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Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2014 - PM-SP - Soldado da PM |
Q753494 Português
                                                      Corajosos tecladores
Recebi um torpedo: “Posso te ligar?”
  É curioso como, pouco a pouco, vai se tomando invasivo simplesmente telefonar para alguém. As mensagens de texto entraram com tal força em nossas vidas, pessoas lidas em letras, ícones e interjeições, que surpreender uma pessoa num “alô” é quase ter a chance de vê-la nua.
  Rapidamente nos adaptamos ao confortável esconderijo da palavra escrita e fomos mudando nossos hábitos de conví­vio numa velocidade assustadora. Dia após dia, nossos dedos ganham destreza e coragem nos teclados enquanto nossa língua gagueja preguiçosa num simples telefonema para a peixaria.
  “Manda um e-mail” - grita o peixeiro. E nós mandamos a lista, abandonando para sempre a possibilidade de ganhar de brinde a receita de moqueca da mãe dele.
  Mas a preguiça verbal não para por ai. “Não reclamei na hora, mas vou mandar um e-mail.” Quem de nós ainda não ouviu frases assim?
 O conforto de nossas deliciosas trincheiras digitais inaugurou uma nova categoria: os corajosos tecladores. Falam de preservação da privacidade, citam até a gentileza, cercam-se de boas intenções para esconder o maior aliado do boom* da comunicação virtual: a covardia. Trata-se de pessoas sem coragem de se pronunciar diretamente, mas que no conforto da internet não hesitam em expor e ofender o outro.
(Denise Fraga. Folha de S.Paulo, http: goo.gL 1L5DuR. 27.10.2013. Adaptado)
*boom: crescimento muito rápido, expansão súbita
Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, um sinônimo e um antônimo para o termo destacado em: Dia após dia, nossos dedos ganham destreza e coragem nos teclados enquanto nossa lingua gagueja preguiçosa num simples telefonema para a peixaria. 
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2014 - PM-SP - Soldado da PM |
Q753493 Português
                                                      Corajosos tecladores
Recebi um torpedo: “Posso te ligar?”
  É curioso como, pouco a pouco, vai se tomando invasivo simplesmente telefonar para alguém. As mensagens de texto entraram com tal força em nossas vidas, pessoas lidas em letras, ícones e interjeições, que surpreender uma pessoa num “alô” é quase ter a chance de vê-la nua.
  Rapidamente nos adaptamos ao confortável esconderijo da palavra escrita e fomos mudando nossos hábitos de conví­vio numa velocidade assustadora. Dia após dia, nossos dedos ganham destreza e coragem nos teclados enquanto nossa língua gagueja preguiçosa num simples telefonema para a peixaria.
  “Manda um e-mail” - grita o peixeiro. E nós mandamos a lista, abandonando para sempre a possibilidade de ganhar de brinde a receita de moqueca da mãe dele.
  Mas a preguiça verbal não para por ai. “Não reclamei na hora, mas vou mandar um e-mail.” Quem de nós ainda não ouviu frases assim?
 O conforto de nossas deliciosas trincheiras digitais inaugurou uma nova categoria: os corajosos tecladores. Falam de preservação da privacidade, citam até a gentileza, cercam-se de boas intenções para esconder o maior aliado do boom* da comunicação virtual: a covardia. Trata-se de pessoas sem coragem de se pronunciar diretamente, mas que no conforto da internet não hesitam em expor e ofender o outro.
(Denise Fraga. Folha de S.Paulo, http: goo.gL 1L5DuR. 27.10.2013. Adaptado)
*boom: crescimento muito rápido, expansão súbita
No contexto do último parágrafo, a expressão trincheiras digitais pode ser interpretada com o sentido de
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2014 - PM-SP - Soldado da PM |
Q753492 Português
                                                      Corajosos tecladores
Recebi um torpedo: “Posso te ligar?”
  É curioso como, pouco a pouco, vai se tomando invasivo simplesmente telefonar para alguém. As mensagens de texto entraram com tal força em nossas vidas, pessoas lidas em letras, ícones e interjeições, que surpreender uma pessoa num “alô” é quase ter a chance de vê-la nua.
  Rapidamente nos adaptamos ao confortável esconderijo da palavra escrita e fomos mudando nossos hábitos de conví­vio numa velocidade assustadora. Dia após dia, nossos dedos ganham destreza e coragem nos teclados enquanto nossa língua gagueja preguiçosa num simples telefonema para a peixaria.
  “Manda um e-mail” - grita o peixeiro. E nós mandamos a lista, abandonando para sempre a possibilidade de ganhar de brinde a receita de moqueca da mãe dele.
  Mas a preguiça verbal não para por ai. “Não reclamei na hora, mas vou mandar um e-mail.” Quem de nós ainda não ouviu frases assim?
 O conforto de nossas deliciosas trincheiras digitais inaugurou uma nova categoria: os corajosos tecladores. Falam de preservação da privacidade, citam até a gentileza, cercam-se de boas intenções para esconder o maior aliado do boom* da comunicação virtual: a covardia. Trata-se de pessoas sem coragem de se pronunciar diretamente, mas que no conforto da internet não hesitam em expor e ofender o outro.
(Denise Fraga. Folha de S.Paulo, http: goo.gL 1L5DuR. 27.10.2013. Adaptado)
*boom: crescimento muito rápido, expansão súbita
Na passagem - “Não reclamei na hora, mas vou mandar um e-mail.” Quem de nós ainda não ouviu frases assim? -, o termo em destaque tem sentido equivalente ao da expressão:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2014 - PM-SP - Soldado da PM |
Q753491 Português
                                                      Corajosos tecladores
Recebi um torpedo: “Posso te ligar?”
  É curioso como, pouco a pouco, vai se tomando invasivo simplesmente telefonar para alguém. As mensagens de texto entraram com tal força em nossas vidas, pessoas lidas em letras, ícones e interjeições, que surpreender uma pessoa num “alô” é quase ter a chance de vê-la nua.
  Rapidamente nos adaptamos ao confortável esconderijo da palavra escrita e fomos mudando nossos hábitos de conví­vio numa velocidade assustadora. Dia após dia, nossos dedos ganham destreza e coragem nos teclados enquanto nossa língua gagueja preguiçosa num simples telefonema para a peixaria.
  “Manda um e-mail” - grita o peixeiro. E nós mandamos a lista, abandonando para sempre a possibilidade de ganhar de brinde a receita de moqueca da mãe dele.
  Mas a preguiça verbal não para por ai. “Não reclamei na hora, mas vou mandar um e-mail.” Quem de nós ainda não ouviu frases assim?
 O conforto de nossas deliciosas trincheiras digitais inaugurou uma nova categoria: os corajosos tecladores. Falam de preservação da privacidade, citam até a gentileza, cercam-se de boas intenções para esconder o maior aliado do boom* da comunicação virtual: a covardia. Trata-se de pessoas sem coragem de se pronunciar diretamente, mas que no conforto da internet não hesitam em expor e ofender o outro.
(Denise Fraga. Folha de S.Paulo, http: goo.gL 1L5DuR. 27.10.2013. Adaptado)
*boom: crescimento muito rápido, expansão súbita
Os corajosos tecladores, na opinião da autora, são pessoas
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2014 - PM-SP - Soldado da PM |
Q753490 Português
                                                      Corajosos tecladores
Recebi um torpedo: “Posso te ligar?”
  É curioso como, pouco a pouco, vai se tomando invasivo simplesmente telefonar para alguém. As mensagens de texto entraram com tal força em nossas vidas, pessoas lidas em letras, ícones e interjeições, que surpreender uma pessoa num “alô” é quase ter a chance de vê-la nua.
  Rapidamente nos adaptamos ao confortável esconderijo da palavra escrita e fomos mudando nossos hábitos de conví­vio numa velocidade assustadora. Dia após dia, nossos dedos ganham destreza e coragem nos teclados enquanto nossa língua gagueja preguiçosa num simples telefonema para a peixaria.
  “Manda um e-mail” - grita o peixeiro. E nós mandamos a lista, abandonando para sempre a possibilidade de ganhar de brinde a receita de moqueca da mãe dele.
  Mas a preguiça verbal não para por ai. “Não reclamei na hora, mas vou mandar um e-mail.” Quem de nós ainda não ouviu frases assim?
 O conforto de nossas deliciosas trincheiras digitais inaugurou uma nova categoria: os corajosos tecladores. Falam de preservação da privacidade, citam até a gentileza, cercam-se de boas intenções para esconder o maior aliado do boom* da comunicação virtual: a covardia. Trata-se de pessoas sem coragem de se pronunciar diretamente, mas que no conforto da internet não hesitam em expor e ofender o outro.
(Denise Fraga. Folha de S.Paulo, http: goo.gL 1L5DuR. 27.10.2013. Adaptado)
*boom: crescimento muito rápido, expansão súbita
Uma ideia condizente com o que se afirma no texto é:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2014 - PM-SP - Soldado da PM |
Q753489 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas, de acordo corn a norma-padrão escrita da língua portuguesa. ____________melhorias nos indicadores socioeconòmicos, o que_______________ na percepção que os moradores de favelas têm do lugar que_____________.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2014 - PM-SP - Soldado da PM |
Q753488 Português
Classe média já chega a 65% m s favelas, diz pesquisa
  Morar em favelas, pelo menos no Rio de Janeiro, pode não ser tão ruim quanto parece para quem está de fora. Amparados por melhorias nos indicadores socioeconòmicos, 85% dos jovens das comunidades cariocas disseram ao Data Popular que gostam do lugar onde moram. E 70% disseram que continuariam a morar na comunidade mesmo se a renda dobrasse.
  Os resultados fazem parte de um levantamento, realizado em 2012, pelo Data Favela, união entre o Data Popular e Celso Athayde, ex-dirigente da Central Única de Favelas (Cufa). E mostram urn retrato não só do Rio de Janeiro, mas de todas as comunidades do Brasil. É um contingente formado por 12 milhões de pessoas, cuja renda soma 56.1 bilhões de reais por ano. com uma maioria de membros da classe média.
  Embora o conceito de classe média gere polêmica, segundo o Data Favela. hoje 65% dos moradores estão nessa faixa de renda, contra 37% em 2002. Há 10 anos. apenas 4 em cada 10 moradores tinham celular. Hoje são nove. Computadores estavam em apenas 3% dos lares, agora estão em 40%. A média de anos de estudo subiu no mesmo período: foi de quatro para seis anos.
 Segundo a pesquisa, os jovens desempenham papel preponderante na atividade econômica e na organização social das favelas. São eles. por exemplo, que orientam os pais na aquisição de serviços, como TV por assinatura, e decidem as marcas de alimentos e o consumo de eletrônicos.
  A pesquisa incluiu levantamento qualitativo apenas no Rio de Janeiro. E a visão dos jovens mostrou-se otimista: 51% deles consideram que a comunidade melhorou nos últimos dois anos, e 63% acreditam que vai continuar melhorando. Mesmo assim, o preconceito ainda persiste, na visão deste grupo, fazendo com que 49% deles prefiram não dizer onde vivem.
(Exame, http: goo.gl 4fMqxx. 20.02.2013. Adaptado)
O trecho destacado em - Segundo a pesquisa, os jovens desempenham papel preponderante na atividade econô­mica e na organização social das favelas. - pode ser corretamente substituído, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, sem alterar o restante da estrutura do texto e preservando a informação original, por
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2014 - PM-SP - Soldado da PM |
Q753487 Português
Classe média já chega a 65% m s favelas, diz pesquisa
  Morar em favelas, pelo menos no Rio de Janeiro, pode não ser tão ruim quanto parece para quem está de fora. Amparados por melhorias nos indicadores socioeconòmicos, 85% dos jovens das comunidades cariocas disseram ao Data Popular que gostam do lugar onde moram. E 70% disseram que continuariam a morar na comunidade mesmo se a renda dobrasse.
  Os resultados fazem parte de um levantamento, realizado em 2012, pelo Data Favela, união entre o Data Popular e Celso Athayde, ex-dirigente da Central Única de Favelas (Cufa). E mostram urn retrato não só do Rio de Janeiro, mas de todas as comunidades do Brasil. É um contingente formado por 12 milhões de pessoas, cuja renda soma 56.1 bilhões de reais por ano. com uma maioria de membros da classe média.
  Embora o conceito de classe média gere polêmica, segundo o Data Favela. hoje 65% dos moradores estão nessa faixa de renda, contra 37% em 2002. Há 10 anos. apenas 4 em cada 10 moradores tinham celular. Hoje são nove. Computadores estavam em apenas 3% dos lares, agora estão em 40%. A média de anos de estudo subiu no mesmo período: foi de quatro para seis anos.
 Segundo a pesquisa, os jovens desempenham papel preponderante na atividade econômica e na organização social das favelas. São eles. por exemplo, que orientam os pais na aquisição de serviços, como TV por assinatura, e decidem as marcas de alimentos e o consumo de eletrônicos.
  A pesquisa incluiu levantamento qualitativo apenas no Rio de Janeiro. E a visão dos jovens mostrou-se otimista: 51% deles consideram que a comunidade melhorou nos últimos dois anos, e 63% acreditam que vai continuar melhorando. Mesmo assim, o preconceito ainda persiste, na visão deste grupo, fazendo com que 49% deles prefiram não dizer onde vivem.
(Exame, http: goo.gl 4fMqxx. 20.02.2013. Adaptado)
Considere a frase: Embora o conceito de classe média gere polêmica, segundo o Data Favela. hoje 65% dos moradores estão nessa faixa de renda, contra 37% em 2002. Assinale a alternativa em que o trecho destacado está corretamente reescrito, mantendo-se as relações de sentido estabelecidas no texto original. 
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2014 - PM-SP - Soldado da PM |
Q753486 Português
Classe média já chega a 65% m s favelas, diz pesquisa
  Morar em favelas, pelo menos no Rio de Janeiro, pode não ser tão ruim quanto parece para quem está de fora. Amparados por melhorias nos indicadores socioeconòmicos, 85% dos jovens das comunidades cariocas disseram ao Data Popular que gostam do lugar onde moram. E 70% disseram que continuariam a morar na comunidade mesmo se a renda dobrasse.
  Os resultados fazem parte de um levantamento, realizado em 2012, pelo Data Favela, união entre o Data Popular e Celso Athayde, ex-dirigente da Central Única de Favelas (Cufa). E mostram urn retrato não só do Rio de Janeiro, mas de todas as comunidades do Brasil. É um contingente formado por 12 milhões de pessoas, cuja renda soma 56.1 bilhões de reais por ano. com uma maioria de membros da classe média.
  Embora o conceito de classe média gere polêmica, segundo o Data Favela. hoje 65% dos moradores estão nessa faixa de renda, contra 37% em 2002. Há 10 anos. apenas 4 em cada 10 moradores tinham celular. Hoje são nove. Computadores estavam em apenas 3% dos lares, agora estão em 40%. A média de anos de estudo subiu no mesmo período: foi de quatro para seis anos.
 Segundo a pesquisa, os jovens desempenham papel preponderante na atividade econômica e na organização social das favelas. São eles. por exemplo, que orientam os pais na aquisição de serviços, como TV por assinatura, e decidem as marcas de alimentos e o consumo de eletrônicos.
  A pesquisa incluiu levantamento qualitativo apenas no Rio de Janeiro. E a visão dos jovens mostrou-se otimista: 51% deles consideram que a comunidade melhorou nos últimos dois anos, e 63% acreditam que vai continuar melhorando. Mesmo assim, o preconceito ainda persiste, na visão deste grupo, fazendo com que 49% deles prefiram não dizer onde vivem.
(Exame, http: goo.gl 4fMqxx. 20.02.2013. Adaptado)
De acordo com a pesquisa realizada no Rio de Janeiro, mais da metade dos jovens que moram em favelas demonstram
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2014 - PM-SP - Soldado da PM |
Q753485 Português
Classe média já chega a 65% m s favelas, diz pesquisa
  Morar em favelas, pelo menos no Rio de Janeiro, pode não ser tão ruim quanto parece para quem está de fora. Amparados por melhorias nos indicadores socioeconòmicos, 85% dos jovens das comunidades cariocas disseram ao Data Popular que gostam do lugar onde moram. E 70% disseram que continuariam a morar na comunidade mesmo se a renda dobrasse.
  Os resultados fazem parte de um levantamento, realizado em 2012, pelo Data Favela, união entre o Data Popular e Celso Athayde, ex-dirigente da Central Única de Favelas (Cufa). E mostram urn retrato não só do Rio de Janeiro, mas de todas as comunidades do Brasil. É um contingente formado por 12 milhões de pessoas, cuja renda soma 56.1 bilhões de reais por ano. com uma maioria de membros da classe média.
  Embora o conceito de classe média gere polêmica, segundo o Data Favela. hoje 65% dos moradores estão nessa faixa de renda, contra 37% em 2002. Há 10 anos. apenas 4 em cada 10 moradores tinham celular. Hoje são nove. Computadores estavam em apenas 3% dos lares, agora estão em 40%. A média de anos de estudo subiu no mesmo período: foi de quatro para seis anos.
 Segundo a pesquisa, os jovens desempenham papel preponderante na atividade econômica e na organização social das favelas. São eles. por exemplo, que orientam os pais na aquisição de serviços, como TV por assinatura, e decidem as marcas de alimentos e o consumo de eletrônicos.
  A pesquisa incluiu levantamento qualitativo apenas no Rio de Janeiro. E a visão dos jovens mostrou-se otimista: 51% deles consideram que a comunidade melhorou nos últimos dois anos, e 63% acreditam que vai continuar melhorando. Mesmo assim, o preconceito ainda persiste, na visão deste grupo, fazendo com que 49% deles prefiram não dizer onde vivem.
(Exame, http: goo.gl 4fMqxx. 20.02.2013. Adaptado)
De acordo com o texto, no período entre 2002 e 2012. considerado pelo Data Favela ao fazer seu levantamento, 
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2014 - PM-SP - Soldado da PM |
Q753484 Português
Classe média já chega a 65% m s favelas, diz pesquisa
  Morar em favelas, pelo menos no Rio de Janeiro, pode não ser tão ruim quanto parece para quem está de fora. Amparados por melhorias nos indicadores socioeconòmicos, 85% dos jovens das comunidades cariocas disseram ao Data Popular que gostam do lugar onde moram. E 70% disseram que continuariam a morar na comunidade mesmo se a renda dobrasse.
  Os resultados fazem parte de um levantamento, realizado em 2012, pelo Data Favela, união entre o Data Popular e Celso Athayde, ex-dirigente da Central Única de Favelas (Cufa). E mostram urn retrato não só do Rio de Janeiro, mas de todas as comunidades do Brasil. É um contingente formado por 12 milhões de pessoas, cuja renda soma 56.1 bilhões de reais por ano. com uma maioria de membros da classe média.
  Embora o conceito de classe média gere polêmica, segundo o Data Favela. hoje 65% dos moradores estão nessa faixa de renda, contra 37% em 2002. Há 10 anos. apenas 4 em cada 10 moradores tinham celular. Hoje são nove. Computadores estavam em apenas 3% dos lares, agora estão em 40%. A média de anos de estudo subiu no mesmo período: foi de quatro para seis anos.
 Segundo a pesquisa, os jovens desempenham papel preponderante na atividade econômica e na organização social das favelas. São eles. por exemplo, que orientam os pais na aquisição de serviços, como TV por assinatura, e decidem as marcas de alimentos e o consumo de eletrônicos.
  A pesquisa incluiu levantamento qualitativo apenas no Rio de Janeiro. E a visão dos jovens mostrou-se otimista: 51% deles consideram que a comunidade melhorou nos últimos dois anos, e 63% acreditam que vai continuar melhorando. Mesmo assim, o preconceito ainda persiste, na visão deste grupo, fazendo com que 49% deles prefiram não dizer onde vivem.
(Exame, http: goo.gl 4fMqxx. 20.02.2013. Adaptado)
Uma frase condizente com as informações do texto é:
Alternativas
Q668329 Direito Constitucional
Sobre os Direitos e Deveres Individuais e Coletivos, marque a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q668328 Direitos Humanos
De acordo com o texto “Treze reflexões sobre Polícia e Direitos Humanos”, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q668327 Direitos Humanos
De acordo com o texto “Treze reflexões sobre Polícia e Direitos Humanos”, analise as afirmativas abaixo: I - Em termos de inconsciente coletivo, o policial exerce função educativa arquetípica: deve ser “o mocinho”, com procedimentos e atitudes coerentes com a “firmeza moralmente reta”, oposta radicalmente aos desvios perversos do outro arquétipo que se lhe contrapõe: o bandido. II - O policial, pela natural autoridade moral que porta, tem o potencial de ser o mais marcante promotor dos Direitos Humanos, revertendo o quadro de descrédito social e qualificando-se como um personagem central da democracia. III - O zelo pelo respeito e a decência dos quadros policiais não cabe apenas ao Estado mas aos próprios policiais, os maiores interessados em participarem de instituições livres de vícios, valorizadas socialmente e detentoras de credibilidade histórica.
Estão CORRETAS: 

Alternativas
Q668326 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição Federal, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q668325 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição Federal, a lei regulará a individualização da pena e adotará, entre outras, as seguintes, EXCETO:
Alternativas
Q668323 Noções de Informática
No aplicativo navegador Microsoft Internet Explorer 11, pode-se escolher entre diferentes níveis de configuração para a zona da Internet. A descrição abaixo remete ao seguinte nível: - Bloqueia cookies de terceiros que não tenham uma política de privacidade compacta - Bloqueia cookies de terceiros que salvam informações que podem ser usadas para contatado sem o seu consentimento explícito - Bloqueia cookies internos que salvam informações que podem ser usadas para contatado sem o seu consentimento implícito
Alternativas
Q668322 Noções de Informática
0 aplicativo Microsoft Word 2013, voltado ao processamento de textos, permite a adição das margens superior, inferior, esquerda e direita a um determinado documento. No caso de um texto que irá posteriormente necessitar de encadernação, pode ser necessário a reserva de espaço adicional na margem das páginas (de modo que o texto não seja afetado pela encadernação), neste caso, o seguinte tipo de margem pode ser utilizada:
Alternativas
Q668321 Noções de Informática
No aplicativo Microsoft Excel 2013, ao se utilizar a fórmula abaixo exposta, a seguinte informação será obtida: =MAIÚSCULA(TEXTO(HOJE();"mmmm"))
Alternativas
Q668320 Noções de Informática
No aplicativo Microsoft Excel 2013, tomando como base a planilha abaixo e utilizando a fórmula exposta, o seguinte valor será obtido: Imagem associada para resolução da questão
=M ARRED(A1; 12)
Alternativas
Respostas
3801: B
3802: D
3803: E
3804: A
3805: C
3806: E
3807: B
3808: D
3809: A
3810: A
3811: B
3812: C
3813: B
3814: D
3815: C
3816: A
3817: B
3818: A
3819: B
3820: A