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Q2045825 Música
Sobre função tonal dos acordes, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q2045824 Educação Artística
Sobre Interpretação musical, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q2045823 Educação Artística
Em relação à sonata, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. No final do século XVI, utilizavam-se várias palavras para designar peças instrumentais, uma das quais era “sonata” (do italiano sonare) em oposição à “cantata” (do italiano cantare). II. No decorrer dos séculos XVII e XVIII, já se fazia a distinção entre dois tipos: sonata da câmera, que começou a introduzir os andamentos no lugar dos movimentos de dança; e a sonata da chiesa, que seguia os moldes da suíte. III. As primeiras sonatas eram monotemáticas. No entanto, no período clássico, o primeiro movimento era constituído sobre dois temas, surgindo uma estrutura bitemática. IV. Com Beethoven e outros compositores, atingiu a forma cíclica, na qual um tema ou mais estão presentes em todos os movimentos.
Alternativas
Q2045818 Música
Em relação aos acordes de 3 sons e colocando-se as tríades sobre os graus das escalas maiores e das escalas menores harmônicas, tem-se:
I. O acorde encontrado nos II, III e VI graus das escalas maiores é o acorde perfeito menor. II. O acorde encontrado no VII grau das escalas maiores e no II e VII graus das escalas menores é o acorde de quinta aumentada. III. O acorde encontrado no III grau das escalas menores é o de quinta diminuta. IV. O acorde encontrado no V e no VI grau das escalas menores é o acorde perfeito maior.
Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2045816 Música
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2045815 Matemática
Considerando o sistema de equações
50.png (116×45) 
assinale a alternativa que apresenta a sua solução.
Alternativas
Q2045790 Português
FRUTOS NEM TÃO PROIBIDOS

Livro recém-lançado explica por que nossa dieta inclui
apenas uma fração das plantas comestíveis
disponíveis na natureza

    Será que todos os vegetais que não comemos são menos gostosos que broto de feijão? A pergunta é feita pelo professor de botânica John Warren, da Universidade Aberystwyth, no País de Gales, logo no início do livro The Nature of Crops: How We Came to Eat the Plants We Do (“A natureza da colheita: por que comemos as plantas que comemos”, em tradução livre), ainda sem edição no Brasil. Warren sempre ficou intrigado com a pouca variedade de vegetais que encontrava nas prateleiras do supermercado – das 300 mil espécies comestíveis de que se tem notícia, comemos apenas 200 (200 mesmo, não 200 mil) – e resolveu investigar por que foi que decidimos que salada boa é feita com alface e tomate, e não com dente-de-leão ou beldroega.
    Não existe uma única resposta certa. Para se tornarem cultiváveis a fim de fazer parte da dieta dos homens, as plantas devem ter uma série de qualificações no currículo. Primeiro, precisam ser nutritivas. Depois, devem ser fáceis de armazenar. Ter grãos, sementes ou frutas que sobrevivem muito tempo longe do pé sempre ajuda. Um último diferencial é a personalidade (e o cheiro) forte: plantas perfumadas, que combatem bactérias ou até as que são psicotrópicas sempre chamam a atenção. E, por incrível que pareça, as plantas tóxicas não estão excluídas automaticamente: muitos vegetais que consumimos hoje são descendentes de plantas potencialmente letais. 
    Por tudo isso, argumenta Warren, hoje o que realmente nos separa de uma dieta mais diversificada é a nossa própria imaginação: “No futuro, iremos apreciar toda uma miríade de novas frutas e vegetais que são melhores para a saúde e menos prejudiciais para a natureza”.

Adaptado de: KIST, Cristine. Frutos nem tão proibidos. Revista
Galileu, São Paulo, n. 290, p. 12-13, set. 2015.

Sobre o excerto “[...] salada boa é feita com alface e tomate, e não com dente-de-leão ou beldroega. Não existe uma única resposta certa.”, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2045789 Português
FRUTOS NEM TÃO PROIBIDOS

Livro recém-lançado explica por que nossa dieta inclui
apenas uma fração das plantas comestíveis
disponíveis na natureza

    Será que todos os vegetais que não comemos são menos gostosos que broto de feijão? A pergunta é feita pelo professor de botânica John Warren, da Universidade Aberystwyth, no País de Gales, logo no início do livro The Nature of Crops: How We Came to Eat the Plants We Do (“A natureza da colheita: por que comemos as plantas que comemos”, em tradução livre), ainda sem edição no Brasil. Warren sempre ficou intrigado com a pouca variedade de vegetais que encontrava nas prateleiras do supermercado – das 300 mil espécies comestíveis de que se tem notícia, comemos apenas 200 (200 mesmo, não 200 mil) – e resolveu investigar por que foi que decidimos que salada boa é feita com alface e tomate, e não com dente-de-leão ou beldroega.
    Não existe uma única resposta certa. Para se tornarem cultiváveis a fim de fazer parte da dieta dos homens, as plantas devem ter uma série de qualificações no currículo. Primeiro, precisam ser nutritivas. Depois, devem ser fáceis de armazenar. Ter grãos, sementes ou frutas que sobrevivem muito tempo longe do pé sempre ajuda. Um último diferencial é a personalidade (e o cheiro) forte: plantas perfumadas, que combatem bactérias ou até as que são psicotrópicas sempre chamam a atenção. E, por incrível que pareça, as plantas tóxicas não estão excluídas automaticamente: muitos vegetais que consumimos hoje são descendentes de plantas potencialmente letais. 
    Por tudo isso, argumenta Warren, hoje o que realmente nos separa de uma dieta mais diversificada é a nossa própria imaginação: “No futuro, iremos apreciar toda uma miríade de novas frutas e vegetais que são melhores para a saúde e menos prejudiciais para a natureza”.

Adaptado de: KIST, Cristine. Frutos nem tão proibidos. Revista
Galileu, São Paulo, n. 290, p. 12-13, set. 2015.

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q2045788 Português
FRUTOS NEM TÃO PROIBIDOS

Livro recém-lançado explica por que nossa dieta inclui
apenas uma fração das plantas comestíveis
disponíveis na natureza

    Será que todos os vegetais que não comemos são menos gostosos que broto de feijão? A pergunta é feita pelo professor de botânica John Warren, da Universidade Aberystwyth, no País de Gales, logo no início do livro The Nature of Crops: How We Came to Eat the Plants We Do (“A natureza da colheita: por que comemos as plantas que comemos”, em tradução livre), ainda sem edição no Brasil. Warren sempre ficou intrigado com a pouca variedade de vegetais que encontrava nas prateleiras do supermercado – das 300 mil espécies comestíveis de que se tem notícia, comemos apenas 200 (200 mesmo, não 200 mil) – e resolveu investigar por que foi que decidimos que salada boa é feita com alface e tomate, e não com dente-de-leão ou beldroega.
    Não existe uma única resposta certa. Para se tornarem cultiváveis a fim de fazer parte da dieta dos homens, as plantas devem ter uma série de qualificações no currículo. Primeiro, precisam ser nutritivas. Depois, devem ser fáceis de armazenar. Ter grãos, sementes ou frutas que sobrevivem muito tempo longe do pé sempre ajuda. Um último diferencial é a personalidade (e o cheiro) forte: plantas perfumadas, que combatem bactérias ou até as que são psicotrópicas sempre chamam a atenção. E, por incrível que pareça, as plantas tóxicas não estão excluídas automaticamente: muitos vegetais que consumimos hoje são descendentes de plantas potencialmente letais. 
    Por tudo isso, argumenta Warren, hoje o que realmente nos separa de uma dieta mais diversificada é a nossa própria imaginação: “No futuro, iremos apreciar toda uma miríade de novas frutas e vegetais que são melhores para a saúde e menos prejudiciais para a natureza”.

Adaptado de: KIST, Cristine. Frutos nem tão proibidos. Revista
Galileu, São Paulo, n. 290, p. 12-13, set. 2015.

Em “[...] das 300 mil espécies comestíveis de que se tem notícia [...]”, os itens destacados são classificados, respectivamente, como
Alternativas
Q2045787 Português
FRUTOS NEM TÃO PROIBIDOS

Livro recém-lançado explica por que nossa dieta inclui
apenas uma fração das plantas comestíveis
disponíveis na natureza

    Será que todos os vegetais que não comemos são menos gostosos que broto de feijão? A pergunta é feita pelo professor de botânica John Warren, da Universidade Aberystwyth, no País de Gales, logo no início do livro The Nature of Crops: How We Came to Eat the Plants We Do (“A natureza da colheita: por que comemos as plantas que comemos”, em tradução livre), ainda sem edição no Brasil. Warren sempre ficou intrigado com a pouca variedade de vegetais que encontrava nas prateleiras do supermercado – das 300 mil espécies comestíveis de que se tem notícia, comemos apenas 200 (200 mesmo, não 200 mil) – e resolveu investigar por que foi que decidimos que salada boa é feita com alface e tomate, e não com dente-de-leão ou beldroega.
    Não existe uma única resposta certa. Para se tornarem cultiváveis a fim de fazer parte da dieta dos homens, as plantas devem ter uma série de qualificações no currículo. Primeiro, precisam ser nutritivas. Depois, devem ser fáceis de armazenar. Ter grãos, sementes ou frutas que sobrevivem muito tempo longe do pé sempre ajuda. Um último diferencial é a personalidade (e o cheiro) forte: plantas perfumadas, que combatem bactérias ou até as que são psicotrópicas sempre chamam a atenção. E, por incrível que pareça, as plantas tóxicas não estão excluídas automaticamente: muitos vegetais que consumimos hoje são descendentes de plantas potencialmente letais. 
    Por tudo isso, argumenta Warren, hoje o que realmente nos separa de uma dieta mais diversificada é a nossa própria imaginação: “No futuro, iremos apreciar toda uma miríade de novas frutas e vegetais que são melhores para a saúde e menos prejudiciais para a natureza”.

Adaptado de: KIST, Cristine. Frutos nem tão proibidos. Revista
Galileu, São Paulo, n. 290, p. 12-13, set. 2015.

Sobre os mecanismos de coesão empregados no texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q2045786 Português
FRUTOS NEM TÃO PROIBIDOS

Livro recém-lançado explica por que nossa dieta inclui
apenas uma fração das plantas comestíveis
disponíveis na natureza

    Será que todos os vegetais que não comemos são menos gostosos que broto de feijão? A pergunta é feita pelo professor de botânica John Warren, da Universidade Aberystwyth, no País de Gales, logo no início do livro The Nature of Crops: How We Came to Eat the Plants We Do (“A natureza da colheita: por que comemos as plantas que comemos”, em tradução livre), ainda sem edição no Brasil. Warren sempre ficou intrigado com a pouca variedade de vegetais que encontrava nas prateleiras do supermercado – das 300 mil espécies comestíveis de que se tem notícia, comemos apenas 200 (200 mesmo, não 200 mil) – e resolveu investigar por que foi que decidimos que salada boa é feita com alface e tomate, e não com dente-de-leão ou beldroega.
    Não existe uma única resposta certa. Para se tornarem cultiváveis a fim de fazer parte da dieta dos homens, as plantas devem ter uma série de qualificações no currículo. Primeiro, precisam ser nutritivas. Depois, devem ser fáceis de armazenar. Ter grãos, sementes ou frutas que sobrevivem muito tempo longe do pé sempre ajuda. Um último diferencial é a personalidade (e o cheiro) forte: plantas perfumadas, que combatem bactérias ou até as que são psicotrópicas sempre chamam a atenção. E, por incrível que pareça, as plantas tóxicas não estão excluídas automaticamente: muitos vegetais que consumimos hoje são descendentes de plantas potencialmente letais. 
    Por tudo isso, argumenta Warren, hoje o que realmente nos separa de uma dieta mais diversificada é a nossa própria imaginação: “No futuro, iremos apreciar toda uma miríade de novas frutas e vegetais que são melhores para a saúde e menos prejudiciais para a natureza”.

Adaptado de: KIST, Cristine. Frutos nem tão proibidos. Revista
Galileu, São Paulo, n. 290, p. 12-13, set. 2015.

Em relação ao subtítulo do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2045295 Enfermagem
A Portaria nº 204, de 17 de fevereiro de 2016, define a Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de Saúde Pública nos serviços de saúde públicos e privados em todo o território nacional. No tocante à lista de doenças de notificação compulsória, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2045294 Enfermagem
Frequentemente a discussão sobre gestão da saúde é centrada no componente da assistência e nos serviços assistenciais. Entretanto cabe ao gestor de um sistema local ou regional de saúde responder também pela execução de ações de caráter coletivo e pela implementação de ações preventivas, de proteção e de promoção da saúde e, dentre essas, aquelas denominadas “vigilâncias”. No tocante às vigilâncias em saúde, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas
I. Dentre as ações da vigilância sanitária, temse o controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, relaciona-se com a saúde. II. A vigilância epidemiológica realiza o controle da prestação de serviços que, direta ou indiretamente, relaciona-se com a saúde. III. A vigilância em saúde do trabalhador compreende ações para detectar, conhecer, pesquisar e analisar os fatores determinantes e condicionantes dos agravos à saúde relacionados aos processos e ambientes de trabalho. IV. A vigilância ambiental aponta as recomendações para as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos e estabelece a lista de doenças de notificação compulsória. 
Alternativas
Q2045293 Enfermagem
Intercorrência cirúrgica é a ocorrência de um evento inesperado durante um procedimento médico que não poderia ser previsto ou alertado ao paciente. Todo procedimento cirúrgico, do mais simples ao mais complexo, está sujeito a intercorrências. Os números mostram que entre 2 e 10% das cirurgias no mundo resultam em complicações. Assim, os profissionais, principalmente os enfermeiros, necessitam saber reconhecer e intervir. A esse respeito, são exemplos de intercorrências cirúrgicas, EXCETO
Alternativas
Q2045292 Enfermagem
Um dos métodos adotados no mundo tem sido o Método do Sistema de Triagem de Manchester, concebido para permitir ao profissional de saúde atribuir rapidamente uma prioridade clínica a cada indivíduo. Desse modo, a tomada de decisão é parte integrante e importante da prática clínica e de enfermagem. Acerca da classificação de risco, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2045291 Enfermagem
Acerca das atribuições do técnico de enfermagem no centro cirúrgico e na sala de recuperação pós-anestésica, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q2045290 Enfermagem
As lesões por pressão são caracterizadas como danos localizados na pele e/ou tecidos moles subjacentes, geralmente sobre uma proeminência óssea, ou então relacionadas a um dispositivo médico ou outro artefato. Considerando que se trata de um evento adverso evitável, assinale a alternativa que apresenta as principais condutas preventivas para o surgimento das lesões por pressão. 
Alternativas
Q2045289 Enfermagem
É comum, em pacientes cirúrgicos, a utilização de drenos. Dreno pode ser definido “como um objeto de forma variada, produzido em materiais diversos, cuja finalidade é manter a saída de líquido de uma cavidade para o exterior”. Em relação aos cuidados de enfermagem com drenos, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2045288 Biologia
A célula é a unidade biológica e funcional dos organismos vivos. Possuem uma grande diversidade de origens, tamanhos, formas, ciclo vital e funções, além de serem dotadas de incrível dinâmica. Nelas a vida se manifesta de forma independente e ativa. As células são entidades vivas dotadas de uma complexidade estrutural e funcional superior, permitindo-lhes uma infinidade de capacidades e transformações que são próprias da vida. A esse respeito, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2045287 Enfermagem
Com a regulamentação do Programa Nacional de Imunização (PNI), pela Lei Federal nº 6.259/1975, em 1977, o Brasil criou a caderneta de vacinação com o primeiro calendário vacinal nacional. A respeito da vacinação de crianças e adolescentes no Brasil, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas. 
I. A primeira campanha de vacinação contra poliomielite foi realizada em 1961 e, em 1989, o Brasil registrou o último caso da doença, erradicando o poliovírus selvagem. O Brasil recebeu o certificado de eliminação da pólio em 1994. II. A vacina tríplice bacteriana que protege contra difteria, tétano e coqueluche é administrada aos 02, 04 e 06 meses como pentavalente e, aos 12 meses de idade, como 1º reforço. III. A vacina contra HPV tem como populaçãoalvo principal para a vacinação as meninas de 11 a 14 anos antes de se tornarem sexualmente ativas e meninos de 9 a 14 anos. IV. O tétano neonatal é uma das doenças que foram controladas por meio da vacinação. Isso se deve ao fato de a imunização do bebê contra o tétano ser realizada logo após o nascimento, ainda no primeiro mês de vida. V. O calendário vacinal varia de acordo com a região e também fase de vida do indivíduo. O calendário vacinal do adolescente diferenciase do infantil, principalmente, pelo acréscimo da vacina contra HPV e meningocócica ACWY.
Alternativas
Respostas
541: E
542: D
543: A
544: C
545: E
546: B
547: E
548: B
549: B
550: A
551: C
552: C
553: D
554: B
555: E
556: A
557: C
558: C
559: A
560: E