might be part of a sunken continent which disappeared millions of years ago and already branded it ‘Brazilian Atlantis’.

A Japanese-manned submersible discovered a large mass of granite and a large amount of quartz sand 900 miles off the coast of Rio de Janeiro, according to the announcement made by The Japan Agency for Marine-Earth Science and Technology (JAMSTEC) and the Geology Service of Brazil (CPRM).

These materials, normally found on dry land, suggest that a continent once existed in the region and then sank. “It is unusual because it is granite rock,” CPRM geology director Roberto Ventura Santos as quoted by ‘The Telegraph’. “And you don’t find granite on the seabed. It is more usual to find it on the mainland.”

The granite was discovered in a seabed that was estimated to have disappeared under the ocean waters tens of millions of years ago.

“South America and Africa used to be a huge, unified continent. The area in question may have been left in water as the continent was separated in line with the movements of plates,” said Shinichi Kawakami, a professor at Gifu University, Japan Times reports.

The material was reportedly found more than 8,000 feet beneath the sea in a region known as the Rio Grande Elevation.

“This is the region that has been least explored worldwide,” added Kawakami. “So, we believe it is very important to research it.”

“From an analysis, we began to see that the area could be a piece of the continent that disappeared into the sea millions of years ago,” Santos said as quoted by AFP. “This could be Brazil’s Atlantis. We are almost certain, but we need to strengthen this hypothesis.”

The fabled island was first mentioned by Greek philosopher Plato in his dialogues ‘Timaeus’ and ‘Critias’, written about 360 BC. According to Plato, Atlantis was situated in front of the Pillars of Hercules, the phrase that was applied in Antiquity to the promontories that flank the entrance to the Strait of Gibraltar. The civilization of Atlantis conquered many parts of Western Europe and Africa approximately 9600 BC. But the continent is believed to have sunk during a catastrophic natural disaster.

Scientists plan to drill for more samples later this year, as further confirmation is needed. Experts still remain cautious about jumping to conclusions.

http://rt.com/news/brazil-altantis-scientists-granite-012/)

“may” em “may have been left” (linha 22) indica:
Alternativas
Q744233 Inglês

TEXTO I

‘Brazilian Atlantis’: Scientists discover traces of sunken continent under Atlantic Ocean


Granite formed on dry land has been discovered beneath the ocean off the coast of Brazil. Scientists suggest that it might be part of a sunken continent which disappeared millions of years ago and already branded it ‘Brazilian Atlantis’.

A Japanese-manned submersible discovered a large mass of granite and a large amount of quartz sand 900 miles off the coast of Rio de Janeiro, according to the announcement made by The Japan Agency for Marine-Earth Science and Technology (JAMSTEC) and the Geology Service of Brazil (CPRM).

These materials, normally found on dry land, suggest that a continent once existed in the region and then sank. “It is unusual because it is granite rock,” CPRM geology director Roberto Ventura Santos as quoted by ‘The Telegraph’. “And you don’t find granite on the seabed. It is more usual to find it on the mainland.”

The granite was discovered in a seabed that was estimated to have disappeared under the ocean waters tens of millions of years ago.

“South America and Africa used to be a huge, unified continent. The area in question may have been left in water as the continent was separated in line with the movements of plates,” said Shinichi Kawakami, a professor at Gifu University, Japan Times reports.

The material was reportedly found more than 8,000 feet beneath the sea in a region known as the Rio Grande Elevation.

“This is the region that has been least explored worldwide,” added Kawakami. “So, we believe it is very important to research it.”

“From an analysis, we began to see that the area could be a piece of the continent that disappeared into the sea millions of years ago,” Santos said as quoted by AFP. “This could be Brazil’s Atlantis. We are almost certain, but we need to strengthen this hypothesis.”

The fabled island was first mentioned by Greek philosopher Plato in his dialogues ‘Timaeus’ and ‘Critias’, written about 360 BC. According to Plato, Atlantis was situated in front of the Pillars of Hercules, the phrase that was applied in Antiquity to the promontories that flank the entrance to the Strait of Gibraltar. The civilization of Atlantis conquered many parts of Western Europe and Africa approximately 9600 BC. But the continent is believed to have sunk during a catastrophic natural disaster.

Scientists plan to drill for more samples later this year, as further confirmation is needed. Experts still remain cautious about jumping to conclusions.

http://rt.com/news/brazil-altantis-scientists-granite-012/)

Para os cientistas, a pesquisa:
Alternativas
Q744232 Inglês

TEXTO I

‘Brazilian Atlantis’: Scientists discover traces of sunken continent under Atlantic Ocean


Granite formed on dry land has been discovered beneath the ocean off the coast of Brazil. Scientists suggest that it might be part of a sunken continent which disappeared millions of years ago and already branded it ‘Brazilian Atlantis’.

A Japanese-manned submersible discovered a large mass of granite and a large amount of quartz sand 900 miles off the coast of Rio de Janeiro, according to the announcement made by The Japan Agency for Marine-Earth Science and Technology (JAMSTEC) and the Geology Service of Brazil (CPRM).

These materials, normally found on dry land, suggest that a continent once existed in the region and then sank. “It is unusual because it is granite rock,” CPRM geology director Roberto Ventura Santos as quoted by ‘The Telegraph’. “And you don’t find granite on the seabed. It is more usual to find it on the mainland.”

The granite was discovered in a seabed that was estimated to have disappeared under the ocean waters tens of millions of years ago.

“South America and Africa used to be a huge, unified continent. The area in question may have been left in water as the continent was separated in line with the movements of plates,” said Shinichi Kawakami, a professor at Gifu University, Japan Times reports.

The material was reportedly found more than 8,000 feet beneath the sea in a region known as the Rio Grande Elevation.

“This is the region that has been least explored worldwide,” added Kawakami. “So, we believe it is very important to research it.”

“From an analysis, we began to see that the area could be a piece of the continent that disappeared into the sea millions of years ago,” Santos said as quoted by AFP. “This could be Brazil’s Atlantis. We are almost certain, but we need to strengthen this hypothesis.”

The fabled island was first mentioned by Greek philosopher Plato in his dialogues ‘Timaeus’ and ‘Critias’, written about 360 BC. According to Plato, Atlantis was situated in front of the Pillars of Hercules, the phrase that was applied in Antiquity to the promontories that flank the entrance to the Strait of Gibraltar. The civilization of Atlantis conquered many parts of Western Europe and Africa approximately 9600 BC. But the continent is believed to have sunk during a catastrophic natural disaster.

Scientists plan to drill for more samples later this year, as further confirmation is needed. Experts still remain cautious about jumping to conclusions.

http://rt.com/news/brazil-altantis-scientists-granite-012/)

Com relação ao texto, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.

I - A pedra foi detectada por um avião. II - O granito deve ter pertencido à Atlântida. III - A primeira referência à Atlântida é bem recente.
As afirmativas I, II e III são respectivamente
Alternativas
Q744231 Inglês

TEXTO I

‘Brazilian Atlantis’: Scientists discover traces of sunken continent under Atlantic Ocean


Granite formed on dry land has been discovered beneath the ocean off the coast of Brazil. Scientists suggest that it might be part of a sunken continent which disappeared millions of years ago and already branded it ‘Brazilian Atlantis’.

A Japanese-manned submersible discovered a large mass of granite and a large amount of quartz sand 900 miles off the coast of Rio de Janeiro, according to the announcement made by The Japan Agency for Marine-Earth Science and Technology (JAMSTEC) and the Geology Service of Brazil (CPRM).

These materials, normally found on dry land, suggest that a continent once existed in the region and then sank. “It is unusual because it is granite rock,” CPRM geology director Roberto Ventura Santos as quoted by ‘The Telegraph’. “And you don’t find granite on the seabed. It is more usual to find it on the mainland.”

The granite was discovered in a seabed that was estimated to have disappeared under the ocean waters tens of millions of years ago.

“South America and Africa used to be a huge, unified continent. The area in question may have been left in water as the continent was separated in line with the movements of plates,” said Shinichi Kawakami, a professor at Gifu University, Japan Times reports.

The material was reportedly found more than 8,000 feet beneath the sea in a region known as the Rio Grande Elevation.

“This is the region that has been least explored worldwide,” added Kawakami. “So, we believe it is very important to research it.”

“From an analysis, we began to see that the area could be a piece of the continent that disappeared into the sea millions of years ago,” Santos said as quoted by AFP. “This could be Brazil’s Atlantis. We are almost certain, but we need to strengthen this hypothesis.”

The fabled island was first mentioned by Greek philosopher Plato in his dialogues ‘Timaeus’ and ‘Critias’, written about 360 BC. According to Plato, Atlantis was situated in front of the Pillars of Hercules, the phrase that was applied in Antiquity to the promontories that flank the entrance to the Strait of Gibraltar. The civilization of Atlantis conquered many parts of Western Europe and Africa approximately 9600 BC. But the continent is believed to have sunk during a catastrophic natural disaster.

Scientists plan to drill for more samples later this year, as further confirmation is needed. Experts still remain cautious about jumping to conclusions.

http://rt.com/news/brazil-altantis-scientists-granite-012/)

O texto deixa claro que a Atlântida é:
Alternativas
Q744230 Inglês

TEXTO I

‘Brazilian Atlantis’: Scientists discover traces of sunken continent under Atlantic Ocean


Granite formed on dry land has been discovered beneath the ocean off the coast of Brazil. Scientists suggest that it might be part of a sunken continent which disappeared millions of years ago and already branded it ‘Brazilian Atlantis’.

A Japanese-manned submersible discovered a large mass of granite and a large amount of quartz sand 900 miles off the coast of Rio de Janeiro, according to the announcement made by The Japan Agency for Marine-Earth Science and Technology (JAMSTEC) and the Geology Service of Brazil (CPRM).

These materials, normally found on dry land, suggest that a continent once existed in the region and then sank. “It is unusual because it is granite rock,” CPRM geology director Roberto Ventura Santos as quoted by ‘The Telegraph’. “And you don’t find granite on the seabed. It is more usual to find it on the mainland.”

The granite was discovered in a seabed that was estimated to have disappeared under the ocean waters tens of millions of years ago.

“South America and Africa used to be a huge, unified continent. The area in question may have been left in water as the continent was separated in line with the movements of plates,” said Shinichi Kawakami, a professor at Gifu University, Japan Times reports.

The material was reportedly found more than 8,000 feet beneath the sea in a region known as the Rio Grande Elevation.

“This is the region that has been least explored worldwide,” added Kawakami. “So, we believe it is very important to research it.”

“From an analysis, we began to see that the area could be a piece of the continent that disappeared into the sea millions of years ago,” Santos said as quoted by AFP. “This could be Brazil’s Atlantis. We are almost certain, but we need to strengthen this hypothesis.”

The fabled island was first mentioned by Greek philosopher Plato in his dialogues ‘Timaeus’ and ‘Critias’, written about 360 BC. According to Plato, Atlantis was situated in front of the Pillars of Hercules, the phrase that was applied in Antiquity to the promontories that flank the entrance to the Strait of Gibraltar. The civilization of Atlantis conquered many parts of Western Europe and Africa approximately 9600 BC. But the continent is believed to have sunk during a catastrophic natural disaster.

Scientists plan to drill for more samples later this year, as further confirmation is needed. Experts still remain cautious about jumping to conclusions.

http://rt.com/news/brazil-altantis-scientists-granite-012/)

A pedra da ilustração e à qual o texto se refere foi encontrada:
Alternativas
Q744229 Inglês

TEXTO I

‘Brazilian Atlantis’: Scientists discover traces of sunken continent under Atlantic Ocean


Granite formed on dry land has been discovered beneath the ocean off the coast of Brazil. Scientists suggest that it might be part of a sunken continent which disappeared millions of years ago and already branded it ‘Brazilian Atlantis’.

A Japanese-manned submersible discovered a large mass of granite and a large amount of quartz sand 900 miles off the coast of Rio de Janeiro, according to the announcement made by The Japan Agency for Marine-Earth Science and Technology (JAMSTEC) and the Geology Service of Brazil (CPRM).

These materials, normally found on dry land, suggest that a continent once existed in the region and then sank. “It is unusual because it is granite rock,” CPRM geology director Roberto Ventura Santos as quoted by ‘The Telegraph’. “And you don’t find granite on the seabed. It is more usual to find it on the mainland.”

The granite was discovered in a seabed that was estimated to have disappeared under the ocean waters tens of millions of years ago.

“South America and Africa used to be a huge, unified continent. The area in question may have been left in water as the continent was separated in line with the movements of plates,” said Shinichi Kawakami, a professor at Gifu University, Japan Times reports.

The material was reportedly found more than 8,000 feet beneath the sea in a region known as the Rio Grande Elevation.

“This is the region that has been least explored worldwide,” added Kawakami. “So, we believe it is very important to research it.”

“From an analysis, we began to see that the area could be a piece of the continent that disappeared into the sea millions of years ago,” Santos said as quoted by AFP. “This could be Brazil’s Atlantis. We are almost certain, but we need to strengthen this hypothesis.”

The fabled island was first mentioned by Greek philosopher Plato in his dialogues ‘Timaeus’ and ‘Critias’, written about 360 BC. According to Plato, Atlantis was situated in front of the Pillars of Hercules, the phrase that was applied in Antiquity to the promontories that flank the entrance to the Strait of Gibraltar. The civilization of Atlantis conquered many parts of Western Europe and Africa approximately 9600 BC. But the continent is believed to have sunk during a catastrophic natural disaster.

Scientists plan to drill for more samples later this year, as further confirmation is needed. Experts still remain cautious about jumping to conclusions.

http://rt.com/news/brazil-altantis-scientists-granite-012/)

O objetivo do Texto I é:
Alternativas
Q744228 Português
Ao responder à pergunta do primeiro personagem, o interlocutor diz “Li... mas não entendi quase nada!”, o que demonstra que:
Alternativas
Q744227 Português
Ao dizer que “a taxa de escolarização dos brasileiros JÁ passa de 93%”, o termo destacado indica:
Alternativas
Respostas
12541: E
12542: A
12543: C
12544: E
12545: B
12546: D
12547: A
12548: A
12549: B
12550: B
12551: A
12552: A
12553: D
12554: B
12555: C
12556: D
12557: B
12558: C
12559: C
12560: A