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Q735041 Português

                     Mudanças, Empregabilidade e Felicidade 

       Ao longo destes últimos anos, vários conceitos bombardearam o cenário da área do trabalho. Tecnologias milagrosas de gestão, teorias acadêmicas de última geração, “perfumarias” de toda a espécie transitaram livremente pelas livrarias nos convidando a uma leitura, no mínimo, obrigatória. Porém, um dos postulados, que durante anos foi a tônica de muitas posições gerenciais “bem-sucedidas”, dizia que “time que está ganhando não se mexe”.

      A administração moderna questiona essa afirmação, em que pese o fato de que vivemos em um mundo de mudanças constantes e inovações cada vez mais aceleradas. Dessa forma, um dos principais desafios do verdadeiro profissional será, justamente, gerenciar as variáveis decorrentes desses novos cenários.

      As transformações estão ocorrendo em várias frentes. Alterações significativas são vistas, por exemplo, nos meios social, educacional, político, econômico, empresarial, pessoal etc. Portanto, quando falamos em mudanças, devemos compreender que elas estão acontecendo em vários segmentos, em diversos pontos e de diferentes formas, mas a uma velocidade cada vez mais rápida.

       Essas mudanças possuem caracteres e resultados irreversíveis. Procedimentos e posturas que deram certo no passado não garantem sucesso no presente, pois o contexto hoje é outro e bem diferente.

       Os vários sistemas administrativos já foram muito explorados sob a ótica da eficiência. Embora importante, a eficiência por si só é um conceito pequeno e limitado para os dias atuais. O que encerra essa ideia é um posicionamento muito voltado para a correta alocação de recursos, porém focado para dentro da empresa, da divisão, do departamento, do setor etc...mas não necessariamente sob a ótica do mercado.

      Agora, as ações devem ser desenvolvidas em sentido contrário, ou seja, para o “cliente”. E nesse novo paradigma só se estabelece quem tem competência. Se um negócio vem dando sinais claros de crescimento e sucesso, é necessário avaliar por quanto tempo ainda essa euforia se fará presente.

      ( ....)

      A nossa relação profissional também vem passando por uma transição. É cada vez mais importante cuidar de nossa carreira com atenção, planejamento e carinho, como se fosse um “negócio” próprio, ou seja, temos de aprender que o mundo atual nos convida para que sejamos empregáveis, e ser empregável nada mais é do que reunir permanentemente as competências necessárias para atender às contínuas exigências do mercado de trabalho.

     Hoje, é posição, praticamente, comum afirmar que o verdadeiro diferencial está apoiado nas competências e no contínuo desenvolvimento das pessoas. Esta é a nova regra do jogo. Segundo estudos já realizados, na virada do século, não existirão mais as relações formais de trabalho como hoje ainda praticamos e conhecemos. A maioria de nós será prestadores de serviços. A própria Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) tende a desaparecer. 

       Se estas previsões são oriundas de profetas de plantão ou de consultores revolucionários, somente o tempo irá confirmar. O certo, entretanto, é que o telefone celular já foi um sonho, a Internet era algo pouco admissível anos atrás e o próprio cinema foi visto com desconfiança por alguns.

      Mudanças ainda maiores estão por acontecer. Acreditar nessa realidade e ter predisposição para aceitá-la, sem dúvida, já é um começo. Sem dúvida já é uma mudança.

      Mexa-se! Aprenda a conviver com estes novos tempos; acredite; lute e, acima de tudo, seja feliz.


                     Roberto de Oliveira Loureiro. http://www.guiarh.com.br/y57.htm

                                                                               (Com recortes e adaptações) 

O texto revela que atualmente o conceito de eficiência apresenta-se
Alternativas
Q735040 Português

                     Mudanças, Empregabilidade e Felicidade 

       Ao longo destes últimos anos, vários conceitos bombardearam o cenário da área do trabalho. Tecnologias milagrosas de gestão, teorias acadêmicas de última geração, “perfumarias” de toda a espécie transitaram livremente pelas livrarias nos convidando a uma leitura, no mínimo, obrigatória. Porém, um dos postulados, que durante anos foi a tônica de muitas posições gerenciais “bem-sucedidas”, dizia que “time que está ganhando não se mexe”.

      A administração moderna questiona essa afirmação, em que pese o fato de que vivemos em um mundo de mudanças constantes e inovações cada vez mais aceleradas. Dessa forma, um dos principais desafios do verdadeiro profissional será, justamente, gerenciar as variáveis decorrentes desses novos cenários.

      As transformações estão ocorrendo em várias frentes. Alterações significativas são vistas, por exemplo, nos meios social, educacional, político, econômico, empresarial, pessoal etc. Portanto, quando falamos em mudanças, devemos compreender que elas estão acontecendo em vários segmentos, em diversos pontos e de diferentes formas, mas a uma velocidade cada vez mais rápida.

       Essas mudanças possuem caracteres e resultados irreversíveis. Procedimentos e posturas que deram certo no passado não garantem sucesso no presente, pois o contexto hoje é outro e bem diferente.

       Os vários sistemas administrativos já foram muito explorados sob a ótica da eficiência. Embora importante, a eficiência por si só é um conceito pequeno e limitado para os dias atuais. O que encerra essa ideia é um posicionamento muito voltado para a correta alocação de recursos, porém focado para dentro da empresa, da divisão, do departamento, do setor etc...mas não necessariamente sob a ótica do mercado.

      Agora, as ações devem ser desenvolvidas em sentido contrário, ou seja, para o “cliente”. E nesse novo paradigma só se estabelece quem tem competência. Se um negócio vem dando sinais claros de crescimento e sucesso, é necessário avaliar por quanto tempo ainda essa euforia se fará presente.

      ( ....)

      A nossa relação profissional também vem passando por uma transição. É cada vez mais importante cuidar de nossa carreira com atenção, planejamento e carinho, como se fosse um “negócio” próprio, ou seja, temos de aprender que o mundo atual nos convida para que sejamos empregáveis, e ser empregável nada mais é do que reunir permanentemente as competências necessárias para atender às contínuas exigências do mercado de trabalho.

     Hoje, é posição, praticamente, comum afirmar que o verdadeiro diferencial está apoiado nas competências e no contínuo desenvolvimento das pessoas. Esta é a nova regra do jogo. Segundo estudos já realizados, na virada do século, não existirão mais as relações formais de trabalho como hoje ainda praticamos e conhecemos. A maioria de nós será prestadores de serviços. A própria Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) tende a desaparecer. 

       Se estas previsões são oriundas de profetas de plantão ou de consultores revolucionários, somente o tempo irá confirmar. O certo, entretanto, é que o telefone celular já foi um sonho, a Internet era algo pouco admissível anos atrás e o próprio cinema foi visto com desconfiança por alguns.

      Mudanças ainda maiores estão por acontecer. Acreditar nessa realidade e ter predisposição para aceitá-la, sem dúvida, já é um começo. Sem dúvida já é uma mudança.

      Mexa-se! Aprenda a conviver com estes novos tempos; acredite; lute e, acima de tudo, seja feliz.


                     Roberto de Oliveira Loureiro. http://www.guiarh.com.br/y57.htm

                                                                               (Com recortes e adaptações) 

O(s) parágrafo(s) que apresenta(m) o(s) segmento(s) que mais se altera(m) em função das mudanças sofridas é (são)
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Q735039 Português

                     Mudanças, Empregabilidade e Felicidade 

       Ao longo destes últimos anos, vários conceitos bombardearam o cenário da área do trabalho. Tecnologias milagrosas de gestão, teorias acadêmicas de última geração, “perfumarias” de toda a espécie transitaram livremente pelas livrarias nos convidando a uma leitura, no mínimo, obrigatória. Porém, um dos postulados, que durante anos foi a tônica de muitas posições gerenciais “bem-sucedidas”, dizia que “time que está ganhando não se mexe”.

      A administração moderna questiona essa afirmação, em que pese o fato de que vivemos em um mundo de mudanças constantes e inovações cada vez mais aceleradas. Dessa forma, um dos principais desafios do verdadeiro profissional será, justamente, gerenciar as variáveis decorrentes desses novos cenários.

      As transformações estão ocorrendo em várias frentes. Alterações significativas são vistas, por exemplo, nos meios social, educacional, político, econômico, empresarial, pessoal etc. Portanto, quando falamos em mudanças, devemos compreender que elas estão acontecendo em vários segmentos, em diversos pontos e de diferentes formas, mas a uma velocidade cada vez mais rápida.

       Essas mudanças possuem caracteres e resultados irreversíveis. Procedimentos e posturas que deram certo no passado não garantem sucesso no presente, pois o contexto hoje é outro e bem diferente.

       Os vários sistemas administrativos já foram muito explorados sob a ótica da eficiência. Embora importante, a eficiência por si só é um conceito pequeno e limitado para os dias atuais. O que encerra essa ideia é um posicionamento muito voltado para a correta alocação de recursos, porém focado para dentro da empresa, da divisão, do departamento, do setor etc...mas não necessariamente sob a ótica do mercado.

      Agora, as ações devem ser desenvolvidas em sentido contrário, ou seja, para o “cliente”. E nesse novo paradigma só se estabelece quem tem competência. Se um negócio vem dando sinais claros de crescimento e sucesso, é necessário avaliar por quanto tempo ainda essa euforia se fará presente.

      ( ....)

      A nossa relação profissional também vem passando por uma transição. É cada vez mais importante cuidar de nossa carreira com atenção, planejamento e carinho, como se fosse um “negócio” próprio, ou seja, temos de aprender que o mundo atual nos convida para que sejamos empregáveis, e ser empregável nada mais é do que reunir permanentemente as competências necessárias para atender às contínuas exigências do mercado de trabalho.

     Hoje, é posição, praticamente, comum afirmar que o verdadeiro diferencial está apoiado nas competências e no contínuo desenvolvimento das pessoas. Esta é a nova regra do jogo. Segundo estudos já realizados, na virada do século, não existirão mais as relações formais de trabalho como hoje ainda praticamos e conhecemos. A maioria de nós será prestadores de serviços. A própria Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) tende a desaparecer. 

       Se estas previsões são oriundas de profetas de plantão ou de consultores revolucionários, somente o tempo irá confirmar. O certo, entretanto, é que o telefone celular já foi um sonho, a Internet era algo pouco admissível anos atrás e o próprio cinema foi visto com desconfiança por alguns.

      Mudanças ainda maiores estão por acontecer. Acreditar nessa realidade e ter predisposição para aceitá-la, sem dúvida, já é um começo. Sem dúvida já é uma mudança.

      Mexa-se! Aprenda a conviver com estes novos tempos; acredite; lute e, acima de tudo, seja feliz.


                     Roberto de Oliveira Loureiro. http://www.guiarh.com.br/y57.htm

                                                                               (Com recortes e adaptações) 

Observando as informações apresentadas no 1º parágrafo percebe-se
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Q735038 Português

                     Mudanças, Empregabilidade e Felicidade 

       Ao longo destes últimos anos, vários conceitos bombardearam o cenário da área do trabalho. Tecnologias milagrosas de gestão, teorias acadêmicas de última geração, “perfumarias” de toda a espécie transitaram livremente pelas livrarias nos convidando a uma leitura, no mínimo, obrigatória. Porém, um dos postulados, que durante anos foi a tônica de muitas posições gerenciais “bem-sucedidas”, dizia que “time que está ganhando não se mexe”.

      A administração moderna questiona essa afirmação, em que pese o fato de que vivemos em um mundo de mudanças constantes e inovações cada vez mais aceleradas. Dessa forma, um dos principais desafios do verdadeiro profissional será, justamente, gerenciar as variáveis decorrentes desses novos cenários.

      As transformações estão ocorrendo em várias frentes. Alterações significativas são vistas, por exemplo, nos meios social, educacional, político, econômico, empresarial, pessoal etc. Portanto, quando falamos em mudanças, devemos compreender que elas estão acontecendo em vários segmentos, em diversos pontos e de diferentes formas, mas a uma velocidade cada vez mais rápida.

       Essas mudanças possuem caracteres e resultados irreversíveis. Procedimentos e posturas que deram certo no passado não garantem sucesso no presente, pois o contexto hoje é outro e bem diferente.

       Os vários sistemas administrativos já foram muito explorados sob a ótica da eficiência. Embora importante, a eficiência por si só é um conceito pequeno e limitado para os dias atuais. O que encerra essa ideia é um posicionamento muito voltado para a correta alocação de recursos, porém focado para dentro da empresa, da divisão, do departamento, do setor etc...mas não necessariamente sob a ótica do mercado.

      Agora, as ações devem ser desenvolvidas em sentido contrário, ou seja, para o “cliente”. E nesse novo paradigma só se estabelece quem tem competência. Se um negócio vem dando sinais claros de crescimento e sucesso, é necessário avaliar por quanto tempo ainda essa euforia se fará presente.

      ( ....)

      A nossa relação profissional também vem passando por uma transição. É cada vez mais importante cuidar de nossa carreira com atenção, planejamento e carinho, como se fosse um “negócio” próprio, ou seja, temos de aprender que o mundo atual nos convida para que sejamos empregáveis, e ser empregável nada mais é do que reunir permanentemente as competências necessárias para atender às contínuas exigências do mercado de trabalho.

     Hoje, é posição, praticamente, comum afirmar que o verdadeiro diferencial está apoiado nas competências e no contínuo desenvolvimento das pessoas. Esta é a nova regra do jogo. Segundo estudos já realizados, na virada do século, não existirão mais as relações formais de trabalho como hoje ainda praticamos e conhecemos. A maioria de nós será prestadores de serviços. A própria Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) tende a desaparecer. 

       Se estas previsões são oriundas de profetas de plantão ou de consultores revolucionários, somente o tempo irá confirmar. O certo, entretanto, é que o telefone celular já foi um sonho, a Internet era algo pouco admissível anos atrás e o próprio cinema foi visto com desconfiança por alguns.

      Mudanças ainda maiores estão por acontecer. Acreditar nessa realidade e ter predisposição para aceitá-la, sem dúvida, já é um começo. Sem dúvida já é uma mudança.

      Mexa-se! Aprenda a conviver com estes novos tempos; acredite; lute e, acima de tudo, seja feliz.


                     Roberto de Oliveira Loureiro. http://www.guiarh.com.br/y57.htm

                                                                               (Com recortes e adaptações) 

Segundo as pistas do texto, o perfil do profissional atual se resume em ter
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Q735037 Português

                     Mudanças, Empregabilidade e Felicidade 

       Ao longo destes últimos anos, vários conceitos bombardearam o cenário da área do trabalho. Tecnologias milagrosas de gestão, teorias acadêmicas de última geração, “perfumarias” de toda a espécie transitaram livremente pelas livrarias nos convidando a uma leitura, no mínimo, obrigatória. Porém, um dos postulados, que durante anos foi a tônica de muitas posições gerenciais “bem-sucedidas”, dizia que “time que está ganhando não se mexe”.

      A administração moderna questiona essa afirmação, em que pese o fato de que vivemos em um mundo de mudanças constantes e inovações cada vez mais aceleradas. Dessa forma, um dos principais desafios do verdadeiro profissional será, justamente, gerenciar as variáveis decorrentes desses novos cenários.

      As transformações estão ocorrendo em várias frentes. Alterações significativas são vistas, por exemplo, nos meios social, educacional, político, econômico, empresarial, pessoal etc. Portanto, quando falamos em mudanças, devemos compreender que elas estão acontecendo em vários segmentos, em diversos pontos e de diferentes formas, mas a uma velocidade cada vez mais rápida.

       Essas mudanças possuem caracteres e resultados irreversíveis. Procedimentos e posturas que deram certo no passado não garantem sucesso no presente, pois o contexto hoje é outro e bem diferente.

       Os vários sistemas administrativos já foram muito explorados sob a ótica da eficiência. Embora importante, a eficiência por si só é um conceito pequeno e limitado para os dias atuais. O que encerra essa ideia é um posicionamento muito voltado para a correta alocação de recursos, porém focado para dentro da empresa, da divisão, do departamento, do setor etc...mas não necessariamente sob a ótica do mercado.

      Agora, as ações devem ser desenvolvidas em sentido contrário, ou seja, para o “cliente”. E nesse novo paradigma só se estabelece quem tem competência. Se um negócio vem dando sinais claros de crescimento e sucesso, é necessário avaliar por quanto tempo ainda essa euforia se fará presente.

      ( ....)

      A nossa relação profissional também vem passando por uma transição. É cada vez mais importante cuidar de nossa carreira com atenção, planejamento e carinho, como se fosse um “negócio” próprio, ou seja, temos de aprender que o mundo atual nos convida para que sejamos empregáveis, e ser empregável nada mais é do que reunir permanentemente as competências necessárias para atender às contínuas exigências do mercado de trabalho.

     Hoje, é posição, praticamente, comum afirmar que o verdadeiro diferencial está apoiado nas competências e no contínuo desenvolvimento das pessoas. Esta é a nova regra do jogo. Segundo estudos já realizados, na virada do século, não existirão mais as relações formais de trabalho como hoje ainda praticamos e conhecemos. A maioria de nós será prestadores de serviços. A própria Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) tende a desaparecer. 

       Se estas previsões são oriundas de profetas de plantão ou de consultores revolucionários, somente o tempo irá confirmar. O certo, entretanto, é que o telefone celular já foi um sonho, a Internet era algo pouco admissível anos atrás e o próprio cinema foi visto com desconfiança por alguns.

      Mudanças ainda maiores estão por acontecer. Acreditar nessa realidade e ter predisposição para aceitá-la, sem dúvida, já é um começo. Sem dúvida já é uma mudança.

      Mexa-se! Aprenda a conviver com estes novos tempos; acredite; lute e, acima de tudo, seja feliz.


                     Roberto de Oliveira Loureiro. http://www.guiarh.com.br/y57.htm

                                                                               (Com recortes e adaptações) 

Tendo em vista as ideias do texto verifica-se
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Q726099 Português
 Leia o texto a seguir: A desigualdade racial brasileira, já bastante dissecada a partir de indicadores de renda e escolaridade, pode também ser constatada pelo padrão de mortalidade de cada grupo. Entre os homens negros, a principal causa de mortalidade foram as externas (homicídios, acidentes e outras razões não naturais). Entre os brancos, essas causas são o terceiro item mais comum, atrás das doenças do aparelho circulatório e das neoplasias (tumores). Além de negros e brancos apresentarem padrão de mortalidade diferente, em 2005, um estudo dos pesquisadores Marcelo Paixão e Luiz Carvano, da UFRJ, mostra que, desde 1999, cresce a desigualdade entre os dois grupos quando se comparam as taxas de mortalidade por homicídios, HIV, tuberculose e problemas no parto. Em alguns casos, essa desigualdade cresceu porque houve melhoria dos índices entre brancos e piora entre os negros. Foi o que ocorreu, por exemplo, com os homicídios. De 1999 a 2005, a taxa de assassinatos por 100 mil homens brancos caiu de 36 para 34 mortes. No mesmo período, a mesma taxa entre os homens negros aumentou de 52 para 61 por 100 mil.[...] A dificuldade nesse tipo de pesquisa, comparando as causas de morte entre negros e brancos no Brasil, é identificar o quanto desse diferencial é causado pela discriminação racial e o quanto é explicada por razões econômicas ou sociais. Segundo Paixão, no caso dos homicídios, não há dúvida de que há um componente racial. (Adaptado de: GOIS, Antonio. Violência é a maior causa de mortes entre homens negros. Folha de São Paulo, SP, 20 nov. 2007, Cotidiano. Disponível em Acesso em: 2 nov. 2009). Com base no texto, assinale a alternativa correta.
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Q725981 Português
O novo e intratável HIV
FOLGAS DOS PACIENTES NOS TRATAMENTOS DÃO ORIGEM A UM VÍRUS SUPER­-RESISTENTE QUE  COQUETEL NENHUM CONSEGUE ABATER.
Cometeu excessos no carnaval e acabou se esquecendo da camisinha? A má noticia é que a Aids continua por  ai, vitimando cerca de 2 milhões de pessoas por ano ­ héteros e homossexuais,  viu? A péssima noticia é que ainda passando de uma pessoa pra outra uma variante do HIV que é resistente a todas as drogas conhecidas até hoje. 
Os cientistas deram a esse monstro microscópico o nome super HIV ou XDR ­ do inglês, extreme drug resistant,  ou extremamente resistente a drogas. Essa variante do vírus tem aparecido sobretudo nos países desenvolvidos. 
É neles que os pacientes têm acesso aos três grandes tipos de drogas já descobertos pela ciência: nucleosideos da protease. Como o HIV é extremamente mutante, na maioria dos casos os remédios são tomados de uma só vez. E esses novos vírus são resistentes aos três. 
Segundo o pesquisador Robert Smith?­ sim, o nome dele tem um ponto de interrogação ­, da Universidade de Ottawa, no Canadá,  se o tratamento é feito adequadamente, é muito difícil que o super HIV apareça. Mas os portadores esquecem­se de tomar  as drogas,  os níveis de remédios no organismo diminuem,  e os “filhos”  mutantes do HIV têm mais chances de prosperar gerando novas variantes. 
Voltando a falar com os foliões desprevenidos, quando um portador do vírus resistente infecta alguém, ele não transmite o HIV normal, mas o super, contra o qual ainda não existe tratamento. Os cientistas trabalham nisso,  mas resultados definitivos devem demorar muito tempo.
Galileu. 10 março de 2010. p.18 
Releia: “ Essa variante do vírus tem aparecido sobretudo nos países desenvolvidos. É neles que os pacientes têm acesso aos três grandes tipos de drogas já descobertos (...)” A respeito dos termos destacados, está correto afirmar que:
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Q725980 Português
O novo e intratável HIV
FOLGAS DOS PACIENTES NOS TRATAMENTOS DÃO ORIGEM A UM VÍRUS SUPER­-RESISTENTE QUE  COQUETEL NENHUM CONSEGUE ABATER.
Cometeu excessos no carnaval e acabou se esquecendo da camisinha? A má noticia é que a Aids continua por  ai, vitimando cerca de 2 milhões de pessoas por ano ­ héteros e homossexuais,  viu? A péssima noticia é que ainda passando de uma pessoa pra outra uma variante do HIV que é resistente a todas as drogas conhecidas até hoje. 
Os cientistas deram a esse monstro microscópico o nome super HIV ou XDR ­ do inglês, extreme drug resistant,  ou extremamente resistente a drogas. Essa variante do vírus tem aparecido sobretudo nos países desenvolvidos. 
É neles que os pacientes têm acesso aos três grandes tipos de drogas já descobertos pela ciência: nucleosideos da protease. Como o HIV é extremamente mutante, na maioria dos casos os remédios são tomados de uma só vez. E esses novos vírus são resistentes aos três. 
Segundo o pesquisador Robert Smith?­ sim, o nome dele tem um ponto de interrogação ­, da Universidade de Ottawa, no Canadá,  se o tratamento é feito adequadamente, é muito difícil que o super HIV apareça. Mas os portadores esquecem­se de tomar  as drogas,  os níveis de remédios no organismo diminuem,  e os “filhos”  mutantes do HIV têm mais chances de prosperar gerando novas variantes. 
Voltando a falar com os foliões desprevenidos, quando um portador do vírus resistente infecta alguém, ele não transmite o HIV normal, mas o super, contra o qual ainda não existe tratamento. Os cientistas trabalham nisso,  mas resultados definitivos devem demorar muito tempo.
Galileu. 10 março de 2010. p.18 
Observe: “ Cometeu excessos no carnaval e acabou se esquecendo da camisinha?” . Analisando sintaticamente o período, deve­-se classificá-­lo como:
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Q725979 Português
O novo e intratável HIV
FOLGAS DOS PACIENTES NOS TRATAMENTOS DÃO ORIGEM A UM VÍRUS SUPER­-RESISTENTE QUE  COQUETEL NENHUM CONSEGUE ABATER.
Cometeu excessos no carnaval e acabou se esquecendo da camisinha? A má noticia é que a Aids continua por  ai, vitimando cerca de 2 milhões de pessoas por ano ­ héteros e homossexuais,  viu? A péssima noticia é que ainda passando de uma pessoa pra outra uma variante do HIV que é resistente a todas as drogas conhecidas até hoje. 
Os cientistas deram a esse monstro microscópico o nome super HIV ou XDR ­ do inglês, extreme drug resistant,  ou extremamente resistente a drogas. Essa variante do vírus tem aparecido sobretudo nos países desenvolvidos. 
É neles que os pacientes têm acesso aos três grandes tipos de drogas já descobertos pela ciência: nucleosideos da protease. Como o HIV é extremamente mutante, na maioria dos casos os remédios são tomados de uma só vez. E esses novos vírus são resistentes aos três. 
Segundo o pesquisador Robert Smith?­ sim, o nome dele tem um ponto de interrogação ­, da Universidade de Ottawa, no Canadá,  se o tratamento é feito adequadamente, é muito difícil que o super HIV apareça. Mas os portadores esquecem­se de tomar  as drogas,  os níveis de remédios no organismo diminuem,  e os “filhos”  mutantes do HIV têm mais chances de prosperar gerando novas variantes. 
Voltando a falar com os foliões desprevenidos, quando um portador do vírus resistente infecta alguém, ele não transmite o HIV normal, mas o super, contra o qual ainda não existe tratamento. Os cientistas trabalham nisso,  mas resultados definitivos devem demorar muito tempo.
Galileu. 10 março de 2010. p.18 
Releia  o  título  do  texto:  “O  novo  e intratável  HIV” .  Os  termos  destacados  são  classificados  morfologicamente como: 
Alternativas
Q725978 Português
O novo e intratável HIV
FOLGAS DOS PACIENTES NOS TRATAMENTOS DÃO ORIGEM A UM VÍRUS SUPER­-RESISTENTE QUE  COQUETEL NENHUM CONSEGUE ABATER.
Cometeu excessos no carnaval e acabou se esquecendo da camisinha? A má noticia é que a Aids continua por  ai, vitimando cerca de 2 milhões de pessoas por ano ­ héteros e homossexuais,  viu? A péssima noticia é que ainda passando de uma pessoa pra outra uma variante do HIV que é resistente a todas as drogas conhecidas até hoje. 
Os cientistas deram a esse monstro microscópico o nome super HIV ou XDR ­ do inglês, extreme drug resistant,  ou extremamente resistente a drogas. Essa variante do vírus tem aparecido sobretudo nos países desenvolvidos. 
É neles que os pacientes têm acesso aos três grandes tipos de drogas já descobertos pela ciência: nucleosideos da protease. Como o HIV é extremamente mutante, na maioria dos casos os remédios são tomados de uma só vez. E esses novos vírus são resistentes aos três. 
Segundo o pesquisador Robert Smith?­ sim, o nome dele tem um ponto de interrogação ­, da Universidade de Ottawa, no Canadá,  se o tratamento é feito adequadamente, é muito difícil que o super HIV apareça. Mas os portadores esquecem­se de tomar  as drogas,  os níveis de remédios no organismo diminuem,  e os “filhos”  mutantes do HIV têm mais chances de prosperar gerando novas variantes. 
Voltando a falar com os foliões desprevenidos, quando um portador do vírus resistente infecta alguém, ele não transmite o HIV normal, mas o super, contra o qual ainda não existe tratamento. Os cientistas trabalham nisso,  mas resultados definitivos devem demorar muito tempo.
Galileu. 10 março de 2010. p.18 
O texto objetiva principalmente:
Alternativas
Q725977 Português
O novo e intratável HIV
FOLGAS DOS PACIENTES NOS TRATAMENTOS DÃO ORIGEM A UM VÍRUS SUPER­-RESISTENTE QUE  COQUETEL NENHUM CONSEGUE ABATER.
Cometeu excessos no carnaval e acabou se esquecendo da camisinha? A má noticia é que a Aids continua por  ai, vitimando cerca de 2 milhões de pessoas por ano ­ héteros e homossexuais,  viu? A péssima noticia é que ainda passando de uma pessoa pra outra uma variante do HIV que é resistente a todas as drogas conhecidas até hoje. 
Os cientistas deram a esse monstro microscópico o nome super HIV ou XDR ­ do inglês, extreme drug resistant,  ou extremamente resistente a drogas. Essa variante do vírus tem aparecido sobretudo nos países desenvolvidos. 
É neles que os pacientes têm acesso aos três grandes tipos de drogas já descobertos pela ciência: nucleosideos da protease. Como o HIV é extremamente mutante, na maioria dos casos os remédios são tomados de uma só vez. E esses novos vírus são resistentes aos três. 
Segundo o pesquisador Robert Smith?­ sim, o nome dele tem um ponto de interrogação ­, da Universidade de Ottawa, no Canadá,  se o tratamento é feito adequadamente, é muito difícil que o super HIV apareça. Mas os portadores esquecem­se de tomar  as drogas,  os níveis de remédios no organismo diminuem,  e os “filhos”  mutantes do HIV têm mais chances de prosperar gerando novas variantes. 
Voltando a falar com os foliões desprevenidos, quando um portador do vírus resistente infecta alguém, ele não transmite o HIV normal, mas o super, contra o qual ainda não existe tratamento. Os cientistas trabalham nisso,  mas resultados definitivos devem demorar muito tempo.
Galileu. 10 março de 2010. p.18 
Logo no primeiro parágrafo do texto, o autor assume:
Alternativas
Q724315 Inglês

Instrução: Leia o texto para responder a questão.

The Big Destructiveness Of The Tiny Bribe

Alexandra Wrage 03.01.2010

    The smallest bribes can be the most vexing. Not suitcases full of money and transfers to offshore accounts, but the thousands of everyday payments people make to Indian building inspectors, Chinese customs officials and Nigerian airport functionaries, just to get things done. They’re payments for routine government services that a government official is legally obliged to perform but for which he’s hoping to skim off a little extra.

    Unlike more serious bribes, these very modest payouts, formally known as “facilitating payments”, are not against the laws of the U.S., Canada, Australia, New Zealand or South Korea, when made abroad. They’re illegal for Great Britain, but the Serious Fraud Office there has taken the extraordinary public position that they’re unlikely to give rise to a prosecution.

    Why don’t governments that lead the fight against large-scale bribery fall in line with what is already the practice of many major companies? They don’t want to outlaw such small-scale graft in foreign places, they say, because they don’t have the manpower to prosecute violators. By that logic, communities with just enough resources to handle murder and armed robbery would give a green light to shoplifting. You’d think a government could at least go after a few high-profile cases to set an example and a precedent. Permitting these smaller payments has to impede the effort to crack down on the larger ones. Companies know this.

    “Facilitating” bribes are not tips. Tipping is voluntary, and you decide to do it after a service has been rendered. You don’t pay it at the outset to induce the waiter to bring the food, and you can always go somewhere else to eat next time should the service be bad.

    Nor are they welfare for underpaid civil servants. If government workers are underpaid, we should compensate them for the cost of customs inspections or airport security by aboveboard means, through taxation and so forth. Payment to individuals not only slows service but also encourages entrepreneurial civil servants to increase their income by creating more and greater obstacles.

    Nor are they a mere distraction from the fight against bigger bribes. Rather, they fuel the problem. Junior officials who look for small bribes rise to higher positions by paying off those above them. Corruption creates pyramids of illegal payments flowing upward. Legalizing the base of the pyramid gives it a strong and lasting foundation.

    Nor are these payments legal where they’re made. They may not be banned by the wealthy countries mentioned above, but they are outlawed in the countries where they’re actually a problem. Do developed countries want to say they wouldn’t tolerate such payments at home but don’t care if they’re made abroad? And since they’re illegal in the countries where they’re paid, companies can’t put them on their books. The classic cover for a bribe is to call it a “consulting fee”, but that is a books and records violation that is illegal in any country.

(www.forbes.com. Adaptado.)

No trecho do sexto parágrafo – Rather, they fuel the problem. – a palavra rather pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
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Q724313 Inglês

Instrução: Leia o texto para responder a questão.

The Big Destructiveness Of The Tiny Bribe

Alexandra Wrage 03.01.2010

    The smallest bribes can be the most vexing. Not suitcases full of money and transfers to offshore accounts, but the thousands of everyday payments people make to Indian building inspectors, Chinese customs officials and Nigerian airport functionaries, just to get things done. They’re payments for routine government services that a government official is legally obliged to perform but for which he’s hoping to skim off a little extra.

    Unlike more serious bribes, these very modest payouts, formally known as “facilitating payments”, are not against the laws of the U.S., Canada, Australia, New Zealand or South Korea, when made abroad. They’re illegal for Great Britain, but the Serious Fraud Office there has taken the extraordinary public position that they’re unlikely to give rise to a prosecution.

    Why don’t governments that lead the fight against large-scale bribery fall in line with what is already the practice of many major companies? They don’t want to outlaw such small-scale graft in foreign places, they say, because they don’t have the manpower to prosecute violators. By that logic, communities with just enough resources to handle murder and armed robbery would give a green light to shoplifting. You’d think a government could at least go after a few high-profile cases to set an example and a precedent. Permitting these smaller payments has to impede the effort to crack down on the larger ones. Companies know this.

    “Facilitating” bribes are not tips. Tipping is voluntary, and you decide to do it after a service has been rendered. You don’t pay it at the outset to induce the waiter to bring the food, and you can always go somewhere else to eat next time should the service be bad.

    Nor are they welfare for underpaid civil servants. If government workers are underpaid, we should compensate them for the cost of customs inspections or airport security by aboveboard means, through taxation and so forth. Payment to individuals not only slows service but also encourages entrepreneurial civil servants to increase their income by creating more and greater obstacles.

    Nor are they a mere distraction from the fight against bigger bribes. Rather, they fuel the problem. Junior officials who look for small bribes rise to higher positions by paying off those above them. Corruption creates pyramids of illegal payments flowing upward. Legalizing the base of the pyramid gives it a strong and lasting foundation.

    Nor are these payments legal where they’re made. They may not be banned by the wealthy countries mentioned above, but they are outlawed in the countries where they’re actually a problem. Do developed countries want to say they wouldn’t tolerate such payments at home but don’t care if they’re made abroad? And since they’re illegal in the countries where they’re paid, companies can’t put them on their books. The classic cover for a bribe is to call it a “consulting fee”, but that is a books and records violation that is illegal in any country.

(www.forbes.com. Adaptado.)

No trecho do segundo parágrafo – They’re illegal for Great Britain, but the Serious Fraud Office there has taken the extraordinary public position that they’re unlikely to give rise to a prosecution. – a palavra unlikely indica
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Q724312 Inglês

Instrução: Leia o texto para responder a questão.

The Big Destructiveness Of The Tiny Bribe

Alexandra Wrage 03.01.2010

    The smallest bribes can be the most vexing. Not suitcases full of money and transfers to offshore accounts, but the thousands of everyday payments people make to Indian building inspectors, Chinese customs officials and Nigerian airport functionaries, just to get things done. They’re payments for routine government services that a government official is legally obliged to perform but for which he’s hoping to skim off a little extra.

    Unlike more serious bribes, these very modest payouts, formally known as “facilitating payments”, are not against the laws of the U.S., Canada, Australia, New Zealand or South Korea, when made abroad. They’re illegal for Great Britain, but the Serious Fraud Office there has taken the extraordinary public position that they’re unlikely to give rise to a prosecution.

    Why don’t governments that lead the fight against large-scale bribery fall in line with what is already the practice of many major companies? They don’t want to outlaw such small-scale graft in foreign places, they say, because they don’t have the manpower to prosecute violators. By that logic, communities with just enough resources to handle murder and armed robbery would give a green light to shoplifting. You’d think a government could at least go after a few high-profile cases to set an example and a precedent. Permitting these smaller payments has to impede the effort to crack down on the larger ones. Companies know this.

    “Facilitating” bribes are not tips. Tipping is voluntary, and you decide to do it after a service has been rendered. You don’t pay it at the outset to induce the waiter to bring the food, and you can always go somewhere else to eat next time should the service be bad.

    Nor are they welfare for underpaid civil servants. If government workers are underpaid, we should compensate them for the cost of customs inspections or airport security by aboveboard means, through taxation and so forth. Payment to individuals not only slows service but also encourages entrepreneurial civil servants to increase their income by creating more and greater obstacles.

    Nor are they a mere distraction from the fight against bigger bribes. Rather, they fuel the problem. Junior officials who look for small bribes rise to higher positions by paying off those above them. Corruption creates pyramids of illegal payments flowing upward. Legalizing the base of the pyramid gives it a strong and lasting foundation.

    Nor are these payments legal where they’re made. They may not be banned by the wealthy countries mentioned above, but they are outlawed in the countries where they’re actually a problem. Do developed countries want to say they wouldn’t tolerate such payments at home but don’t care if they’re made abroad? And since they’re illegal in the countries where they’re paid, companies can’t put them on their books. The classic cover for a bribe is to call it a “consulting fee”, but that is a books and records violation that is illegal in any country.

(www.forbes.com. Adaptado.)

According to the text, an argument against “facilitating” bribes practice is that
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Q724311 Inglês

Instrução: Leia o texto para responder a questão.

The Big Destructiveness Of The Tiny Bribe

Alexandra Wrage 03.01.2010

    The smallest bribes can be the most vexing. Not suitcases full of money and transfers to offshore accounts, but the thousands of everyday payments people make to Indian building inspectors, Chinese customs officials and Nigerian airport functionaries, just to get things done. They’re payments for routine government services that a government official is legally obliged to perform but for which he’s hoping to skim off a little extra.

    Unlike more serious bribes, these very modest payouts, formally known as “facilitating payments”, are not against the laws of the U.S., Canada, Australia, New Zealand or South Korea, when made abroad. They’re illegal for Great Britain, but the Serious Fraud Office there has taken the extraordinary public position that they’re unlikely to give rise to a prosecution.

    Why don’t governments that lead the fight against large-scale bribery fall in line with what is already the practice of many major companies? They don’t want to outlaw such small-scale graft in foreign places, they say, because they don’t have the manpower to prosecute violators. By that logic, communities with just enough resources to handle murder and armed robbery would give a green light to shoplifting. You’d think a government could at least go after a few high-profile cases to set an example and a precedent. Permitting these smaller payments has to impede the effort to crack down on the larger ones. Companies know this.

    “Facilitating” bribes are not tips. Tipping is voluntary, and you decide to do it after a service has been rendered. You don’t pay it at the outset to induce the waiter to bring the food, and you can always go somewhere else to eat next time should the service be bad.

    Nor are they welfare for underpaid civil servants. If government workers are underpaid, we should compensate them for the cost of customs inspections or airport security by aboveboard means, through taxation and so forth. Payment to individuals not only slows service but also encourages entrepreneurial civil servants to increase their income by creating more and greater obstacles.

    Nor are they a mere distraction from the fight against bigger bribes. Rather, they fuel the problem. Junior officials who look for small bribes rise to higher positions by paying off those above them. Corruption creates pyramids of illegal payments flowing upward. Legalizing the base of the pyramid gives it a strong and lasting foundation.

    Nor are these payments legal where they’re made. They may not be banned by the wealthy countries mentioned above, but they are outlawed in the countries where they’re actually a problem. Do developed countries want to say they wouldn’t tolerate such payments at home but don’t care if they’re made abroad? And since they’re illegal in the countries where they’re paid, companies can’t put them on their books. The classic cover for a bribe is to call it a “consulting fee”, but that is a books and records violation that is illegal in any country.

(www.forbes.com. Adaptado.)

De acordo com o texto, facilitating payments
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Q724309 Inglês

Instrução: Leia o texto para responder a questão.

The Big Destructiveness Of The Tiny Bribe

Alexandra Wrage 03.01.2010

    The smallest bribes can be the most vexing. Not suitcases full of money and transfers to offshore accounts, but the thousands of everyday payments people make to Indian building inspectors, Chinese customs officials and Nigerian airport functionaries, just to get things done. They’re payments for routine government services that a government official is legally obliged to perform but for which he’s hoping to skim off a little extra.

    Unlike more serious bribes, these very modest payouts, formally known as “facilitating payments”, are not against the laws of the U.S., Canada, Australia, New Zealand or South Korea, when made abroad. They’re illegal for Great Britain, but the Serious Fraud Office there has taken the extraordinary public position that they’re unlikely to give rise to a prosecution.

    Why don’t governments that lead the fight against large-scale bribery fall in line with what is already the practice of many major companies? They don’t want to outlaw such small-scale graft in foreign places, they say, because they don’t have the manpower to prosecute violators. By that logic, communities with just enough resources to handle murder and armed robbery would give a green light to shoplifting. You’d think a government could at least go after a few high-profile cases to set an example and a precedent. Permitting these smaller payments has to impede the effort to crack down on the larger ones. Companies know this.

    “Facilitating” bribes are not tips. Tipping is voluntary, and you decide to do it after a service has been rendered. You don’t pay it at the outset to induce the waiter to bring the food, and you can always go somewhere else to eat next time should the service be bad.

    Nor are they welfare for underpaid civil servants. If government workers are underpaid, we should compensate them for the cost of customs inspections or airport security by aboveboard means, through taxation and so forth. Payment to individuals not only slows service but also encourages entrepreneurial civil servants to increase their income by creating more and greater obstacles.

    Nor are they a mere distraction from the fight against bigger bribes. Rather, they fuel the problem. Junior officials who look for small bribes rise to higher positions by paying off those above them. Corruption creates pyramids of illegal payments flowing upward. Legalizing the base of the pyramid gives it a strong and lasting foundation.

    Nor are these payments legal where they’re made. They may not be banned by the wealthy countries mentioned above, but they are outlawed in the countries where they’re actually a problem. Do developed countries want to say they wouldn’t tolerate such payments at home but don’t care if they’re made abroad? And since they’re illegal in the countries where they’re paid, companies can’t put them on their books. The classic cover for a bribe is to call it a “consulting fee”, but that is a books and records violation that is illegal in any country.

(www.forbes.com. Adaptado.)

O tema principal do texto é:
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Q724308 Inglês



Instrução: Leia o artigo 11 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em inglês, para responder a questão, assinalando a alternativa que completa corretamente as respectivas lacunas.

 The Universal Declaration of Human Rights Article 11 (1) Everyone charged with a penal offence has the right to be presumed innocent —— 71 proved guilty according to law in a public trial at which he —— 72 all the guarantees necessary for his defence. (2) No one shall be held guilty of any penal offence on account of any act or omission — 73 — did not constitute a penal offence, under national or international law, at the time when it was committed. Nor shall a heavier penalty be imposed than the one that was applicable at the time the penal offence was committed. (www.un.org. Adaptado.)

Alternativas
Q724307 Inglês
Instrução: Leia o artigo 11 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em inglês, para responder a questão, assinalando a alternativa que completa corretamente as respectivas lacunas.
Alternativas
Q724306 Inglês
Instrução: Leia o artigo 11 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em inglês, para responder a questão, assinalando a alternativa que completa corretamente as respectivas lacunas.
Alternativas
Q724305 Literatura

Leia os versos de Ricardo Reis, heterônimo de Fernando Pessoa.

Quando, Lídia, vier o nosso Outono

Com o Inverno que há nele, reservemos

Um pensamento, não para a futura

Primavera, que é de outrem,

Nem para o estio, de quem somos mortos,

Senão para o que fica do que passa –

O amarelo atual que as folhas vivem

E as torna diferentes.

Nesses versos, as estações do ano constituem metáforas pelas quais o eu lírico

Alternativas
Respostas
13281: D
13282: B
13283: C
13284: C
13285: A
13286: B
13287: C
13288: D
13289: B
13290: B
13291: A
13292: D
13293: C
13294: B
13295: E
13296: D
13297: E
13298: C
13299: A
13300: E